Curso Online de PREPARATÓRIO PARA AGENTE DE SAÚDE-CONCURSOS

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O curso preparatório para Agente Comunitário de Saúde (ACS) e Agente de Combate a Endemias (ACE) capacita profissionais para atuar na ate...

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O curso preparatório para Agente Comunitário de Saúde (ACS) e Agente de Combate a Endemias (ACE) capacita profissionais para atuar na atenção primária, com foco em prevenção de doenças, promoção da saúde e vigilância. Aborda conteúdos de Língua Portuguesa, Noções de Informática e Legislação do SUS

*Bacharel em Teologia pela Faculdade de Teologia e Filosofia Nacional(FATEFINA) *Licenciado em Pedagogia pela Faculdade Evangélica Cristo Rei(FECR) *Ex-Professor da rede particular e pública de ensino. *Mestre em Ciências da Religião pela Faculdade de Teologia e Filosofia Nacional(FATEFINA) *Especialista em Educação pela Universidade Estadual da Paraíba(UEPB) *Biomédico pela Faculdade de João Pessoa/Santa Emília de Rodat *Técnico Administrativo no Governo do Estado da Paraíba. *Especialista em Gestão Pública pela Universidade Estadual da Paraíba(UEPB) *licenciado em História pelo Centro Universitário Cidade Verde (Uniciv)



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  • O curso é todo feito pela Internet. Assim você pode acessar de qualquer lugar, 24 horas por dia, 7 dias por semana.
  • Se não gostar do curso você tem 7 dias para solicitar (através da pagina de contato) o cancelamento ou a devolução do valor investido.*
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* Desde que tenha acessado a no máximo 50% do material.
** Material opcional, vendido separadamente.

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Frente do certificado Frente
Verso do certificado Verso
  • CURSO PREPARATÓRIO PARA AGENTE DE SAUDE

  • SUMÁRIO

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    Língua Portuguesa
    Noções de informática
    Conhecimentos do Sus

  • LÍNGUA PORTUGUESA

  • APOSTILA DIGITAL
    LÍNGUA PORTUGUESA
    Interpretação de texto

    O hábito da leitura é fundamental durante a preparação para qualquer concurso público. Mas para uma disciplina específica é ponto chave para que os candidatos consigam o maior número de acertos.

    A interpretação de textos, tão comum em provas de Português, sempre foi um tópico de grande dificuldade para os candidatos a concursos públicos ou vestibulares.

    As pessoas têm pouca disposição de mergulhar no texto, conseguem lê- lo, mas não aprofundam a leitura, não extraem dele aquelas informações que uma leitura superficial, apressada, não permite.

    Ao tentar resolver o problema, as pessoas buscam os materiais que julgam poder ajudá-las.

    Caem, então, no velho vício de ler teoria em excesso, estudar coisas que nem sempre dizem respeito à compreensão e interpretação dos textos e no final, cansadas, não fazem o essencial: ler uma grande quantidade de textos e tentar interpretá-los.

    Interpretar um texto é penetrá-lo em sua essência, observar qual é a ideia principal, quais os argumentos que comprovam a ideia, como o texto está escrito e outras nuanças. Em suma, procurar interpretar corretamente um texto é ampliar seus horizontes existenciais.

    Compreensão
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    A base conceitual da interpretação de texto é a compreensão. A etimologia, ainda que não seja um recurso confiável para estabelecer o significado das palavras, pode ser útil aqui, para mostrar a diferença entre compreender e interpretar. “Compreender” vem de duas palavras latinas: “cum”, que significa “junto” e “prehendere” que significa “pegar”.
    Compreender é, portanto, “pegar junto”.
    Essa ideia de juntar é óbvia em uma das principais acepções do verbo compreender: ser composto de dois ou mais elementos, ou seja, abarcar, envolver, abranger, incluir.
    Vejamos alguns exemplos para ilustrar essa acepção:
    O ensino da língua compreende o estudo da fala e da escrita.
    A gramática tradicional compreende o estudo da fonologia, da morfologia, da sintaxe e da semântica.
    A leitura compreende o contato do leitor com vários textos.
    Saber ler corretamente

    Ler adequadamente é mais do que ser capaz de decodificar as palavras ou combinações linearmente ordenadas em sentenças. O interessado deve aprender a “enxergar” todo o contexto denotativo e conotativo. É preciso compreender o assunto principal, suas causas e consequências, críticas, argumentações, polissemias, ambiguidades, ironias, etc.

    Ler adequadamente é sempre resultado da consideração de dois tipos de fatores: os propriamente linguísticos e os contextuais ou situacionais, que podem ser de natureza bastante variada. Bom leitor, portanto, é aquele capaz de integrar estes dois tipos de fatores.
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    Erros de Leitura

    Extrapolar

    Trata-se de um erro muito comum. Ocorre quando saímos do contexto, acrescentando-lhe ideias que não estão presentes no texto. A interpretação fica comprometida, pois passamos a criar sobre aquilo que foi lido. Frequentemente, relacionamos fatos que conhecemos, mas que eram realidade em outros contextos e não naquele que está sendo analisado.

