Curso Online de A AUTOESTIMA COMO UM PROCESSO FACILITADOR NO  ENSINO-APRENDIZAGEM DO ALUNO NAS ESCOLAS ATUAIS
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Curso Online de A AUTOESTIMA COMO UM PROCESSO FACILITADOR NO ENSINO-APRENDIZAGEM DO ALUNO NAS ESCOLAS ATUAIS

O presente trabalho tem como referencial importante no estudo da influência da autoestima no desenvolvimento da aprendizagem do aluno e a...

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O presente trabalho tem como referencial importante no estudo da influência da autoestima no desenvolvimento da aprendizagem do aluno e a participação do professor como sujeito essencial neste processo que segue as vezes com muita reagentes que atrapalha os procedimentos neste aspecto.
O objetivo deste curso é resgatar a segurança e a valorização dos alunos dentro das escolas atualmente, pois entre muitos fatores que estes alunos vem enfrentando dentro de seus lares ,este trabalho visa trabalhar estes aspectos que a família as vezes não consegue por em ordem devido muitas circunstancias que vem ocorrendo no período que esta aluno necessita de cuidados e uma educação para melhorar sua vida.
Portanto este estudo visa mostrar que estes problemas que a escola estão enfrentando pode ser trabalhados através de atividades individuais e em grupo, com base em intervenções psicopedagógicos. Observou-se que o professor é o maior responsável pelo desenvolvimento psicopedagógico do aluno, não só na questão didática mas, principalmente, na construção da sua autoestima.

SOU FORMADA EM HISTORIA,PEDAGOGIA,ARTES,TENHO CURSO DE AUXILIAR ADMINISTRATIVO E FINANCEIRO TENHO PÓS- GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO ESPECIAL, E PSICOPEDAGOGIA, DOU AULA NA APAE, HÁ 7 ANOS, MAS JÁ TRABALHO NA ENTIDADE HÁ 17 ANOS,ATUO NO ESTADO COMO EVENTUAL NA ÁREA DE HISTÓRIA E ARTES.


- Clara Lucia Silva Figueiredo

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  • A AUTOESTIMA COMO UM PROCESSO FACILITADOR NO ENSINO-APRENDIZAGEM DO ALUNO NAS ESCOLAS ATUAIS

    A AUTOESTIMA COMO UM PROCESSO FACILITADOR NO ENSINO-APRENDIZAGEM DO ALUNO NAS ESCOLAS ATUAIS

    AUTOR ADRIANA
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  • Autoestima; Ensino; Aprendizagem;Professor; Aluno;Psicopedagogia.

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  • O presente trabalho tem como referencial importante no estudo da influência da autoestima no desenvolvimento da aprendizagem do aluno e a participação do professor como sujeito essencial neste processo que segue as vezes com muita reagentes que atrapalha os procedimentos neste aspecto.

    O presente trabalho tem como referencial importante no estudo da influência da autoestima no desenvolvimento da aprendizagem do aluno e a participação do professor como sujeito essencial neste processo que segue as vezes com muita reagentes que atrapalha os procedimentos neste aspecto.

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  • O presente trabalho tem como referencial importante no estudo da influência da autoestima no desenvolvimento da aprendizagem do aluno e a participação do professor como sujeito essencial neste processo que segue as vezes com muita reagentes que atrapalha os procedimentos neste aspecto.
  • O objetivo deste curso é resgatar a segurança e a valorização dos alunos dentro das escolas atualmente, pois entre muitos fatores que estes alunos vem enfrentando dentro de seus lares ,este trabalho visa trabalhar estes aspectos que a família as vezes não consegue por em ordem devido muitas circunstancias que vem ocorrendo no período que esta alunonecessita de cuidados e uma educação para melhorar sua vida.
  • Portanto este estudo visa mostrar que estes problemas que a escola estão enfrentando pode ser trabalhados através de atividades individuais e em grupo, com base em intervenções psicopedagógicos. Observou-se que o professor é o maior responsável pelo desenvolvimento psicopedagógico do aluno, não só na questão didática mas, principalmente, na construção da sua autoestima.
  • A aprendizagem desempenha papel central no desenvolvimento humano, sendo sua principal característica os processos de mudança que acontecem como resultado da experiência Aprendizagem, segundo José e Coelho “é o resultado da estimulação do ambiente sobre o indivíduo já maduro, que se expressa, diante de uma situação problema, sob a forma de uma mudança de comportamento em função da experiência.” (1999:11),Ainda para José e Coelho “o termo tem um sentido muito amplo pois abrange os hábitos que formamos, os aspectos de nossa vida afetiva e a assimilação de valores culturais.” (1999:11)
  • Além destas formas, outro elemento fundamental no processo de aprendizagem é a escola. A escola é o espaço físico institucional onde se ministra de forma sistemática ensino coletivo. Deve ser entendida como espaço social responsável pela educação das pessoas, vinculada à realidade e necessidade da comunidade na qual está inserida.
  • Para Brandão “com o surgimento da escola, a atividade de ensinar deixa de ser uma atividade livre e comunitária e tende a inverter as utilizações de seus frutos, qual seja, o saber e a repartição do saber. A educação da comunidade de iguais que reproduzia em um momento anterior a igualdade, ou a complementariedade social, por sobre diferenças naturais, começa a reproduzir desigualdades sociais por sobre igualdades naturais, começa desde quando aos poucos usa a escola, os sistemas pedagógicos e as ‘leis do ensino’ para servir ao poder de uns poucos sobre o trabalho e a vida de muitos.” (1991:34).
  • São muitos os estudos no sentido de se mostrar as diversas formas, maneiras e implicações no processo da aprendizagem, e é onde pode-se perceber a importância do conhecimento das várias teorias do processo de aprendizagem para melhor se desenvolver o trabalho escolar.
  • Educar é realizar uma obra de projeção sobre o futuro. A pedagogia tem de ser, acima de tudo, uma ciência de fins, uma ciência de direções. A educação é uma obra de projeção, no tempo e no espaço. Os seus resultados só podem ser verdadeiros quando o individuo se comportar na vida com a dignidade, a elevação e a firmeza requeridas pelas circunstâncias.
  • Segundo Rogers “são três as condições fundamentais à aprendizagem: ter empatia; aceitar incondicionalmente o aluno; ser autêntico. A empatia permite que o educador compreenda os sentimentos do aluno e lhe comunique que ele está sendo compreendido. A aceitação positiva e incondicional consiste em aceitar os alunos como eles são, sem julgá-los; a afeição do professor por seus alunos deve ser incondicional, o professor deve aceitar os alunos sem reservas. Ser autêntico, honesto ou congruente significa ‘ser-o-que-seé’, a pessoa congruente se aceita e se compreende. Se o professor oferecer essas três condições, então, as crianças serão livres para aprender.” (1977:108).
  • É de grande importância que o professor conheça o processo da aprendizagem e esteja interessado nas crianças como seres humanos em desenvolvimento. Ele precisa saber o que seus alunos são fora da escola e como são suas famílias. Neste sentido, o grande professor brasileiro FREIRE enfatiza que “não é possível respeito aos educandos, à sua dignidade, a seu ser formando-se, à sua identidade fazendo-se, se não se levam em consideração as condições em que eles vêm existindo, se não se reconhece a importância dos “conhecimentos de experiência feitos” com que chegam à escola.” (1998:71).
  • Quando um educador respeita a dignidade do aluno e trata-o com compreensão e ajuda construtiva, ele desenvolve na criança a capacidade de procurar dentro de si mesma as repostas para seus problemas, tornando-a responsável e, consequentemente, agente do seu próprio processo de aprendizagem.
  • BORDENAVE complementa observando que “só pode desenvolver simpatia e empatia o professor que olha e trata seus alunos como pessoas humanas que vivem em uma sociedade específica e não como meras unidades do corpo discente” (1995:69). Neste contexto, insere-se a autoestima.
  • Para BRANDEN “autoestima é a confiança na capacidade de pensar, confiança na habilidade de dar conta dos desafios básicos da vida e no direito de vencer e ser feliz” (2000:22). É provável que, quanto mais baixa for a autoestima, mais impróprias serão as comunicações, devido à incerteza quanto os próprios pensamentos e sentimentos ou devido à ansiedade diante da reação do outro.
