Curso Online de A MULHER NO SÉCULO 21: TRANSFORMAÇÕES E DIREITOS POR IGUALDADE
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Curso Online de A MULHER NO SÉCULO 21: TRANSFORMAÇÕES E DIREITOS POR IGUALDADE

O objetivo deste curso é mostrar um pouco o preconceito que a sociedade leva como herança de muitos anos atrás. Diante desse movimento a ...

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O objetivo deste curso é mostrar um pouco o preconceito que a sociedade leva como herança de muitos anos atrás. Diante desse movimento a mulher tem passado muitas dificuldades para chegar até as universidades e ao mundo do trabalho, voto, autonomia, entre outras coisas que ela adquiriu fica vago ao público. Com tantos contratempos a mulher adquiriu muita coisa neste período evolutivo, corre em busca de seu direito que encontra próximo de sua realidade, lutar neste mundo promissor cheio de preconceito mostra que esse processo faz parte da força da figura feminina e de sua evolução neste nosso mundo contemporâneo cheio de inovações.

SOU FORMADA EM HISTORIA,PEDAGOGIA,ARTES,TENHO CURSO DE AUXILIAR ADMINISTRATIVO E FINANCEIRO TENHO PÓS- GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO ESPECIAL, E PSICOPEDAGOGIA, DOU AULA NA APAE, HÁ 7 ANOS, MAS JÁ TRABALHO NA ENTIDADE HÁ 17 ANOS,ATUO NO ESTADO COMO EVENTUAL NA ÁREA DE HISTÓRIA E ARTES.


- Neuma Darlene G. Da Silva Patricio

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  • A MULHER NO SÉCULO 21: TRANSFORMAÇÕES E DIREITOS POR IGUALDADE (1920-1970...)

    a mulher no século 21: transformações e direitos por igualdade (1920-1970...)

  • Este curso tenciona analisar por meio de uma pesquisa bibliográfica, e levantamento de dados de como a mulher brasileira conseguiu se inserir na sociedade e no mercado de trabalho ao adquirir seus direitos políticos, na sociedade, vida academica, divórcio enfim conquistar a autonomia perante a sociedade

    este curso tenciona analisar por meio de uma pesquisa bibliográfica, e levantamento de dados de como a mulher brasileira conseguiu se inserir na sociedade e no mercado de trabalho ao adquirir seus direitos políticos, na sociedade, vida academica, divórcio enfim conquistar a autonomia perante a sociedade

    resumo:

  • Este curso busca levantar questões que ficaram parcialmente ausente, no passado tentando resgata-las e visando especificamente a educação da mulher no Brasil, e suas contribuições para a elevação do status- feminino. É neste contexto que será abordado em nossa pesquisa o período de 1920 á 1970... buscando por registros que levem a uma conclusão concisa desse movimento histórico e muito rico que deve ser explorado, ampliado e estudado.

    este curso busca levantar questões que ficaram parcialmente ausente, no passado tentando resgata-las e visando especificamente a educação da mulher no brasil, e suas contribuições para a elevação do status- feminino. é neste contexto que será abordado em nossa pesquisa o período de 1920 á 1970... buscando por registros que levem a uma conclusão concisa desse movimento histórico e muito rico que deve ser explorado, ampliado e estudado.

    resumo:

  • Pode-se dizer que há algumas décadas atrás as mulheres começaram a revolução pela igualdade de direitos. Estudos historiográficos demonstram que a mulher lutou muito para reivindicar sua autonomia e neste aspecto, suscitaram varias opiniões divergentes ao longo desse período.

    pode-se dizer que há algumas décadas atrás as mulheres começaram a revolução pela igualdade de direitos. estudos historiográficos demonstram que a mulher lutou muito para reivindicar sua autonomia e neste aspecto, suscitaram varias opiniões divergentes ao longo desse período.

    introdução

  • Porém, muito pouco tem se estudado da condição feminina. Desde o final do século XIX os historiadores cuidadosamente buscavam vestígios e informações vários documentos, relatam episódios a respeito da luta da mulher brasileira por igualdade.

    porém, muito pouco tem se estudado da condição feminina. desde o final do século xix os historiadores cuidadosamente buscavam vestígios e informações vários documentos, relatam episódios a respeito da luta da mulher brasileira por igualdade.

    introdução

  • A partir de 1960 no mundo, e dos anos 1970 no Brasil a situação social da mulher experimentou significativas mutações. A revolução feminina chegou quase a todos os lugares no mundo, levados pelos meios de comunicações e organismo de direitos humanos facilitando o acesso desta aos meios de produção (RUBIM, 2001, p 1.).

    a partir de 1960 no mundo, e dos anos 1970 no brasil a situação social da mulher experimentou significativas mutações. a revolução feminina chegou quase a todos os lugares no mundo, levados pelos meios de comunicações e organismo de direitos humanos facilitando o acesso desta aos meios de produção (rubim, 2001, p 1.).

    introdução

  • A defesa dos direitos femininos tem sido uma luta importante, no tocante aos principais avanços da civilização e a contribuição valorosa da mulher, com o processo da industrialização no século XI e XX, ocorrendo grande desenvolvimento, gerando aumento da economia, levando a um conflito entre os direitos e a condição feminina.

    a defesa dos direitos femininos tem sido uma luta importante, no tocante aos principais avanços da civilização e a contribuição valorosa da mulher, com o processo da industrialização no século xi e xx, ocorrendo grande desenvolvimento, gerando aumento da economia, levando a um conflito entre os direitos e a condição feminina.

