Curso Online de Condutor de Transporte de Veículos de Emergência
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Curso Online de Condutor de Transporte de Veículos de Emergência

Curso online de capacitação para Motoristas de Ambulância.

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Curso online de capacitação para Motoristas de Ambulância.

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- Tarcísio Gomes De Paula

- Marcelo Matiota De Oliveira

- Raimundo Nonato Da Costa

- Rafael Meneses Da Silva

- Wilson José Andrade Rocha

- Roberto André Lafalce Veiga

- José Candido Rosa

- Ronaldo AraÚjo De Sousa

- Erivonaldo Galindo Da Silva Santos

- Gilmar Vitorino Da Silva

- Fábio Soares Luiz

- Maycon David Barros De Melo

- Juanir Correa Dos Santos

- Evandro Nascimento Lacerda

- Arli Wolfar Pedroso

- Paulo José De Oliveira Neto

- Renato Demarchi

- Danilo Gomes Dos Santos

- Anderson Luiz Da Anunciação Esposito

- Luan Santana De Sousa

- Jefferson Collaço Costa

- José Adgino Carlos Da Silva

- Paulo Cezar Gonçalves

- Rafael De Aguiar Constantino

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  • Condutor de Transporte de Veículos de Emergência

    Condutor de Transporte de Veículos de Emergência

  • Índice

    Índice

    Legislação
    Direção defensiva
    Legislação de Trânsito
    Condutor
    Ambulâncias
    Autor

  • Curso online de capacitação para Motoristas de Ambulância

  • Legislação

    Legislação

    O Ministério do Estado da Saúde, no uso de suas atribuições legais resolve, 

    Considerando que a área de Urgência e Emergência constitui-se em um importante componente da assistência a saúde; Considerando a necessidade de ordenar as necessidades às Urgências e Emergências, garantindo acolhimento, primeira atenção qualificada e resolutiva para as pequenas e médias urgências, estabilização e referência adequada dos pacientes graves dentro do Sistema Único de Saúde (SUS), por meio do acionamento das centrais de regulação Médicas de Urgências;

    Portaria Nº 2.048, de 05/11/2002

  • Contando com o avanço a expansão de serviços públicos e privados de atendimento pré-hospitalar móvel e de transporte inter-hospitalar e necessidade de integrar estes serviços à lógica dos sistemas de urgência, com regulação médica e presença de equipe de saúde qualificada para as especialidades de atendimento e a obrigatoriedade da presença do médico nos casos que necessitem suporte avançado à vida, e considerando a necessidade de estimular a criação da estruturas capazes de problematizar a realidade dos serviços e estabelecer o nexo entre trabalho e educação, de forma a resgatar o processo de capacitação e educação continuada para o desenvolvimento dos serviços e geração de impacto em saúde dentro de cada nível de atenção e ainda de propor currículos mínimos de capacitação e habilitação para o atendimento às urgências, em face dos inúmeros conteúdos programáticos e cargas horárias existentes no país e que não garantem a qualidade do aprendizado, resolve:

  • Emergência, as normas e critérios de funcionamento, classificação e cadastramento de serviços e envolve temas como a elaboração dos Planos Estaduais de atendimento às Emergências e Urgências, regulação Médica das Urgências e Emergências, atendimento pré-hospitalar, atendimento pré- hospitalar móvel, atendimento hospitalar, transporte inter-hospitalar e ainda a criação de Núcleos de Educação em Urgências a proposição de grades curriculares para a capacitação de recursos humanos da área;
    § 2º - Este regulamento é de caráter nacional devendo ser utilizado pelas Secretarias de Saúde dos estados, do Distrito Federal e dos municípios na implantação dos Sistemas Estaduais de Urgência e Emergência, na avaliação, habilitação e cadastramento de serviços em todas as modalidades assistenciais, sendo extensivo ao setor privado que atue na área da urgência e emergência, com ou sem vínculo com a prestação de serviços aos usuários do Sistema único de Saúde;

  • CAPÍTULO IV

    CAPÍTULO IV

    Considera-se como nível pré-hospitalar móvel na área da urgência, o atendimento que procura chegar à vítima, após ter ocorrido um agravo à saúde (de natureza clínica, cirúrgica, traumática, inclusive as psiquiátricas), que possa levar ao sofrimento, sequelas ou mesmo à morte, sendo necessário, portanto, prestar-lhe atendimento e/ou transporte adequado a um serviço de saúde devidamente hierarquizado e integrado ao Sistema Único de Saúde.