  • É muito fácil influenciar uma criança para que ela realize uma atividade que vá contribuir para sua autoestima. Da mesma forma que um adulto, ela deseja fazer coisas que a tornem mais adequada, mais capaz, admirada e aceita pelos outros. Segundo POPPOVIC (1980) toda vez que a criança perceber que sua imagem está em jogo, irá esforçar-se ao máximo para sair-se bem, mobilizando todos seus recursos. Esse esforço, esse empenho, nada mais é que a motivação.
  • Também as aspirações e sonhos são influenciados pela motivação. Quanto mais a criança espera de si mesma e quanto mais acha que os outros esperam dela, maiores serão seus motivos para atingir um objetivo. POPPOVIC (1980) observa que isto explica porque um auto-conceito positivo é tão importante para que a criança melhore sua capacidade de aprendizagem.
  • O incentivo à autoestima para Branden precisa ser integrado aos currículos escolares para apoiar os jovens para que insistam nos estudos e ajudar a prepará-los psicologicamente para um mundo em que a mente é o principal bem que cada um pode ter. (2000:257). O aluno é um ser pensante e criativo. O reconhecimento desse fato tem de estar no centro de toda filosofia educacional. Quando coloca-se essas funções em primeiro plano nos currículos, nutre-se a auto-estima.
  • Para Demo “se educação básica é instrumentação fundamental da cidadania, o professor não poderia ser agente dela, sem ser, ele mesmo, cidadão. Ainda segundo o autor este horizonte da cidadania é múltiplo, incluindo a valorização profissional, sobretudo em termos de remuneração, encarreiramento e organização associativa e sindical.” (1998: 87).
  • É necessário que as instituições de ensino se preocupem com a autoestima do professor para que este sinta-se motivado e possa despertar nos seus alunos os valores de cidadania. O trabalho do professor é facilitar a percepção da criança para a consciência de seus valores. Toda criança, de acordo com Branden, tem seus pontos fortes que precisam ser encontrados, identificados e incentivados.
  • O professor comprometido com a elevação da autoestima do aluno, deve levá-lo ao reconhecimento e à conquista do direito a uma educação de qualidade sem discriminação e preconceito, que permita-o reconhecer e pensar o mundo podendo, assim, julgá-lo e transformá-lo.
  • O presente curso mostra , como introduzir conceitos de aprendizagem que melhore o comportamento através de atividades individuais e em grupo, procurando resgatar o respeito, a segurança e a valorização autoestima das crianças dentro de seu cotidiano, familiar escolar e social.
  • As atividades pode ser feitas em grupos, com objetivo resgatar a autoestima dos alunos, com base no respeito e afetividade, procurando estimular a segurança das crianças em si mesmas, visando com isto uma melhora na aprendizagem.
  • Como o objetivo central deste curso trazer formas eficaz para melhorar a autoestima desses alunos, procuranod-se incentivá-los a confiar nas próprias idéias, estimulando os à busca da felicidade, já que para Branden “ser feliz é a essência da autoestima”.
  • Neste processo de trabalho no qual os alunos podem ser divididos em quatro grupos, onde o professor com interversão ( psicopedagogo) fica observando, supervisionando o trabalho do grupo, composto por oito alunos. É solicitado aos alunos que, individualmente, localizassem nas revistas fornecidas uma imagem com a qual se identificassem. Esta imagem pode ser colada em cartolina, escrito o nome pelo próprio aluno.
  • A atividade é importante para estar fazendo apresentação individual através da figura escolhida, onde cada aluno pode justificar o porque da escolha. Com isto, pôde-se observar o comportamento de cada aluno.
  • Dentro das intervenções psicopedagógicas, buscou-se trabalhar as relações vinculares que existiam no grupo, quando é proposto ao grupo maior dividir em equipes ,as vezes os alunos não aceitam. Mas Criadas as equipes, as atividades distribuídas exigiam de seus integrantes uma participação conjunta dos membros, para obtenção do sucesso dos trabalhos.
  • Na 2ª atividade pode apresentar o filme “A loja de brinquedos” que mostra uma situação de uma menina órfã que fica presa em uma loja, passando a viver uma aventura com os brinquedos. Ao sair, reencontra a senhora que a criava ansiosa pelo seu desaparecimento. Depois do termino do filme pode fazer um círculo, para realizar uma discussão no grupo para analisar e discutir o filme. O objetivo é despertar a fantasia que existe dentro de cada criança, permitindo que cada uma se coloque diante das situações apresentadas no filme: as relações familiares, saudade, medo, prisão, afeto.
  • Assim neste filme observa-se que as crianças ficam muito emocionadas e a concentração nos momentos mais fortes do filme faz com que fossem externados os sentimentos no momento da discussão feita no grupo. Todos participaram, até mesmo aqueles mais quietos e tímidos. Observa-se, também, que existe uma grande necessidade da presença da fantasia nas vidas dessas crianças.
  • Já na 3ª atividade pode ser constituída na construção de histórias através dos seguintes recursos: a) fotos: o grupo, aleatoriamente, sorteia 6 fotos para que, através delas, possa construir uma história; b) história clássica ao avesso: é escolhida uma história clássica infantil e a mesma foi reescrita de forma contrária ao seu original; c) história clássica alterada: o grupo escolhe uma história clássica infantil e acrescenta um objeto ou um personagem, no qual pode alterar o final desta história.
  • O trabalho pode ser desenvolvido através de três grupos com o acompanhamento do professor psicopedagógico. O objetivo é despertar a criatividade, trabalhar com o lúdico e a integração do grupo na construção de uma história. Observa-se que as crianças se sentem valorizadas a partir do momento em que adquirem a responsabilidade e a oportunidade de modificar uma história já existente ou mesmo se o autor de uma história a partir de fotos sorteadas. É importante destacar a qualidade das histórias criadas pelos grupos. Todas as histórias geralmente possuíam coerência, estruturadas e muitas delas são dotadas de elevado grau de criatividade.
  • Na 4ª atividade pode ser proposto aos alunos a produção de um desenho retratando um ambiente onde eles se sentissem bem . Depois de feito o desenho, este seria alterado pelos colegas. O objetivo desta tarefa é observar o comportamento de cada um diante de sua individualidade, seus valores e sentimentos. Segundo Campos, “se através dos anos a criança foi ajudada a entender a si e aos outros, a identificar seus atos e valores, a resolver seus problemas e a ajustar-se às mudanças, em si mesma e no ambiente, estará bastante fortalecida para enfrentar as tensões e pressões emocionais da adolescência”. (1987:51).
  • É interessante observar as expressões de frustração no rosto de cada um que poderá causar ao ver seu desenho sendo modificado. Pode acontecer que uns alunos pode ficar sensibilizados com a alteração no seu desenho que modificaram o desenho do colega simplesmente por mágoa. Em grupo, espontaneamente, o aluno coloca os seus sentimentos quanto as alterações realizadas nos desenhos. O desenvolvimento desta atividade pode surgir com a necessidade de observar como cada aluno vai se comportar ao ver algo seu sendo modificado, sem sua autorização prévia. Este conhecer pode facilitar ainda mais o restante do trabalho pois os alunos pode observar o limite do direito de cada um e o seu próprio direito quanto a seu espaço.
  • Na 5ª atividade o educador psicopedagógico poderá apresentar o filme “A guerra do arcoíris”. Este filme conta a história de três reinos, identificados cada um, através de uma cor: vermelha, azul e amarela. Cada reino vive isoladamente e tem uma característica marcante, acompanhado de uma personalidade específica. Os alunos pode ser divididos em grupos usando coroas com as cores de cada reino, depois pode ser feito entre eles uma discussão sobre os pontos positivos e negativos de seu reino. Nesta tarefa o objetivos é levar o grupo a identificar e analisar os comportamentos humanos, éticos e sociais apresentados no filme.
