Curso Online de Rotina e Cotidiano na Educação Infantil
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Curso Online de Rotina e Cotidiano na Educação Infantil

Esse curso tem como finalidade transmitir os conhecimentos sobre a rotina e o cotidiano das escolas de Educação Infantil.. Abrange de for...

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Esse curso tem como finalidade transmitir os conhecimentos sobre a rotina e o cotidiano das escolas de Educação Infantil.. Abrange de forma clara o assunto abordado, enriquecendo os conhecimetnos de quem está cursando.

Pedagoga, Psicopedagoga, Pós Graduada em Projetos e Implementação de Educação à Distância, Pós Graduanda em Coordenação Pedagógica, Pós Graduada em Espaços Educadores Sustentáveis e Graduada em Engenharia Ambiental.Atua como Coordenadora Pedagógica na Educação Infantil.


- Maria Aparecida Oliveira

- Cristina Romero Nobre

- Fernanda Maria Schafer

- Claudêmio Sousa Costa

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  • Rotina na Educação Infantil : sua importância e aplicabilidade

    Rotina na Educação Infantil : sua importância e aplicabilidade

  • O que é a rotina na educação infantil?

    O que é a rotina na educação infantil?

  • A rotina na educação infantil não deve ser encarada apenas como um processo mecânico a ser seguido pelo professor....

    A rotina na educação infantil não deve ser encarada apenas como um processo mecânico a ser seguido pelo professor....

  • ....mas sim instrumento para dar segurança aos alunos e ser uma grande ferramenta no processo ensino-aprendizagem.

    ....mas sim instrumento para dar segurança aos alunos e ser uma grande ferramenta no processo ensino-aprendizagem.

  • Rotina é a estrutura básica, da espinha dorsal das atividades do dia. A rotina diária é o desenvolvimento prático do planejamento. É também a seqüência de diferentes atividades que acontecem no dia-a-dia da creche e é esta seqüência que vai possibilitar que a criança se oriente na relação tempo-espaço e se desenvolva.

    Rotina é a estrutura básica, da espinha dorsal das atividades do dia. A rotina diária é o desenvolvimento prático do planejamento. É também a seqüência de diferentes atividades que acontecem no dia-a-dia da creche e é esta seqüência que vai possibilitar que a criança se oriente na relação tempo-espaço e se desenvolva.

  • Uma rotina adequada é um instrumento construtivo para a criança, pois permite que ela estruture sua independência e autonomia, além de estimular a sua socialização.

    Uma rotina adequada é um instrumento construtivo para a criança, pois permite que ela estruture sua independência e autonomia, além de estimular a sua socialização.

  • O cotidiano de uma Escola Infantil tem de prever momentos diferenciados que certamente não se organizarão da mesma forma para crianças maiores e menores. Diversos tipos de atividades envolverão a jornada diária das crianças e dos adultos.

    O cotidiano de uma Escola Infantil tem de prever momentos diferenciados que certamente não se organizarão da mesma forma para crianças maiores e menores. Diversos tipos de atividades envolverão a jornada diária das crianças e dos adultos.

  • Entre eles, o horário da chegada, a alimentação, a higiene, o repouso, as brincadeiras – os jogos diversificados – como o faz-de-conta, os jogos imitativos e motores, de exploração de materiais gráficos e plásticos – os livros de histórias, as atividades coordenadas pelo adulto e outras.

    Entre eles, o horário da chegada, a alimentação, a higiene, o repouso, as brincadeiras – os jogos diversificados – como o faz-de-conta, os jogos imitativos e motores, de exploração de materiais gráficos e plásticos – os livros de histórias, as atividades coordenadas pelo adulto e outras.

  • Assim, para organizar estas atividades no tempo, é fundamental levar em consideração três diferentes necessidades das crianças:

    Assim, para organizar estas atividades no tempo, é fundamental levar em consideração três diferentes necessidades das crianças:

  • - As necessidades biológicas, como as relacionadas ao repouso, à alimentação, à higiene e à sua faixa etária;

    - As necessidades biológicas, como as relacionadas ao repouso, à alimentação, à higiene e à sua faixa etária;

  • - As necessidades psicológicas, que se referem às diferenças individuais como, o tempo e o ritmo de cada um;

    - As necessidades psicológicas, que se referem às diferenças individuais como, o tempo e o ritmo de cada um;