    introdução

  • Em 1857 as funcionárias de uma fábrica de tecidos, em Nova Iorque fizeram uma greve para reivindicarem melhores condições de trabalho, mas não foram felizes nas suas reivindicações. Essas operárias foram trancadas e morreram queimadas na fábrica, simplesmente porque estava manifestando seu descontentamento, por não terem o reconhecimento de seus trabalhos pedindo a diminuição da jornada de trabalho para 10 horas por dia e o direito à licença-maternidade.

    em 1857 as funcionárias de uma fábrica de tecidos, em nova iorque fizeram uma greve para reivindicarem melhores condições de trabalho, mas não foram felizes nas suas reivindicações. essas operárias foram trancadas e morreram queimadas na fábrica, simplesmente porque estava manifestando seu descontentamento, por não terem o reconhecimento de seus trabalhos pedindo a diminuição da jornada de trabalho para 10 horas por dia e o direito à licença-maternidade.

    em 1857 as funcionárias de uma fábrica...

  • Isso aconteceu em oito de março de 1857, em Nova Iorque, nos Estados Unidos. Esse dia foi escolhido em homenagem a 129 operárias que com essa tragédia vários movimentos e leis surgiram em proteção às mulheres. Numa conferencia na Dinamarca ficou decidido que o dia oito de março seria uma data apropriada para ser implantado “o dia internacional da mulher”, em homenagem aquelas que morreram nesse momento.

    isso aconteceu em oito de março de 1857, em nova iorque, nos estados unidos. esse dia foi escolhido em homenagem a 129 operárias que com essa tragédia vários movimentos e leis surgiram em proteção às mulheres. numa conferencia na dinamarca ficou decidido que o dia oito de março seria uma data apropriada para ser implantado “o dia internacional da mulher”, em homenagem aquelas que morreram nesse momento.

    em nova iorque

  • Só a partir de 1975 houve um decreto pela ONU (Organização das Nações Unidas) e estabeleceu-se melhoria na condição feminina aos olhos da sociedade e das fontes históricas causando impactos e fortes mudanças, abrindo o leque para novas fontes de estudo. (PAIÃO, 2008, p. 1). O pensamento de Michelle Perrot mostra claramente como os historiadores depararam com definições de fontes muito restritas no que se refere à História das Mulheres.

    só a partir de 1975 houve um decreto pela onu (organização das nações unidas) e estabeleceu-se melhoria na condição feminina aos olhos da sociedade e das fontes históricas causando impactos e fortes mudanças, abrindo o leque para novas fontes de estudo. (paião, 2008, p. 1). o pensamento de michelle perrot mostra claramente como os historiadores depararam com definições de fontes muito restritas no que se refere à história das mulheres.

    condição feminina

  • Como tornar possível uma historia das mulheres se a nós foi negado até muito recentemente o acesso ao espaço público, lugar por excelência da historia? A difícil tarefa de chegar ás fontes, e mesmo a de produzi-las a partir de pistas tênues, é avaliada pela autora no intuito de trazer para o campo do conhecimento historiográfico os recônditos da memória feminina.(Perrot, 1989, p. 9)

    como tornar possível uma historia das mulheres se a nós foi negado até muito recentemente o acesso ao espaço público, lugar por excelência da historia? a difícil tarefa de chegar ás fontes, e mesmo a de produzi-las a partir de pistas tênues, é avaliada pela autora no intuito de trazer para o campo do conhecimento historiográfico os recônditos da memória feminina.(perrot, 1989, p. 9)

