Curso Online de Sartre e o Existencialismo

Curso Online de Sartre e o Existencialismo

Conheça a filosofia de Jean-Paul Sartre e os principais conceitos de sua filosofia existencialista, tais como a existência, a fenomenolog...

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Conheça a filosofia de Jean-Paul Sartre e os principais conceitos de sua filosofia existencialista, tais como a existência, a fenomenologia, a liberdade, a responsabilidade, a angústia, a má-fé e o sentido da vida.

Bruno Carrasco, psicoterapeuta existencial e professor. Graduado em Psicologia, licenciado em Filosofia e Pedagogia, pós-graduado em Ensino de Filosofia e especializado em Psicoterapia Fenomenológico-Existencial, possui formação em Educação Participativa e Arteterapia. Possui interesse em diversas áreas, tais como a psicologia, a filosofia, as artes e a pedagogia. Busca somar conhecimentos e experiências de modo a compreender cada ser humano de maneira aprofundada, reconhecendo suas particularidades e seus distintos modos de ser e de se pronunciar.



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  • Sartre e o Existencialismo

    Sartre e o
    Existencialismo

    O filósofo francês Jean-Paul Sartre foi o maior representante do existencialismo.

  • Jean-Paul Sartre

    Jean-Paul Sartre

    Jean-Paul Sartre (1905-1980) foi filósofo, escritor e crítico francês, um dos mais importantes representantes e divulgadores do existencialismo.
    Em sua infância, Sartre viveu numa família tipicamente burguesa, foi educado por seu avô e por cuidadores. Foi muito incentivado para seguir a vocação de escritor.
    Desde cedo Sartre teve contato com a literatura e os clássicos, entre eles Victor Hugo, Gustave Flaubert, Stéphane Mallarmé, Guy de Maupassant, Johann Wolfgang von Goethe.

  • Sartre e a filosofia

    Sartre e a filosofia

    Seu contato com a filosofia se iniciou com a leitura de Henri Bergson, mas logo passou a estudar Nietzsche, Kant, Descartes e Espinoza. Na escola já escrevia sobre liberdade, consciência, absurdo e contingência. Seu principal interesse, desde cedo, era o indivíduo e a psicologia.
    Em 1933 ele começou a estudar a fenomenologia de Husserl e a filosofia de Heidegger. Em 1938, publicou "A náusea", um romance em forma de ficção que apresenta o tema da contingência, tornando-se seu primeiro sucesso literário. Em 1943 publicou "O Ser e o Nada", um ensaio de ontologia fenomenológica, onde descreve os principais conceitos de sua filosofia.

  • Sartre e o existencialismo

    Sartre e o existencialismo

    Sartre é o mais conhecido autor relacionado ao existencialismo, por ter se dedicado a sistematizar e divulgar essa vertente filosófica, além de se denominar também um filósofo “existencialista”.
    Ele desenvolveu o existencialismo partindo da análise do ser humano concreto e singular, utilizando elementos das filosofias de Kierkegaard, Nietzsche, Husserl e Heidegger, e criando seus próprios conceito.
    O existencialismo teve muita repercussão na Europa durante as décadas de 1940 à 1960, por conta da atuação político e social de Jean-Paul Sartre.

  • Sartre e a política

    Sartre e a política

    Em 1950, Sartre passou a assumir uma postura política atuante, reconhecendo que há forças políticas, sociais e econômicas que permeiam a constituição de cada indivíduo, buscando conciliar o existencialismo com o marxismo.
    Em 1964 ele recebeu o prêmio Nobel de Literatura, porém recusou por conta de seus princípios políticos. Sartre faleceu em 1980, e por conta de sua popularidade, seu funeral foi acompanhado por mais de 50 mil pessoas, e seu corpo está hoje enterrado no Cemitério de Montparnasse, em Paris.

  • Jean-Paul Sartre (1905-1980)

  • Filosofia de Sartre

    Filosofia de Sartre

    A filosofia de Sartre é uma busca de descrever todos os aspectos possíveis da existência humana, considerada existencialista por não delimitar o ser humano em conceitos, mas compreender suas condições e possibilidades de ser.
    Com bases na fenomenologia de Edmund Husserl e da analítica existencial de Martin Heidegger, em “Ser e Tempo”, o existencialismo de Sartre propõe a compreensão da condição humana, entendendo como um ser livre, que faz escolhas e é responsável por suas consequências. E que, ao escolher por si, escolhe também para todos os outros seres humanos, sendo corresponsável pelo mundo onde vive, sendo por ele transformado e o transformando.

  • “A existência precede a essência”

    “A existência precede a essência”

    Para Sartre, não somos predeterminados por algo ou alguém, não há uma essência anterior que defina nossa existência. A pessoa primeiramente existe, para depois se tornar o que fizer de si, a nossa essência é, portanto, resultante de nossa existência concreta no mundo.
    Não há nada além de nós mesmos, ou fora de nossa existência, que irá definir o modo como somos. Não há um Deus, uma razão nem uma natureza humana que delimite o vamos nos tornar. O ser humano surge no mundo, existe e escolhe o que vai se tornar e se transforma com o tempo. A vida não tem sentido algum antes do sentido que atribuímos a ela.

  • “O homem primeiramente existe, surge no mundo; e somente depois se define.” (Sartre)

    “O homem primeiramente existe, surge no mundo;
    e somente depois se define.”
    (Sartre)

  • Diferenças entre pessoas e coisas

    Diferenças entre pessoas e coisas

    Para descrever o modo específico de ser humano, Sartre delimita as diferenças entre os seres humanos e as coisas (objetos).
    Um objeto é feito para servir o ser humano, possui uma essência prévia, que corresponde o modo como deve ser produzido e para qual será seu uso. Todo objeto é fabricado já tendo em vista seu uso e sua forma final.
    Já o ser humano, não é feito para um fim específico nem uma predeterminação com relação ao seus modos de ser e se colocar no mundo, portanto não há como saber o que ele irá se tornar. Ele será o resultado do que fizer de si mesmo.

  • Diferenças entre pessoas e animais

    Diferenças entre pessoas e animais

    Além das diferenças perante os objetos, podemos citar também as diferenças entre as pessoas e os animais.
    Os animais vivem de maneira instintiva, todos seus comportamentos são predeterminados e pouco transformados. Uma vaca na China é bem parecida com uma vaca no Brasil, ou uma vaca na Inglaterra, mesmo que seja séculos atrás, a maioria segue sua vida de um modo bem parecido. Já os seres humanos não, nós atribuímos diferentes sentidos para a nossa existência, uma pessoa na China é bem diferente de uma pessoa no Brasil, não somente seus gostos e aversões, mas também seus valores, do que é bom, ruim, justo ou adequado.


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  • 1. Sartre e a filosofia
  • 2. A existência precede a essência
  • 3. Fenomenologia
  • 4. Liberdade
  • 5. Condenado a ser livre
  • 6. Angústia
  • 7. Responsabilidade e transformação
  • 8. A má-fé
  • 9. Concepção de ser humano
  • 10. Ser e mundo em transformação
  • 11. Existencialismo e marxismo
  • 12. Sentido da vida
  • 13. Engajamento
  • 14. Existência
  • 15. Filosofia de aç