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  • Rotina na Educação Infantil : sua importância e aplicabilidade
  • O que é a rotina na educação infantil?
  • A rotina na educação infantil não deve ser encarada apenas como um processo mecânico a ser seguido pelo professor....
  • ....mas sim instrumento para dar segurança aos alunos e ser uma grande ferramenta no processo ensino-aprendizagem.
  • Rotina é a estrutura básica, da espinha dorsal das atividades do dia. A rotina diária é o desenvolvimento prático do planejamento. É também a seqüência de diferentes atividades que acontecem no dia-a-dia da creche e é esta seqüência que vai possibilitar que a criança se oriente na relação tempo-espaço e se desenvolva.
  • Uma rotina adequada é um instrumento construtivo para a criança, pois permite que ela estruture sua independência e autonomia, além de estimular a sua socialização.
  • O cotidiano de uma Escola Infantil tem de prever momentos diferenciados que certamente não se organizarão da mesma forma para crianças maiores e menores. Diversos tipos de atividades envolverão a jornada diária das crianças e dos adultos.
  • Entre eles, o horário da chegada, a alimentação, a higiene, o repouso, as brincadeiras – os jogos diversificados – como o faz-de-conta, os jogos imitativos e motores, de exploração de materiais gráficos e plásticos – os livros de histórias, as atividades coordenadas pelo adulto e outras.
  • Assim, para organizar estas atividades no tempo, é fundamental levar em consideração três diferentes necessidades das crianças:
  • - As necessidades biológicas, como as relacionadas ao repouso, à alimentação, à higiene e à sua faixa etária;
  • - As necessidades psicológicas, que se referem às diferenças individuais como, o tempo e o ritmo de cada um;
  • - As necessidades psicológicas, que se referem às diferenças individuais como, o tempo e o ritmo de cada um; - As necessidades sociais e históricas que dizem respeito à cultura e ao estilo de vida.
  • Se procurar no dicionário a palavra rotina quer dizer o mesmo caminho trilhado todos os dias ou hábito de fazer as mesmas coisas todos os dias. Na Educação Infantil qual é a rotina? Essa rotina quase sempre é parecida ou semelhante. No primeiro momento é a chegada da criança. Lanche. Troca de fraldas (se for criança pequena). Momento da 'Roda" - utilizado de forma em ficar todas em forma de circulo e trocar informações e idéias. Almoço. Soninho. Hora da atividade (muitas escolas usam esta denominação).
  • Se tirarmos as Rotina da Educação Infantil, o que sobra? Muitos dirão: O Projeto. Não há necessidade de falar sobre o projeto pois existem mil lugares que fazem a performance dos "Projetos" e das Rotinas?
  • Então é de extrema importância que os e as professoras repensem sobre a ROTINA. Piaget valoriza muito a rotina e ela não é ruim, porem temos que estudar e investigar que melhor proveito podemos dar a ela.
  • A rotina é um elemento importante da Educação Infantil, por proporcionar à criança sentimentos de estabilidade e segurança.
  • Também proporciona à criança maior facilidade de organização espaço-temporal, e a liberta do sentimento de estresse que uma rotina desestruturada pode causar
  • Objetivos a ser conquistados a partir da rotina:
  • 01- ATENDER E INTEGRAR O CUIDAR, EDUCAR E BRINCAR INCLUINDO ATIVIDADES: • das diversas áreas do conhecimento; De alimentação e higiene; De repouso;Outras atividades específicas importantes para o projeto da instituição.
  • 02- CONTRIBUIR PARA MUITOS TIPOS DE INTEGRAÇÃO: • Trabalho coletivo com toda a turma; Trabalho coletivo com pequenos grupos; Crianças interagindo com outras crianças ou com a professora.
  • 03- PROPORCIONAR UMA DIVERSIDADE DE ATIVIDADES, CONTRIBUINDO PARA A CONSTRUÇÃO DE CONHECIMENTOS E AUTONOMIA: • Atividades com grupos; Atividades individuais;Atividades movimentadas;Atividades calmas;Atividades de muita ou pouca concentração.
  • 04- PROPORCIONAR OPORTUNIDADE DE TRABALHO EM DIVERSOS CANTINHOS E AMBIENTES EXTERNOS.
  • A criança precisa ter consciência da rotina. Saber quais as atividades que a compõem, qual a seqüência e o nome de cada uma delas.
  • É importante levar em consideração que durante o desenvolvimento de cada uma das atividades da rotina a criança deverá:
  • - Ter tempo de planejar o que vai fazer; - Ter tempo o suficiente para realizar suas atividades com tranqüilidade;
  • - Ser avisada alguns minutos antes, que o tempo daquela atividade vai acabar, para que a criança possa concluir seu objetivo e ter tempo de arrumar os materiais durante o trabalho.
  • Nesta proposta educativa as habilidades e conteúdos de aprendizagem estão organizados nos âmbitos de experiência de Formação Pessoal e Social e Conhecimento de Mundo, com eixos de trabalho que fornece os processos de Identidade e Autonomia das crianças na construção das diferentes linguagens e nas relações que estabelecem com os objetivos de conhecimento como: Movimento, Música, Artes Visuais, Linguagem Oral e Escrita, Natureza e Sociedade e Matemática.
  • Para o estabelecimento de rotinas na educação infantil far-se-á necessário possibilitar a percepção da criança na relação tempo espaço.Sendo estabelecidos nos horários.
  • Modelo de Rotina
