Curso Online de SONORIZAÇÃO PROFISSIONAL

Curso Online de SONORIZAÇÃO PROFISSIONAL

SEJA UM DJ CONHECIDO OU TRABALHE EM SHOWS E EVENTOS MUSICAIS, FAÇA O CURSO DE SOM PROFISSIONAL, CONHECENDO AS TÉCNICAS PARA OPERAÇÃO E DE...

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SEJA UM DJ CONHECIDO OU TRABALHE EM SHOWS E EVENTOS MUSICAIS, FAÇA O CURSO DE SOM PROFISSIONAL, CONHECENDO AS TÉCNICAS PARA OPERAÇÃO E DESEMPENHO DOS EQUIPAMENTOS E INSTRUMENTOS MUSICAIS

COORDENADOR DE CURSOS PROFISSIONALIZANTES DENTRO DA ÁREA DE MANUTENÇÃO. ATUA COMO COORDENADOR E INSTRUTOR TÉCNICO PARA OS CURSOS DE ELÉTRICA INDUSTRIAL, ELÉTRICA RESIDENCIAL E PREDIAL, NR10 E REFRIGERAÇÃO



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    sonorização
    profissional

  • INTRODUÇÃO Á SONORIZAÇÃO

    introdução á sonorização

    1. o ouvido

    sem dúvida nenhuma, o ouvido é a ferramenta mais importante para os técnicos do áudio profissional e temos que saber tudo ou quase tudo sobre ele, principalmente os cuidados e deveres que devemos ter para mantê-lo em bom estado de higiene e funcionamento.
    o ouvido humano é constituído por órgãos específicos e fundamentais. possui qualidades e deficiências que iremos estudar em seguida.

  • ANATOMIA DO OUVIDO

    anatomia do ouvido

    o ouvido, é basicamente dividido em três partes:

    “o ouvido é capaz de perceber freqüências que variam entre 20 hz a 20 khz”

  • 1.1 Psicoacústica

    1.1 psicoacústica

    a psicoacústica é a ciência que une as leis físicas com a percepção do som pelo ser humano. há mais de 100 anos a audição é estudada e até hoje ainda não está totalmente esclarecida, mas a filosofia tem tentado com certo êxito explicar os fenômenos da psicoacústica.
    o ouvido recebe freqüências entre 20 hertz e 20.000 hertz ou 20 khz de resposta, mas existem freqüências que com baixo nível de pressão sonora são facilmente audíveis pelo ouvido. são freqüências que variam entre 1 khz e 5 khz. quanto mais longe dessa faixa de freqüência, mais nível de pressão sonora (volume) será preciso para ser perceptível pelo ouvido.

  • para a mesma sensação auditiva em um grave de 50 hz, precisa-se de um nível de pressão sonora maior do que em uma freqüência de 5 khz. para uma freqüência de 1 khz, precisamos cerca de 60 db/spl de nível de pressão sonora, mas para uma freqüência de 50 hz é necessário aproximadamente de 75 db/spl.
    nota:
    db/spl = db (decibéis) : unidade de medida
    = spl (sound pressure level) : nível de pressão sonora

    é devido a esses fatores que nosso ouvido tende a perceber falhas e certos exageros na hora de se equilibrar o som. existem também os fatores de mascaramento de freqüências que na maioria das vezes também atuam na psicoacústica.

  • para pessoas com o um ouvido treinado e musicalizados compensam bem essas falhas e excessos nas altas e baixas freqüências. a sensibilidade auditiva é percebida entre 0,8 db/spl e 1,2 db/spl. existem ainda as exceções na sensibilidade auditiva que variam entre 0,4 e 2 db/spl. convencionou-se então que se dobrarmos a potência acústica sim, de 80 db/spl para 83 db/spl.
    posicionando-se o v.u. da mesa de mixagem em 0db e atenuando-o em -3db, o som percebido pelo ouvido não cairá pela metade. um ouvido treinado pode perceber com mais facilidade esta mudança.
    quanto a intensidade auditiva, a medida que aumentarmos uma mesma freqüência ela causará sensações diferentes. por exemplo, 80hz a 90db spl causam menos impacto de grave que esta mesma freqüência a 110db spl.

  • veja bem, não é porque aumentamos o volume e sim pelo modo de interpretação do sistema auditivo não treinado e não musicalizados. isso pode ser explicado porque nas extremidades da faixa auditiva os sistemas de interpretação das freqüências e suas respectivas intensidades são menos eficientes e menos autônomas.
    a sensibilidade auditiva à variação de freqüência pode ser ouvida cerca de 1.200 freqüências sentindo a diferença entre elas, acredite se quiser.
    com equalizador de 1/3 de oitavas não podemos deixar um sistema de som com uma curva plana, mas é um bom padrão até hoje.