    Podemos chamá-lo de atendimento pré-hospitalar móvel primário quando o pedido de socorro for oriundo de um cidadão ou atendimento pré-hospitalar móvel secundário quando a solicitação partir de um serviço de saúde, na qual o paciente já tenha recebido o primeiro atendimento necessário à estabilização do quadro de urgência apresentado, mas necessite ser conduzido a outro serviço de maior complexidade para a comunidade do tratamento.

  • O serviço de atendimento pré-hospitalar móvel de vê ser entendido como uma atribuição da área da saúde, sendo vinculado a uma Central de Regulação, com equipe e frota de veículos compatíveis com as necessidades de saúde da população de um município ou uma região, podendo, portanto, extrapolar os limites municipais.
    Equipe de Profissionais
    Os serviços de atendimento pré-hospitalar móvel devem contar com equipes de profissionais oriundos da área da saúde e não oriundos da área da saúde.
    Considerando-se que as urgências não se constituem em especialidade médica ou enfermagem e que nos cursos de graduação a atenção dada à área ainda é muito insuficiente

  • Entende-se que os profissionais venham a atuar nos Serviços de Atendimento Pré-hospitalar móvel (oriundos e não oriundos da área da saúde) devam ser habilitados pelos núcleos de Educação em Urgências, cuja criação é indicada pelo presente Regulamento e cumpram o conteúdo curricular mínimo pelo proposto

  • A equipe da saúde deve ser composta por:

    Coordenador do Serviço:
    Profissional oriundo da área da saúde, com experiência e conhecimentos comprovados na atividade de atendimento pré-hospitalar às urgências e de gerenciamento de serviços e sistemas;
    Responsável Técnico:
    Médico responsável pelas atividades médicas do serviço;

  • Responsável de Enfermagem:

    Enfermeiro responsável pela equipe de enfermagem;
    Médicos Reguladores: médicos que, com base nas informações colhidas dos usuários, quando estes acionam a central de regulação, são os responsáveis pelo gerenciamento, definição e operacionalização dos meios disponíveis e necessários para responder as tais solicitações, utilizando-se de protocolos técnicos e da faculdade de arbitrar sobre os equipamentos de saúde do sistema necessários ao adequado atendimento do paciente;


