Curso Online de BARROCO  HISTÓRIA E CONCEITOS

Curso Online de BARROCO HISTÓRIA E CONCEITOS

O CURSO RETRATA A HISTORIA E OS CONCEITOS DAS PINTURAS BORROCO.

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O CURSO RETRATA A HISTORIA E OS CONCEITOS DAS PINTURAS BORROCO.

SOU FORMADA EM HISTORIA,PEDAGOGIA,ARTES,TENHO CURSO DE AUXILIAR ADMINISTRATIVO E FINANCEIRO TENHO PÓS- GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO ESPECIAL, E PSICOPEDAGOGIA, DOU AULA NA APAE, HÁ 7 ANOS, MAS JÁ TRABALHO NA ENTIDADE HÁ 17 ANOS,ATUO NO ESTADO COMO EVENTUAL NA ÁREA DE HISTÓRIA E ARTES.



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  • barroco
    história e conceitos

    adriana coutinho!

  • a origem
    o barroco surgiu na itália após o concílio de trento, realizado de 1545 a 1563, que reuniu a cúpula da igreja católica e em que se decidiu pela oposição a certas inovações propostas por segmentos reformadores da igreja. a contra-reforma, como ficou conhecida essa reação, significou um grande impulso para a arte religiosa. interessada em popularizar a tradição e os ensinamentos cristãos, a igreja católica patrocinou artistas e artesãos, multiplicou a produção de ornamentos e imagens para a decoração dos templos, e irradiou essa tendência estética por diferentes lugares ao redor do mundo.
    o incentivo dado pela igreja à produção artística levou artistas de toda a europa para a itália, criando um intercâmbio que fez o barroco se espalhar rapidamente pelas principais capitais do continente. o realismo das imagens de michelangelo merisi caravaggio, a dramaticidade e o movimento de obras como as de anibale carracci e gian lorenzo bernini logo repercutiram na arte religiosa européia.

  • “o barroco é a forma peculiar com que o homem europeu do século xvii encara a si mesmo, suas realidades intrínsecas e extrínsecas, a vida e a morte. é o modo de dar uma resposta a suas interrogações vitais”. (morejón)
    o barroco tornou-se, então, em grande parte, um estado de espírito, uma situação mental do homem e uma posição moral perante o mundo. é um homem em conflito, vivendo em situação dilemática: de um lado é fortemente sacudido pelas normas impostas pelo concílio de trento, que o solicitava a regressar à fé, de certa forma abalada pelo racionalismo clássico. de outro lado é um homem que resiste às imposições tridentinas, porque não aceita abdicar dos direitos que o humanismo renascentista lhe deu como “centro e medida para todas as coisas”. assim, o temário da literatura barroca é um atestado claro dessa influência contra-reformista: o medo da morte, o desengano, a consciência do pecado, o arrependimento, a sensação do tempo e o conseqüente desejo de aproveitar a vida presente (carpe diem).

  • o sentimento trágico da vida é uma imposição das coordenadas barrocas da existência. por isso, deve-se procurar ver como a obscuridade, a complexidade e o movimento ajustam-se ás reações anímicas que se derramam em formas contrastivas da existência (amor/ódio) desde o instante em que o artista descobre que não é só racional e que o sangue ferve em suas veias. assim, o artista barroco torna-se um ser irracional, desequilibrado, mais imaginação ou sentimento que razão. e a religiosidade a que se atira é um gesto dessa irracionalidade, porque essa força religiosa irrompe no homem barroco em forma de paixão, de vida, de movimento, de impulsos para o alto e para baixo, caracterizando as formas de expressão barrocas.
    a contra-reforma, tentando conciliar a fé e a razão e harmonizar o espírito gótico, anti-terreno, e o espírito secular, racionalista, laico, mundano, contribui com alguns temas que expressam esse conflito: a luta entre luta entre o espírito e a carne, entre o céu e a terra, a tendência para humanizar o sobrenatural. houve, realmente, um culto de contrastes, choque e oposição violenta de temas como: amor-dor, vida-morte, juventude-velhice, obsceno-sublime, claro-escuro, etc. por outro lado, a contribuição da atividade contra reformista assumiu também um sentido de edificação moral, uma recristianização, um caráter didático, bem evidente na parenética (arte de pregar, sermonários) e nos ensaios moralistas da época.