  • A rotina é muito importante na Educação Infantil e essa deve ser fundamentada elaborando-se um PLANEJAMENTO SEMANAL, tendo em vista, a rotina da escola como um todo e o horário de funcionamento da instituição.
  • Além do pedagógico deve conter nesse planejamento as rotinas diárias como alimentação, higiene pessoal, hora do sono (no caso, de crianças do integral) e também a parte de recreação.
  • TURNO MANHÃ: ACOLHIDA: Músicas, brincadeiras, palavras afetuosas, etc. CAFÉ HIGIENIZAÇÃO COM MÚSICAS
  • HORA DA CHAMADA: (crachás, brincadeiras, jogos, adivinhações,etc).
  • HORA DAS RODAS: RODA DA NOVIDADE; DA MÚSICA; SURPRESA; DAS BRINCADEIRAS; Jogos semi-dirigido, nos cantinhos temáticos; Danças; canções; jogos de construção/montagem; histórias contadas ou dramatizadas; brincadeiras de faz-de-conta; atividades ao ar livre (com ou sem banho de sol); brincadeiras diversas.
  • EXPLORAÇÃO CARTAZES DE ROTINA: (individual e coletiva).
  • HORA DA HISTÓRIA: (individual, coletiva, oral pelo (a )EDUCADOR(A). Tipos: historinhas, contos de fadas, história em quadrinhos, músicas(caixa de historias), poesias, parlendas e outras (relacionadas com as temáticas do projeto)
  • BRINCADEIRA MONITORADA: Jogos e brincadeiras mediados pelos Educadores HIGIENE: Hora do banho
  • ALMOÇO: Conforme o cardápio do dia: Este é um momento importante de aprendizagem, Por isso, o (a) educador(a) deverá acompanhar as crianças neste momento
  • TURNO TARDE:   LANCHINHO/HIGIENE (DE ACORDO COM A ROTINA DE CADA CEMEI)  
  • RODA DA HISTÓRIA: (individual, coletiva, oral pelo (a) educador (a). Tipos: historinhas, contos de fadas, história em quadrinhos, músicas, poesias, parlendas e outras (relacionadas com as temáticas do projeto).
  • BRINCADEIRA MONITORADA: Jogos e brincadeiras mediados pelos Educadores JANTAR: Conforme o cardápio do dia.
  • SISTEMATIZAÇÃO DO DIA: Serve como forma de observação se as habilidades foram atingidas, questionando com as crianças
  • • O que aprendemos? • Como aprendemos? • Através do que aprendemos? • Por que aprendemos?
  • • E assim sucessivamente, sendo que no final da semana ou da quinzena, você, educadora, terá o espelho da turma através do registro individual dos alunos na ficha ou caderno.
  • DESPEDIDA: Música; palavras afetuosas, etc.
  • É interessante aqui reforçar a idéia de que a rotina deve prever pouca espera das crianças, principalmente durante os períodos de higiene e de alimentação. A espera pode ser evitada se organizarmos a nossa sala de aula de maneira que a criança tenha a possibilidade de realizar outras atividades, de forma mais autônoma, tendo livre acesso a espaços e materiais, enquanto o professor está atendendo uma única criança.
  • A rotina pode ser em forma de desenho para crianças com menos idade, como as do maternal, escrita em forma de lista (pauta) para as crianças da pré-escolas por exemplo. A seguir algumas imagens da rotina desenhada.
  • Hora da Roda Na roda, o professor recebe as crianças, proporcionando sensações como acolhimento, segurança e de pertencer àquele grupo, aos pequenos que vão chegando. Para tal, pode utilizar jogos de mímica, músicas e mesmo brincadeiras tradicionais, como “adoleta” e “corre-cotia”,, promovendo um verdadeiro “ritual” de chegada.
  • Após a chegada, o educador deve organizar a roda de conversa, onde as crianças podem trocar idéias e falar sobre suas vivências. Aqui cabe ao educador organizar o espaço, para que todos os que desejam possam falar, para que todos estejam sentados de forma que possam ver-se uns aos outros, além de fomentar as conversas, estimulando as crianças a falarem, e promovendo o respeito pela fala de cada um.
  • Através das falas, o professor pode conhecer cada um de seus alunos, e observar quais são os temas e assuntos de interesse destas.
  • Na roda, o educador pode desenvolver atividades que estimulam a construção do conhecimento acerca de diversos códigos e linguagens, como, por exemplo, marcação do dia no calendário, brincadeiras com crachás contendo os nomes das crianças, jogos dos mais diversos tipos (visando apresentá-los às crianças para que, depois, possam brincar sozinhas) e outras.
  • Também na roda deverão ser feitas discussões acerca dos projetos que estão sendo trabalhados pela classe, além de se apresentar às crianças as atividades do dia, abrindo, também, um espaço para que elas possam participar do planejamento diário.
  • O tempo de duração da roda deve equilibrar as atividades a serem ali desenvolvidas e a capacidade de concentração/interação das crianças neste tipo de atividade.
  • Hora da História Podemos dizer que o ato de contar histórias para as crianças está presente em todas as culturas, letradas ou não letradas, desde os primórdios do homem. As crianças adoram ouvi-las, e os adultos podem descobrir o enorme prazer de contá-las.
  • Na Educação Infantil, enquanto a criança ainda não é capaz de ler sozinha, o professor pode ler para ela. Quando já é capaz de ler com autonomia, a criança não perde o interesse de ouvir histórias contadas pelo adulto; mas pode descobrir o prazer de contá-las aos colegas. Enfim, a “Hora da História” é uma momento valioso para a educação integral (de ouvir, de pensar, de sonhar) e para a alfabetização, mostrando a função social da escrita.