  • Esta atividade fundamentou-se em Jung, para o qual “existem quatro funções básicas que ajudam o ser humano a se relacionar com o mundo: a percepçãoa intuição, o pensamento e o sentimento” (FAGALI, 2000:36). Portanto busca neste atividade sensibilizar o grupo, objetivando que cada um pudesse mostrar o canal mais receptivo e, assim, interagir com seu mundo interno.
  • Ao final pode relatar a importância do filme e fazer as perguntas do que mais gostaram, destacando as situações de individualismo e a importância da união para se salvar uma vida. Enfatizar a importância de cada um dos reinos e concluir que todos unidos no final da coerência na história, formando um arco íris, fica muito mais bonito e mais poderosos que cada um dos reinos isoladamente. O filme, por ser muito dinâmico envolvente, favorece o alcance dos objetivos proposto pela temática proposta.
  • Para a realização da 6ª atividade, pode ser retomado a análise do filme “A guerra do arco-íris” como cada grupo vai desenhar as característica do seu reino, a sua importância e seus atos negativos. O objetivo é trabalhar o autoconceito e a auto-avaliação.O marco referencial do trabalho em grupo operativo, segundo Pichón “inclui, além da concepção geral dos grupos restritos, ideias sobre a teoria do campo, a tarefa, o esclarecimento, a aprendizagem, a investigação operativa, a ambiquidiade,a decisão, a vocação, as técnicas interdisciplinares e acumulativas, a comunicação e os desenvolvimentos dialéticos em espiral” (1988:98).
  • A princípio, cada grupo poderá apresentar com mais facilidade se apontar os defeitos do seu reino, somente será observado e destacando os seus valores depois da critica feita por outro grupo. A participação do professor de sala de aula é importante neste momento para o êxito e conclusão das atividades. Para conclusão do trabalho de campo, na 7ª atividade é proposto jogo em equipe nos quais o objetivo é realizar, formas recreativas, atividades com ações destinadas à conquista de objetivos comuns, valorização da importância das ideias, integração e atitudes de cada membro dos grupos.
  • Os jogos sugeridos : a) Balão amarrado no tornozelo: cada aluno deve defender o seu balão e, com o pé, estourar o balão de algum membro de outra equipe. b) Caranguejo: duplas de costas e braços entrelaçados, na posição agachada, realizam corrida. c) Sentar no balão: em dupla, com os pés amarrados, dirigem-se a uma cadeira, onde têm que sentar e estourar o balão..
  • Segundo Pichón,“todo jogo persegue um objetivo. Trata-se de construir, por meio de uma atividade particular, um esquema que permita operar sobre a realidade. Sua missão não se esgota numa liberação de desejos ocultos ou reprimidos, mas aponta para um novo planejamento da realidade. Por isso, é uma das formas mais eficientes de aprendizagem”. (1998:115).
  • Nesta tarefa a grande envolvimento de todos os integrantes. Os grupos sempre competem de forma sadia e sempre em busca do objetivo, que é ter a vitória do grupo. Todos participam e acreditando que poderá colaborar com a sua equipe.
  • O jogo é uma tentativa, uma forma de explorar o mundo. Para Pichón “traduz uma atitude psicológica, ligada à imaginação criadora, já que põe constantemente à prova nossas aptidões para a invenção, para a resposta imediata em face das mais inesperadas mudanças de situação e instrumenta nossa capacidade estratégica”. (1998:115).
  • No decorrer desta pesquisa observa-se que se for bem trabalhada as atividades propostas é alcançado os objetivos através de colocações e comportamento dos próprios alunos. Geralmente na maioria das vezes ,o aluno apresenta muita timidez e introversão e, aos poucos, estes vão se soltando e posicionando com bastante segurança e determinação.
  • O professor é, sem dúvida nenhuma, o maior responsável pelo desenvolvimento do aluno. É uma relação direta e muito pessoal a que tem com uma classe, portanto, é fácil constatar que o sucesso no aprendizado está diretamente relacionado à postura que este professor vai ter diante das suas aulas e diante de seus alunos.
  • No decorrer do desenvolvimento das atividades vai se acentuando cada vez mais o papel do professor no que se refere a autoestima dos seus alunos. É importante que este professor esteja também com a autoestima saudável para que possa despertar o seu aluno para o aprendizado. Pôde-se perceber a importância do resgate da autoestima do aluno para o desenvolvimento de sua autonomia, confiança e, até mesmo, reflexão. Para se obter um aprendizado, estes aspectos são fundamentais na formação de um ser ativo.
  • Uma pedagogia que respeita e estimula a autoestima do aluno está automaticamente vendo este aluno como ser humano formado por valores internos e externos, que pode pensar, opinar, refletir, construir e transformar. Pôde-se observar durante os trabalhos que a escola passa a ter um outro significado para o aluno quando se fortalece nele a auto-confiança e importância dele no processo.
  • Repensar as práticas pedagógicas que se presentificam nos contextos escolares, bem com seus fundamentos teórico-metodológicos, é um dos desafios postos na atualidade na perspectiva da ressignificação do processo ensino-aprendizagem. O curso, pontua o resultado de uma sistematização reflexiva, mediante a revisão de algumas tendências relacionadas à educação oque esta cada vez mais problemática , objetiva-se, que além de apresentar elementos que permitem identificar concepções que fundamentam e orientam fazeres pedagógicos de educadores que trabalham para melhorar a cada dia esta educação.
  • Este conceito Contribui para a construção de proposta metodológica na educação das crianças , associando-se às expressivas discussões e produções teóricas relacionadas à temática que vem a cada dia mais preocupante os problemas que estas crianças traz em sala de aula. O texto identifica, contextualização, e analisa as principais tendências na educação da autoestima do aluno dentro da escola, considerando se este comportamento sendo cuidado, pode gerar melhoria no processo de ensino-aprendizagem destes.
  • A revisão de algumas tendências relacionadas à educação dentro da visão de melhoras nas casa com sua família, escola e sociedade, mais precisamente relacionadas ao ensinar-aprender, faz-se necessário para que seja possível identificar concepções que fundamentam e perpassam o processo do ensino-aprendizagem dos sujeitos para consigo mesmos, para com os outros e para com o conhecimento que este possa adquirir durante sua pequena estadia dentro da escola com seu mediador.
  • A análise descritiva sistematizada nesta elaboração tem o intuito de contribuir para o estudo reflexivo dos profissionais da área, bem como aos que estão em processo de formação, possibilitando a ambos elementos para que, além de conhecerem a sua própria prática, contribua para a construção de proposta metodológica para o ensino aprendizagem deste aluno junto com a ferida mal curada que vem da casa sangrando. Este processo do autoestima tem que ser trabalhado para que este aluno não tenha problemas de aprender, por causa das dificuldades emocionais que vem trazendo consigo de seu âmbito familiar.
  • Para melhorar e situar as tendências da autoestima dentro das escolas ,faz-se necessário contextualizá-las, pois toda proposta surge de situações, de exigências e necessidades que circundam determinado contexto histórico em que o aluno carrega .Por isso, quando se menciona o ensino aprendizagem, ou outras áreas do conhecimento, as vezes este aluno não consegue segui-las.
  • É preciso refletir sobre os princípios epistemológicos e as ideologias subjacentes ao saber, método de ensino e o contexto histórico deste individuo. Em outras palavras, é possível dizer que tanto a epistemologia como a metodologia e a questão da afetividade autoestima estão permeadas pela dimensão política em que cada proposta busca em atender as demandas dentro de cada escola de forma coerente que vise todo processo de aprendizagem deste aluno.
  • Assim, é importante destacar que o autoestima é muito importante cujo enfoque central é um ensino voltado para o desenvolvimento excessivo da abstração de conhecimentos e parceria da família, enfatizando que se o professor ajudar este aluno no decorrer do ensino-aprendizagem este pode ter ganhos satisfatórios, pois a inadequação de alguns princípios dessa temática moderna trouxe ao aluno muita contribuição da arte do ensinar e aprender bem.
