Curso Online de Semiotécnica aplicada à Enfermagem

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  • Semiotécnica aplicada à Enfermagem

    semiotécnica aplicada à enfermagem

    técnicas com fotos, videos, explicações...

  • Anotação de Enfermagem

    anotação de enfermagem

    as anotações de enfermagem são todos os registros das informações do paciente, das observações feitas sobre o seu estado de saúde, das prescrições de enfermagem e sua implantação, da evolução de enfermagem e de outros cuidados, entre eles a execução das prescrições médicas.
    deve abranger todos os cuidados prestados como:
    verificação dos sinais vitais;
    banho (leito ou chuveiro, c/ ou s/ auxílio);
    massagem de conforto;
    troca de curativos (tipo, local, aberto ou fechado);
    aceitou ou não o desjejum;
     
    exemplo:
    9:00hs- apresenta-se consciente, comunicativo, ictérico, aceitou o desjejum oferecido, tomou banho de aspersão, deambulando, afebril, dispneico, normotenso, taquicardico, mantendo venóclise por scalp em mse, com bom refluxo, sem sinais flogisticos, abdômen ascistico doloroso à palpação, svd com débito de 200ml de coloração alaranjada, eliminação intestinal ausente há 1 dia. refere algia generalizada. (seu nome)

  • Higiene do paciente

    higiene do paciente

    higiene oral
    a boca é a principal porta de entrada para os microorganismos causadores de doenças. é um excelente meio de incubação porque fornece umidade, alimento, calor e proteção em condições ideais.
    a boca mal cuidada favorece o aparecimento de infecção, tanto no trato digestivo quanto no trato respiratório, por isso, a higiene oral constitui um cuidado de enfermagem diário.
    os objetivos da higiene oral são: motivar a formação de hábitos de higiene, remover restos alimentares, prevenir cáries dentárias e infecções, aumentar a circulação capilar, proporcionar conforto e bem-estar
    material:
    escova de dente; dentifrício; copo descartável com água; toalha de rosto; cuba-rim; espátula; canudo s/n; lubrificante labial (vaselina); anti-septico oral (cepacol); luva de procedimento; gaze.

  • procedimento (paciente com pouca limitação)
    em posição de fowler e com a cabeça lateralizada;
    proteger o tórax com a toalha de rosto;
    colocar a cuba-rim sob a bochecha;
    solicitar para que abra a boca ou abri-la com auxíliio da espátula;
    utilizar a escova com movimentos da raiz em direção à extremidade dos dentes. fazer cerca de 6 a 10 movimentos em cada superfície dental, com pressão constante da escova;
    repetir esse movimento na superfície vestibular e lingual, tracionando a língua com espátula protegida com gaze, s/n;
    oferecer copo com água para enxaguar a boca;
    utilizar canudo s/n.

    procedimento (paciente com prótese)
    solicitar que retire a prótese ou fazer por ele, utilizando a gaze;
    colocá-la na cuba rim;
    escovar a gengiva, palato e língua, se o paciente não puder fazê-lo;
    oferecê-la para que o paciente coloque-a ainda molhada.

  • banho no leito
    a higiene pessoal adequada é indispensável à conservação da saúde e do bem estar. a pele íntegra é a primeira linha de defesa contra infecção e contra a agressão aos tecidos subjacentes, além de ter importância na regulação da temperatura corporal.
    o enfermo, em geral, tem menor resistência à infecção, por isso as bactérias patogênicas contribuem com ameaça mais acentuada, porém a invasão microbiana pode ser reduzida, mantendo-se intactas a pele e a membrana mucosa.
    os objetivos do banho de leito são: providenciar conforto e bem-estar, promover relaxamento muscular, manter a integridade da pele, estimular a circulação.
    material
    equipamentos da cama: colcha, cobertor, 01 lençol de cima, lençol móvel, 01 impermeável, 01 lençol de baixo, fronha, seguindo esta ordem;
    luvas de procedimento; 01 toalha de rosto; 01 toalha de banho; 02 luvas de banho ou compressas; 01 camisola; 02 bacias de banho ou balde; jarro de água quente; 01 sabonete anti-séptico; comadre ou papagaio; biombo s/n; saco de hamper

  • procedimento:
    colocar o biombo s/n;
    fechas janelas e portas;
    desocupar a mesa de cabeceira;
    oferecer comadre ou papagaio antes de iniciar o banho;
    desprender a roupa de cama, retirar a colcha, o cobertor, o travesseiro e a camisola, deixando-o protegido com o lençol;
    abaixar a cabeceira da cama caso seja possível;
    colocar o travesseiro sobre o ombro;
    ocluir os ouvidos;
    colocar a bacia sob a cabeça;
    lavar os cabelos;
    fazer higiene oral;
    calcar as luvas de procedimento;
    molhar as luvas de banho retirando o excesso de água;
    lavar os olhos do paciente do ângulo interno;
    lavar os olhos do paciente do ângulo interno para o externo;
    utilizar água limpa para lavar cada olho;
    ensaboar pouco e secar com a toalha de rosto;
    colocar a toalha de bano sob um dos braços do paciente e lavá-lo no sentido do punho para as axilas em movimentos longos;

  • enxaguar e secar com a toalha de banho;
    repetir a operação com o outro braço;
    colocar a toalha de banho sobre o tórax do paciente, cobrindo-o até a região púbica;
    com uma as mãos suspender a toalha e com a outra lavar o tórax e abdômen;
    enxaguar, secar e cobri-lo com o lençol;
    lavar as pernas fazendo movimentos passivos nas articulações, massagear as proeminências ósseas e panturrilha;
    flexionar o joelho do paciente e lavar os pés, secando bem entre os dedos;
    colocar o paciente em decúbito lateral, com as costas voltadas para você, protegendo-a com toalha, lavar, enxugar e secar;
    fazer massagem de conforto;
    colocar o paciente em posição dorsal;
    colocar a toalha de banho e comadre sob o paciente;
    oferecer a luva de banho para que o paciente possa fazer sua higiene íntima (se tiver limitações, calçar a luva e fazer a higiene para o paciente);
    lavar as mãos;
    vestir a camisola;
    trocar a roupa de cama;
    recolocar o travesseiro e deixá-lo em posição confortável.

  • SONDA NASOGÁSTRICA (do nariz ao estômago)

    sonda nasogástrica (do nariz ao estômago)

    a passagem de sonda nasogástrica é a inserção de uma sonda plástica ou de borracha, flexível, podendo ser curta ou longa, pela boca ou nariz, para: descomprimir o estômago e remover gás e líquidos; diagnosticar a motilidade intestinal; administrar medicamentos e alimentos; tratar uma obstrução ou um local com sangramento; obter conteúdo gástrico para análise.

    condições ou necessidades que requerem utilização de sonda:
    - preparação pré-operatória com dieta elementar;
    - problemas gastrintestinais com dieta elementar;
    - terapia para o câncer;
    - cuidado na convalescença;
    - coma;
    - condições hipermetabólicas;
    - cirurgia maxilofacial ou cervical

    sonda aberta: drenagem
    sonda fechada: alimentação

  • material
    sonda gástrica levine ( mulher 14 a 16, homem 16 a 18);
    seringa de 20ml; copo com água; gaze, benzina; toalha de rosto; xylocaína gel; fita adesiva; estetoscópio; biombo s/n; luvas de procedimento; sacos para lixo.
     
    procedimento
    elevar a cabeceira da cama (posição fowler – 45º) com a cabeceira inclinada para frente ou decúbito dorsal horizontal com cabeça lateralizada;
    proteger o tórax com a toalha e limpar as narinas com gaze;
    limpar o nariz e a testa com gaze e benzina para retirar a oleosidade da pele;
    medir a sonda do lóbulo da orelha até a ponta do nariz e até a base do apêndice;
    marcar com adesivo;
    calçar luvas;
    lubrificar a sonda com xylocaína;
    introduzir a sonda em uma das narinas pedindo ao paciente que degluta, introduzir até a marca do adesivo;
    observar sinais de cianose, dispnéia e tosse;
    para verificar se a sonda está no local:
    injetar 20ml de ar na sonda e auscultar com esteto, na base do apêndice xifóide, para ouvir ruídos hidroaéreos;
    ver fluxo de suco gástrico aspirando com a seringa de 20ml;
    colocar a ponta da sonda no copo com água, se tiver borbulhamento está na traquéia. deve ser retirada.
    toda vez que a sonda for aberta, para algum procedimento, dobrá-la para evitar a entrada de ar;
    fechá-la ou conectá-la ao coletor;
    fixar a sonda não tracionando a narina.

  • SONDA NASOENTERAL (do nariz ao duodeno)

    sonda nasoenteral (do nariz ao duodeno)

    a sonda nasoenteral tem comprimento variável de 50 a 150 cm, e diâmetro médio interno de 1,6mm e externo de 4 mm,com marcas numéricas ao longo de sua extensão, facilitando posicionamentos, maleáveis, com fio-guia metálico e flexível, radiopaca.
    a sonda nasoenteral é passada da narina até o intestino. difere da sonda nasogástrica, por ter o calibre mais fino, causando assim, menos trauma ao esôfago, e por alojar-se diretamente no intestino, necessitando de controle por raios-x para verificação do local da sonda.
    tem como função apenas a alimentação do paciente, sendo de escolha no caso de pacientes que receberam alimentação via sonda por tempo indeterminado e prolongado. por isso, esta sonda só permanece aberta durante o tempo de infusão da alimentação.
    a técnica de sondagem se assemelha com a técnica de sondagem nasogástrica.

    material:
    sonda enteral doobbhoff, com fio guia (mandril);
    seringa de 20ml; copo com água; gaze, benzina; toalha de rosto; xylocaína gel; fita adesiva; estetoscópio; biombo s/n; luvas de procedimento; sacos para lixo.

  • procedimento
    elevar a cabeceira da cama (posição fowler – 45º) com a cabeceira inclinada para frente ou decúbito dorsal horizontal com cabeça lateralizada;
    proteger o tórax com a toalha e limpar as narinas com gaze;
    limpar o nariz e a testa com gaze e benzina para retirar a oleosidade da pele;
    medir a sonda do lóbulo da orelha até a ponta do nariz e até a base do apêndice (acrescentar mais 10cm) ;
    marcar com adesivo;
    calçar luvas;
    injetar água dentro da sonda (com mandril);
    mergulhar a ponta da sonda em copo com água para lubrificar;
    introduzir a sonda em uma das narinas pedindo ao paciente que degluta, introduzir até a marca do adesivo;
    retirar o fio guia após a passagem correta;
    aguardar a migração da sonda para duodeno, antes de administrar alimentação (até 24hs) confirmada pelo rx;
    observar sinais de cianose, dispnéia e tosse;
    para verificar se a sonda está no local:
    injetar 20ml de ar na sonda e auscultar com esteto, na base do apêndice xifóide, para ouvir ruídos hidroaéreos;
    colocar a ponta da sonda no copo com água, se tiver borbulhamento está na traquéia. deve ser retirada.
    toda vez que a sonda for aberta, para algum procedimento, dobrá-la para evitar a entrada de ar;
    fechá-la ou conectá-la ao coletor;
    fixar a sonda não tracionando a narina;
    colocar o paciente em decúbito lateral direito para que a passagem da sonda até o duodeno seja facilitada pela peristalce gástrica.


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  • Técnica de lavagem das mãos
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  • Posição para Exames
  • LAVAGEM INTESTINAL
  • Cateterismo Vesical
  • RETIRADA DE SONDA
  • Mudança de decúbito
  • Restrição do paciente
  • Transporte do paciente
  • Curativo
  • Cuidados com pacientes inconscientes e agonizantes
  • Cuidado com corpo pós-morte
  • Limpeza de unidade
  • Preparo da cama hospitalar
  • Fim do curso! Espero que você tenha gostado e prendido um pouco mais!