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  • Condutor de Transporte de Veículos de Emergência
  • Índice
  • Legislação
  • CAPÍTULO IV
  • Condutor de Veículos de Urgência
  • 2.2-VEÍCULOS DE INTERVENÇÃO RÁPIDA
  • 3.2 - Ambulâncias de Transporte (Tipo B)
  • 3.3 – Ambulâncias de Transporte Avançado (TIPO D)
  • Ambulância
  • Os cinco sintomas a seguir ajudam a interpretar as reações experimentadas na presença da morte: Negativa, raiva, ajuste, depressão e aceitação. A intensidade desse processo irá variar de acordo com as características pessoais de cada. Na realidade, os indivíduos poderão estar experimentando qualquer um dos estágios da tristeza no momento em que os encontramos e variar de um estágio área outro em velocidades diferentes. Negativa (Eu não!) O primeiro estágio no processo de tristeza é a negativa. Uma pessoa negando a realidade, na verdade não quer crer no que está acontecendo. Este estágio funciona como autodefesa para a pessoa que está vivenciando a situação.
  • Essa é uma reação normal, estando o profissional sujeito a fazer o uso dessa situação. Raiva (Por que eu?). O segundo estágio na evolução do processo de tristeza é a raiva que é também uma reação humana. Ao entender esse aspecto facilitará que o profissional lide com a raiva que a vítima ou familiares possivelmente dirigirão ao profissional. Ao entender este processo o profissional poderá contornar situações críticas sem deixar que a raiva de outras pessoas interfira na qualidade do desempenho do mesmo. A raiva da vítima poderá ser dirigida aos membros da família, aos companheiros de trabalho ou à pessoa desconhecida. O profissional deverá discutir a raiva com os companheiros de trabalho, ou mesmo com algum membro da sua família capaz de entender esse processo, ou então com um profissional da sua instituição.
  • Ao falar sobre a raiva, o profissional evitará que subliminarmente isso venha a causar problemas fisiopatológicos ou psicopatológicos. Direcionar a energia da raiva, ajuda a aliviar a situação ruim impulsionando o profissional a agir. Por exemplo, em um acidente automobilístico a raiva pode aparecer devido ao fato da vítima ser uma criança. Neste caso, o profissional poderá direcionar a energia da raiva para fazer o melhor atendimento possível à criança atingida. Ajuste (“Sim, mas...”) O terceiro estágio do processo de tristeza é o “ajuste”. Ajuste é a tentativa de fazer um acordo para adiar a situação de morte ou morte iminente. Se o profissional encontrar uma vítima em “ajuste”, deverá fazer comentários positivos, verdadeiros e operacionais, assim como: “Estamos fazendo todo possível”. “Os médicos estarão aqui em pouco tempo”.
  • O ajuste é também um fator normal do sentimento de tristeza. Depressão- O quarto estágio do sentimento de tristeza é a depressão. A depressão se caracteriza por um desânimo profundo. O profissional poderá identificar como depressivas as pessoas que ficarem estranhamente quietas e introspectivas. A depressão pode ser o início do processo de aceitar a realidade. O profissional não deverá de surpreender de uma vítima ou pessoas relacionadas a ela entre subitamente em estado de depressão ao presenciar um ente querido morrendo ou morto. Da mesma forma, não deve se surpreender se o próprio profissional entrar em depressão.
  • Os conceitos sociais ocidentais tendem a considerar a morte como uma falha do sistema médico, ao invés de um evento natural inerente a todos os seres vivos. A depressão pode ser profunda ou branda e pode ser longa ou de curta duração. Se a depressão persistir, será importante consultar profissionais qualificados para atender a pessoa deprimida.
  • Aceitação O quinto estágio de sentimento de tristeza é a aceitação. Aceitação não quer dizer que a pessoa ficou satisfeita com a situação. Significa que ela foi capaz de entender que a morte não poderá ser revertida. Pode demandar um longo tempo até que a tristeza decorrente da morte de alguém possa ser assimilada ou simplesmente aceita.
  • SINAIS E SINTOMAS DE ESTRESSE *Irritabilidade *Incapacidade de concentração *Mudanças repentinas de humor *Insônia e pesadelos *Ansiedade *Indecisão *Culpa *Perda de apetite *Perda de interesse sexual *Perda de interesse pelo trabalho *Isolamento
  • Esses são sinais característicos de estresse que permitem que o profissional possa identificar a presença de estresse em seus companheiros de trabalho, amigos e até em si próprio. As três formas simples de prevenir o estresse Comer bem, beber bem e ser feliz. Comer: Uma dieta balanceada contribui para a prevenção e redução do estresse. Ingerir doces aumenta o nível de açúcar no sangue, provocando em seguida uma subida queda desses níveis. Essa queda faz com que a pessoa precise de mais açúcar.
  • È muito melhor comer uma quantidade adequada de pães, cereais, arroz e massas (macarrão). Esses alimentos oferecem energia por um período mais longo e de tempo e reduzem o efeito de sobe e desce, provocando pela ingestão excessiva de açúcar. A alimentação saudável ajuda a manter o controle de peso, a disposição física e também reduz o nível do estresse, diminuindo assim o risco de desenvolver doenças cardíacas e vasculares que se constituem na causa mais comum de morte dentre os profissionais de segurança pública.