  • representação do mundo

    a visão serena, saudável, harmônica, do século xvii rompe-se. o universo barroco é caracterizado pela inquietação, pela mobilidade e pelo dinamismo permanente, daí a sua preferência pelos elementos da natureza que se encontram em movimento contínuo: os arroios, os rios, as fontes, os répteis, a borboleta entre outros. é a visão dinâmica do mundo que vem substituir a representação serena do mundo clássico. fugindo à realidade perecível, enganosa, efêmera - os poetas barrocos constroem o mundo encantado e artificial da imaginação, quase irreal, onde a vida, em sua dinâmica, encerra o germe de sua própria auto destruição.

  • regional, individual e subjetivo

    o barroco apresenta características regionais nas diferentes localidades em que se desenvolveu. a personalidade forte de alguns artistas do período também é um grande diferencial dentro desse estilo artístico que deixava campo aberto à subjetividade.
    suas principais características são a teatralidade das obras, o dinamismo, a urgência, o conflito e o forte apelo emocional. na busca da emoção, para provocar o observador, o artista abusa da verossimilhança das cenas retratadas, daí a importância também na observação da natureza.
    o artista para atingir esses efeitos lança mão principalmente de cores, texturas, jogos de luz e sombra, diagonais e curvas, bem como o domínio do uso do espaço. os temas místicos e os tirados da vida cotidiana são freqüentes no período.

  • michelangelo merisi da caravaggio (milão, 29 de setembro de 1571 – porto ercole, comuna de monte argentario, 18 de julho de 1610) foi um pintor italiano atuante em roma, nápoles, malta e sicília, entre 1593 e 1610. é normalmente identificado como um artista barroco, estilo do qual ele é o primeiro grande representante.
    caravaggio tomava emprestada a imagem de pessoas comuns das ruas de roma para retratar maria e os apóstolos. talvez tenha sido um dos primeiros artistas a saber conciliar a arte com o ministério de jesus, que aconteceu exatamente entre pescadores, lavradores e prostitutas.

  • o artista levou este princípio estético às últimas conseqüências, a ponto de ter sido acusado de usar o corpo de uma prostituta fisgada morta do rio tibre para pintar a morte da virgem. esta foi uma das duas mais importantes características das suas pinturas: retratar o aspecto mundano dos eventos bíblicos, usando o povo comum das ruas de roma.
    a outra característica marcante foi a dimensão e impacto realista que ele deu aos seus quadros, ao usar um fundo sempre raso, obscuro, muitas vezes totalmente negro, e agrupar a cena em primeiro plano com focos intenso de luz sobre os detalhes, geralmente os rostos. este uso de sombra e luz é marcante em seus quadros e atrai o observador para dentro da cena - como fica bem demonstrado em a ceia em casa de emmaus. os efeitos de iluminação que caravaggio criou receberam um nome específico: tenebrismo.
    no fim do renascimento, os grandes mestres caminhavam para uma visão mais obscura e realista das escrituras sagradas, como se vê principalmente em a conversão de são paulo e no martírio de são pedro - afrescos de michelangelo buonarroti, realizados na cappella paolina, no palácio vaticano.
    caravaggio pintou versões próprias desses temas - a conversão de são paulo a caminho de damasco e crucificação de são pedro - que ilustram bem como foi capaz de igualar, senão de superar seus mestres.

  • são francisco em êxtase – 1595 / michelangelo merisi da caravaggio
    92,5 × 127,8 cm - óleo sobre tela
    wadsworth atheneum, hartford, connecticut

  • são francisco em oração, 1606
    michelangelo merisi da caravaggio
    óleo sobre tela
    102,9 x 76, 2 cm
    barbara piasecka johnson collection, princeton - u.s.a.

  • decapitação de são joão batista - 1608
    michelangelo merisi da caravaggio – óleo sobre tela
    catedral de são joão malta - valletta (malta) - 361 × 520 cm


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