  • Como essas preocupações que as escolas mostram , evidenciam-se a ênfase na resolução dos problemas que vem atrapalhando este alunado no decorrer de sua formação, a exploração da exigência do aprender sem tratar o caso ,sondar a família, são veículos concorrentes, as vezes atrapalha este aluno a partir dos problemas vividos no seu cotidiano, a compreensão da importância do uso da afetividade e autoestima, busca um direcionamento para a aquisição de competências básicas ao cidadão e a ação do aluno no processo da construção do conhecimento, a cobrança é muito para que este possa assimilar e cumprir todas as exigências da formação escolar.
  • Essas ideias possibilitaram a reflexão, a sintetização de concepções e a constituição de propostas sobre o ensino e a aprendizagem para o aluno da melhor forma possível, o surgimento de propostas alternativas para a ação pedagógica do ensino constitui o movimento da educação e o trabalho em trazer este aluno para a aprendizagem sem danos social e familiar, ou ainda, as tendências em educação visa tratar os problemas que este aluno traz, e não culpa-lo pelo contexto de vida que esta traz no decorrer de sua vida.
  • Nesse sentido, é significativo destacar as tendências em Educação não só da matemática, português, geografia física, etc ,etc, que atualmente esta sendo alvo de discussões , as produções teóricas ,práticas, as quais são: os princípios epistemológicos , modelagem, resolução de problemas, tecnologia e a Educação social e familiar, essa filosofia permeia não só sua formação acadêmica para se sair bem na vida , mas a Educação para trazer sentido a sua vida.
  • Nessa perspectiva, é apresentado neste curso os problemas que vem ocorrendo na vida do aluno, e a escola recebe tudo sem um respaldo, a escola que se desdobra para atender esta demanda ,esta cada dia mais crescendo dentro das escolas, e as contribuições governamentais não é tão presente e suficiente pra sanar todos os problemas, pois as tendências em educação para todos e todos , traz uma modelagem camuflada , pois a resolução de problemas na educação não acontece, basta repensar o fazer pedagógico das escolas e fazer o melhor para ter uma clientela boa, sem muita ajuda e apoio de todo programa governamental.
  • A educação apresenta em seu âmago a dimensão rica em educar os alunos dentro das escolas, ao conceber um respeito no decorrer de uma politica concorrida como mostrar confiança respeito e um currículo que cumpre , todas as metas, torna-se uma importância também para a sociedade e família, a escola que revela a preocupação de como introduzir o saber, se tornando-se comprometida , ou seja, constituiu-se em conhecimento para alguns saberes importante para preparar o aluno para futuros vestibulares. Assim, a educação pela qual valoriza e reconhece como legítimo saber com sabedoria em diversas cultura e raças para atender da melhor forma possível os alunos dentro das escolas.
  • A valorização do conhecimento e ajuda educacional, se não for bem atendida e preparada para atender os alunos, desqualifica o saber oriundo das experiências vivenciadas pelos sujeitos em seu cotidiano social, escolar familiar. Assim, quanto mais se distancia do saber do mundo cultural do sujeito, mais fácil e possível se torna a imposição de uma cultura determinada por outras formas de pensamentos.
  • Sabe-se que, enquanto a conscientização pelo conhecimento intelectual não for abertura para novas ideias ,a incapacidade deste aluno em aprender a ser reflexivo com pensamentos próprios será mais longe da realidade que esta sendo vivida atualmente, com lideres de mentes aberta para o mundo evolutivo e construtivo que esta a cada dia mais amplo.
  • É evidente que essa situação traz consigo o caráter de desapropriação do saber, para efetivar a eficaz dominação do sentindo saber ou não saber nada deste aluno, esse processo traz duvidas de como intervir nesta questão tão delicada . Nesse sentido, a principal razão da educação de qualidade tornar-se o foco do educador, pesquisar mais ,refletir sobre a importância de se valorizar os saberes culturais, reconstruir a autoestima que esta sendo perdida pelo povo, que também possui suas riquezas, valores e conhecimentos.
  • A Educação em si esta sofrendo, no enfoque das tendências novas, que vem surgindo a cada momento sem respaldo algum contempla o saber oriundo do cotidiano, na qual acredita que está imbuído de saberes e fazeres próprios da cultura: “A todo instante, os indivíduos estão comparando, classificando, qualificando, medindo ,explicando, generalizando, inferindo e, de algum modo, avaliando, usando os instrumentos materiais e intelectuais que são próprios à sua cultu-ra” , como afirma D’Ambrósio.
  • Nessa perspectiva, a escola é convidada a trabalhar com conhecimentos que surgem da realidade, do contexto social, em que, metodologicamente, é focalizada a inter e transdisciplinaridade, ou seja, a educação enquanto uma fuga familiar,” na escola o filho esta bem amparado, ou a escola tem o dever de educar. A escolar precisa ser trabalhada de forma contextualizada e passível de diferentes relações com outras áreas do conhecimento e com as necessidades e história de vida do grupo social. Também é uma característica metodológica da passagem do saber concreto para a realidade atual.
  • Outro aspecto importante é a perspectiva de considerar a cultura dos sujeitos, a Educação que esta sendo introduzida atualmente precisa trabalhar com saberes oriundos do cotidiano para constituir conhecimentos que ajudem os sujeitos a resolver situações-problema de seu contexto social. Em nenhum momento, a educação nas escolas tem a pretensão de substituir os saberes intelectuais por coisas banais que não vai acrescentar nada ao alunado dentro da escola.
  • A proposta pedagógica considera a educação multicultural como uma possibilidade “para preparar gerações futuras para construir uma civilização mais feliz.” E ao professor cabe o compromisso de oferecer aos alunos uma visão crítica e os instrumentos adequados para que possam viver bem na sociedade impregnada de tecnologia, pois, o educador que não percebe que há muito mais na sua missão de educador do que ensinar a fazer as tarefas propostas em sala, ou resolver equações e problemas absolutamente artificiais, mesmo que, muitas vezes, tenha a aparência de estar se referindo a fatos reais.
  • Então, a Educação, nessa perspectiva, requer do sujeito o desenvolvimento crítico de sua capacidade de saber-fazer, sujeito que constitui saberes para provocar ações transformadoras no contexto onde vive, o que faz e suas ações.
  • Metodologicamente, nesta proposta, a educação trabalhada na escola parte dos interesses dos alunos, do contexto social em que eles estão inseridos, e proporciona que o conteúdo desenvolvido tenha origem em temas oriundos da problematização da realidade.
  • O aluno é incentivado à pesquisa, desenvolver a criatividade e a habilidade de formular e resolver problemas ampliar os conteúdo propostos. Nesse processo, o aluno é conduzido à formulação de hipóteses, à constituição de alternativas para solucionar as situações-problema.
  • A produção e o conhecimento que este aluno adquire neste período é muito importante, e também a produção do trabalho feito na escola em grupo é também de extrema relevância, no qual esta e extensão e aplicação do conhecimento para, assim, redirecionar o trabalho e ajudar este aluno em sua dificuldades, pois as vezes o professor não da conta e os trabalhos em grupos facilita bem e ajuda este a sanar suas duvidas.
  • Nesse sentido, a estrutura dos conteúdos programáticos não constituiu foco central do estudo, mas, sim, conhecimentos a serem mediatizados, explorados, discutidos e analisados com temas e saberes do cotidiano, com o intuito de desenvolver no sujeito a habilidade para descobrir alternativas variadas para a solução da situação-problema. Quer dizer, os alunos são conduzidos a constituir variados modelos e a superar a noção de precisão e certeza constituídas pela ações de cada situação a ser resolvida.
  • A resolução de problemas exige do professor o trabalho de condução do estudo sistematizado com ferramentas que literalmente excluindo a relação transmissor – receptor no ensino de qualquer disciplina imposta para o aluno resolver. O professor, em sua função de conduzir o processo, deverá, pela sua competência técnica e política, problematizar as questões norteadoras do tema e conteúdos abordados.
  • A Educação, nesta perspectiva, assume um papel fundamental , sendo que a linguagem para o estudo de problemas e situações reais, devendo proporcionar aos sujeitos o uso da imaginação criadora e o desenvolvimento da capacidade de ler e interpretar a realidade e os saberes em qualquer formação educacional.