  • Beber: Ingerir quantidades adequadas de líquidos é importante para o pessoal que atua nos serviços de emergências. A desidratação é um risco constante para bombeiros, policiais e profissionais da área de saúde. Água é essencial para manter em ordem os processos do organismo. Suco de fruta natural constitui outra boa fonte de fluídos. Evitar sempre consumir cafeína e álcool. Cafeína é uma droga que causa a liberação de adrenalina no seu organismo; a adrenalina aumenta sua pressão sanguínea e consequentemente o seu nível de estresse. Bebidas alcoólicas devem ficar fora da dieta dos profissionais da área da saúde.
  • Embora um “drinque’ alcoólico aparentemente ajude a relaxar, na verdade causam depressão e reduzem sua capacidade de controlar o estresse”. O tabaco é prejudicial à saúde e produz estresse. Ser feliz: Uma pessoa feliz não está sofrendo de estresse elevado. É importante balancear seu estilo de vida. Avalie tanto o ambiente de trabalho como o familiar. No trabalho, ataque os problemas de imediato, antes que produzam um estresse maior. Procure organizar o horário de trabalho para atender o tempo adequado de descanso, sono e atividades pessoais.
  • Se o profissional atua como voluntário, não deverá o mesmo se dispor a atender chamado o tempo todo. Longe do trabalho o profissional deverá criar um ambiente para reduzir o estresse. Separando um tempo para a família e amigos. Para as atividades recreativas o interessante será selecionar amigos que não sejam companheiros de trabalho. Desenvolva “hobby” e atividades que não estejam relacionadas ao trabalho. Exercícios regulares, físicos são excelentes para aliviar o estresse.
  • Atividades como: Andar de bicicleta, nadar, correr são exercícios aeróbicos excelentes. Para algumas pessoas atividades religiosas ou meditação ajudam a reduzir o estresse. Pessoas que são capazes de balancear as horas de trabalho com atividades relaxantes, em geral, conseguem apreciar a vida muito mais do que pessoas que não conseguem nunca deixar as histórias do trabalho para trás. Se o profissional se sente estressado quando se afasta do trabalho, é hora de procurar um médico para tratar a sua saúde mental.
  • Redução de Estresse: Se as pressões no trabalho ou doméstico provocam estresse contínuo, é necessário solicitar ajuda de um especialista. Esses profissionais são treinados para ouvir sem julgar e, ajudam a resolver questões que provocam estresse. Esse profissionais podem ser psicólogos, psiquiatras, assistentes sociais e também pastores e padres especialmente treinados. Determinados planos de saúde cobrem as consultas e tratamentos de saúde mental.
  • NA OCORRÊNCIA   Doenças Infectocontagiosos e Barreiras de Proteção- Com o advento da AIDS- Síndrome da Imuno Deficiência Adquirida, da tuberculose e da hepatite ficou voltada para a necessidade de precauções contra contaminações. Para os profissionais da área da saúde, é importante que estejam informados sobre doenças infectocontagiosas. Objetivamente, o profissional deverá saber como se proteger dessas doenças para desenvolver medos alarmantes de desnecessários.
  • Todos os profissionais da saúde, devem assumir por precaução que toda e qualquer pessoa e em qualquer está contaminada com o vírus HIV (AIDS), Hepatite (B) (HBV), ou outros agentes patogênicos de origem sanguínea . Esse profissional devem utilizar sempre EPI para proteger do contato com sangue e fluídos corporais das vítimas. Esse conceito é denominado como Precauções Universais.
  • O HIV é transmitido por contato direto com sangue infectado, semêm ou secreções vaginais. Não existem comprovações científicas de que o vírus seja transmitido por contato com o suor, saliva, lágrimas, secreções nasais pó peitorais, urina, fezes ou vômito, a não ser que esses fluídos venham acompanhados de sangue. A Hepatite B é transmitida por contato direto com sangue infectado. Portanto os profissionais devem seguir as normas de Precauções Universais para reduzir as chances de contrair essas doenças. O profissional terá que procurar saber pelo departamento médico da instituição que trabalha se está autorizado a tomar a vacina contra a hepatite B.
  • A Tuberculose Está reaparecendo no cenário das infecções como um problema comum. O desenvolvimento de bacilos mais resistentes da Tuberculosa está se tornando um problema grave para as sanitaristas e profissionais da área da saúde potencialmente expostos a essa contaminação, uma vez que a tuberculose é transmitida através do ar. O profissional deverá usar máscara de proteção com alto fator de proteção para minimizar os riscos de exposição à tuberculose. Os profissionais devem fazer o teste anual para controle da tuberculose.
  • Precauções Universais   Não é sempre que se pode afirmar que há sangue presente nos fluídos corporais de uma vítima. Assim sendo, deverá assumir que todas as vítimas são potencialmente portadoras de doenças transmissíveis pelo sangue e deverá utilizar sempre a técnica de precauções universais. Conceito de Precaução Universal