  • O professor pode organizar este momento de diversas maneiras: no início ou fim da aula; incrementando com músicas, fantasias, pinturas; organizando uma pequena biblioteca na sala; fazendo empréstimos de livros para que as crianças leiam em casa, enfim, há uma infinidade de possibilidades.
  • Hora do Lanche/Higiene Devemos lembrar que comer não é apenas uma necessidade do organismo, mas também uma necessidade psicológica e social. Na Bíblia, por exemplo, encontramos dezenas de situações em que Jesus compartilhava refeições com seus discípulos, fato que certamente marcou nossa cultura. Em qualquer cultura os adultos (e as crianças) gostam de realizar comemorações e festividades marcadas pela comensalidade (comer junto).
  • Por isso, a hora do lanche na Educação Infantil não deve atender apenas às necessidades nutricionais das crianças, mas também às psicológicas e sociais: de sentir prazer e alegria durante uma refeição; de partilhar e trocar alimentos entre colegas; de aprender a preparar e cuidar do alimento com independência; de adquirir hábitos de higiene que preservam a boa saúde.
  • Por isto, a hora do lanche também deve ser planejada pelo professor. A disposição dos móveis deve facilitar as conversas entre as crianças; deve haver lixeiras e material de limpeza por perto para que as crianças possam participar da higiene do local onde será desfrutado o lanche (antes e depois dele ocorrer); deve haver uma cesta onde as crianças possam depositar o lanche que desejam trocar entre si (estimulando a socialização e, ao mesmo tempo, o cuidado com a higiene).
  • Além disso, é importante que o professor demonstre e proporcione às crianças hábitos saudáveis de higiene antes e depois do lanche (lavar as mãos, escovar os dentes, etc.)
  • O lanche também pode fazer parte dos projetos desenvolvidos pela turma: pesquisar os alimentos ais saudáveis, plantar uma horta, fazer atividades de culinária, produzir um livro de receitas, fazer compras no mercado para adquirir os ingredientes de uma receita, dentre outras, são atividades às quais o professor pode dar uma organização pedagógica que possibilite às crianças participar ativamente, e elaborar diversos projetos junto com a turma.
  • Hora da Brincadeira Brincar é a linguagem natural da criança, e mais importante delas. Em todas as culturas e momentos históricos as crianças brincam (mesmo contra a vontade dos adultos). Todos os mamíferos, por serem os animais no topo da escala evolutiva, brincam, demonstrando a sua inteligência.
  • Entretanto, há instituições de Educação Infantil onde o brincar é visto como um “mal necessário”, oferecido apenas por que as crianças insistem em fazê-lo, ou utilizado como “tapa-buraco”, para que o professor tenha tempo de descansar ou arrumar a sala de aula.
  • Acreditamos que a brincadeira é uma atividade essencial na Educação Infantil, onde a criança pode expressar suas idéias, sentimentos e conflitos, mostrando ao educador e aos seus colegas como é o seu mundo, o seu dia-a-dia.
  • A brincadeira é, para a criança, a mais valiosa oportunidade de aprender a conviver com pessoas muito diferentes entre si; de compartilhar idéias, regras, objetos e brinquedos, superando progressivamente o seu egocentrismo característico; de solucionar os conflitos que surgem, tornando-se autônoma; de experimentar papéis, desenvolvendo as bases da sua personalidade. Cabe ao professor fomentar as brincadeiras, que podem ser de diversos tipos.
  • . Ele pode fornecer espelhos, pinturas de rosto, fantasias, máscaras e sucatas para os brinquedos de faz-de-conta: casinha, médico, escolinha, polícia-e-ladrão, etc.
  • Pode pesquisar, propor e resgatar jogos de regra e jogos tradicionais: queimada, amarelinha, futebol, pique-pega, etc. Pode confeccionar vários brinquedos tradicionais com as crianças, ensinando a reciclar o que seria lixo, e despertando o prazer de confeccionar o próprio brinquedo: bola de meia, peteca, pião, carrinhos, fantoches, bonecas, etc.
  • Pode organizar, na sala de aula, um cantinho dos brinquedos, uma “casinha” além de, é claro, realizar diversas brincadeiras fora da sala de aula. Além disso, as brincadeiras podem despertar projetos: pesquisar brinquedos antigos, fazer uma Olimpíada na escola, ou uma Copa do Mundo, etc
  • Atividades Extra-Classe (Interação com a comunidade) A sala de aula e o espaço físico da escola não são os únicos espaços pedagógicos possíveis na Educação Infantil. Em princípio, qualquer espaço pode tornar-se pedagógico, dependendo do uso que fazemos dele.
  • Praças, parques, museus, exposições, feiras, cinemas, teatros, supermercados, exposições, galerias, zoológicos, jardins botânicos, reservas ecológicas, ateliês, fábricas e tantos outros.
  • O professor deve estar atento à vida da comunidade e da cidade onde atua, buscando oportunidades interessantes, que se relacionem aos projetos desenvolvidos na classe, ou que possam ser o início de novos projetos.
  • Isto certamente enriquecerá e ampliará o projeto político-pedagógico da instituição, que não precisa ser confinando à área da escola. Pode haver até mesmo intercâmbios com outras instituições educacionais.
  •   Na rotina também é importante que se destaque a fase de adaptação, especificamente no início do ano.
  •                                   ADAPTAÇÃO: Sabe-se que o primeiro contato que a criança tem com a escola é um momento único e especial, tanto para a família quanto para a escola.                    
