Curso Online de AGENTES ANTIFÚNGICOS

Curso Online de AGENTES ANTIFÚNGICOS

CONCEITOS GERAIS PATOGÊNESE DAS DOENÇAS FÚNGICAS MICOSES CUTÂNEAS MICOSES SUBCUTÂNEAS MICOSES SISTÊMICAS FÁRMACOS E SEUS MECANISMO...

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CONCEITOS GERAIS
PATOGÊNESE DAS DOENÇAS FÚNGICAS
MICOSES CUTÂNEAS
MICOSES SUBCUTÂNEAS
MICOSES SISTÊMICAS
FÁRMACOS E SEUS MECANISMOS DE AÇÃO
Anfotericina B
Nistatina
Griseofulvina
Flucitosina
Terbinafina
Azóis
Posologia Itraconazol

Graduado em Farmácia pela Universidade Federal do Maranhão (1981), Mestrado em Microbiologia e Imunologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (1985) e Doutorado em Ciências (Microbiologia) pela Universidade de São Paulo (1996). Pós-doutorado em nanotecnologia pela Universidade de Brasilia (2012). Atualmente é professor titular da disciplina de microbiologia da Universidade Federal do Maranhão e Professor Adjunto do Curso de Medicina da Universidade Estadual do Maranhão.Tem experiência na área de ensino superior desde 1985, estando apto para ministrar as seguintes disciplinas: microbiologia, imunologia, patologia, farmacologia, biofisica, saúde ambiente, epidemiologia, genética e embriologia. Endereço para acessar o CV: http://lattes.cnpq.br/9584161299199568



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Modelo de certificados (imagem ilustrativa):

Frente do certificado Frente
Verso do certificado Verso
  • Agentes
    Antifúngicos

  • INTRODUÇÃO

    INTRODUÇÃO

    Os agentes antifúngicos, na sua maioria, produzem efeitos tóxicos

    Nossas células ≈ células fúngicas (eucarióticas, núcleo e organelas muito comuns) -> dificulta a obtenção de alvos -> limitando o número de drogas

    Os iodetos foram às primeiras substâncias utilizadas na terapia antifúngica, especialmente no tratamento de esporotricose, representando uma alternativa eficaz e de baixo custo.

  • Avanços na cirurgia, tratamento do câncer e nos cuidados intensivos acompanhados do uso aumentado de agentes antimicrobianos de amplo espectro tem ocasionado em um aumento significativo na incidência e gravidade das infecções fúngicas nesses últimos anos.

    As infecções por fungos podem ser classificadas como:

    Superficiais: cabelo e parte mais externa da pele -> pitiríase versicolor, Tinha negra e Pedra negra

  • Cutâneas: parte mais profunda da epiderme
    -> Tinea pedis (pé de atleta)

    Subcutâneas: derme e tecido subcutâneo
    -> Esporotricose

    Sistêmica: órgãos internos -> Histoplasmose, blastomicose

    Oportunistas: cutânea ou sistêmica
    -> candidíase, criptococose, aspergilose e mucormicose

  • Antifúngicos podem ser classificados como:

    Fármacos sistêmicos (orais ou parentais) para infecções sistêmicas

    Fármacos orais
    infecções mucocutâneas

    Fármacos Tópicos

  • Os fungos, na sua maioria, são resistentes aos agentes antibacterianos convencionais.

    As principais famílias de antifúngicos compreendem os poliênicos, azólicos, tiocarbamatos, alilaminas, derivados morfolínicos, 5-fluorcitosina e griseofulvina.

  • PATOGÊNESE DAS DOENÇAS FÚNGICAS

    PATOGÊNESE DAS DOENÇAS FÚNGICAS

  • MICOSES SUPERFICIAIS

    MICOSES SUPERFICIAIS

    Pitiríase versicolor: Malassezia furfur.
    Coloniza couro cabeludo, tórax, ombro, face, braços e pescoço;
    Lesões rosadas a castanho-claro (hipopigmentadas);
    Tratamento: utilização de azóis tópicos ou xampu com sulfeto de selênio.

  • Tinha negra: Hortae Werneckii
    Palma das mãos ou sola dos pés;
    Lesões maculares bem
    demarcadas de cor cinza a preto
    Tratamento: cremes azóis e terbinafina.

    Piedra Branca: Trichosporon beigelii
    Pêlos da virilha e das axilas;
    Nódulo branco a castanho ao longo do pêlo;
    Tratamento: Azóis tópicos e a melhora da higiene e depilação do pêlo infectado.

  • MICOSES CUTÂNEAS

    MICOSES CUTÂNEAS

    Dermatofitoses: Trichophyton, Epidermophyton e Microsporum.
    Pêlo, pele e unhas
    Tratamento: Tópico (Miconazol, Clotrimazol, e Econazol) e oral (Itraconazol ou Terbinafina), Griseofulvina (pêlo – Tinea capitis).

    Tinha da face

    Tinha da unha

    Tinha da região inguinal - virilha

  • MICOSES SUBCUTÂNEAS

    MICOSES SUBCUTÂNEAS

    Cromoblastomicose: fungos da família Dematiaceae
    Pele e tecidos subcutâneos;
    Pequenas pápulas verrucosas (que aumentam lentamente) a placas planas;
    Tratamento: Cauterização e remoção cirúrgica das lesões iniciais ou quimioterapia – Anfotericina B,
    5-fluorocitocina, Itraconazol e
    Cetoconazol.


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