    como tornar possível uma historia das mulheres


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  • A MULHER NO SÉCULO 21: TRANSFORMAÇÕES E DIREITOS POR IGUALDADE (1920-1970...)
  • Este curso tenciona analisar por meio de uma pesquisa bibliográfica, e levantamento de dados de como a mulher brasileira conseguiu se inserir na sociedade e no mercado de trabalho ao adquirir seus direitos políticos, na sociedade, vida academica, divórcio enfim conquistar a autonomia perante a sociedade
  • Este curso busca levantar questões que ficaram parcialmente ausente, no passado tentando resgata-las e visando especificamente a educação da mulher no Brasil, e suas contribuições para a elevação do status- feminino. É neste contexto que será abordado em nossa pesquisa o período de 1920 á 1970... buscando por registros que levem a uma conclusão concisa desse movimento histórico e muito rico que deve ser explorado, ampliado e estudado.
  • Pode-se dizer que há algumas décadas atrás as mulheres começaram a revolução pela igualdade de direitos. Estudos historiográficos demonstram que a mulher lutou muito para reivindicar sua autonomia e neste aspecto, suscitaram varias opiniões divergentes ao longo desse período.
  • Porém, muito pouco tem se estudado da condição feminina. Desde o final do século XIX os historiadores cuidadosamente buscavam vestígios e informações vários documentos, relatam episódios a respeito da luta da mulher brasileira por igualdade.
  • A partir de 1960 no mundo, e dos anos 1970 no Brasil a situação social da mulher experimentou significativas mutações. A revolução feminina chegou quase a todos os lugares no mundo, levados pelos meios de comunicações e organismo de direitos humanos facilitando o acesso desta aos meios de produção (RUBIM, 2001, p 1.).
  • A defesa dos direitos femininos tem sido uma luta importante, no tocante aos principais avanços da civilização e a contribuição valorosa da mulher, com o processo da industrialização no século XI e XX, ocorrendo grande desenvolvimento, gerando aumento da economia, levando a um conflito entre os direitos e a condição feminina.
  • Em 1857 as funcionárias de uma fábrica de tecidos, em Nova Iorque fizeram uma greve para reivindicarem melhores condições de trabalho, mas não foram felizes nas suas reivindicações. Essas operárias foram trancadas e morreram queimadas na fábrica, simplesmente porque estava manifestando seu descontentamento, por não terem o reconhecimento de seus trabalhos pedindo a diminuição da jornada de trabalho para 10 horas por dia e o direito à licença-maternidade.
  • Isso aconteceu em oito de março de 1857, em Nova Iorque, nos Estados Unidos. Esse dia foi escolhido em homenagem a 129 operárias que com essa tragédia vários movimentos e leis surgiram em proteção às mulheres. Numa conferencia na Dinamarca ficou decidido que o dia oito de março seria uma data apropriada para ser implantado “o dia internacional da mulher”, em homenagem aquelas que morreram nesse momento.
  • Só a partir de 1975 houve um decreto pela ONU (Organização das Nações Unidas) e estabeleceu-se melhoria na condição feminina aos olhos da sociedade e das fontes históricas causando impactos e fortes mudanças, abrindo o leque para novas fontes de estudo. (PAIÃO, 2008, p. 1). O pensamento de Michelle Perrot mostra claramente como os historiadores depararam com definições de fontes muito restritas no que se refere à História das Mulheres.
  • Como tornar possível uma historia das mulheres se a nós foi negado até muito recentemente o acesso ao espaço público, lugar por excelência da historia? A difícil tarefa de chegar ás fontes, e mesmo a de produzi-las a partir de pistas tênues, é avaliada pela autora no intuito de trazer para o campo do conhecimento historiográfico os recônditos da memória feminina.(Perrot, 1989, p. 9)
  • Na memória do passado a mulher era como um vulto bem distante da realidade, pois poucos registros históricos foram encontrados, a leitura das fontes exigiu uma nova perspectiva para que pudéssemos visualizar a condição feminina e entender melhor seu desenvolvimento.
  • Para a mulher conseguir ampliação de seus direitos no Brasil, ela teve que lutar muito na busca da igualdade, pois só a partir da promulgação do código eleitoral por Getulio Vargas, que lhe foi permitido pela primeira vez o direito de votar. Depois de muitos anos de lutas e reivindicações conseguiram com muito engajamento neste momento, a conquista da aprovação pelo voto feminino.
  • Essas discussões, pelo direito do voto e ser votadas para cargos executivos e legislativos, sendo que em meados da década de 1935, entra no congresso nacional a primeira deputada, Carlota Pereira de Queiroz, fazendo parte do setor político e sua capacidade como cidadã. (FAUSTO, 2004, pp. 342-343.).
  • Foram motivos de muita discussão na sociedade, há vários marcos na história da mulher brasileira muito sensível a serem discutido, tanto que através de vários documentos, revistas e livros que entre as décadas de 1920 a 1970 apresentam alguns recortes importantes da ampliação dos direitos das mulheres ocorridas naquela época, entre eles, acesso ao trabalho, horas extras, licença maternidade, salário maternidade, segmentação nos sindicatos, aposentadoria, direito à integridade física e psicológica e acesso ao meio social e acadêmico.
  • No entanto ainda há desafios consideráveis a serem vencidos. A historiografia feminina merece destaque por sua evolução que é um tema ainda pouco estudado que merece maior destaque.
  • No Brasil e também em muitos países, sucederam algumas transformações, no século XX, com mudanças cientificas e tecnológicas, inclusive no tocante ao comportamento feminino, envolvendo todos os setores sociais, promovendo melhoria das condições da vida da mulher e de alguns setores da sociedade marginalizada.