  • Partindo desse pressuposto, é fundamental que o educador receba as crianças com o maior afeto possível, demonstrando simpatia e principalmente mostrando segurança para os pequenos iniciantes do convívio escolar.  
  • É importante que na rotina o professor/ educador distribua nos dias da semana conteúdos relacionados ao eixos norteadores, tais como:
  • - ÁREA :MÚSICA
  • ÁREA: NATUREZA E SOCIEDADE
  • - ÁREA:LINGUAGEM ORAL E ESCRITA
  • ÁREA :MATEMÁTICA
  • ÁREA:ARTES VISUAIS
  • O semanário
  • O semanário do professor, isto é, onde o professor, faz seus registros anteriores ao que será desenvolvido na rotina, é também posteriormente à rotina, para registro do que deu certo e do que não foi tão legal, é um grande aliado, pois por meio desses registros é que ele perceberá o que deve ser modificado no planejamento da rotina.
  • O plano de aula
  • Por meio dele, o educador pode fazer a previsão dos conteúdos que serão dados, as atividades que serão desenvolvidas, os objetivos que pretende alcançar, e as formas de avaliação.
  • Toda ação educativa é marcada pela intencionalidade. O registro marca o delineamento dessa ação educativa e permite melhor organização da prática docente.
  • Algumas dicas:
  • Modelos para planejar a rotina
  • Atividades de organização coletiva As crianças definem o que desejam fazer, e para isso é necessário que o ambiente, em termos de materiais e espaços, dê condições. Já as crianças maiores podem participar na própria organização das atividades.
  • Uma festa, por exemplo, é uma atividade coletiva que pode ser organizada junto com as crianças. O mesmo pode ser feito com relação a um passeio, uma visita fora da instituição.
  • Atividades de cuidado pessoal Não devemos separar o “cuidar” do “educar”. Uma das preocupações básicas das atividades de cuidado pessoal é com a saúde, entendendo a saúde como sendo o bem-estar físico, psicológico e social da criança.
  • A higiene, o sono e a alimentação são algumas das principais condições para a sua vida, é necessária uma atenção maior em relação à limpeza e aos hábitos adequados de higiene.
  • Também a alimentação é muito importante e não deve ser encarada com momento de dificuldade e de tensão. É importante observarmos alguns detalhes, tais como: o uso do guardanapo, a utilização correta dos talheres, e a ingestão de líquidos no momento adequado.
  • É possível organizar na creche brincadeiras e músicas que envolvam questões de higiene e alimentação. O sono é outro fator relevante para a saúde da criança, o ideal é que sejam ofertadas outras opções de atividades para as crianças que não querem ou não conseguem dormir.
  • O problema da exigência dos momentos de sono da criança é o resultado da falta de pessoal. Mas isso não é correto? Importante: as crianças nunca devem dormir sem a presença de um adulto para atender a qualquer eventualidade, como passar mal, acordar aos sustos, por exemplo.
  • Além disso, o horário é de descanso das crianças e não do profissional, que neste momento está trabalhando!
  • O momento do banho é especial para a criança na creche. No berçário, devemos cuidar da temperatura da água, arrumar as roupas antecipadamente e escolher os brinquedos para entreter a criança antes, durante e após o banho.
  • No maternal pode-se dar banhos de mangueira nas crianças, ou mesmo instalar chuveiros externos quando as condições climáticas assim permitirem.
  • Atividades dirigidas Na creche, as atividades dirigidas são aquelas que o professor realiza com uma ou poucas crianças, procurando chamar a atenção pra algum elemento novo do ambiente, como uma figura, uma brincadeira com som etc.
  • No momento em que as crianças aprendem a andar é relevante realizar passeios pela creche. O adulto deve coordenar inúmeras atividades com as crianças, a partir de certa idade, tais como: contar histórias, fazer teatro com fantoches, ensinar músicas e brincadeiras de roda, brincar de esconde-esconde.
  • O interessante é propor atividades à criança e deixá-la segura para escolher a forma de participar. Isso significa respeitar seu ritmo, confiar na criança, na sua capacidade de ação e na liberdade que tem para expressar seus sentimentos.
  • Atividades livres Estas atividades devem fazer parte d programação diária de todos os grupos de crianças, desde o berçário até a turma dos maiores.
  • Cabe a este organizar espaços e momentos para que as crianças livremente explorem o ambiente e escolham suas atividades específicas, mas é sempre interessante que o professor intervenha na coordenação das brincadeiras quando assim for necessário e integre-se como participante.
  • O COTIDIANO NA EDUCAÇÃO INFANTIL
  • 2. A efetivação da Lei 11.274 de 06 de fevereiro de 2006, passa a incluir as crianças com 06 anos de idade no Ensino Fundamental e amplia o Ensino Fundamental para 09 anos.
  • 3. É preciso re-dimensionar , re-estruturar e repensar o Ensino Fundamental, para ser adequado à faixa etária e para que mais um ano de ensino obrigatório, democratize o ensino, e promova a inclusão e diminua as desigualdades.
  • 4. A efetivação desta Lei, é uma oportunidade única de se pensar a escola, espaço, tempo e currículo – não só para as crianças de 06 anos, mas para as de 07, 08, 09 e 10 anos de idade.
