Curso Online de Esquizofrenia
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Curso Online de Esquizofrenia

O aluno aprenderá a reconhecer os sinais e sintomas, causas e tratamento. Indicado para estudantes e profissionais da área de saúde, psic...

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O aluno aprenderá a reconhecer os sinais e sintomas, causas e tratamento.
Indicado para estudantes e profissionais da área de saúde, psicologia e demais áreas de interesse.

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- Ruth Miranda De Rezende

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Frente do certificado Frente
Verso do certificado Verso
  • Esquizofrenia e outras Psicoses

  • 1- Classificação
    1.1- DSM-IV
    2 -Sinais e sintomas
    2.1- Sintomas positivos
    2.2- Sintomas negativos
    3- Causas
    3.1-Teoria genética
    3.2- Teoria neurobiológica
    3.3 -Teorias psicanalíticas
    3.4- Teorias familiares
    3.5- Teoria dos neurotransmissores
    4- Etiologia
    5- Diagnóstico e questões polêmicas
    6- A interação com pacientes
    7 -Tratamento
    7.1- Tratamento farmacológico
    7.2 -Tratamento não-farmacológico
    8- Epidemiologia
    9- Casos notáveis
    10- Estudo dos Casos

    Conteúdo Programático

  • Esquizofrenia

    Esquizofrenia (do grego σχιζοφρένεια, composto de σχίζειν, "dividir em dois", e φρήν, φρεν-, "mente") é considerada pela psicopatologia como um tipo de sofrimento psíquico grave, caracterizado principalmente pela alteração no contato com a realidade (psicose).
    Segundo o DSM-IV, é um transtorno psíquico severo caracterizado por dois ou mais dentre o seguinte conjunto de sintomas por pelo menos um mês: alucinações visuais,  sinestésicas ou auditivas, delírios, fala desorganizada (incompreensível), catatonia ou/e sintomas depressivos. Juntamente com a paranóia (transtorno delirante persistente, na CID-10), o transtorno esquizofreniforme e o transtorno esquizoafetivo, as esquizofrenias compõem o grupo das psicoses.
    É hoje encarada não como doença, no sentido clássico do termo, mas sim como um transtorno mental, podendo atingir pessoas de qualquer idade, gênero, raça, classe social e país.
    Segundo estudos da OMS, atinge cerca de 1% da população mundial.

  • Classificação

    A Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde (CID), na CID-10, publicada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), conclui que "num certo número de casos, que varia segundo as culturas e as populações, a evolução dirige-se para uma cura completa ou quase completa"

    DSM-IV

    O diagnóstico da esquizofrenia, como sucede com a grande maioria dos transtornos mentais e demais psicopatologias, não se pode efetuar através da análise de parâmetros fisiológicos ou bioquímicos e resulta apenas da observação clínica cuidadosa das manifestações do transtorno ao longo do tempo.
    Quando do diagnóstico, é importante que o médico exclua outras doenças ou condições que possam produzir sintomas psicóticos semelhantes (uso de drogas, epilepsia, tumor cerebral, alterações metabólicas).
    O diagnóstico da esquizofrenia é por vezes difícil.

  • Para além do diagnóstico, é importante que o profissional identifique qual é o subtipo de esquizofrenia em que o doente se encontra. Atualmente, segundo o DSM IV, existem cinco tipos:

    Paranoide — é a forma que mais facilmente é identificada com a doença e na qual predominam os sintomas positivos. O quadro clínico é dominado por um delírio paranóide relativamente bem organizado. Os doentes de esquizofrenia paranóide são desconfiados, reservados, podendo ter comportamentos agressivos.

    Desorganizado — em que os sintomas afectivos e as alterações do pensamento são predominantes. As ideias delirantes, embora presentes, não são organizadas. Em alguns doentes pode ocorrer uma irritabilidade associada a comportamentos agressivos. Existe um contacto muito pobre com a realidade

  • Catatônico — caracterizado pelo predomínio de sintomas motores e por alterações da atividade, que podem variar desde um estado de cansaço e acinesia até à excitação.