  • Essas transformações proporcionaram muitas mudanças na mentalidade da sociedade, devido a esses movimentos revolucionários, como no sistema educacional, no meio rural, acadêmicos e muitos outros a luta ocorreu deflagrando greves para conquistar os direitos que até então não eram mencionados, entre eles abusos de trabalho do menor e as mulheres, salários baixos, horas extras sem remuneração, licença maternidade, salário família, violência, enfim muitos outros processos ocorridos no Brasil que fazem parte desta historia feminina.
  • A partir da década de 30 a população do campo começou migrar para cidade em busca de uma vida mais digna. Os centros urbanos passaram por modificações, crescendo e diversificando as atividades, atraindo trabalhadores especializados com melhor formação para o trabalho e maior consciência sindical.
  • Nesse momento a sociedade brasileira passa a reivindicar seus direitos como cidadãos, buscando melhoria nas condições de trabalho. A sociedade busca conquistar seus direitos para conseguir viver melhor neste mundo com tantas transformações e com muito custo foi criado o ministério do trabalho dando direito aos trabalhadores para terem uma jornada de trabalho digna e liberdade.
  • A lei trabalhista dá o direito para o trabalhador reivindicar por melhorias na sua formação profissional. A legislação proíbe a exploração e o trabalho excessivo e sem remuneração das mulheres e menores reconhecendo o direito de férias, jornada de trabalho de 8 horas, não só especifico a mulher e menores, mas todos os trabalhadores marginalizados, e de fato neste momento a mulher adquire direitos de um cidadão pleno na sociedade, desfrutando dos mesmos direitos legais que aos da figura masculina.
  • Mas é importante denotar que com o crescimento do espaço urbano e das grandes cidades, começa haver maior demanda de trabalho e as crianças e mulheres nesse momento só faziam parte ajudando a figura masculina na renda familiar e que a partir destas mudanças a mulher e crianças passam a serem menos explorados. (RAGO, pp. 578, 584.).
  • As bases do sindicalismo no Brasil foram, estabelecidas pelo decreto nº 19.770 de 19 de março de 1931, e propunha uma sindicalização das classes operarias e patronais, de uma forma colaborativa com poder público. Mas esse decreto só vigorou até 1934 quando foi alterada pelo nº24694, em 12 de julho de 1934, fazendo com que este ficasse visível e reconhecível aos olhos da população a uma representação mais categoria e autentica a varias profissional de mais um sindicato.
  • Pode ser observado, que os operários só conquistaram seus direitos através de muitas greves, por estarem descontentes, por sentirem explorados, alem de uma perspectiva por melhores condições de trabalho em busca de maior liberdade. Segundo Fausto entende que,
  • Dentre as três greves gerais do período de julho /julho de 1917 em São Paulo, permaneceu mais forte na memória histórica, a tal ponto que a atenção dos historiadores tende a se concentrar nela, esquecendo-se, o quadro mais amplo das modificações. Apesar dessa ressalva, a greve de 1917 realmente merece uma referencia especial por seu impacto e dramatização. (FAUSTO, 2004, p. 299-3OO).
  • Com muitas lutas, manifestações e greves os operários conseguiram aprovar uma legislação operaria, mas isso não foi uma tarefa fácil, pois levaram anos para que isso ocorresse. Este código visava ampliar o direito do trabalhador e todos os demais que estavam sendo explorados na época. (FAUSTO, 2004, pp. 335-336).
  • Vale ressaltar que a década de 30 foi um marco importante, para a história das mulheres, pois, elas nesse período conquistaram sua emancipação social, o direito a educação, pois seus direitos estavam parcialmente escondidos nas gavetas.
  • Como um precioso manual que vem preencher uma lacuna, a história das mulheres, tem se comportado na sociedade como uma parte muda sempre ausente nos registros históricos, e suas lutas e conquistas são pouco visíveis.
  • Estes movimentos são de muita importância à sociedade, devendo ser valorizado. O enriquecimento global assusta a sociedade que, saindo da mentalidade patriarcal para o mundo atual com muitas reformas.
  • Nesse período, a revolução tecnológica afetou diretamente a condição feminina, proporcionando condições favoráveis para o trabalho manual, as máquinas surgiram facilitando a vida trabalhadora esses, aspectos científico-tecnológico inovou o mundo, e ao mesmo tempo confundiu a sociedade com mudanças intensas e rápidas, deixando neste momento não só o trabalho menos árduo, mas reduziu a oportunidade da mulher inserir-se no mercado de trabalho.
  • A mulher começou a ter um pouco mais de valor perante a sociedade, pois essas mudanças no comportamento feminino deixaram a sociedade perplexa. Antes estas mulheres eram vistas como uma figura bem distante e não tinham acesso ao mundo fora da casa.
  • Embora a historiografia feminina esteja se desenvolvendo no mundo moderno com tecnologias avançadas, modernização e atualização, de um mundo contemporâneo, configuração histórica marcante que trará a mulher espaço para resgatar sua identidade. Assim, deixando a mulher do passado e buscando a mulher contemporânea, sua postura e seu procedimento são possíveis entender suas aspirações e reivindicações por direitos e igualdade.
  • A presença feminina na história brasileira proporcionou grandes avanços para sua consolidação, mas ainda cai em contradição e mergulha nessa burocracia do lar, dividida entre o serviço fora de casa e os afazeres domésticos carregando uma carga maior e pesada para sua jornada.
