Curso Online de Enfermagem em UTI
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Curso Online de Enfermagem em UTI

O curso aborda a assistência de enfermagem, estrutura física, humanização, vídeo sobre a história da UTI, etc. Possui vídeos

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O curso aborda a assistência de enfermagem, estrutura física, humanização, vídeo sobre a história da UTI, etc. Possui vídeos

Cursos com vídeos, imagens ilustrativas, bem explicado. Equipe só enfermagem Duvidas e Sugestões soenfermagem@soenfermagem.net


- Renata Chicrala Carvalho Frauches

- Edineide Fátima De Souza

- Tatiane Vellozonunes

- Viviane Cristina Favacho Amorim

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  • Enfermagem em UTI

    Enfermagem em UTI

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    Bons estudos!

  • Programa de Educação Continuada à Distância
    EAD – Educação à Distância

  • Introdução

  • O papel da enfermagem na UTI consiste em obter a história do paciente, fazer exame
    físico, executar tratamento, aconselhando e ensinando a manutenção da saúde e
    orientando os enfermos para uma continuidade do tratamento e medidas,devendo
    cuidar do indivíduo nas diferentes situações críticas dentro da UTI, de forma integrada
    e contínua com os membros da equipe de saúde.

    Para isso a equipe de enfermagem na UTI precisa pensar criticamente analisando os
    problemas e encontrando soluções para os mesmos, assegurando sempre sua prática dentro
    dos princípios éticos e bioéticos da profissão.

    Compete ainda a estes profissionais avaliar, sistematizar e decidir sobre o uso apropriado de
    recursos humanos, físicos, materiais e de informação no cuidado ao paciente de terapia
    intensiva, visando o trabalho em equipe, a eficácia e custo-efetividade.

  • No que se refere à educação a enfermagem de Terapia intensiva , deve ter um compromisso
    contínuo com seu próprio desenvolvimento profissional, sendo capaz de atuar nos processos
    educativos dos profissionais da equipe de saúde, em situações de trabalho, proporcionando
    condições para que haja benefício mútuo entre os profissionais, responsabilizando-se ainda
    pelo processo de educação em saúde dos indivíduos e familiares sob seu cuidado,
    reconhecendo o contexto de vida e os hábitos socioeconômico e cultural destes, contribuindo
    com a qualificação da prática profissional , construindo novos hábitos e desmistificando os
    conceitos inadequados atribuídos a UTI.

    O trabalho em Unidade de Tratamento Intensivo (U.T.I) é complexo e intenso,
    devendo a equipe de enfermagem estar preparada para a qualquer momento, atender
    pacientes com alterações hemodinâmicas importantes, as quais requerem conhecimento
    específico e grande habilidade para tomar decisões e implementá-las em tempo hábil. Desta
    forma, pode-se supor que o enfermeiro desempenha importante papel no âmbito da Unidade
    de Terapia Intensiva.

    O Cuidado Intensivo dispensado a pacientes críticos, torna-se mais eficaz quando
    desenvolvido em unidades específicas, que propiciam recursos e facilidades para a sua
    progressiva recuperação.

  • Desta forma, os profissionais precisam estar capacitados a exercer atividades de maior
    complexidade, para as quais é necessária a autoconfiança respaldada no conhecimento
    científico para que este possa conduzir o atendimento do paciente com segurança. Para tal, o
    treinamento deste profissional é imprescindível para o alcance do resultado esperado. De
    acordo com Gratton (2000) a tecnologia pode ser copiada; assim, o grande diferencial no
    mercado competitivo são as pessoas. Desta forma o preparo adequado do profissional
    constitui um importante instrumento para o sucesso e a qualidade do cuidado prestado na
    UTI.

    O aspecto humano do cuidado de enfermagem, com certeza, é um dos mais difíceis de
    ser implementado. A rotina diária e complexa que envolve o ambiente da Unidade de Terapia
    Intensiva (UTI) faz com que os membros da equipe de enfermagem, na maioria das
    vezes,esqueçam de tocar, conversar e ouvir o ser humano que esta a sua frente.