    Indiferenciado — que apresenta habitualmente um desenvolvimento insidioso com um isolamento social marcado e uma diminuição no desempenho laboral e intelectual. Observa-se nestes doentes uma certa apatia e indiferença relativamente ao mundo exterior.

    Residual — em que existe um predomínio de sintomas negativos: os doentes apresentam um isolamento social marcado por um embotamento afetivo e uma pobreza ao nível do conteúdo do pensamento.

  • Ouvir vozes, paranóia, ver algo que ninguém mais vê, crenças extremistas mal fundamentadas, descuido com si mesmo, hostilidade, fala incompreensível e mudança na personalidade são alguns dos possíveis sintomas de esquizofrenia

  • Existe também a denominada esquizofrenia hebefrênica, que incide desde a adolescência, com o pior dos prognósticos em relação às demais variações da doença e com grandes probabilidades de prejuízos cognitivos e socio-comportamentais.

    Estes subtipos não são estanques, em determinada altura da evolução do quadro, a pessoa pode apresentar aspectos clínicos que se identificam com um tipo de esquizofrenia e, ao fim de algum tempo, pode reunir critérios de outro subtipo. Outro critério de classificação muito usado é a CID-10 (Classificação Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde).
    A CID é usada no Brasil e foi adotada como referência para profissionais de saúde do SUS.
    Sua maior vantagem está na possibilidade de traçar perfis epidemiológicos que facilitam a tomada de decisões pelas esferas do governo no que se refere à formulação de políticas e a realização de investimentos na área de saúde mental.

  • Sinais e sintomas

    A esquizofrenia, talvez o transtorno mental de maior comprometimento ao longo da vida, caracteriza-se essencialmente por uma fragmentação da estrutura básica dos processos de pensamento, acompanhada pela dificuldade em estabelecer a distinção entre experiências internas e externas.

    Embora primariamente uma doença orgânica neuropsiquiátrica que afeta os processos cognitivos, seus efeitos repercutem também no comportamento e nas emoções.

    Os sintomas da esquizofrenia podem variar de pessoa para pessoa, podendo aparecer de forma insidiosa e gradual ou, pelo contrário, manifestar-se de forma explosiva e instantânea.
    Podem ser divididos em duas grandes categorias:

    sintomas positivos e negativos.

  • Sintomas positivos

    Os sintomas positivos estão presentes com maior visibilidade na fase aguda da doença e são as perturbações mentais "muito fora" do normal, como que "acrescentadas" às funções psíquico-orgânicas da pessoa. Entende-se como sintomas positivos

    delírios (ideias delirantes, pensamentos irreais, "ideias individuais do doente que não são partilhadas por um grande grupo", como, por exemplo, um indivíduo que acha que está a ser perseguido pela polícia secreta e acha que é o responsável pelas guerras do mundo);

    alucinações, percepções irreais de audição, visão, paladar, olfato ou tato, sendo mais freqüentes as alucinações auditivas e visuais;

  • pensamento e discurso desorganizado (confusão mental), elaboração de frases sem qualquer sentido ou invenção de palavras;

    alterações visíveis do comportamento, ansiedade excessiva, impulsos ou agressividade constante na fase de crise.


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  • 1- Classificação
  • 1.1- DSM-IV
  • 2 -Sinais e sintomas
  • 2.1- Sintomas positivos
  • 2.2- Sintomas negativos
  • 3- Causas
  • 3.1-Teoria genética
  • 3.2- Teoria neurobiológica
  • 3.3 -Teorias psicanalíticas
  • 3.4- Teorias familiares
  • 3.5- Teoria dos neurotransmissores
  • 4- Etiologia
  • 5- Diagnóstico e questões polêmicas
  • 6- A interação com pacientes
  • 7 -Tratamento
  • 7.1- Tratamento farmacológico
  • 7.2 -Tratamento não-farmacológico
  • 8- Epidemiologia
  • 9- Casos notáveis
  • 10- Estudo dos Casos