  • Portanto, o estudo requer a interação entre realidade e o abstrato com o que se torna possível “representar uma situação ‘real’ com ‘ferramental’ Numa perspectiva de ensino contextualizado, essa abordagem tem como característica a interdisciplinaridade, que possibilita o estudo e o aprofundamento dos mais variados saberes, tornando, assim, o ensino descentralizado, numa dimensão exploratória e participativa.
  • Com o currículo de ensino nas escolas que exigiam a repetição e a memorização de conteúdos e exercícios, com a orientação para a aprendizagem sistematizada, da enfoque na aprendizagem que requer do aluno a compreensão e o entendimento do saber-fazer, emergir no campo investigativo do aprender a aprender a partir da resolução das atividades.
  • Essa tendência, inicialmente, foi uma reação ao ensino realizado dentro da sala de aula, que se caracteriza aos exercícios rotineiros de aplicação e memorização de forma aplicada e coerente a cada situação resolvida. Durante estudos e discussões que buscavam uma melhor foco em Educação para todos com formas exatas e precisas caracterizando-se pela abrangência ao mundo real, ou seja, aos enfoques de aprender tais conteúdos de mera aplicação dos conceitos para tornar-se um meio de aprender e compreender os conhecimentos teóricos e práticos de qualquer disciplina independente da dificuldade encontrada.
  • Então, o ensino dentro das escolas através da resolução das atividades propostas dentro da sala de aula requererá, didaticamente, um ensino-aprendizagem que ocorra a partir de uma solução-problema, resolução problema e respostas exatas passando do processo de problematização para o estudo abstrato, no qual se operacionalizam os conteúdos através da representação simbólica, quando os professores ensinam os alunos através de conteúdos abstrato a resolução das atividades fica mais fácil de se resolver.
  • Assim com todo esse processo de ensino, o educador está dando a seus alunos um meio poderoso e muito importante de desenvolver sua própria compreensão. À medida que a compreensão dos alunos se torna mais profunda e mais rica, sua habilidade em usar seu conhecimento e habilidades para resolver as tarefas aumenta consideravelmente o dobro de tudo.
  • Para tanto, a Educação ensina, possibilitando ao aluno a pesquisa, a construção e a compreensão dos conceitos em todas as áreas de conhecimento, bem como a aplicação desses nas mais diversas situações-de aprendizagem. Metodologicamente, é oferecida ao aluno a possibilidade de construir relações que faça entender sua aplicabilidade no mundo concreto e abstrato.
  • Nesse sentido, a Educação é orientada por propostas que trazem saber e resoluções nas atividades relacionadas ao conteúdo de ensino abordado pelo professor, onde exige a construção do modelo de aplicação e exercício de “coleções” de atividades que trazem conhecimentos específicos de importância a realidade do aluno. Nessa abordagem, o ensino-aprendizagem fundamenta-se na construção do conhecimento, sendo enfatizado o pensar, o indagar, o relacionar, o comparar e a aplicação de recursos em uso no meio. A ação recíproca do sujeito e do objeto de conhecimento constitui a aprendiza- gem. Por isso, “o aluno tanto aprende e resolve as atividades como aprende a resolver problemas cotidianos.
  • Nas últimas décadas do século XX, assistiu-se a um crescente avanço tecnológico, a partir do qual houve a informatização de diversos setores da sociedade, a difusão de recursos possibilitadores do acesso a uma variedade de informações em menor tempo fez emergir práticas educacionais voltadas à aplicação desses elementos de ensino tecnológicos. Antes fazia uso caracterizado pela oralidade, escrita, lápis, papel e giz, passou a apresentar-se, no final do século XX, com novas abordagens e novos recursos tecnológicos, que melhorou muito.
  • Analisando a reação dos professores às novas perspectivas oferecidas pela tecnologia, percebe-se que, num primeiro momento, houve rejeição, resistência e medo, pois considerava-se que esse recurso poderia “roubar-lhes” o espaço e a função no ato educativo. É importante salientar que a política tecnológica veiculada no Brasil na década de 1970 apresentou-se como elemento articulatório da exclusão social.
  • Pois muitos aparatos tecnológicos ocuparam e continuam a ocupar o espaço e o trabalho que, anteriormente, era realizado somente pela força humana. Essa política tecnológica deve ser analisada sob os princípios do capitalismo, no qual a economia requer maior produtividade em tempo diminuto e com um crescente lucro. Nessa ótica, pode-se dizer que a tecnologia ampliou a produtividade, o acúmulo de capitais e, consequentemente, a exclusão social.
  • Atualmente, em pleno século XXI, quando as máquinas possibilitam informações e soluções em um tempo reduzido, não é mais possível que a escola continue a desmerecer ou desconsiderar a tecnologia em suas propostas pedagógicas. Com essas considerações, não se tem a pretensão de “endeusar” a tecnologia e, muito menos, de compactuar com a dimensão político-econômica da exclusão social. O que se quer esclarecer é que hoje a escola não pode abrir mão dos novos recursos tecnológicos disponíveis, do contrário, tornar-se-á um espaço obsoleto e desvinculado das reais necessidades oriundas da inteligência humana.
  • Nesse sentido, os recursos tecnológicos desse contexto precisam ser estudados, analisados, para servirem de constructos a novas maneiras e possibilidades de constituição do saber escolar. De modo que o ensino tecnológico, atenda as necessidades no qual se enfatizam nos trabalhos em grupos pedidos para serem realizados em suas casas , para adquirirem mais conhecimentos e treino de como realizar trabalhos que vão contribui-los no futuro.
  • Assim, diante do desenvolvimento do pensamento, do conhecimento, da produção e da cultura, e do ensino dentro das escolas, como também em outras sistema áreas de conhecimento, necessita de transformações nos aspectos didático-metodológicos. Para tanto, a informática na Educação é muito importante, tem a função de substituir ou complementar os seres humanos, mas também de contribuir para a organização do pensamento.
  • A informática na Educação visa entender a demanda por uma nova extensão de memória, com diferenças qualitativas em relação às outras tecnologias da inteligência e permite que a linearidade de raciocínios seja desafiada por modos de pensar, baseados na simulação, na experimentação e em uma “nova linguagem” que envolve escrita, oralidade, imagens e comunicação instantâneas, um instrumento muito eficaz e rápido.
  • A informática na Educação é tão importante quanto o lápis, o papel e o giz. O pensar deve acontecer também a partir dos mais variados recursos tecnológicos (computador, internet,...) para que, das investigações e dúvidas, possam constituir-se novas formas de estudar e aplicar esse saber. Metodologicamente, o estudo pode transcorrer de forma interdisciplinar, sobre o enfoque do aprender de forma diferente do que o normal. É através do trabalho cooperativo, na introdução do computador para a sala de aula, que o professor passa a contar não só com mais um recurso para a realização das tarefas, mas está abrindo um novo canal de comunicação com seus alunos.
  • Por isso, urge que nas escolas se façam empreendimentos para ter acesso aos recursos tecnológicos. A democratização faz-se necessária para a constituição de uma política tecnológica includente, na qual, ontologicamente, o saber deve servir à espécie humana e não o contrário. Para isso, o professor é o mediador entre o pensamento humano e a máquina, proporcionando as condições de saber lidar com as informações, saber procurá-las, interpretá-las, resolvê-las e reconstruí-las, pois a Educação do saber introduzir os conteúdos com a perspectiva tecnológica, tem o objetivo de estimular a curiosidade, a imaginação, a comunicação, a construção de diferentes caminhos para a resolução das atividades e o desenvolvimento das capacidades: cognitiva, afetiva, moral e social.
  • Portanto, a Educação nas escolas , na perspectiva da tendência da informática, torna-se uma ciência a ser estudada, possibilitando a reorganização do pensamento, da proposta pedagógica e da maneira de encarar o saber em todas as áreas de aprendizagem. A ação educativa da informática deve ser possibilitadora da aprendizagem, do pensar, do indagar e construir, de modo que as diferentes inteligências possam interagir para constituir a compreensão e, sobretudo, a solução de problemas cotidianos.