  • A experiência do papel tradicional onde a mulher como pessoa assume vários papéis, vem sendo motivo de discussão dentro do processo histórico sociológico. A mulher corre para buscar seus direitos que no passado inexistiam, e que até agora foram negados durante uma grande parte de sua vida.
  • Ao analisar as lutas do feminismo podemos perceber que a mulher, com suas reivindicações foi abrindo novos caminhos para ampliar sua luta. Como podemos observar no pensamento de Miriam Fernandes logo a frente.
  • No século 20 vimos à mulher retomar seu antigo papel, voltado a ter participação ativa na sociedade encontrando seu espaço através de muita luta para adquirir seus direitos como cidadã, como trabalhadora, como mulher, como companheira, como mãe. Passando a ser vista, a ser retratada por ela e como ela é. Procurando saber e, questionando e não apenas aceitando passivamente o que o homem dizia.
  • Transformando em cientista em romancista, em historiadora metendo se em qualquer profissão e demonstrando ser capaz quanto ao homem. Só que temos que ressaltar: não deixou em nenhum momento de fazer o que era exigido das mulheres no passado, ou seja, continuou exercendo seu papel de mãe, filha, esposa, amante e amiga. (FERNANDES, 2006, p. 1)
  • Por outro lado vimos que a historiografia da mulher não é um resultado do esquecimento de um dia, mas vários anos em que a mulher ficou esquecida nos livros, jornais manuais, enfim, em muitos documentos em que se discutem o aprimoramento da educação feminina e o acesso da mulher as áreas do conhecimento antes consideradas exclusivamente masculinas, como a advocacia, medicina, engenheira.
  • Embora nunca de fato tenha sido uma grande liderança na política, nem por isso era uma alienada. Engajou-se de corpo e alma para lutar para o bem, em meio á ambigüidade de possuir um olhar para o futuro em buscas dos direitos, mas não deixando, de estar atrelada ao peso do passado como gestora do lar. A pesquisa neste período mostra a conquista das mulheres no Brasil, especificamente no campo educacional.
  • A conquista das mulheres no Brasil, especificamente no campo educacional, tem tido avanços significativos. A mulher muitas vezes é lesada pelo preconceito de décadas passadas, onde seu papel, mais importante era dentro de casa cuidando de seus afazeres, só sendo reconhecida na sociedade e no mercado de trabalho, se estivesse à sombra da figura masculina.
  • Até meados do século XX, para estudar e profissionalizar-se mais cedo, a mulher só podia ser normalista, com raras exceções, sem contar que a escola era uma instituição adequada para mulheres exercitarem os pendores maternais.
  • A História da educação no Brasil começou em março 1549 com a vinda dos Jesuítas, e após edificaram a primeira escola elementar, ensinando, a ler, contar e escrever. Nesse momento eles catequizam os índios e também os filhos dos colonos. (ARANHA, 1996, p. 99).
  • Mais tarde, em 15 de outubro 1827, surge a primeira lei geral relativa ao ensino elementar, sobre a educação das mulheres no país, e foi um decreto Imperial, outorgado por Dom Pedro I, que determinou no seu artigo primeiro a lei da escola de primeiras letras permitindo construir um sistema nacional de educação escolar composto por escolas elementares, secundaria e superior.
  • Esse momento é conhecido por período imperial, onde as aulas avulsas são extensivas ao público feminino, no que diz respeito ao ensino elementar, e aprendizagem das primeiras letras, sendo que os primeiros ensinamentos juntamente com a formação acadêmica eram relacionados à doutrina cristã e para ambos o sexo.
  • Nesse momento os meninos recebiam noções de geometria, e para as meninas bordados e costuras, modos, e orientações para ser uma boa mãe e uma ótima dona de casa, ensinamentos religiosos e as noções básicas para poder ler e escrever. (LOURO, 2006, p. 444).
  • Vale lembrar que a feminização do magistério era mal vista, e o acesso da mulher passa ser questionado, nas escolas, pois havia divisão entre o sexo feminino do masculino ficando-os visíveis só aos olhos do professor, mas mesmo com tanta contradição a mulher conquistou seu espaço e lutou pelos seus direitos.
  • A escola na época era voltada a formação masculina, para o sexo feminino era garantia de uma boa dona de casa, mãe exemplar, ótima cozinheira e sempre estar à disposição dos filhos e marido
  • O magistério era visto como uma extensão da maternidade, o destino primordial da mulher. Cada aluno ou aluna era representado como filho ou filha espiritual e a docência como uma atividade de amor e doação a qual ocorreriam aquelas jovens que tivessem vocação. (LOURO, 2006, p. 451).
  • O magistério se caracteriza por uma formação mais voltada ao público feminino, do que masculino, pois por ser um curso que da direito de trabalhar em um só turno, permite que mulheres as atendam seus afazeres domésticos no período em que estão de folga. (LOURO, 2004, p. 453).
  • Em 1846, surge a primeira escola normal em São Paulo, que foi criada pela lei nº 34 de 16 de março de 1846, tendo sua trajetória dividida em três períodos numa seqüência cronológica de sua origem até sua mudança ao edifício instalado na praça república em 1894, centro da capital, São Paulo, (Escola Normal de São Paulo, E. E Caetano de Campos, São Paulo-SP.).
  • Anteriormente essa escola atendia exclusivamente a alunos do sexo masculino, os quais se aprovados, poderiam prover cadeiras de instruções primarias, (art 1º, o governo estabelece uma escola normal de instruções primaria.).
  • Para as moças, em 1847 criara uma lei nº5 de 16 de fevereiro para ter uma escola normal, conhecida na época como seminário das educandas, sendo o seminário de Açu, essa escola nunca chegou a funcionar, foi suprimida pela lei nº 31 de sete de maio 1856. Mais tarde entre 1867 a 1868 por falta de alunos a escola fecha, mas em 1874 com a lei nº9 de 22 de março, a escola normal é reaberta em 16 de fevereiro de 1875, neste momento a escola da o direito de atender crianças das cidades e vilas.
