Curso Online de NEGÓCIO  DE TAPIOCAS
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Curso Online de NEGÓCIO DE TAPIOCAS

Tapiocas são a sensação do momento aprenda e abra seu negócio já!

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- Alexandre Aurélio Barbosa Oliveira

- Mayara Aparecida Ferreira Nascimento

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  • CURSO NEGÓCIO
    DE TAPIOCAS

  • A TAPIOCA E SUAS REIVENÇÕES

    A TAPIOCA E SUAS REIVENÇÕES

    O alimento constitui um elemento de grande relevância para o estudo das marcas das
    diferentes sociedades, haja vista que a partir da comida é possível identificar a maneira como o homem se relaciona com o seu meio. Este artigo tem por objetivo analisar a comercialização
    das tapiocas e suas “reinvenções” como uma estratégia de reprodução social e econômica por grupos familiares em Aracaju, aproveitando a demanda do mercado consumidor que busca manter seus laços tradicionais através do alimento.
    Na elaboração desta pesquisa foi utilizado o método de trabalho empírico junto aos
    comerciantes com o mapeamento dos pontos de comercialização e aplicado um roteiro de entrevista junto aos consumidores dessas iguarias, aliado a revisão de literatura acerca da temática.

  • Percebemos ao longo do trabalho que esta iguaria alcança novos nichos de mercado,
    por se adaptar ao mundo globalizado, a partir da inserção de novos tipos de recheios, esta
    mais uma estratégia dos comerciantes para alcançar mais consumidores e assim aumentar a sua renda.
    Constatamos que o consumo desse alimento esta interligado a identidade cultural da
    população sergipana, que busca em tal alimento uma reaproximação do seu território origem,
    assim como nutrir a sua identidade.
    Desta forma percebemos que houve uma demanda acentuada tanto na oferta, como
    na procura, o que denota uma contradição no movimento de globalização dos hábitos alimentares pela indústria alimentar mundial. Então diversos grupos sociais preservam sua
    identidade cultural e alimentar.

  • REVISÃO DE LITERATURA

    REVISÃO DE LITERATURA

    O Brasil é formado pela miscigenação dos brancos, negros e índios dessa mistura
    resultou uma cultura rica, assim a cultura alimentar brasileira esta alçada na contribuição
    destes três grupos étnicos. Dos indígenas foi herdado o costume de comer frutas, raízes,
    sobretudo a mandioca, peixes e caça. Dos africanos, o gosto pelos pratos cozidos com muita
    coco e dendê. E dos portugueses, o sal e os açúcares, o requinte a mesa e o manuseio de
    melhores pratos na alimentação (CASCUDO 1983).
    Essa diversidade foi apropriada e resultou na variedade alimentar no país, que possui
    vários modos de comer de acordo com a região e a cultura a qual o indivíduo esteja inserido.

  • A preferência por alimentos nos diferentes grupos humanos se dá pela busca de uma
    sensação de saciedade. Os indivíduos se esforçam para ajustarem-se as normas culturais no
    sentido favorável a adaptação ideal no plano biológico, isso vai refletir no gosto alimentar e
    no simbolismo que vai ser dado a comida, pois eles alimentam-se a depender da sociedade ao
    qual estão inseridos. Claval (2001) ressalta que todo alimento consumido pelo homem é fruto
    do meio cultural que ele habita dessa forma as técnicas e as práticas utilizadas vai diferir na
    maneira como vão ser preparados os alimentos de acordo com o know-how de cada sociedade.

  • Alimentar-se então não inclui apenas seu caráter fisiológico, ou seja, da necessidade
    para sobrevivência humana, mas também inclui seu caráter social e cultural o qual a partir de
    elementos como crenças, tabus, religião, entre outros, é definido o que deve ou não ser
    consumido. Os grupos humanos fazem uma seleção dos produtos que devem ser ingerido e os
    prepara segundo seus costumes e tradições
    Nessa direção, Canesqui (2005), enfatiza que a alimentação é carregada de símbolos
    e significados, para a autora o ato de comer possui várias características entre elas o de reunir
    pessoas, formar conchavos políticos, fins religiosos.

  • As operações culturais e os rituais que o acompanham dão ritmo aos hábitos
    alimentares e preferências dos alimentos consumidos. A partir destas preparações são
    elaboradas a gastronomia do homem e a comida dos deuses, as oferendas e os sacrifícios
    oferecido é o meio de se comunicar com o transcendente, por meio de alimentos e vegetais. A
    civilização urbana industrial possui inúmeras subculturas que guardam uma identidade
    cultural diferenciada, cada grupo social tem seus valores, um estilo de vida e uma tradição
    alimentícia própria (GARINE, 1987).

  • Com o advento da contemporaneidade os hábitos alimentares sofreram diversas
    mudanças, a partir dos avanços na tecnologia e na indústria dos alimentos. A globalização da
    economia transformou o setor agrícola em um meio mais dinâmico, aumentando a capacidade
    da oferta e da procura. Essa demanda fez aumentar o consumo de determinados alimentos
    como os ricos em gordura e açúcar como consequência do crescimento do setor industrial
    pelo mundo. Mas em contrapartida, há movimentos que vão de encontro a essa mundialização
    da cultura alimentar, como o SlowFood que defende os saberes tradicionais que começaram a
    ser ameaçados de extinção a partir da modernização das práticas alimentares no mundo.

  • Nesse ínterim cabe ressaltar a identidade cultural de determinadas comunidades com
    os alimentos valorizados e repassados por gerações. Para Corrêa, (2003) trata-se de analisar o
    significado dos saberes, técnicas e crenças de um dado grupo que vão dá sentido a vida do
    mesmo, as identidades são elaboradas e reelaboradas a partir da criação de significados
    comuns em um grupo social. Corroborando com essa ideia Canesqui (2005, p. 50), cita:
    No processo de construção, afirmação e reconstrução dessas identidades,
    determinados elementos culturais (como a comida) podem se transformar em
    marcadores identitários, apropriados e utilizados pelo grupo como sinais
    diacríticos, símbolos de uma identidade reivindicada.

  • Ao observar a cultura alimentar brasileira referindo-se a tradição como forma de
    valor e apego ao mundo rural, como busca de uma forma simbólica e indenitária que remete ao
    caráter tradicional de preparo dos alimentos, que nem sempre pode representar uma volta às
    raízes do alimento, mas sim um resgate de procedimentos de preparo do produto. Assim a
    partir das mudanças na modernização da agricultura, as práticas culinárias das famílias rurais

  • interagiram com elementos “modernos” e “tradicionais” interferindo nas escolhas das
    diferentes comunidades.
    Partindo do pressuposto de que a reinvenção do passado serve como estratégia para a
    geração de renda e postos de trabalho no espaço rural e urbano. Percebe-se que a produção de
    alimentos tradicionais encontra-se alicerçados na identidade de determinados grupos sociais.
    Como afirma Hobsbawm (1994) as tradições são reinventadas a partir de novas
    reconfigurações suficientemente rápidas tanto do lado da procura como da oferta.


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