    Reduzir
    Trata-se de um erro oposto à extrapolação. Ocorre quando damos
    atenção apenas a uma parte ou aspecto do texto, esquecendo a totalidade do contexto. Privilegiamos, desse modo, apenas um fato ou uma relação que podem ser verdadeiros, porém insuficientes se levarmos em consideração o conjunto das ideias.

    Contradizer
    É o mais comum dos erros. Ocorre quando chegamos a uma conclusão que se opõe ao texto. Associamos ideias que, embora no texto, não se relacionam entre si.

    Nas provas de concursos públicos, o candidato deve ter o hábito de fazer leituras diárias, pois é através dela que o indivíduo terá um vocabulário mais amplo e um conhecimento aprimorado da língua portuguesa. Praticar a leitura, faz com que a interpretação seja mais aguçada e o concurseiro possa entender os enunciados de outras questões no decorrer de sua prova. Ao estudar, se houverem palavras não entendidas, procure no dicionário. Ele será seu companheiro na hora das dúvidas.
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  • APOSTILA DIGITAL
    Em questões que cobram a interpretação de textos como, por exemplo, aquelas que existem textos de autores famosos ou de notícias, procure entender bem o enunciado e verificar o que está sendo cobrado, pois é preciso responder o que exatamente está sendo cobrado no texto e não aquilo que o candidato pensa.

    Ao ler um texto procure atingir dois níveis de leitura: leitura informativa e de reconhecimento e leitura interpretativa.

    No primeiro caso, deve-se ter uma primeira noção do tema, extraindo informações importantes e verificando a mensagem do escritor.

    No segundo tipo de leitura, é aconselhável grifar trechos importantes, palavras-chaves e relacionar cada parágrafo com a ideia central do texto.

    Geralmente, um texto é organizado de acordo com seus parágrafos, cada um seguindo uma linha de raciocínio diferente e de acordo com os tipos de texto, que podem ser narrativo, descritivo e dissertativo. Cada tipo desses, possui uma forma diferente de organização do conteúdo.

    Tipos de textos

    A narração consiste em arranjar uma sequência de fatos na qual os personagens se movimentam num determinado espaço à medida que o tempo passa.
    O texto narrativo é baseado na ação que envolve personagens, tempo, espaço e conflito. Seus elementos são: narrador, enredo, personagens, espaço e tempo.
    Dessa forma, o texto narrativo apresenta uma determinada estrutura: Esquematizando temos:
    Apresentação;
    Complicação ou desenvolvimento;
    Clímax;
    Desfecho.
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    Protagonistas e Antagonistas: A narrativa é centrada num conflito vivido pelos personagens. Diante disso, a importância dos personagens na construção do texto é evidente.
    Podemos dizer que existe um protagonista (personagem principal) e um
    antagonista (personagem que atua contra o protagonista, impedindo-o de alcançar seus objetivos). Há também os adjuvantes ou coadjuvantes, esses são personagens secundários que também exercem papéis fundamentais na história.
    Narração e Narratividade: Em nosso cotidiano encontramos textos narrativos; contamos e/ou ouvimos histórias o tempo todo. Mas os textos que não pertencem ao campo da ficção não são considerados narração, pois essas não têm como objetivo envolver o leitor pela trama, pelo conflito. Podemos dizer que nesses relatos há narratividade, que quer dizer, o modo de ser da narração.
    Os Elementos da Narrativa: Os elementos que compõem a narrativa são:
    Foco narrativo (1º e 3º pessoa);
    Personagens (protagonista, antagonista e coadjuvante);
    Narrador (narrador- personagem, narrador observador).
    Tempo (cronológico e psicológico);
    Espaço.

    Exemplo de Texto Narrativo:

    Conta à lenda que um velho funcionário público de Veneza noite e dia, dia e noite rezava e implorava para o seu Santo que o fizesse ganhar sozinho na loteria cujo valor do premio o faria realizar todos seus desejos e vontades. Assim passavam os dias, as semanas, os meses e anos.E nada acontecia. Até que no dia do Santo, de tanto que seu fiel devoto chorava e implorava, o Santo surgiu do nada e numa voz de desespero e raiva gritou:

    Pelo menos meu filho compra o bilhete!!!