  • Neste momento foram anexadas à normal duas escolas primarias da freguesia da sé, regidas pelos professores Geraldo da Silva Campista (para os meninos) e Catharina Amélia do Prado Alvino, (para meninas). A escola funcionava em período diverso entre o sexo feminino e masculino, sendo cada um em horário diferente, a partir deste momento a mulher ganha espaço na sala se aula. (TUESDAY, 2005, p. 1).
  • Essa segunda fundação da escola é atribuída ao inspetor geral pública, Francisco Aurélio de Souza Carvalho com intuito de uma formação profissional e moral dos professores. A escola normal na época era considerada, o ponto alto para a formação da jovem mulher brasileira. Portanto com esse acesso ao curso técnico comercial a mulher começa a invadir o espaço masculino, trocando o tecer feminino e as maquinas de costura pelas de escrever.
  • A criação das escolas elementares ajudou no crescimento e desenvolvimentos educacionais no Brasil trazendo novos processos e técnicas à pedagogia. O magistério incluiu na vida feminina a luta por educação e liberdade e onde elas terão a oportunidade de começar sua vida acadêmica.
  • Em 1920 houve tentativas de reforma no ensino, em São Paulo com a preocupação com os analfabetos que era muito grande, mas só a partir 1930 tende a criar-se um sistema educativo, tomando um sentido de uma visão centralizadora iniciada por Getulio Vargas (FAUSTO, 2004, pp. 336-337).
  • Até a década de 1940, a mulher não tinha o acesso as universidades, mas com o movimento de expansão do regime universitário, instituído pelo decreto nº 19.851, de 11 de abril de 1931, assinado pelo chefe do governo Getulio Vargas, indicado pelo ministro da educação Francisco Campos, a mulher conquista mais esse espaço na sociedade (OLIVEIRA, 1999.p. 14).
  • Portanto, a educação continuou ter importância secundaria. Em 1934 surgiu a primeira universidade em São Paulo (USP), e em 1935, a universidade do Distrito Federal, no Rio de Janeiro (FAUSTO, 2004, p. 338.) Estas surgiram com a iniciativa do secretario da educação Anísio Teixeira.
  • A ampliação do ingresso do contingente feminino nas universidades públicas paulistas em especial, nos cursos de formação para licenciados, magistério, psicologia e assistentes social, foi muito importante, para a mulher, pois com o surgimento destas pioneiras universidades, a mulher ganhou-se conhecimento mais abrangente no mundo atual. Segundo o pensamento, logo a frente, Dilvo Ristoff.
  • A maior presença de mulheres tanto na educação básica como na superior parece enviar dupla mensagem: uma boa e outra preocupante. A boa é que o Brasil começa a liberar as energias criativas de uma população tradicionalmente educada para a esfera privada. Mais e mais teremos mulheres, altamente qualificadas, ocupando posições de liderança em todas as áreas do conhecimento e contribuindo para a consolidação de um país soberano, avançado e democrático. (RISTOFF, 2006, p. 1).
  • Mesmo com tantos contratempos, há uma importância significativa nesse movimento, pois, apesar das transformações de mudanças no pensamento feminino atual, não foi fácil colher informações, denotando as dificuldades do estudo desse período histórico, pela razão de ser um tema pouco explorado, dificultando a obtenção de fontes e a realização deste trabalho. Para entender esse movimento da mulher e necessário conhecer a sua historia no Brasil, durante o período de 1920 a 1970.
  • Com toda essa mudança de pensamento, e hábitos temos que tentar entender essa nova mulher e estudá-la em vários aspectos. Entretanto na busca por autonomia a mulher passa por dificuldades, perseguições e preconceitos. No entanto com esta nova concepção historiográfica em relação à mulher desperta-se opinião diversa, assim como criticas referente à mulher atual e seu passado.
  • Entre liberdade, respeito e tudo que diz ser direito a mulher brasileira, percebe-se que os estudos nos levaram a enxergar que a mulher brasileira conquistou seus direitos lutando por muitas décadas.
  • No futuro será na sociedade um ser forte, positivo, firme e persistente, critica e determinada em suas opiniões, com pensamentos coerente e muito segura sabendo lidar com situações novas e perseguindo seus objetivos.
  • Estudar a mulher no período de 1920 a 1970 torna-se este curso realmente difícil, pois a escassez de fontes e o intuito de contribuir com a formação de idéias, conceitos e valores em relação à mulher foram uma jornada longa com muita pesquisa, com isso, torna-se importante analisar e refletir no pensamento , logo a frente:
  • Vale dizer, finalmente, que o território do feminismo na historia não é lugar sereno, onde a mulher se locomove sem riscos, e onde o confronto e o conflito não imprimem suas marcas. A historia da mulher é, antes de tudo uma historia de complementaridades sexuais, onde se interpenetram práticas sociais, discursos e representações do universo feminino como uma trama, intriga e teia. (PRIORE, 1994, p. 13).
  • Mesmo com pequeno passo que teve a evolução feminina mostramos que ela adquiriu nesse processo histórico, e colhe-se todas informações coerentes que encaixem como ferramenta principal nesta pesquisa buscando aquela figura do passado, e trazendo sua historia, que estava numa memória quase perdida. Neste contexto vimos a dificuldades de estudar a historia das mulheres no Brasil e sua educação, um processo de longa duração com varias idéias e um processo lento.