  • A Educação tecnológica , sob o prisma investigativo da filosofia, torna-se um campo de reflexão sobre a teoria e a prática na area de de uma aprendizagem voltada a tela do computador, portanto todo ser humano, precisa-se entender que “a Filosofia da Educação dentro de cada sistema de ensino ,caracteriza-se por um pensar reflexivo, sis-temático e crítico sobre a prática pedagógica da escola que faz jus deste materia,l e seu contexto sociocultural onde ocorrem situações de ensino e de aprendizagem seja muito rica com materiais que possam atender este público.
  • O ensino escolar deve descentralizar o caráter instrutivo da concepção positivista impregnado no estudo desta tecnologia educacional no qual a dogmatização dos saberes gestou certezas e verdades inquestionáveis, que, atualmente, não correspondem às reais necessidades da sociedade. Para tanto, ressurge a necessidade por concepções que primem pelo pensar, refletir e analisar as diferentes possibilidades de constituir o saber que venham ao encontro das exigências de cada contexto cultural.
  • A tendência da filosofia na Educação instiga o professor pesquisador, a revisitar suas concepções em relação ao ensino-aprendizagem, levando o educador a pensar e analisar o saber sistematizado. Significa, pois, que o conhecimento tecnológico torna-se alvo de investigação, mediante a busca do que tem significado para ser ensinado e aprendido. Por isso, a filosofia da Educação “se coloca questões sobre o conteúdo a ser ensinado e aprendido, e desse modo, necessita das análises e reflexões da filosofia educacional sobre a natureza das atividades compatíveis , ao conhecimento e o valor do educador ensinar o aluno “aprender”.
  • Esse modo de proceder caracteriza o ensino-aprendizagem numa dimensão plural, diversa do pensar e do conceber o conhecimento. Portanto, é nessa dinâmica que o professor pode focalizar seu trabalho, no intuito de promover, a partir da diversidade de compreensões do mundo e do objeto de conhecimento.
  • A análise, a discussão e a problematização à ação desencadeadora de soluções aos problemas cotidianos, é a parti-lha entre os diferentes modos de pensar e experienciar que torna a realidade e o conhecimento em contínua construção. Nesse sentido, a Educação, na dimensão filosófica, propicia alternativas e estratégias que abarcam os mais variados posicionamentos interpretativos para organizar e sistematizar as concepções e os conceitos oriundos das experiências concebidas a cada informação dada pelo educador.
  • A autoestima é por sinal a capacidade que o ser humano tem de amar a si próprio, apreciar-se e amar a de si mesmo. É a perfeita e única imagem que cada um faz de si mesmo , independente do que os outros nos veem e pensem sobre si. É o direito de expressar nossos desejos, gostos, pensamentos e de desfrutar os resultados de nossos esforços realizados no decorrer de nossas vidas. “A palavra” estimar “significa apreciar, agradar-se.
  • Já a partícula” auto “faz referência ao que pertence ao meu eu. A auto estima seria a possibilidade que a pessoa tem de reconhecer as próprias qualidades desejos formas de se gostar e aceitar, ex: como amar-se e aceitar-se como um ser de valor único e infinito”. (PREISIG, 1997, p. 276). A autoestima é importante porque é nosso modo de ser, que nos faz perceber e nos avaliar modelando nossa vida.
  • A pessoa que não confia em si mesmo, nem nas próprias possibilidades não será uma pessoa realizada e feliz, sempre vai haver em sua vida uma forma negativa de pensar em si como um ser totalmente de bem e feliz. A Autoestima assenta-se em 3 pilares fundamentais: Gostar de si mesmo, que significa respeitar-se a si próprio, Acreditar nas suas capacidades, que é imagem que cada um faz de si e Autoconfiança que refere-se ao sentimento de competência pessoal, resumindo amar e aceitar a si mesmo.
  • Pensar sempre que somos capazes de agir em todas as situações da vida em que vivemos, sem preocupar com os juízos dos outros, se vai ou não gostar das atitudes tomadas, se este vai ou não levar em conta tudo que é feito ou deixar de ser, não deve pensar pelos outros. Portanto, pode-se sintetizar a Autoestima, como sendo o modo como nos vemos a nós próprios sem restrições, mas enquanto ser humanos podemos gostar ou não do que vemos, sentimos e queremos.
  • A autoestima é uma necessidade de fortalecimento próprio ser humano onde este se sente vulnerável ou forte dependendo do que é discutido e feito, é merecedor da felicidade e do sucesso de tudo que é realizado com sua competência. Pode se dizer que é a uma mola propulsora que faz vencer todos os desafios e construir um mundo mais tranquilo e sossegado. É uma conquista única,que é produzida no decorrer da vida em que este luta para ser feliz, de acordo com as relações, em que o sujeito sente-se amado e realizado, garantindo assim, um bom equilíbrio emocional, tudo se resolve e da certo.
  • Notório que a autoestima é apropriada e unida a um conceito positivo que traz ao individuo uma , potencialização da capacidade que o ser humano tem para desenvolver suas habilidades ao nível de segurança pessoal bem natural, enquanto que a baixa autoestima fará maior destaque com referência aos fracassos e derrotas que este enfrenta em seu dia - dia .
  • Pode ser observado que a pessoa com elevada autoestima se relaciona bem com outras pessoas, trata os outros com amor e generosidade sendo gentil, enquanto que os que têm baixa autoestima não tem amor próprio não valoriza nada, têm pouca ou nenhuma capacidade de amar os outros que esta em sua volta, são inseguros , indiscretos, negativos o que dificulta uma relação saudável com o meio onde estão inseridos.
  • Os alicerces da autoestima são lançados no início da vida do ser humano, quando este nasce ,as crianças adquirem o seu amor próprio através das relações que estabelecem seus familiares e as pessoas no seu cotidiano. Sendo assim, é importante as famílias proporcionarem condições para que as crianças possam formar um bom conceito de autoestima, através da valorização e auto respeito.
  • As experiências positivas com a vida, ou seja, a qualidade das relações estabelecidas entre o indivíduo que os cercam ou aqueles que desempenham papéis importantes, são determinante na autoestima. Então, o afeto é de importante valia para o desenvolvimento da autoestima deste individuo neste período de crescimento.
  • A criança vai crescendo e formando sua personalidade através da atmosfera familiar e grupal em que está inserida um meio importantíssimo, este incorpora os valores, regras, costumes, crenças, etc uma formação para toda vida, que são incutidos no seu interior e são essas experiências que vão resultar naquilo que somos por todo trajetória de vida boa ou não.
  • A personalidade do ser humano não é formada só pela família, mas também pela influência da sociedade, principalmente quando acredita no que os outros pensam e falam sobre ela, todo este processo pesa na consciência e o ser capaz de se amar a si próprio e aceitar as individualidades e pensamentos diferentes este se da bem na vida.
  • A autoestima é nosso ser no sentindo mais valorativo que se possa imaginar, é a personalidade de quem somos nós, sendo se um grupo de características psíquicas, corporais e espirituais que configuram nossa personalidade nosso ser!!! Pessoas com Autoestima elevada sentem-se amadas e capazes de fazer e conquistar muitas coisas, conseguem entender melhor o que acontece na vida em geral , refletem sobre as causas e acontecimentos de todos sentidos, encaram os desafios e solucionam os "problemas“ ocorridos com si e com o próximo, são responsáveis pelo sucesso ou fracasso, em vez de culparem os outros pelo bem ou mal que aconteceu no decorrer de sua vida.
  • Para assegurar uma boa autoestima é necessário acreditar no seu potencial em si e também nas pessoas em sua volta e não acreditar que as pessoas vão prejudica-los. Na sua capacidade de reconhecer o seu próprio valor, ter respeito por si mesmo, enfrentar as competições, ter prazer em estar vivo, aceitar críticas e reconhecer seus erros e, acima de tudo, ser uma pessoa simples, humilde, demonstrando realmente o que é, e o que é capaz de contribuir para a vida em conjunto.
  • “A autoestima é uma força poderosa, forte que existe no interior de cada um de nós. Ela abrange muito mais do que senso inato de valor pessoal e critico... é a vivência de sermos apropriados a vida e as exigências que ela coloca no nosso dia – dia como pessoa ( uma tarefa para ser cumprido em nossa trajetória de vida nesta terra). Mas, especificamente, autoestima é... a super, confiança em nossa capacidade de pensar e enfrentar os desafios básicos da vida que nos espera.