    “o ouvido é mais sensível a variação de médias frequencias”

  • o ouvido funciona como um analisador de espectro, decompondo o som, e assim, definindo o som resultante. o ouvido interno é o que primeiro decompõe o som, onde as baixas freqüências são interpretadas no ápice, vindo depois as altas e médias pelo início do ouvido.
    este fenômeno ocorre devido a uma ressonância auditiva inconsciente, que ao aprender português fixamos características subliminares ou não na memória, e quando precisamos, elas vêm à tona permitindo a distinção das palavras.
    outro fenômeno é que, ao chegar ao ouvido as freqüências de 1khz, 2khz e 4khz ele ouvirá também 500 khz mesmo sem existir essa freqüência. isto se deve a interpretação do ouvido. devido a estes fenômenos, dentre outros, o ouvido entende a resposta de um equipamento médio ou nivela os sistemas.
    para o áudio ser natural a resposta deve ser extensa e devido a sensibilidade de audição nas faixas de médio altas, ainda existem as cornetas de igreja e feiras que ainda são utilizadas até hoje funcionando perfeitamente bem.

  • OS INSTRUMENTOS

    os instrumentos

    cada instrumento tem seu próprio som com suas características e seu próprio timbre.
    o som de uma bateria acústica e o som de uma guitarra
    o som de um contrabaixo e o som de um violão
    o som de um bandolim e o som de um teclado

    a maneira correta de ouvir

    a música é tão importante que marca momentos de nossa vida, pois alguns temas gravados em filmes, novelas, propagandas de tv e até mesmo de rádios levam uma vida inteira para serem esquecidos e é claro que quando aquele determinado som é ouvido ele lembra algo que ficou na lembrança, que já passou ou está acontecendo.

  • 1.2 Velocidade do som

    1.2 velocidade do som

    c = 344m/s. é o valor médio mais utilizado.
    qualquer energia transmitida através de ondas de pressão no ar ou outro meio material de forma a impressionar o órgão auditivo dos homens e dos animais traduz-se som.
    o som se propaga em meios elásticos como o ar, a água, os sólidos e os gases, não havendo propagação no vácuo.
    é bom saber que as variações da temperatura ou da umidade relativas do ar são fatores importantes para a equalização e alinhamento do p.a..

    devido a variação da temperatura, a velocidade do som no ar úmido varia conforme a pressão, acontecendo o mesmo com a temperatura.

  • 1.3 decibel (dB)

    1.3 decibel (db)

    unidade de medida derivada do “bel” (unidade relativa básica definida como logaritmo da base 10 de uma relação entre duas potências elétricas), que expressa a décima parte do “bel” em homenagem ao físico alemão alexander graham bell, que foi o inventor do telefone. é usado para medir o nível ou intensidade de pressão sonora, simbolizada pela sigla “db”. esta unidade foi criada para medir perdas entre duas extremidades nas linhas telefônicas da época, e esta unidade perdura até nossos dias.
    abaixo vejamos algumas siglas muito encontradas nas fichas técnicas de alguns equipamentos:
    - dbm: simboliza uma relação em db que tem 1 mw como referência.
    - dbw: simboliza uma relação em db que tem 1 watt como referência.
    - db/spl:expressa em db o nível de pressão sonora em um ambiente.


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  • INTRODUÇÃO Á SONORIZAÇÃO
  • ANATOMIA DO OUVIDO
  • 1.1 Psicoacústica
  • OS INSTRUMENTOS
  • 1.2 Velocidade do som
  • 1.3 decibel (dB)
  • LIMITE DE TOLERÂNCIA PARA RUÍDO CONTÍNUO OU INTERMITENTE
  • 2. MICROFONES
  • 2.1 Microfones Eletrodinâmicos
  • 2.2 Microfones Eletroestáticos
  • 2.3 Phantom Power
  • 2.4 Direct Box (Caixa Direta ou Casador de Impedância)
  • POSICIONAMENTO E PROXIMIDADE DOS MICROFONES
  • 3. MESAS DE SOM (Mixing Consoles)
  • ESPECIFICAÇÕES E CARACTERISCTICAS DOS CONSOLES (MESAS)
  • 3.1 Mesas de P.A.
  • 3.2 Mesas de Monitor (Mixing Monitor)
  • MAPA DE PALCO
  • 4. EQUALIZADORES
  • 4.1 Shelving (peaking)
  • 5. ACÚSTICA E EFEITOS
  • 5.2 Reflexão
  • 6. ALTO-FALANTES e CAIXAS
  • FATORES QUE CONTRIBUEM PARA A QUEIMA DO ALTO-FALANTE
  • DRIVER
  • CORNETA
  • TWEETER
  • 7. POTÊNCIA e AMPLIFICADORES
  • 7.1 Potência RMS
  • 7.2 PMPO
  • 8. CABOS E LIGAÇÕES
  • LEI 6.533 de 24 de MAIO de 1978 Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões