Curso Online de Manipulação de Drenos, Sondas e Cateteres

Curso Online de Manipulação de Drenos, Sondas e Cateteres

O curso pretende mostrar a importância do conhecer e aprender no cuidar de pacientes com drenos, sondas e cateteres. Bem como contribui...

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Carga horária: 12 horas

Por: R$ 80,00
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O curso pretende mostrar a importância do conhecer e aprender no cuidar de pacientes com drenos, sondas e cateteres. Bem como contribuir para a capacitação dos profissionais de enfermagem que realizar cuidados em tais procedimentos.

Enfermeira especialista em CTI cardiológico e Docência do ensino Médio.Pós-granduanda em Educação da Distância. Professora do ensino médio em enfermagem e preparatório para concursos. Enfermeira assistencial do setor de Pediatria.



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  • Manipulação de Drenos, Sondas e Cateteres

    manipulação de drenos, sondas e cateteres

    cuidados de enfermagem

  • drenos

    dreno: é um dispositivo inserido durante o procedimento cirúrgico para escoamento de secreções ou acúmulo de líquido ou sangue.
    material colocado no interior de uma ferida ou cavidade, visando permitir a saída de fluídos ou ar que estão ou podem estar ali presentes.

    objetivos:

    permitir a saída de ar e secreções (soro, sangue, linfa, secreções intestinais, bile e pus) que podem ser retiradas do local da cirurgia.
    evitar o desenvolvimento de infecções profundas nas incisões.

    os drenos são inseridos quando existe ou se espera coleção anormal de líquidos. geralmente são inseridos no momento da cirurgia diretamente na incisão ou através de uma pequena incisão separada e/ou a drenagem ocorre diretamente pelo lúmem do tubo, para dentro de um sistema fechado de drenagem.

  • tipos de drenos

    laminares modelo penrose: de material látex, nos tamanhos p, m, g.
    tubulares modelo kher, malecot, nelaton, pettzer, dreno de tórax e mediastino: de material siliconizado, látex, emborrachado, nos tamanhos de números pares, que indicam quanto maior o número maior o calibre.
    lamino-tubulares: é uma variação feita através da utilização de um dreno laminar(penrose) com um dreno tubular no seu interior.

    dreno de penrose

    tubo de borracha que se apresenta com sua luz colabada, formando assim uma dupla lâmina de borracha.

    é encontrado nos tamanhos: fino, médio e largo. utilizado em cavidades para drenagem de fluídos por capilaridade.

  • dreno tubular

    b. dreno de kher

    introduzido na região das vias biliares extra-hepáticas, utilizados para drenagem externa, descompressão, ou ainda, após anastomose biliar, como prótese modeladora, devendo ser fixado através de pontos na parede duodenal lateral ao dreno, tanto quanto na pele, impedindo sua saída espontânea

    utilizada  em procedimentos que proporcionam acesso direto ao estômago para alimentação integral prolongada, suporte medicamentoso e descompressão gástrica; podendo ser temporária ou permanente.

    a. sonda de malecot

    constituído por tubo de borracha látex, menos maleável do que o de penrose, porém com rigidez mínima para que não colabe por compressão dos tecidos circundantes,

  • d. cateter de levine

    material pvc, geralmente utilizado para descompressão gástrica e lavagem, em cirurgias abdominais.

    e. cateter de nelaton

    macio e flexível, fácil manuseio durante cirurgia, porém induz a intensa reação tecidual. geralmente utilizado para aspiração traqueal (calibre 10-12 fr), como tubo retal no caso de diarréia (calibre 32-38 fr) e gastrostomia cirúrgica (calibre 18-26 f), sofrem degradação com suco gástrico

  • dreno lamino-tubular

    é uma variação feita através da utilização de um dreno laminar(penrose) com um dreno tubular no seu interior.

    bombas aspiradoras (dreno de sucção)

    dreno que atua por sucção e são utilizados quando se prevê o acúmulo de líquidos em grande quantidade. utilizados em cirurgias de mama, dermolipectomias e cirurgias ortopédicas.

    os drenos são colocados na deiscência operatória, nas feridas cirúrgicas, no interior de abscessos, no interior de feridas infectadas e no interior de órgãos ocos.

  • tipos de drenagem

    secreção serosa
    secreção sanguinolenta
    purulenta
    serossanguinolenta
    purosanguinolenta
    seropurulenta
    biliosa
    fecalóide

  • cuidados pós-operatórios com drenos

    identificar tipo de dreno, localização, permeabilidade e volume esperado de drenagem;
    instalar e posicionar sistema de instalar adequado, aberto ou fechado;
    fixar a parte externa do dreno a pele, evitando tração exagerada e desposicionamento;
    avaliar curativo externo;
    na presença de vários drenos, convém identificar a localização através de adesivo no frasco coletor ou na bolsa;
    registrar o volume da drenagem no balanço hídrico;
    registrar o aspecto do efluente, quanto coloração, aspecto, consistência, odor.

  • dreno de tórax

    a cavidade torácica, em particular o espaço pleural, tem pressão negativa em relação à pressão atmosférica. ao ser introduzido um dreno torácico, este deve ser conectado a um sistema coletor de drenagem pleural ou mediastinal de modo a garantir a hermeticidade da cavidade torácica.

  • objetivos do dreno de tórax

    ∞ inseridos no espaço pleural para drenagem de: ar, sangue ou fluido.
    ∞ inseridos no pericárdio para remoção de sangue do mediastino.

    cuidados com dreno de tórax

    avaliar estado hemodinâmico e respiratório do paciente;
    avaliar a quantidade, a cor e a consistência da drenagem;
    datar e cronometrar a drenagem no frasco;
    avaliar o local de inserção do dreno a cada 6 horas ou intervalos menores caso haja registros de  débitos superiores a 100 ml/hora.( casos de conteúdo liquido ).;
    observar a flutuação do liquido no frasco de selo d´água enquanto o paciente respira;
    observar vazamento de ar;
    a mensuração deverá ser feita colocando uma fita adesiva ao lado da graduação do frasco, onde o técnico de enfermagem deverá marcar com uma caneta o volume drenado marcando também a hora da conferência;

  • h. a troca do selo d´água deverá ser feita a cada 12h;
    i. clampear o dreno para que não haja entrada de ar para a cavidade torácica e após a troca, lembrar sempre que o dreno deve ser desclampeado;
    j. os curativos na inserção dos drenos devem ser trocados diariamente utilizando os produtos preconizados pelo serviço de infecção hospitalar de cada instituição;
    k. colocar frasco de drenagem no piso,dentro de suporte,próximo ao leito do paciente,ou dependurá-lo na parte inferior do leito,evitando-se desconexões acidentais ou tombamento do frasco;
    l. "ordenhar" ou massagear a tubulação na direção do frasco coletor de drenagem,de 2 em 2horas ou conforme protocolo da instituição;
    m. nunca elevar frasco de drenagem acima do tórax sem ser clampeado e;
    n. lavar as mãos,conforme após procedimento e sempre que houver necessidade de "ordenhar" tubulação.


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