  • A confiança, a perseverança em nosso direito de ser feliz, a sensação de que temos valor próprio, que somos merecedores, de que temos o direito de expressar nossas necessidades e desejos e de desfrutar os resultados de nossos esforços a cada dia”. (BRANDEN, 1998, p.8). Quando uma pessoa tem uma boa autoestima, ela pode até sentir-se magoada, mas enfrenta seus compromissos de verdade sem restrições.
  • Jamais desvaloriza suas opiniões em função dos outros que os rodeiam , e procura relações que lhe fazem bem ao seu eu( procura amizades saudáveis ao que lhe agradam, no caso conseguem amigos mais confiáveis, Enquanto que as pessoas que têm baixa autoestima fazem exatamente o contrário, e normalmente entram em contato com pessoas de relacionamento complicados, com problemas que as vezes atrapalha mais ainda a recuperação.
  • “Embora a qualidade de suas relações seja claramente superior à das pessoas de baixa autoestima, estas procuram pessoas com níveis de autoestima bem elevada que supere si próprio, homens e mulheres de elevada autoestima estão longe de ser universalmente mais amados. Mas... são mais sinceros... mais abertos quanto a seus pensamentos e sentimentos, não são traidores e falsos são transparentes em suas falas. Caso se sintam alegres ou excitados não têm medo de demonstrar, em nenhum momento. Se sofrem e não se sentem obrigados a ser simpáticos a nenhum momento.
  • Se suas opiniões não são populares,se ao amigos em sua volta gostou ou não, expressam nas do mesmo jeito, não muda o fato. São pessoas saudavelmente auto afirmativas e decisivas. E como não tem medo de ser quem são, de viver autenticidade, às vezes despertam a inveja e a hostilidade dos que são mais presos às convenções”. (BRANDEN, 1999, p.111). Ter uma boa autoestima significa ter sentimentos de valor de muita confiança e determinação, de competência e de auto respeito, autenticidade e integridade. “Pesquisas realizadas com altos executivos sugerem que uma das causas principais do fracasso é a incapacidade de tomar decisões. Essa incapacidade se deve a uma autoestima prejudicada.
  • (BRANDEN, 1998. p.93) Confiar em si mesmo e na sua mente, é contribuir com a melhoria da autoconfiança e da autoestima, o aumento de um só pontinho da autoestima faz uma tremenda diferença no resultado e na maneira como se vai conduzir a vida. “O significado mais fundamental de autoestima é confiar na própria mente, nos próprios processos mentais, portanto confiar na capacidade que você tem de aprender, julgar, decidir”. A pessoa que, no mais fundo de si, não confia em sua própria mente está em nítida e grave desvantagem em termos de enfrentar as escolhas e as opções que a vida lhe apresenta.
  • Pode-se pensar na autoestima positiva como o sistema imunológico da consciência, que lhe fornece resistência força e uma capacidade de regeneração ao lidar com os desafios da vida”. (BRANDEN, 1999, p.92). A autoestima contribui muito com o ser humano, auxilia o homem a correr riscos, ser criativo, aprender novas habilidades e ser mais produtivo, aproveitando o máximo o potencial de cada um, contribuindo com a melhoria da família e das organizações e, consequentemente, da sociedade que as envolvem.
  • Nos últimos anos, a questão da autoestima vem despertando o interesse de especialistas da área de psicologia. Em 1994, um estudo realizado pela Associação Americana de Psiquiatria mostrou que a baixa autoestima pode acarretar uma série de problemas emocionais, como depressão, bulimia nervosa, carência afetiva, déficit de atenção e aprendizagem. “São muitos os transtornos psicológicos causados pela desvalorização pessoal”. Nestes casos, a tendência é que a pessoa enxergue apenas atribuições negativas em relação a si mesma, e as pessoas que as rodeiam.
  • Se um candidato com baixa autoestima pleitear uma vaga para trabalhar em uma empresa e não conseguir este fica frustado, provavelmente vai achar que não tinha competência ou capacidade para exercer referida função que era oposta, enquanto que uma pessoa com autoestima elevada vai lidar com o problema de outra forma ser positivo, procurar melhorar, ou seja, será capaz de perceber quais os critérios, o perfil exigido para o referido emprego, o que faltou para conseguir a vaga e como pode melhorar.
  • No dia-a-dia, é de extrema importância desenvolver a valorização pessoal da pessoa que tem uma autoestima elevada. Isso porque a autoestima influencia nas decisões, conceitos , falas, no jeito de viver e nas escolhas de cada um faz, aumentando o espaço de vida e o ambiente de percepção das pessoas.
  • Quem tem uma boa autoestima se sente mais encorajado, forte determinado na hora de lidar com a realidade em que vem em sua vida, percebendo oportunidades e possibilidades de maneira mais ampla, e oportunidades únicas. Aqueles que tem baixa autoestima se sentem mais limitados, sem força de correr atrás, como se percebessem um ambiente de oportunidades e escolhas menor, sem direitos e espaço em enfrentar.
  • Sendo assim, não pareça uma tarefa fácil trabalhar a esse respeito, é possível auxiliar e contribuir com a melhoria da Autoestima do ser humano. Levando o mesmo a ter consciência sobre os próprios aspectos positivos, sobre a sua importância enquanto ser, mostrar que sua valorização pessoal depende de si próprio e não dos outros você tem que se amar e aceitar.
  • A auto aceitação é outro fator importante, pois só quem busca uma maior compreensão de si mesmo, é capaz de mudar a partir do reconhecimento das próprias limitações e fragilidades que acompanha o ser humano, porem temos que ser fortes e desafiar o problemas no decorrer da nossa jornada pela estrada da vida.
  • “É importante perceber que vivemos em uma cultura que estimula a baixa autoestima, pessoas invejosas e negativas. Nossa sociedade trabalha com a hipótese de que o outro vai melhorar seu desempenho ou a maneira de lidar com a vida, caso sejam mostradas suas falhas, criticadas suas atitudes e apontados os seus defeitos, este se enfraquecem com as palavras mal faladas e os pensamentos negativos sobre si.
  • Aos poucos, estamos aprendendo que talvez essa não seja a maneira mais adequada de ajudar as pessoas a resgatarem sua autoestima. O ideal é reforçar o que a pessoa tem de positivo e até discutir os pontos negativos que as incomodam. No entanto, para cada observação negativa é preciso apontar no mínimo três elogios, mostrar sua habilidades, valoriza-los. Elogiar é de fundamental importância para a construção da Autoestima do ser humano, todos gostam de ser lembrado e valorizado.
  • É importante valorizar o lado positivo de cada um destes individuo na infância, estendendo essa valorização por todas as etapas da vida e aos diversos campos de atuação, seja profissional ou pessoal”. A autoestima deve fazer parte da nossa cultura da nossa vida e da nossa educação. Na visão construtivista, por exemplo, o acerto da criança e a construção do conhecimento são muito valorizados e requer uma um saber bem amparado e contrutivo.
  • Aquela visão do professor com caneta vermelha apontando os erros da criança está sendo superada, atualmente não é assim que comporta mais e sala. Precisamos levar esta experiência para todos os campos, inclusive para empresas e organizações, sempre fortalecendo o que cada um tem de melhor, uma habilidade e qualidade única, não adianta forçar o aluno a gostar, ele que vai mostrar ao longo dos anos o seu perfil, suas aptidões gostos .
  • No extremo oposto da desvalorização pessoal estão os casos de pseudo autoestima elevada, ou seja, pessoas que na verdade, têm uma baixa-estima de si própria e tentam compensar isso com uma falsa imagem, formada a partir de valores ou potencialidades não legítimas, isso também atrapalha, o ser humano ter que ser autentico ,transparente, verdadeiro ser e ser lutar para ser o melhor.