    Descritivo
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    “Descrição é a representação verbal de um objeto sensível (ser, coisa, paisagem), através da indicação dos seus aspectos mais característicos, dos pormenores que o individualizam, que o distinguem.”
    Descrever não é enumerar o maior número possível de detalhes, mas
    assinalar os traços mais singulares, mais salientes; é fazer ressaltar do conjunto uma impressão dominante e singular. Dependendo da intenção do autor, varia o grau de exatidão e minúcia na descrição.
    Diferentemente da narração, que faz uma história progredir, a descrição
    faz interrupções na história, para apresentar melhor um personagem, um lugar, um objeto, enfim, o que o autor julgar necessário para dar mais consistência ao texto.
    Texto descritivo é, então, desenhar, pintar, usando palavras em vez de
    tintas. Um bom exercício para levar a criança a vivenciar o texto descritivo e pedir que ela olhe em volta e escreva ou fale o que está vendo, descrever objetos como, sua mochila, estojo, etc. Ou que ela conte como é o coleguinha ao lado, (nessa é bom ter cuidado, pois elas costumam achar defeitos horrorosos).
    Algumas das características que marcam o texto descritivo são:
    presença de substantivo, que identifica o que está sendo descrito.
    adjetivos e locuções adjetivas.
    presença de verbos de ligação.
    há predominância do predicado verbal, devido aos verbos de ligação e aos adjetivos.
    emprego de metáforas e comparações, para auxiliar na “visualização”
    das características que se deseja descrever.
    Essa é a explicação básica e resumida de “como ensinar texto descritivo
    para crianças”. Lembrando que ao descrever seres vivos, as características psicológicas e comportamentais, também fazem parte da descrição.

    Exemplo de texto descritivo:

    “A árvore é grande, com tronco grosso e galhos longos”. É cheia de cores, pois tem o marrom, o verde, o vermelho das flores e até um ninho de passarinhos. O rio espesso com suas águas barrentas desliza lento por entre pedras polidas pelos ventos e gastas pelo tempo.
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    Dissertativo

    Dissertar é o mesmo que desenvolver ou explicar um assunto, discorrer sobre ele. Assim, o texto dissertativo pertence ao grupo dos textos expositivos, juntamente ao texto de apresentação científica, o relatório, o texto didático, o artigo enciclopédico. Em princípio, o texto dissertativo não está preocupado com a persuasão e sim, com a transmissão de conhecimento, sendo, portanto, um texto informativo. Os textos argumentativos, ao contrário, têm por finalidade principal persuadir o leitor sobre o ponto de vista do autor a respeito do assunto. Quando o texto, além de explicar, também persuade o interlocutor e modifica seu comportamento, temos um texto dissertativo- argumentativo. O texto dissertativo argumentativo tem uma estrutura convencional, formada por três partes essenciais.

    Introdução (1o parágrafo): Apresenta a ideia principal da dissertação, podendo conter uma citação, uma ou mais perguntas (contanto que sejam respondidas durante o texto), comparação, pensamento filosófico, afirmação histórica, etc.
    Desenvolvimento (2o aos penúltimos parágrafos): Argumentação e
    desenvolvimento do tema, na qual o autor dá a sua opinião e tenta persuadir o leitor, sem nunca usar a primeira pessoa (invés de “eu sei”, use “nós sabemos” ou “se sabe”).
    Conclusão (último parágrafo): Resumo do que foi dito no texto e/ou uma proposta de solução para os problemas nele tratados.
    Exemplo de texto dissertativo:

    Uma nova ordem

    Nunca foi tão importante no País uma cruzada pela moralidade. As denúncias que se sucedem, os escândalos que se multiplicam, os casos ilícitos que ocorrem em diversos níveis da administração pública exibem, de forma veemente, a profunda crise moral por que passa o País.
    O povo se afasta cada vez mais dos políticos, como se estes fossem símbolos de todos os males. As instituições normativas, que
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    fundamentam o sistema democrático, caem em descrédito. Os governantes, eleitos pela expressão do voto, também engrossam a caldeira da descrença e, frágeis, acabam comprometendo seus programas de gestão.
    Para complicar, ainda estamos no meio de uma recessão que tem jogado milhares de trabalhadores na rua, ampliando os bolsões de insatisfação e amargura.
    Não é de estranhar que parcelas imensas do eleitorado, em protesto
    contra o que vêem e sentem, procurem manifestar sua posição com o voto nulo, a abstenção ou o voto em branco. Convenhamos, nenhuma democracia floresce dessa maneira.
    A atitude de inércia e apatia dos homens que têm responsabilidade
    pública os condenará ao castigo da história. É possível fazer-se algo, de imediato, que possa acender uma pequena chama de esperança.
    O Brasil dos grandes valores, das grandes ideias, da fé e da crença, da esperança e do futuro necessita, urgentemente da ação solidária, tanto das autoridades quanto do cidadão comum, para instaurar uma nova ordem na ética e na moral.
    Lembre-se

    Não existe texto difícil, existe texto mal interpretado.
    O texto é como uma colcha de retalhos. O candidato deve dividi-lo em
    partes, ver as ideias mais importantes em cada uma e enxergar a coerência entre elas.
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