  • 5. A Educação Infantil, com suas práticas pedagógicas, que visam ao desenvolvimento integral das crianças, focadas nas linguagens, na expressão, no espaço do brincar, na apropriação interdisciplinar de conhecimentos...
  • 6. E com seu sistema de avaliação de acompanhamento e registro do desenvolvimento das crianças têm muito a contribuir em diálogo com o Ensino Fundamental.
  • 7. A cada dia, são mais recorrentes os estudos que apontam a importância dos primeiros anos de vida para o desenvolvimento da criança.
  • 8. Conforme documentos da UNICEF sobre a situação da infância no Brasil (2001) descobertas têm demonstrado convincentemente que a primeira infância, desde a gestação, é a fase mais crítica da pessoa no que diz respeito ao seu desenvolvimento biológico, cognitivo, emocional e social.
  • 9. E mais: As crianças que freqüentam uma Educação Infantil de boa qualidade obtém melhores resultados em testes de desenvolvimento e em seu desempenho no Ensino Fundamental.
  • 10. Cabe ainda ressaltar que no mundo contemporâneo, diferentemente do passado, freqüentar espaços de Educação Infantil não se relaciona mais à classe social, não são apenas os filhos das mulheres trabalhadoras que precisam de uma instituição para cuidar e educá-los.
  • 11. As mudanças sociais têm conferido à Educação Infantil um papel importante na vida das crianças, fazendo parte da socialização das crianças de qualquer classe social.
  • 12. Sendo assim, as crianças passam a ter seu cotidiano regulado por uma instituição educativa. Lugar de socialização, de convivência, de trocas, de interações, de afetos, de ampliação e inserção sociocultural. .
  • 13. De constituição de identidades e de subjetividades, neste lugar, partilham situações, experiências, culturas, rotinas, cerimônias institucionais, regras de convivência, estão sujeitas a tempos e espaços coletivos, bem como a graus diferentes de restrições e controle dos adultos
  • 14. Ter acesso à Educação Infantil é um direito constitucional das crianças desde que nascem, um direito que abarca outros direitos, na medida em que inclui a proteção das crianças sem seus aspectos mais integrais.
  • 15. Nos processos interativos as crianças não apenas recebem e se formam, mas também criam e transformam, são constituídas na cultura e também são produtoras de cultura...
  • 16. Uma proposta se efetiva em espaços e tempos, através de atividades realizadas por crianças e adultos em interação.
  • 17. As condições do espaço, organização dos recursos, diversidade de ambientes internos e ao ar livre, adequação, limpeza são fundamentais à uma boa escola de Educação Infantil...
  • 18. A brincadeira é fundamental para a criança interagir e construir conhecimentos sobre si mesma e sobre a realidade que a cerca.
  • 19. Um trabalho de qualidade para as crianças pequenas exige ambientes aconchegantes, seguros, estimulantes, desafiadores, criativos, alegres e divertidos, onde as atividades elevem sua auto-estima e agucem sua curiosidade nata...
  • 20. Os espaços para as atividades precisam ser compreendidos como espaços sociais, onde o educador tem papel decisivo, não só na organização mas também em sua postura, na forma de mediar as relações, ouví-las instigá-las.
  • 21. Porém, o fato de as instituições de Educação Infantil serem entendidas como espaços-ambientes educativos não significa adotar o modelo escolar vigente.
  • 22. Este modelo costuma ter uma prática pedagógica voltada para conteúdos segmentados e fragmentados e atividades dirigidas por professores com alunos cumprindo tarefas e passando grande parte dentro de uma sala de aula.
  • 23. Este modelo têm sido questionado... Trata-se de pensar um trabalho que vincule o lúdico ao educativo, que entenda o pedagógico como cultural, que desconstrua a idéia de aluno, de aula e conceba o sujeito criança...
  • 24. FUNÇÕES E PROPOSTAS “ Cresci brincando no chão, entre formigas. De uma infância livre e sem comparamentos. Eu tinha mais comunhão com as coisas do que comparação. Porque se a gente fala a apartir de ser criança, a gente faz comunhão:de um orvalho e sua aranha, de uma tarde e suas garças, de um pássaro e sua árvore”. (Manuel Barros)
  • 25. Atenção ao histórico dos pré-escolares... As políticas educacionais da década de 70, pautaram-se na educação compensatória, com vistas à compensação de carências culturais, deficiência lingüísticas e defasagens afetivas das crianças provenientes de classes populares...
  • 26. Influenciados por programas desenvolvidos nos EUA e na Europa, documentos oficiais do MEC e Pareceres do então Conselho Federal de Educação, defendiam a idéia de que a pré-escola poderia salvar a escola dos problemas relativos ao fracasso escolar...
  • 27. Nos anos 1980 e 1990, a Educação Infantil passa a ser considerada como a primeira etapa da Educação Básica, onde o Estado e os Municípios passam a oferecer creches e pré-escolas (assegurado a opção da família) como melhoria da qualidade de vida da população.. .
  • 28. Mais: Ver ECA, LDB, Constituição Federal.
  • 29. A partir de 2000, a Educação Infantil passa a ser vista como uma necessidade da sociedade, caracterizando-se por um espaço de socialização, de troca, de ampliação de experiências e conhecimentos, de acesso a diferentes produções culturais.
