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Historiografia com as pioneiras e precursoras do SERVIÇO SOCIAL - Mary Richmond e Jane Adams. Curso com Cerificado incluso de 4 horas.

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Historiografia com as pioneiras e precursoras do SERVIÇO SOCIAL - Mary Richmond e Jane Adams.

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  • A situação social nos Estados Unidos, no fim do século XIX, era um pouco diferente do da Inglaterra: a industrialização se desenvolvia rapidamente, graças à ausência de impostos, mercados abertos para toda espécie de produtos, construção de ferrovias e estradas e mão-de­obra barata vinda dos países europeus.

  • Miséria também era grande Milhares de imigrantes chegavam todos os anos, fugindo da pobreza da Europa, das guerras, perseguições e discriminações: amontoavam-se em bairros populosos, com habitações precárias, sem higiene, sem escolas para as crianças e sem assistência médica não diferente do Velho Mundo.

  • Os auxílios, as esmolas só agiam sobre os efeitos, não sobre as causas.
    O governo norte-americano, inspirado pela filosofia do "laissez-faire", não se ocupava senão do que interessava à grande comunidade como-um-todo, deixando aos Estados e Municípios a liberdade de organizar - se quisessem - uma assistência paliativa.
    Todo o trabalho assistencial recaia, portanto, sobre as igrejas e as obras privadas.

  • Muitas idéias a respeito da assistência tinham vindo da Inglaterra: havia uma influência muito grande da "Poor's Law" na fixaç[o de residências das pessoas que pretendiam um auxílio. As obras privadas copiaram as "Charities Organization Societies" da Inglaterra.
    O intercâmbio era constante entre os dois países residências e Centros de Vizinhança.

  • Jane Addams nasceu em 1860, numa família quaker, no Estado de Illinois, que logo se mudou para o Estado da Pensilvania, onde fixou residência...
    Começou a pensar em algo parecido: "uma casa num bairro pobre onde moças educadas poderiam ver como vivia a outra metade da sociedade", dizia ela em "Twenty Years at Hull House". Iniciou-se, então, um período que Jane Addams chama "a vida tortuosa de preparação". Voltou várias vezes a Inglaterra (Toynbee Hall), conversou com cientistas sociais, jornalistas e escritores, até com Tolstói.

  • Organizações como Toynbee Hall foram chamadas, na Inglaterra, de "residéncia social" (Social Settlements), enquanto que nos Estados Unidos adotou-se o nome de Centro de Vizinhança (Neighborhood Center). "Ambos não faziam distinção de quaisquer classes, de raças ou religião. Como centro de atividades, não implicava uma filosofia sociológica específica. "
    "Residir numa comunidade é viver em: paz com os vizinhos, para que cresça entre todos um sentido de relacionamento e de interesses comuns", dizia Jane Addams.

  • "Proporcionar a integração dos residentes que assim chegam a votar na comunidade. Estes conheciam as condições de vida da vizinhança, no decorrer do ano, no dia-a-dia, nos domingos e nos feriados, conviviam com as dificuldades do trabalho, nas ruas e vielas em péssimas condições e a influência industrial sobre a vida de todos; presenciavam a luta para manter a família numa vida decente".
    "Ora, o objetivo fundamental de qualquer trabalho social, Comentava Jolm L. Elliot, em 1915, é restaurar nas pessoas o respeito a si mesmo." Jane Addams insistia muito sobre este ponto: "uma mulher trabalhando numa fábrica é um ser humano, da mesma forma que a prostituta não deixa de ser uma mulher".

  • Preocupação com o ambiente, como um fator de regeneração, levou Jane Addams a protestar junto às autoridades contra falta de remoção do lixo nas ruas, primeiro passo para obter um ambiente melhor.
    "Na época da fundação de Hull House não havia, em Chicago, nem play-ground, nem banhos públicos, jardins de infância, consultórios médicos, isto é, nenhum serviço.“
    Hull House proporcionou alguns desses serviços, porém, o que Jane Addams e suas colaboradoras queriam era conscientizar os residentes e a população e levá-los a obter do governo os serviços que lhe competia manter e a organizar por si os demais necessários ao bem-estar da comunidade.
    Hull House não podia ser uma voz isolada no cenário social de Chicago e dos Estados Unidos. O meio de divulgar o "ideal" dos Centros de Vizinhança era o fórum que a National Conferencia of Social Work.

  • A educação e a formação de Jane Addams não a predispuseram para uma vocação de "reformador social". Foi o fato de ter conhecido os Barnett, suas freqüentes visitas a Toynbee Hall e seus contatos com cientistas sociais que a despertaram para os trabalhos sociais, aos quais dedicou o resto de sua vida.
    1893: publicou, pela editora T. Y. Crowell, de New York, The Spirit of Youth and the City Streets (O Espírito da Juventude e as Ruas da Cidade), onde expõe suas idéias sobre os jovens, os perigos que os ameaçam e o papel das residências para ajudá-los.

  • Outras Publicações:
    1895 Hull House, Maps &Papers (Hull House, Mapas e Documentos), coletânea de documentos: cartas, notas, conferências, documentós legais, etc., sobre os primeiros anos de Hull House.
    1920 a 1930 publicou dois volumes contando e comentando o desenvolvimento histórico da residência de Chicago: Twenty Years at Hull House" (Vinte Anos de Hull House), e "The Second Twenty Years at Hull House“ (Os Segundos Vinte Anos de Hull House).

  • A situação da classe operária preocupava segundo Jane Addams, este estado de coisas era causado pela falta de organização da classe.
    Como todos os pioneiros, Jane Addams tinha uma fé inabalável na dignidade humana, na igualdade de todos e no senso inato de colaboração da espécie humana. Achava que a conscientização das situações e dos problemas era a mola para fazer as pessoas agirem e chegar a esta igualdade, compreensão mútua e colaboração.
    "Quando um homem ou um grupo demonstra maior consciência da situação, transforma em atos o que até aquele momento era apenas uma proposição filosófica. Quando a consciência social - se é que podemos empregar esta expressão - se manifesta em alguns, outros seguem-lhe o exemplo, timidamente no início, mas começam a enxergar uma luz de esperança da qual os primeiros talvez não tivessem consciência; surge, assim, um começo de código de ética, vago no início, mas tomando-se, aos poucos, consciente, com o apoio da comunidade."


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