  • Embora não esteja disciplinada a matéria de planejamento familiar no Código Civil de 2002, houve por bem incluí-la neste trabalho, primeiro, por se tratar de matéria atinente ao Direito de Família, segundo, por tratar-se de inovação trazida no texto constitucional de 1988 (§ 7º do art. 226), e, terceiro, por estar intimamente relacionado com o direito da mulher.
  • O planejamento familiar foi regulamentado pela Lei 9.263, de 12 de janeiro de 1996, estabelecendo normas sobre um conjunto de ações atinentes à fecundidade que garanta direitos iguais de constituição, limitação ou aumento da prole, não só pela mulher e pelo homem, senão também pelo casal (AZEVEDO, 2001).
  • No âmbito trabalhista e previdenciário, também se fizeram sentir a evolução da tutela jurídica da mulher, em consonância com o princípio da igualdade. Principalmente na seara do Direito do Trabalho as dificuldades enfrentadas pelas mulheres foram mais árduas. Se de um lado a legislação protecionista dirigia-se às mulheres, idosos e jovens, as diretrizes nem sempre eram aceitas como benefício, pois acabava refletindo nos salários (AZEVEDO, 2001).
  • Por mais que se pretendesse igualar homens e mulheres, não era possível, em face das peculiaridades próprias da natureza da mulher – a maternidade -, circunstância que provoca inevitavelmente o afastamento do trabalho.
  • A Constituição Federal de 1988 ao dispor sobre a igualdade de tratamento entre homens e mulheres, no âmbito da área trabalhista determinou: *Art. 5º ..... XIII – é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer.
  • Embora esteja diretamente destinado a assegurar a liberdade de trabalho, reflete-se sobre o trabalho da mulher. Aliás, essas diretrizes já vinham sendo observadas nas Constituições que a antecederam ( as de 1934, 1937, 1946, 1967 e Emenda de 1969).
  • É apontado como estímulo do trabalho das mulheres a ocorrência das guerras em que são recrutadas muitas pessoas do sexo masculino (MARTINS, 2008). Tradicionalmente, as mulheres incorporaram-se num mundo do trabalho fortemente masculinizado, onde os seus salários eram vistos como complementares do dos chefes de família, ficando assim,marginalizadas, aceitando salários inferiores, jornadas excessivas, apenas para conseguir o emprego e manter um salário.
  • No intuito de proteger o trabalho da mulher, algumas atividades eram proibidas legalmente, fazendo com que aumentassem ainda mais as atitudes discriminatórias. Muitas vezes, a legislação, ao invés de protegê-las, acabavam discriminando-as.
  • Eram os casos de trabalho noturno e em locais insalubres, ambos extintos com a edição da Constituição Federal de 1988. Contudo, havia necessidade de manter e garantir os direitos do trabalho da mulher, antes às condições peculiares inerentes à mulher, justificando medidas de 10826 proteção especial em relação ao período de gravidez, de parto, de amamentação e impossibilidade física de levantamento excessivo de peso.
  • As medidas de proteção à maternidade somente foram efetivadas com caráter previdenciário em 1974, o que também veio a indiretamente proteger o direito de acesso ao mercado de trabalho. Antes disso, eram os próprios empregadores que pagavam os salários das mulheres afastadas por motivo de gestação e parto, o que dificultava a contratação de mão de obra feminina.
  • O período de afastamento por ocasião da licença-maternidade que era de 84 dias foi aumentado pela Constituição Federal de 1988 para 120 dias. Recentemente, a nova Lei 11.770, de 09 de setembro de 2009, instituiu o Programa Empresa Cidadã, que prorroga a licença-maternidade das gestantes que trabalharem nas empresas participantes do programa para um período de 180 dias.
  • Para tanto, as mulheres interessadas deverão solicitar a ampliação da licença até o primeiro mês após o parto, ficando impedidas de exercer qualquer atividade remunerada ou manter a criança em instituições escolares ou creches. A empresa deverá pagar os salários integrais às empregadas, podendo descontar integralmente o valor nas parcelas do Imposto de Renda.
  • Quanto à capacidade para fins trabalhistas, a mulher a adquire plenamente aos 18 anos, contudo, a Emenda Constitucional nº 20, de 1998,dispõe como idade mínima de 16 anos para empregar-se, sendo necessário, autorização dos pais ou responsável, até atingir sua plena capacidade.
  • O tema proteção do mercado de trabalho da mulher não foi tratado nas Constituições anteriores, mas uma inovação na Constituição de 1988: *Art. 7º .... XX – proteção do mercado de trabalho da mulher, mediante incentivos específicos, nos termos da lei. Para dar supedâneo à essa premissa da Carta Magna, foram acrescentados alguns artigos na Consolidação das Leis do Trabalho, pela Lei 9.799, de 26 de maio de 1999.
  • O objetivo deste curso é mostrar um pouco o preconceito que a sociedade leva como herança de muitos anos atrás. Diante desse movimento a mulher tem passado muitas dificuldades para chegar até as universidades e ao mundo do trabalho, voto, autonomia, entre outras coisas que ela adquiriu fica vago ao público.
  • Pode se notar que a mulher já luta pelo seu espaço acadêmico há um bom tempo, tanto nos países desenvolvidos, como no Brasil. Devido à escassez de fontes, esse tema torna-se difícil, pois estudá-lo, em países como o Brasil têm muitas informações passam despercebidos ou são ainda poucos explorados.
  • Entretanto o intuito desta pesquisa é mostrar que a figura feminina na década de 20, já lutava por sua autonomia, ao público tradicional nessa sociedade, deixando todo os obstáculos, e reivindicando seu espaço tanto na vida acadêmica, privada e muito mais sua vida pública.
