Curso Online de PROTOCOLOS DE ATENDIMENTO DE ENFERMAGEM EM INTOXICAÇÕES EXOGENAS

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ATUALIZAÇÕES DO ATENDIMENTO EM INTOXICAÇÕES EXOGENAS.

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ATUALIZAÇÕES DO ATENDIMENTO EM INTOXICAÇÕES EXOGENAS.

ENFERMEIRA ESPECIALISTA EM EMERGENCIA GERAL, POS GRADUANDO EM SAUDE DA FAMILIA- UNASUS - UFMA.



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  • PROTOCOLO DE CONDUTAS E PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNCIA EM INTOXICAÇÕES EXÓGENAS AGUDAS

    protocolo de condutas e procedimentos de emergência em intoxicações exógenas agudas

    enfermeira especialista em emergência geral - eliza miranda ramos
    faculdade são miguel
    hospital da restauração
    reciffe - pernambuco
    eliramo1@hotmail.com

  • Intoxicações exógenas agudas

    intoxicações exógenas agudas

    intoxicação é a manifestação clínica dos efeitos nocivos resultantes da interação de uma substância química com o organismo.

    intoxicações agudas são aquelas decorrentes da exposição única ou repetida a agentes químicos no período de 24 horas.
    (higa, 2008)

  • DIAGNÓSTICO CLÍNICO E LABORATORIAL

    diagnóstico clínico e laboratorial

    deve-se suspeitar de intoxicações aguda quando há alterações súbitas de sinais vitais, de estado mental e/ou de nível de consciência; crises epilépticas, arritmias cardíacas e distúrbios hidroeletrolíticos ou metabólicos aparentemente inexplicáveis.

    (higa, 2008)

  • ANAMNESE

    anamnese

    deve-se procurar informações sobre a ocorrência:
    dados com relação à exposição ao agente tóxico;
    sinais e sintomas prévios à admissão;
    antecedentes clínicos e psiquiátricos;
    atividade profissional;

  • deve-se lembrar que tais informações podem ser distorcidas ou omitidas em determinadas situações constrangedoras para pacientes e familiares, como tentativas de suicídio ou homicídio, abortamento, maus tratos e uso de drogas ilícitas.

  • EXAME FÍSICO

    exame físico

    o exame físico cuidadoso revela sinais imprescindíveis para a caracterização das síndromes tóxicas.
    a avaliação clínica constitui-se no único recurso disponível nos casos em que a história é pobre o não confiável e os resultados dos exames complementares são demorados ou não-conclusivos.

  • ASSIM É NECESSÁRIO:

    assim é necessário:

    medir os sinais vitais e avaliar a necessidade de suporte;
    verificar e descrever alterações em hálito, odores corporais, coloração e umidade da pele;
    avaliar estado mental, nível de consciência, reflexos superficiais e profundos;
    verificar tônus muscular e aspecto das pupilas: (diâmetro, simetria, e reatividade);

  • realizar ausculta torácica: ritmo e intensidade dos batimentos cardíacos, estertores pulmonares;
    examinar abdome: observar massas palpáveis e reações a dor;
    verificar sinais característicos de certas síndromes tóxicas como fasciculações e miose na síndrome colinérgica, distonia na síndrome extrapiramidal e alucinações e midríase na síndrome anticolinérgica;
    pacientes em coma de origem tóxica podem apresentar pupilas isocóricas e reflexos fotomotor intacto, mas ausência de resposta motora aos estímulos associados à hipoventilação ou a hipoperfusão.

  • EXAMES COMPLEMENTARES

    exames complementares

    as funções hepáticas e renal devem ser monitoradas periodicamente nos pacientes com intoxicações moderadas ou graves, pois o fígado e rins são, respectivamente, os sítios de biotransformação e excreção da maioria dos agentes tóxicos.

  • OUTROS EXAMES COMUMENTE UTILIZADOS INCLUEM:

    outros exames comumente utilizados incluem:

    hemograma, eletrólitos, gasometria arterial ou venosa, glicemia, coagulograma, creatinoquinases (ck e ck-, mb), eletrocardiograma (ecg), radiografia de tórax e abdome e análise de urina.

  • INTOXICAÇÕES POR VIA ORAL – AGROTÓXICOS

    intoxicações por via oral – agrotóxicos

    organofosforados: malathion e parathion.
    parathion , também chamado de etil - paration ou paration etílico , é um composto organofosforado. 
    é um potente inseticida e acaricida. foi originalmente desenvolvida pela ig farben em 1940. 
    ele é altamente tóxico para organismos não-alvo, incluindo os seres humanos. sua utilização é proibida ou restringida em muitos países. 


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  • PROTOCOLO DE CONDUTAS E PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNCIA EM INTOXICAÇÕES EXÓGENAS AGUDAS
  • Intoxicações exógenas agudas
  • DIAGNÓSTICO CLÍNICO E LABORATORIAL
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  • ASSIM É NECESSÁRIO:
  • EXAMES COMPLEMENTARES
  • OUTROS EXAMES COMUMENTE UTILIZADOS INCLUEM:
  • INTOXICAÇÕES POR VIA ORAL – AGROTÓXICOS
  • MALATHION:
  • CLÍNICA :
  • TRAMENTO
  • ATROPINIZAÇÃO
  • Reatividade da Colinesterase
  • PROGNÓSTICO:
  • CARBAMATOS : CHUMBINHO, BAYGON
  • CLÍNICA
  • TRATAMENTO
  • ORGANOCLORADOS : DDT, MIREX E ALDRIN
  • CLÍNICA
  • TRATAMENTO:
  • RATICIDAS DERIVADOS DA CURAMINA (RACUMIM)
  • CLÍNICA
  • LABORATÓRIO
  • TRATAMENTO
  • FLUORACETATO DE SÓDIO – COMPOSTO 1080
  • MECANISMO DE AÇÃO:
  • CLÍNICA
  • TRATAMENTO
  • ESTRICNINA
  • CLÍNICA
  • TRATAMENTO
  • SINTOMATOLOGIA
  • BARBITÚRICOS: (Gardenal – fenobarbital) # Anticonvulsivante
  • CLÍNICA
  • AAS
  • OFIDISMO
  • ACIDENTE BOTRÓPICO - JARARACA
  • COMPLICAÇÕES/EXAMES COMPLEMENTARES
  • TRATAMENTO
  • REFERÊNCIAS