Curso Online de SEMIOLOGIA CLÍNICA

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Curso voltado para estudantes e profissionais da área da saúde com material sobre Semiologia. Anamnese Como fazer um exame físico num pa...

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Curso voltado para estudantes e profissionais da área da saúde com material sobre Semiologia.
Anamnese
Como fazer um exame físico num paciente.
Todo indivíduo é capaz de distinguir um exame apressado e superficial daquele interessado e cuidadoso.
O paciente cujo sensação foi de um exame acurado e atenciosos cria, em relação ao terapeuta, o respeito e a confiança indispensáveis para o tratamento do seu problema.

Fisioterapeuta, pós graduada em: Fisioterapia Intensiva em Pediatria e neonatologia. Cursos em várias áreas: Estimulaçao Sensorio Motora, COVID-19, Intervenção Precoce em Prematuros, Urgências e Emergências Pediatricas, Oxigenoterapia e Ventilação Mecânica em Atenção Domiciliar, Ventosaterapia, Ergonomia, Dry Needling, Ventilação Mecânica em Pediatria, nas áreas de ortopedia, e de pediatria entre outros. APAIXONADA PELA PROFISSÃO, AMO PODER ENSINAR E PASSAR O POUCO QUE SEI. *OS CURSOS SÃO CURSOS COMO INTRODUÇÃO NO ASSUNTO CITADO, COM OBJETIVO DE ENSINAR AO ALUNO SOMENTE O CONTEÚDO TEÓRICO SOBRE O ASSUNTO. SENDO ASSIM, NÃO NOS RESPONSABILIZAMOS E NÃO GARANTIMOS O DESEMPENHO DO ALUNO NA PRÁTICA, POIS A EXECUÇÃO DA PARTE PRÁTICA SOBRE TUDO O QUE O ALUNO APRENDEU ESTUDANDO A TEORIA DURANTE O CURSO, DEPENDERÁ DA HABILIDADE, COMPETÊNCIA E APTIDÃO DE CADA ALUNO.



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Frente do certificado Frente
Verso do certificado Verso
  • sEMIOLOGIA clínica

  • RELAÇÃO TERAPEUTA/PACIENTE

    Informações importantes:
    Conquistar a confiança e levar o paciente a ver que você está interessado verdadeiramente em compreende-lo e ajuda-lo. Conseguir uma aliança terapêutica com o paciente, por si só, já preconiza a possibilidade de um tratamento eficaz e que realmente beneficie o doente.
    Eventualmente indivíduos aparentemente equilibrados podem tornar-se durante uma enfermidade irratadiços rebeldes e ansiosos, tendendo a diminuir com a melhora do quadro clínico.
    Informar ao doente seu estado real deve se considerar condições psíquicas individuais e de realidade objetiva.
    É aconselhável precauções na comunicação do prognóstico, mesmo nos casos em que haja uma convicção pessoal ou estatística a respeito da provável evolução da doença.

  • ANAMNESE

    Posições do examinador para o exame

    Posições do paciente para o exame clínico:

    Divisão da superfície corporal em regiões:

    Decúbito dorsal
    Decúbito lateral
    Decúbito ventral
    Decúbito sentada
    Decúbito ortostática

    Regiões da cabeça
    Regiões da face
    Regiões do pescoço
    Regiões do abdome
    Regiões dorsal
    Regiões torácica
    Regiões perineal
    Região do MS e do MI

  • Tipos de pacientes

    Paciente ansioso
    Paciente idoso
    Paciente surdo e mudo
    Paciente hipocondríaco
    Paciente crianças
    Paciente deprimido
    Paciente mental
    Paciente hostil
    Paciente verborreico
    Paciente em estado grave, entre outros.
    Ana (trazer de volta)
    Mnese (membro)

  • Objetivos principais do fisioterapeuta em uma anamnese:

    Uma anamnese deve ser:

    Sempre fiel e clara, para o diagnóstico correto. Em muitos casos é o único elemento com que contamos para o diagnóstico.
    Pode ser dirigida(faz perguntas ao paciente) ou espontânea(o próprio paciente fala suas queixas).

  • IDENTIFICAÇÃO E HISTÓRIA CLÍNICA

    1. IDENTIFICAÇÃO
    Cor
    Idade
    Estado civil
    Residência e procedência
    Sexo
    Nacionalidade
    Naturalidade

  • 2. HISTÓRIA CLÍNICA:
    É a história da doença narrada pelo próprio paciente ou pelo responsável que o acompanha.
    Queixa principal (Q.P) motivos pelos quais o doente procura recuso terapêutico. Deve ser anotada com as próprias palavras do doente.
    História da doença atual (H.D.A) as informações devem ser transcritas preferencialmente em termos técnicos.
    O terno S.I.C deve ser utilizado quando relatamos um exame complementar (TC, RNM), quando é o relato da acompanhante da paciente, ou ainda para transcrever para a história da doença atual as palavras leigas, especialmente se elas se referirem a um sintoma enfatizado pelo doente deixando registrado.
    IDENTIFICAÇÃO E HISTÓRIA CLÍNICA

  • IDENTIFICAÇÃO E HISTÓRIA CLÍNICA

    História da doença pregressa (H.D.P) é a observação de estados mórbidos passados. Devemos pesquisar de rotina: infecções, doenças degenerativas, doenças comuns da infância, etc. informações que possam ter relação com a doença atual.
    História Fisiológica (H. Fis.) referente as condições de nascimento, condições de desenvolvimento (inicio da marcha, fala, etc.).
    História Familial (H. Familial) - relação com os ascendentes e descendentes (ocorrência de diabetes, doenças reumatológicas, hipertensão arterial, neoplasias, etc...)

  • IDENTIFICAÇÃO E HISTÓRIA CLÍNICA

    História Familiar (H.Far.) refere-se as pessoas e outros seres vivos que convivem com o doente, podendo ser da mesma arvore genealógica ou não (empregados, vizinhos).

    História Social (H. S.) avaliação das condições de habitação, higiene e alimentação, tipo de trabalho, hábitos e vícios.

  • SEMIOTÉCNICA DA ANAMNESE

    SINAIS: tudo aquilo que podemos verificar no paciente, através dos nossos sentidos.
    SINTOMAS: são as queixas do paciente. São dados subjetivos.
    SÍNDROME: associação de sinais e sintomas evoluindo em conjunto provocada por mecanismos variados e de causas diversas.
    Exemplo: dor de cabeça; formigamento dos dedos.
    Obs: qualquer sintoma deve ser pesquisado com profundidade e transcrito para a ficha de observação clínica.
    Obs: o que? ... Como ? .... Porque?...quando? ...providências?

  • EXAME FÍSICO

    Todo indivíduo é capaz de distinguir um exame apressado e superficial daquele interessado e cuidadoso.

    O paciente cujo sensação foi de um exame acurado e atenciosos cria, em relação ao terapeuta, o respeito e a confiança indispensáveis para o tratamento do seu problema.


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