  • 30. Entretanto, a Educação Infantil, segundo o próprio MEC (1996) , nasce de uma intencionalidade educativa explicitada num currículo pré-estabelecido.
  • 31. Acreditar que uma proposta se efetiva em espaços e tempos, através de atividades realizadas por crianças e adultos em interação.
  • 32. As condições do espaço, organização, recursos, diversidades de ambientes internos e ao ar livre, adequação, limpeza, segurança , são fundamentais, mas é nas relações que os sujeitos estabelecem que o espaço físico deixa de ser um material construído e adquire condições de ambiente.
  • 33. Um trabalho de qualidade para as crianças pequenas exige ambientes aconchegantes, seguros, estimulantes, desafiadores, criativos, alegres e divertidos, onde as atividades valorizem e ampliem suas experiências e seu universo cultural.
  • 34. Ambientes que se abram às brincadeiras, que é o modo como as crianças dão sentido ao mundo, produzem histórias, criam cultura, experimentam e fazem arte.
  • 35. A brincadeira é fundamental para a criança interagir e construir conhecimentos sobre si mesma e sobre a realidade que a cerca.
  • 36. Segundo Vygotsky (1993), na brincadeira a criança comporta-se de forma mais avançada do que nas atividade de vida real.
  • 37. Além disso, a brincadeira fornece ampla estrutura para mudanças das necessidades e da consciência pois nela as crianças ressignificam o que vivem e sentem.
  • 38. Carlos Drummond de Andrade assim retrata esse momento lúdico: “ Brincar não é perder tempo, é ganhá-lo. É triste ter meninos sem escola, mas, mais triste é vê-los enfileirados em salas, com exercícios estéreis, sem valor para a formação humana .”
  • 39. Howard Gardner assim se posiciona: Brincar é um componente crucial do desenvolvimento, pois, através do brincar a criança é capaz de tornar manejáveis e compreensíveis os aspectos esmagadores e desorientadores do mundo.
  • 40. Na verdade o brincar, é um parceiro insubstituível do seu desenvolvimento, seu principal motor. Em seu brincar, a criança pode experimentar comportamentos, ações percepções sem medo de represálias ou fracassos, tornando-se assim, mais bem preparada para quando o seu comportamento ‘contar’...
  • 41. Para Bruno Bettelheim, através da brincadeira de uma criança podemos compreender como ela vê, constrói o mundo – o que ela gostaria que ele fosse, suas preocupações e que problemas a estão assediando.
  • 42. Pela brincadeira ela expressa o que teria dificuldade de colocar em palavras. Nenhuma criança brinca só para passar o tempo... Sua escolha é motivada por processos íntimos, desejos, problemas, ansiedades...
  • 43. O que está acontecendo com a mente da criança, determina suas atividades lúdicas; brincar é sua linguagem secreta, que devemos respeitar mesmo se não a entendemos...
  • 44. O movimento, o jogo, a ação corporal e a vivência das sensações constituem um elo entre o eu, o mundo e os outros, sendo este o primeiro plano de um fazer mental e expressivo.
  • 45. Durante toda infância, atividades corporais, movimentos específicos, brincadeiras, constituem meios insubstituíveis para o desenvolvimento pessoal nas esferas motora, afetiva e cognitiva.
  • 46. Com isso pode-se afirmar que são os educadores que dão o tom ao trabalho, que reforçam ou não a capacidade crítica e a curiosidade das crianças, que as aproximam dos objetos e das situações, que acreditam ou não nas suas possibilidades.
  • 47. São os educadores que fazem a ponte com as famílias e a comunidade, que promovem a troca sobre o desenvolvimento, as conquistas e as necessidades das crianças, que esclarecem os pais sobre assuntos que dizem respeito à infância.
  • 48. Por sua vez o fato de as instituições de Educação Infantil serem entendidas como espaços-ambientes educativos, não significa adotar o modelo escolar vigente, que costuma ter uma prática pedagógica voltada para conteúdos segmentados e fragmentados.
  • 49. Pensar o trabalho que vincule o lúdico ao educativo, que entenda o pedagógico como cultural, que desconstrua a idéia de aluno, de aula e conceba o sujeito criança, num espaço de convívio coletivo e onde as mais diversas relações possam se estabelecer é a idéia fundamental nesta nova Prática Pedagógica.
  • 50. Então cabe-nos indagar: Como tem sido organizado o cotidiano das crianças na Educação Infantil? Em que medida as crianças pequenas participam das rotinas, alteram e transformam as regras, os tempos e espaços instituídos? Que espaços e tempos a escola abre aos pequenos?
  • 51. O que as crianças produzem nas ações e interações que ali ocorrem? Qual é o lugar da brincadeira e das diferentes linguagens e expressões artístico-culturais das crianças?
  • 52. Por fim devemos pensar que na Educação Infantil é um lugar privilegiado de trocas, de expressão, de ampliação de experiências, de produção de conhecimento, de vivência de afetos e sentimentos, de conquistas e desenvolvimento pleno de suas potencialidades.
  • 53. CAROS PROFESSORES (AS) Neste espaço lúdico, preparamos o aluno, o cidadão, aquele que vai desencadear toda mudança cognitiva em suas aquisições de experiências significativas.
  • 54. ENTÃO, MÃOS-À-OBRA!
  • Na rotina se faz importante trabalhar os valores com as crianças!!!
  • MATERIAL DIDÁTICO
  • FUNDAMENTAÇÃO
  • PILARES DA EDUCAÇÃO
  • EDUCAÇÃO INFANTIL
  • Educação Infantil
  • REFERENCIAIS
  • MATERIAL DIDÁTICO EDUCAÇÃO INFANTIL