  • Apesar do grande esforço que os profissionais possam estar realizando no sentido de
    humanizar o cuidado em UTI, esta é uma tarefa difícil, pois demanda atitudes às vezes
    individuais contra todo um sistema tecnológico dominante. A própria dinâmica de uma
    Unidade de Terapia Intensiva não possibilita momentos de reflexão para que seu pessoal
    possa se orientar melhor, no entanto compete a este profissional lançar mão de estratégias
    que viabilizem a humanização em detrimento a visão mecânica e biologicista que impera
    nos centros de alta tecnologia como no caso das UTIs.

    Pode-se dizer que o conhecimento necessário para a equipe de enfermagem na UTI vai desde
    a administração e efeito das drogas até o funcionamento e adequação de aparelhos,
    atividades estas que integram as atividades rotineiras de um enfermeiro desta unidade e deve
    ser por ele dominado.

  • História da UTI

  • A enfermagem, enquanto profissão, teve início na Inglaterra, no século XIX, com o trabalho
    de Florence Nightingale, recrutando e treinando um grupo de mulheres para colaborarem nos
    cuidados e na higiene dos soldados feridos durante a Guerra da Criméia (1854-l856). Nessa
    época, também com Florence Nightingale, surgiu a idéia de classificar os doentes de acordo
    com o grau de dependência, dispondo-os nas enfermarias, de tal maneira que os mais graves
    ficassem próximos à área de trabalho das enfermeiras, para maior vigilância e melhor
    atendimento.

    Com o avanço dos procedimentos cirúrgicos, a necessidade de maiores cuidados ao paciente,
    durante o período pós-operatório imediato, levou ao desenvolvimento das unidades especiais
    de terapia. Inicialmente o tratamento era realizado em salas especiais, adjacentes às salas de
    cirurgias, sendo o acompanhamento conduzido pelo cirurgião e, posteriormente, pelo
    anestesista. Com o passar do tempo, foi atribuído a enfermeiros e à equipe a
    responsabilidade direta pela observação e tratamento clínico dos pacientes de risco.

  • As unidades de terapia intensiva evoluíram com a criação das salas de recuperação na
    década de 20, para assistência a pacientes de neurocirúrgia, no Hospital "Johns Hopkins", na
    década de 30 em Teubingen, na Alemanha, com a assistência intensiva pós-operatória2. Na
    década de 40, surgiram salas de recuperação cirúrgica em Rochester, Minnesota e Nova York
    e em Nova Orleans no "Ochsner Clinic".

    Durante a epidemia de poliomielite nos anos 50 sobrecarregou os hospitais e forçou a
    criação de centros regionais para o atendimento dos pacientes. Estes centros de pólio
    levaram o impacto da tecnologia e as modernas técnicas de ventilação mecânica prolongada,
    evoluíram fora das salas de cirurgia, o que fez com que as enfermeiras lidassem, pela
    primeira vez, com equipamento que as separava de seus pacientes e aprendessem a combinar
    manipulação de instrumentos com os cuidados manuais.1

    No final da década de 50 em Los Angeles, foi desenvolvida a primeira unidade de choque e
    foi introduzida a monitorização cardiovascular invasiva dos pacientes em estado crítico e
    com traumatismo.


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  • Introdução
  • História da UTI
  • Estrutura Física
  • Localização
  • Número de Leitos
  • Forma da Unidade
  • Área de internação
  • Recursos Humanos
  • Materiais e Equipamentos obrigatórios na UTI
  • Classificação das unidades de tratamento intensivo
  • Indicações para admissão e alta
  • Orientações para Visitantes e Acompanhantes
  • Humanização na UTI
  • Assistindo ao paciente em pós-operatório na UTI
  • Medicamentos utilizados na UTI
  • O paciente com problemas cardíacos
  • Eletrocardiograma
  • Parada Cardiorespiratória
  • Farmacologia na parada cardiorespiratória
  • Desfibrilação
  • Abordagem de vias aéreas
  • Ventilação mecânica
  • O paciente intubado
  • O Paciente com Problemas Respiratórios
  • O Paciente com Problemas Neurológicos
  • O paciente vítima de trauma
  • O Paciente com Problemas Renais
  • O Paciente com problemas Gastrointestinais
  • Nutrição enteral e parenteral
  • O Paciente Grande Queimado
  • Cuidados após a morte
  • Termos utilizados em Terapia Intensiva
  • Bibliografia