Curso Online de Fauna em Supressão de Vegetação: Vistorias, Registros, Riscos e Medidas de Proteção
O curso Fauna em Supressão de Vegetação: Vistorias, Registros, Riscos e Medidas de Proteção capacita profissionais para atuar tecnicament...
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Frente
Verso
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Fauna em Supressão de Vegetação e Risco Operacional
Por que é uma atividade de alto risco?
A supressão altera abrigos, áreas de deslocamento, locais de alimentação e ambientes reprodutivos impactando diretamente a fauna presente na área.
O que a equipe de fauna deve integrar
Planejamento prévio da área e seus riscos
Vistoria antes do início das atividades
Acompanhamento da frente de serviço
Registro técnico e comunicação operacionalA equipe de fauna não deve atuar fora das autorizações aplicáveis nem executar manejo, captura, transporte ou soltura sem equipe habilitada, responsabilidade técnica e previsão autorizativa.
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Diferença entre Levantamento, Monitoramento, Resgate e Acompanhamento
Cada modalidade possui objetivos distintos. O acompanhamento de supressão foca a prevenção de danos durante a execução, com vistoria, registro, comunicação de riscos e acionamento técnico quando necessário.Confundir acompanhamento de supressão com resgate autorizado pode gerar falhas técnicas e legais. O manejo direto de fauna depende de autorização específica e equipe habilitada.
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Papel da Equipe de Fauna: Antes, Durante e Após
A organização em três fases evita improvisos, perda de evidências, comunicação tardia e execução de atividades sem controle técnico.
Pré-Supressão
Vistoria prévia
Identificação de riscos
Reconhecimento de micro-habitats
Alinhamento com a operação
Durante a Supressão
Acompanhamento da frente
Comunicação operacional
Registros técnicos
Sinalização de pontos críticos
Pós-Supressão
Consolidação de dados
Verificação de pendências
Apoio ao relatório técnico
Registro de áreas liberadasO acompanhamento não substitui as autorizações ambientais nem dispensa o cumprimento das condicionantes e procedimentos aprovados para o empreendimento.
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Interface com Meio Ambiente, SST e Operação
Integração necessária
A atuação da fauna em supressão depende de integração com meio ambiente, segurança do trabalho, encarregados, operadores de máquinas, motosserristas, motoristas e responsáveis pela frente de serviço.
A comunicação deve ser objetiva, rastreável e orientada à prevenção.Na prática
Informar pontos de risco à frente de serviço
Solicitar atenção operacional nos trechos sensíveis
Registrar comunicações relevantes
Alinhar critérios de parada ou ajuste temporário
Equipe de Fauna
Identifica riscos, registra ocorrências e orienta a operação
Encarregado / SST
Executa ajustes operacionais e garante segurança da equipe
Operadores e Motosserristas
Recebem orientações e respeitam sinais de parada
Responsável Ambiental
Toma decisões técnicas sobre ocorrências e autorizações -
Planejamento Diário da Atuação em Campo
O planejamento diário reduz falhas de cobertura e melhora a rastreabilidade. No início do dia, a equipe confere área prevista, autorização, mapa, condições de acesso, previsão de atividades, equipamentos e canais de comunicação.Área e Autorização
Conferir polígono, limites e compatibilidade com planejamentoEquipe e Acessos
Confirmar presença, funções e condições de acesso ao campoRiscos Prioritários
Identificar talhões, micro-habitats e frentes com maior atençãoRegistros e Comunicação
Checar equipamentos, formulários e canais de rádio ou celularIniciar a supressão sem alinhamento diário pode gerar corte em área não vistoriada, ausência de registro e dificuldade de demonstrar controle ambiental.
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Conferência da Área Autorizada
O que verificar antes da vistoria
Limites físicos e marcações em campo
Mapa simples e identificação da frente
Compatibilidade com programação da obra
Áreas não liberadas ou com restrições
Rastreabilidade essencial
A conexão entre autorização, mapa, frente de serviço e registro de campo é essencial para evitar intervenções indevidas.