  • “É importante lembrar que elogiar, valorizar e ajudar o outro a perceber os seus potenciais é de grande relevância neste momento, as competências e valores deve ser feito com base na verdade, e na capacidade que cada um tem. Ninguém descobre ou recupera a autoestima com blefes ou mentiras, tudo acontece com clareza verdade e a busca de gostar e amar a si mesmo com firmeza. Essa pseudo valorização também é muito preocupante, porque acaba afastando a pessoa da possibilidade da auto melhoria e do desenvolvimento pessoal, deixando vulnerável e muito indeciso em sua capacidade de conhecer e aceitar com as coisas acontecem, funcionam e são”.
  • Outro aspecto considerado prejudicial para à autoestima, é a comparação entre as pessoas, eu quero ser ela ou ele, sempre comparando seu eu com um ser melhor ( no caso sua visão sobre o que poderia ser melhor). “Cada um é de um jeito, um ser único por isso, não podemos apontar que um faz isso bem e o outro não, todos são iguais mais uns com um tempo maior ou menor que o outro, cada ser é um ser, ninguém é igual senão o mundo não teria graça”. O desempenho em determinadas áreas depende muito da aptidão de cada um, das habilidades encontradas em cada individuo.
  • A única comparação válida é aquela feita com a gente mesmo, eu faço, eu sei, eu consigo, tem que ter fé, determinação, confiança em si mesmo ou seja, comparar o que fomos no passado e como somos hoje, sempre procurando enxergar as melhorias e refletir sobre as mudanças para ter um desempenho ainda maior, ser o melhor. A baixa autoestima geralmente está associada a pessoas tímidas, inibidas, temerosas, que não se animam a competir nem a destacar-se com um grupo ou amigos.
  • Ainda são símbolos de baixa autoestima, certas atitudes que aparentemente revelam o contrário como: chamar a atenção dos outros e ser sempre o centro, sentir a necessidade de ganhar todo o tempo, ainda que valendo-se de trapaças, exibir um perfeccionismo exagerado ou depender da aprovação externa. Para quem encontra dificuldades em desenvolver uma boa autoestima sozinho, o ideal é contar com a ajuda de profissionais especializados, pedir ajuda para ver o que esta errado. O trabalho da psicologia através da psicoterapia contribui para a mudança de percepção com relação a si mesmo, descobrindo qualidades e oportunidades que antes não enxergava, e que poderá ser sanadas.
  • Quando o ser humano modifica seu relacionamento com ele mesmo , ele muda também com os outros. E para estabelecer relações sólidas e de afeto com as pessoas, é preciso estar bem consigo mesmo, aceitar e entendera si próprio, portanto com uma boa autoestima tudo se resolve. A Autoestima tem um papel fundamental na vida do ser humano ela é como uma balança onde tem mais pesa onde tem menos falta, basicamente é responsável pelo equilíbrio emocional, pois quando a autoestima é elevada aos sentimentos são de valor, competência, auto respeito, autenticidade e integridade, tudo se resolve e fica bem.
  • A pessoa que tem uma boa autoestima os relacionamentos são bons, sinceros, abertos e as relações são mais confiáveis, enquanto que na baixa Autoestima ocorre a falta de amor próprio e de desvalorização, o que consequentemente interdita o desenvolvimento psicológico e compromete o desempenho do ser humano, tanto a nível intelectual, familiar e escolar. Sendo assim, é importante desenvolver a autoestima do ser humano, principalmente das crianças na primeira infância e introduzir nelas eu sou amada e valorizado pela minha família.
  • Para a formação de um bom cidadão, a família é tão ou mais importante do que a escola e seus amigos. Afinal, a Educação não se resume ao ensino formal, mas ao desenvolvimento integral, o que inclui os valores morais, as atitudes, o equilíbrio emocional, entre outros fatores, que também contribui mas a formação da casa é essencial. Antes de mais nada, os pais devem estar conscientes de que são os reais modelos de comportamento ético e moral dos filhos, e esta imagem que estes vão levar para sua vida ,conceitos de geração a geração.
  • Mais do que conversar sobre esses princípios deve-se demonstrá-los no dia-a-dia, como é , como deve agir e proceder. Sendo a família um sistema aberto amplo, cheio de novidades , é a menor unidade da sociedade, é uma organização de relações e parentesco, com a capacidade de auto modificar-se mudar-se. Opera através de transações em que se estabelecem padrões de como, e com quem se relacionar, e ter no seu circulo de vida.
  • A maneira em que a família está organizada é importante para o desenvolvimento dos seus membros pois e ela o alicerce de tudo, já que as relações familiares são os primeiros modelos para o ser humano relacionar-se socialmente, ela que faz com que este se ache no mundo . É nas relações com seus membros que o sujeito mantém o equilíbrio, o que é percebido através da comunicação familiar, sua flexibilidade e adaptabilidade com tudo ao seu redor.
  • Para Ackerman, "família é a unidade básica de desenvolvimento e experiência, realização e fracasso, saúde e enfermidade". Para Ginnot, "o papel da família estável é oferecer um campo de treinamento seguro, onde as crianças possam aprender a ser mais humanas, a amar, a formar sua personalidade única, a desenvolver sua autoimagem e a relacionar-se com a sociedade mais ampla e imutável, da qual e para a qual nascem".
  • Essas conceituações refletem a grande importância que a família adquiriu neste século nas casas atualmente e aos longo dos anos, como a primeira célula social da qual fazemos parte e que será responsável por nossa formação individual e social. Pode ser considerado a família como um sistema bastante complexo, mas único, uma vez que cada família é de personalidades, costumes ,diferenciados, diferindo em tamanho, elementos que a compõem vários fatores relacionados a vida humana.
  • Porem tudo isso é um sistema altamente interativo, complicado, confuso, pois o que ocorre com um de seus elementos repercute em todo ele, por isso uma boa ação familiar faz toda diferença. Sabemos que passa por vários estágios de desenvolvimento, com grandes mudanças as veze boas ou não. Está inserida em unidade social maior, sofrendo o impacto de sociopatologias, como guerras, recessão econômica, etc.
  • A família assume grande importância na determinação do comportamento do ser humano, esta família tem uma tarefa primordial na formação da personalidade, no desenvolvimento intelectual, no repasse das informações culturais, no estabelecimento da moral vigente. A formação do cidadão começa com a educação desde seu nascimento, porem é de extrema importância a família desta criança estar comprometida em criar esta criança de forma correta.
  • Os primeiros anos de vida são muito importantes para o ser humano, porem a parceria da família neste momento é essencial e muito importante , principalmente na busca de uma boa autoestima, que acontece quando a criança é cercada pela família e percebe o amor, carinho, autoconfiança, respeito e valorização, um lar abençoado e unido de muita paz e confiança.
  • Desta maneira as relações familiares são importantes e contribuem na formação da autoestima deste individuo desde a sua chegada a casa, pois é através do amor e do carinho dos pais que a criança vai desenvolvendo sua capacidade de gostar de si mesma e de confiar nas pessoas, e vise versa. Os pais são os responsáveis diretos para que seus filhos cresçam com uma boa autoestima, e que este comportamento positivo vai carregar para toda vida porem é importante que sua autoestima seja muito equilibrada.
  • As crianças no lar precisam sentir-se amados, respeitados dentro de suas possibilidades e limitações. Quando as exigências são maiores que suas possibilidades, geram ansiedade e falta de confiança entre eles. Filhos que são constantemente elogiados quando merecidos, acentuam a sua autoestima e o seu autoconceito, principalmente se o elogio for acompanhado de afeto, carinho e respeito.
  • O filho que é constantemente elogiado, é motivado a executar tarefas cada vez mais eficientes, Seu ,talento e sua inteligentes cresce a cada dia. Através do elogio é possível transformar comportamento negativo em positivo e elevar a autoestima do ser humano ao mundo de novidades e conquistas.
  • Segundo Mack R. Douglas, (1998, p.189): “para ter uma autoestima elevada, a criança precisa da aprovação dos pais desde os primeiros dias de vida e para sempre. Isto inclui a percepção de sua personalidade, seu senso de capacidade e de individualidade, o modo como vê suas realizações concretas e seus valores mais significativos”. Porém nem todas as crianças se desenvolvem num lar tranquilo. Muitas delas têm seu autoconceito destruído pelos adultos.
  • Quando as relações familiares são negativas, estas afetam a autoestima do individuo, que vai refletir na vida