  • Vimos que a mulher lutou para sair da sombra dos pais, irmãos e de seu marido, sempre a figura masculina se impôs, o que fazer e não fazer, não tinha decisões escolhas o homem resolvia tudo. Para a mulher conseguir seu espaço foi uma tarefa muito árdua, os processos em busca por direitos não aconteceram de um dia para o outro, foram muitos os sofrimentos e preconceito ocorrido nesta luta por autonomia.
  • Nos meados da década de 1920 como vimos nos trechos anteriores às mudanças políticas sociais e econômicas, teve idéias renovadas na mentalidade feminina, abrindo espaço para lutar pelos direitos por igualdade e em busca por autonomia, e seu direito que no passado fora cruelmente negado.
  • Em 1970, historiadores buscam documentos que possam trazer a mulher na historia que até então estava escondida, e que até o momento era visto por poucas feministas que já tinham acesso ao espaço feminino em busca de mudanças. A historia das mulheres ganhou espaço aberto a partir de 1970, apesar da mulher ser vista como objeto de estudo, pela mentalidade patriarcal e machista.
  • No mercado de trabalho a mulher sofreu muitos preconceitos, o trabalho, como já relatamos nesta pesquisa é um dos focos mais dolorosos para a mulher, onde ela deixa sua casa e passa a dedicar não só ao marido, casa e filhos, mas também sua vida profissional, uma via de mão dupla. Para que isso se realizasse ela precisava do consentimento do marido para trabalhar fora de casa, sem contar com as baixas remunerações salariais, independentes das funções realizadas.
  • Dentro de todos os obstáculos, preconceitos a mulher sofria e ainda sofre nas garras de uma sociedade com uma mentalidade atrasada, onde priva a figura feminina de englobar no espaço público e privado.
  • A mulher vem buscando respostas e soluções desde muitas décadas atrás, como já citamos muito nesse trabalho, historiadores já procuraram indícios que pudessem traze-la a novamente para a historia, mas só na década de 1970 que este marco fica mais claro, permitindo que a mulher tivesse acesso às escolas e universidades, vida acadêmica, onde estas passam a reivindicar seu cantinho na historia.
  • Podemos concluir que a mulher por mais que esteja fazendo parte da sociedade como um ser ativo, ainda há muitas barreiras que não foram totalmente resolvidas. A sociedade não aceita a mulher contemporânea, suas atividades e conquistas. Se analisarmos, foram pequenas e com processo de longa duração em todo seu processo de conquista.
  • Hoje ela esta mais inserida no espaço social e acadêmico, com muitos direitos, mas ainda esta distante de ser um totalmente independente dona de si para encarar esse mundo contemporâneo, que existe neste século presente. É muito difícil trabalhar a mulher, devida ainda ter uma sociedade machista preconceituosa e com mentalidade patriarcal e sem inovações.
  • Quando citamos uma sociedade machista, não estamos apontando especificamente o homem e sim uma pessoa, independente do sexo. A aceitação da mulher no mundo atual é muito preconceituosa pela sociedade devido à aceitação de ter uma mulher à frente de certas ocasiões,que até hoje não são aceitas.
  • A ordem social, quebra dos costumes, inovações na rotina diária da mulher moderna, sua relação com o sexo oposto iguala em capacidade, agilidade, sensibilidade, comunicação e desempenho profissional, essa evolução causa uma revolta na sociedade, que não aceita a mulher renovada em busca liberdade.
  • Atualmente, as mulheres que romperam e lutaram contra uma tradição patriarcal, desfrutam status que garante a igualdade de direitos com os homens, possuem as mesmas oportunidades que os homens. Embora as mulheres expressem sua frustração quando há falta de igualdade, ainda assim, seguem em frente, porque elas são as precursoras de uma nova ordem, de uma estrutura diferente, de novos valores que estão sendo promovidos no espaço por elas conquistado.
  • Embora muito tenha sido feito em relação à igualdade para as mulheres,ainda existem atitudes discriminatórias que precisam ser combatidas, não apenas com edição de leis, mas com a mudança de posturas sociais rigidamente arraigadas na consciência social, a qual acredita-se, seja influenciada pelos novos valores introduzidos pelas mulheres.
  • Pode ser Concluído que com tantos contratempos a mulher adquiriu muita coisa neste período evolutivo, corre em busca de seu direito que encontra próximo de sua realidade, lutar neste mundo promissor cheio de preconceito mostra que esse processo faz parte da força da figura feminina e de sua evolução neste nosso mundo contemporâneo cheio de inovações.
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  • *TENHAM UM BOM CURSO, OBRIGADA... Autor: ADRIANA
  • MULHER...FORTE, GUERREIRA,INDEPENDENTE, FIRME EM SUAS CONQUISTAS... -MULHER CHEIA DE INOVAÇÕES.
  • OBRIGADA POR TER ESCOLHIDO ESTE CURSO, ESPERO QUE TODOS QUE PARTICIPARAM, TENHAM GOSTADO E ATINGIDO SUAS EXPECTATIVAS. SEM MAIS, AUTOR:ADRIANA
  • * A SEXUALIDADE I *SEXUALIDADE II *DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM *Por uma nova sistemática de avaliação *ENSINO-APRENDIZAGEM:ALGUMAS TENDÊNCIAS NA EDUCAÇÃO DEMATEMÁTICA *UMA CRIANÇA ESPECIAL: SÍNDROME DO X – FRAGIL *DEFICIÊNCIA MENTAL *TRANSTORNO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE (TDAH) EM CRIANÇAS. – REFLEXÕES INICIAIS *O INTERPRETE DE LINGUAS DE SINAIS NO CONTEXTO DE UMA SALA DE AULA DE ALUNOS OUVINTES
  • *A IMPORTANCIA DA APRENDIZAGEM NO ENSINO DA EDUCAÇÃO INFANTIL *Necessidades Educacionais Especiais,Conceito e Classificação *PROCESSOS DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM *A AFETIVIDADE E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL *VIVER COM A SURDEZ DAS CRIANÇAS *DIDÁTICA DO ENSINO SUPERIOR *A LITERATURA NA EDUCAÇÃO INFANTIL *BARROCO História e conceitos *A ARTE NA IDADE MEDIA *ROMA A INCLUSÃO DE CRIANÇAS PORTADORES DA SINDROME DE DOWN NAS ESCOLAS MUNICIPAIS