  • EXECUÇÃO DAS DIFERENTES ACTIVIDADES LÚDICO PEDAGÓGICAS
  • EXECUÇÃO DAS DIFERENTES ATIVIDADES LÚDICO-PEDAGÓGICAS
  • ATIVIDADES NAS ENTIDADES DE APOIO À INFÂNCIA
  • ROTINAS
  • EXEMPLO DE ROTINA
  • ATIVIDADES DIÁRIAS NAS ENTIDADES DE APOIO À INFÂNCIA
  • ATIVIDADES NAS ENTIDADES DE APOIO À INFÂNCIA
  • REGRAS NO PERÍODO DA ALIMENTAÇÃO
  • SOCIALIZAÇÃO
  • PAPEL/ESTATUTO
  • CULTURA
  • FUNÇÕES DA AUXILIAR DE ACÇÃO EDUCATIVA
  • TAREFAS NO PERÍODO DO SONO (SESTA)
  • TAREFAS NO PERÍODO DA ALIMENTAÇÃO
  • CONCEPÇÃO CRIANÇA - sujeito social e histórico que sente, expressa-se e interage com o meio de muitas maneiras.
  • ESCOLA - espaço privilegiado do saber, das buscas, das intervenções e dos questionamentos.Trata-se do lugar onde brincar, refletir, fazer e representar são meios de apropriação de conhecimentos, hábitos e valores.
  • APRENDIZAGEM - Processo dinâmico de construção que ocorre por meio da relação entre o indivíduo e o conhecimento.A aprendizagem contribui com os alunos para que adquiram competências necessárias ao desenvolvimento de cidadãos plenos e atuantes.
  • A CONTRIBUIÇÃO DA MÚSICA PARA O DESENVOLVIMENTO INFANTIL
  • Ao nascer a criança é cercada de sons e esta linguagem musical é favorável ao desenvolvimento das percepções sensório-motoras, dessa forma a sua aprendizagem se dá inicialmente através dos seus próprios sons (choro, grito, risada), sons de objetos e da natureza (chuva, vento), o que possibilita a criança descobrir que ela faz parte de um mundo chio de vibrações sonoras, pois como afirma Brito (2003, p.35)
  • Segundo Brito (2003), as cantigas de ninar, as canções de roda, as parlendas e todo tipo de jogo musical têm grande importância, pois é por meio das interações que se estabelecem os repertórios que permitirá às crianças comunicar-se pelos sons.
  • O RCNEI (Referencial Curricular Nacional para educação infantil) afirma que a música é: uma das formas importantes de expressão humana, o que por si só justifica sua presença no contexto da educação, de um modo geral, e na educação infantil, particularmente (BRASIL, 1998, v 3, p. 45).
  • Quando estão cantando, as crianças trabalham sua concentração, memorização, consciência corporal e coordenação motora, principalmente porque, juntamente com o cantar, ocorre com freqüência o desejo ou a sugestão para mexer o corpo acompanhando o ritmo e criando novas formas de dança e expressão corporal. (BELLO, 2001)
  • Ouvir música não deve ser uma atividade imposta e sim realizada com prazer, pois somente assim os benefícios serão obtidos de forma natural, como sempre deve ocorrer na relação entre pais e filhos e entre alunos e professores.
  • A música no Brasil sofreu e ainda sofre com certos conceitos errôneos, como por exemplo, a prática de utilizar a canção de forma condicionadora, adestradora, para a hora do lanche ou a hora de ir embora, tornam a experiência musical vazia e sem significado para a criança, já que ela somente reproduz o que lhe foi ensinado sem nenhuma reflexão ou possibilidade de experimentação.
  • a música favorece inúmeros aspectos do desenvolvimento infantil, como a comunicação, o relacionamento, o aprendizado, a expressão e a organização.
  • Atividades que devem estar presentes em creches e pré-escolas: Trabalho vocal; Interpretação e criação de canções; Brinquedos cantados e rítmicos;
  • Jogos que reúnem som, movimento e dança; Jogos de improvisação; Sonorização de histórias; Elaboração e execução de arranjos (vocal e instrumental);
  • Invenções musicais (vocal e instrumental); Construção de instrumentos e objetos sonoros; Registro e notação; Escuta sonora e musical: escuta atenta, apreciação musical; Reflexões sobre a produção e a escuta.  
  • É importante levar a té a crainça músicas das quais ela goste. E entre essa músicas estão: aclantos brincos e parlendas
  • De acordo com Brito, (2003), o repertório deve conter músicas de diversas influências, trabalhando para ampliar as experiências das crianças. A utilização do repertório trazido por elas deve existir, assim como a experimentação e criação de músicas pelas crianças deve ser estimulada.
  • As músicas devem ser aproveitadas para desenvolver outros assuntos, integrando a música as necessidades de outras disciplinas.  
  • É necessário que os professores se reconheçam como sujeitos mediadores de cultura dentro do processo educativo e que leve em conta a importância do aprendizado das artes no desenvolvimento e formação das crianças como indivíduos produtores e reprodutores de cultura
  • a música é um instrumento facilitador do processo de ensino aprendizagem, portanto deve ser possibilitado e incentivado o seu uso em sala de aula.
  • UMA PITADA DE AFETIVIDADE NO NOSSO COTIDIANO.
  • OBJETIVO GERAL
  • FUNDAMENTAÇÃO TEORICA
  • METODOLOGIA
  • FOTOS
  • ANÁLISE DE DADOS
  • CONSIDERAÇÕES FINAIS
  • O COTIDIANO NA EDUCAÇÃO INFANTIL
  • FUNÇÕES E PROPOSTAS
  • Atenção ao histórico dos pré-escolares...
  • CAROS PROFESSORES (AS)
  • BIBLIOGRAFIA
  • Referências bibliográficas BATISTA, Rosa.O Caráter Educativo da Creche: um estudo de caso a partir da rotina. Dissertação apresentada ao Curso de Mestrado em Educação da Universidade Federal de Santa Catarina,1998.Orientadora Profa. Dra. Ana Beatriz Cerisara.
  • Autora: Fabiana Ramos de Souza Pedagoga/ Psicopedagoga