Exemplo aplicado: Durante a conferência, a equipe observa que uma faixa de vegetação próxima não consta no mapa do dia. A situação é comunicada antes do início do corte.A equipe de fauna não deve liberar, validar ou autorizar supressão fora dos limites definidos pela autorização ambiental e pelo planejamento aprovado.
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Vistoria Prévia da Vegetação
A vistoria prévia busca identificar condições que possam representar risco para a fauna antes do início da supressão. A equipe percorre a área de forma organizada, registra evidências e comunica restrições à equipe operacional.O que observar
Ocos e cavidades em árvores
Ninhos, epífitas e bromélias
Troncos caídos e serrapilheira
Margens de corpos hídricosO que registrar
Localização e setor do ponto
Fotografia com contexto
Classificação do risco potencial
Recomendação operacionalLimitação importante
A vistoria visual tem limites. A ausência de avistamento não significa ausência de fauna, especialmente em ambientes densos ou com abrigos ocultos. -
Delimitação de Setores de Vistoria
A área de supressão deve ser dividida em setores para facilitar a organização, o controle de áreas liberadas e a rastreabilidade dos registros. Cada setor deve ter identificação clara em campo e nos formulários.Setor
Data de Vistoria
Responsável
Status
Observações de Fauna
Trecho 1
___/___/____Liberado
Trecho 2
___/___/____Pendente
Trecho 3
___/___/____Restrito
Trecho 4
___/___/____Vistoriado
Registros sem identificação espacial dificultam a comprovação do acompanhamento e podem comprometer a análise técnica posterior.
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CAPÍTULO 2
Micro-Habitats Sensíveis para Fauna
Ocos e Cavidades
Abrigos para aves, mamíferos, répteis, anfíbios e invertebrados
Bromélias e Epífitas
Concentram umidade e fauna de pequeno porte
Troncos Caídos
Abrigo temporário e serrapilheira espessa
Margens de Corpos Hídricos
Alta concentração de anfíbios, répteis e avesMicro-habitats não devem ser removidos de forma indiscriminada sem avaliação da equipe habilitada e observância das autorizações aplicáveis.
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Busca por Ninhos e Estruturas Reprodutivas
Onde observar
Copas, arbustos e galhos
Cavidades e áreas de gramínea
Margens de corpos hídricos
Estruturas artificiais próximas
Exemplo aplicado
Durante vistoria em arbustos, a equipe identifica um ninho ativo. O ponto é sinalizado de forma segura, fotografado e comunicado ao responsável ambiental para definição da conduta autorizada.Ficha de Registro de Ninho
Status (ativo / inativo / indeterminado)
Localização e setor
Foto georreferenciada
Risco operacional associado
Encaminhamento técnicoNão remover, manipular ou transferir ninhos, ovos ou filhotes sem autorização aplicável, equipe habilitada e orientação técnica formal.
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Cavidades, Ocos e Abrigos em Árvores
Cavidades, ocos, cascas soltas e fendas em árvores podem servir de abrigo para aves, mamíferos, répteis, anfíbios e invertebrados. Esses pontos devem ser avaliados visualmente antes e durante a supressão.Registrar
Árvore, tipo de abrigo e risco operacional envolvidoOrientar
Corte acompanhado com comunicação direta entre fauna e encarregadoEvitar
Não introduzir mãos, ferramentas ou objetos na cavidade risco à fauna e à equipe
Pagamento único
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Capítulos
- MÓDULO I - Fundamentos da fauna no licenciamento ambiental e na supressão de vegetação
- Legislação aplicada, autorizações, responsabilidade técnica, atuação da equipe de fauna, segurança operacional e proteção da fauna silvestre.
- MÓDULO II - Planejamento e organização da atuação em campo
- Dados secundários, planejamento da área de intervenção, preparação para vistorias e identificação de áreas sensíveis e abrigos de fauna.
- MÓDULO III - Vistorias, registros e medidas de proteção da fauna
- Acompanhamento da supressão, identificação de riscos, comunicação com equipes, registro de ocorrências e medidas para redução de impactos à fauna.
- MÓDULO IV - Análise de dados e elaboração de relatórios ambientais
- Organização de informações de campo, registros fotográficos, análise de ocorrências e elaboração de relatórios e recomendações técnica