  • Usar sempre, sob quaisquer circunstâncias, luvas de látex para contato com a vítima e trocar as luvas após o contato com cada vítima. Lavar imediatamente as mãos depois de retirar as luvas. ATENÇÃO: luvas de couro não possuem fator de segurança como barreira. São porosas e absorvem fluídos. Usar sempre proteção para a face e aventais, nos atendimentos que existam possibilidade de espirros de sangue ou de outros fluídos corporais, assim como nos casos de trauma grave ou emergências obstétricas. Lavar bem e imediatamente as mãos e qualquer outra superfície do corpo, sempre que julgar ter entrado em contato com sangue ou outros fluídos corporais. Trocar as roupas contaminadas e lavar a pele exposta cuidadosamente.
  • Nunca reutilizar nem quebrar ou dobrar agulhas usadas. Dispensando diretamente no lixo séptico. Embora não tenha sido comprovado que a saliva transmite HIV, carregar sempre máscaras de proteção facial para aplicar insuflações em vítimas de parada respiratória. Os regulamentos referentes a proteção contra fluídos e outras substâncias corporais são constantemente atualizados.É muito importante que se mantenha sempre bem informado sobre as mudanças desses protocolos.
  • Imunizações: Certos tipos de vacinas são recomendados para os profissionais da saúde, assim como a vacina do tétano e Hepatite B. Testes regulares para prevenção da tuberculose também são recomendáveis. O departamento médico da instituição deverá determinar quais as imunizações e testes regulares o profissional deverá fazer. Manter a segurança dos companheiros e de pessoas que possam estar presentes no local durante as ocorrências é uma consideração da maior importância. Atenção constante e criteriosa aos fatores de segurança irão evitar contaminações com doenças, traumas, estresse excessivo e mortes desnecessárias.
  • Chamada: A segurança começa quando se recebe a chamada para uma ocorrência. Obtenha informações sobre as características da ocorrência que irá atender e planejar ações, a fim de evitar os riscos identificados, e então, atuar com segurança. Atendimento: Os acidentes automobilísticos são responsáveis pela maioria das mortes e invalidez permanente de policiais e bombeiros. Ao atender uma ocorrência, lembrar sempre do curso de motorista que foi feito. Colocar o cinto de segurança, planejar o melhor caminho e seguir e dirigir defensivamente.
  • Estacionamento: Estacionar o veículo dando cobertura contra tráfego. Mantendo as luzes de alerta funcionando, tendo cuidado ao sair do veículo, vestindo-se de colete refletivo e uniforme de cores vivas. Durante o dia ou noite usar sinalizadores luminosos no local, no veículo e no uniforme. Organizar para que a ambulância possa se aproximar da vítima. Acima de tudo garantir a proteção necessária para o local da emergência e para evitar possibilidades de acidentes adicionais.
  • Avaliação do cenário: Avalie a situação cuidadosamente. As características dos acidentes determinam, em sua maioria, o tipo de riscos que estarão presentes. Por exemplo, nos acidentes automobilísticos que atinjam postes, haverá grande possibilidade de existir queda da rede de alta-tensão. Portanto não se deve aproximar do veículo antes de ter certeza que a corrente de energia elétrica está desativada.
  • Tráfego: Em rodovias movimentadas, não se deve descer do veículo antes de estar seguro. Chamar pelo rádio e providenciar ajuda para controlar o tráfego. Ser prudente e não piorar a situação provocando acidentes adicionais.
  • Crime ou violência: Se existir violência ou crime, fazer uma aproximação verdadeiramente cuidadosa. Possuir treinamento adequado para atuar nestas situações, seguindo protocolos locais. Se o profissional não for policial, somente deverá entrar em cena quando tiver certeza que o local está seguro. Aguardar e solicitar a presença da polícia. Se puder constatar que houve crime no local, procurar memorizar o máximo de informações. Não tocar em nada que não seja absolutamente necessário para prestar os cuidados à vítima.
  • As multidões variam de tamanho e apresentam características comportamentais diferentes. Multidões de curiosos amigáveis podem, mesmo com boas intenções, complicar o desempenho do profissional. Multidões hostis podem requerer a presença da polícia.
  • Eletricidade Vítimas que estejam dentro de edifícios podem estar em contato com fios elétricos como uma simples gambiarra, até um transformador de alta voltagem em um pátio industrial. Vítimas que estejam na rua podem estar em contato com rede de alta voltagem, decorrentes da queda de postes por acidentes automobilísticos ou por tempestades. Eletricidade é invisível.
  • Fogo Incêndio representa um risco de alto grau que pode provocar trauma grave seguido de morte tanto para o profissional quanto para a vítima. Se o profissional possui treinamento de bombeiro, terá que seguir os protocolos de resgate e combate ao fogo da sua instituição. Se o profissional não possui esse treinamento, o ideal é não ultrapassar os limites das atribuições.
  • Produtos Perigosos Os regulamentos federais exigem que todo transporte de produtos perigosos seja especificamente sinalizado. Produtos perigosos, no entanto podem ser encontrados em qualquer lugar. Se suspeitar que está atendendo um incidente onde exista presença de produto perigoso, o ideal é para distante do local e utilizar o binóculo do kit para avaliar a situação. Todo veículo transportando produtos perigosos deve exibir uma placa que identifica a substância. Ter sempre ao alcance o guia de Códigos de Produtos Perigosos para ajudar identificar qual a substância, o risco que ela representa e as distâncias a serem mantidas em caso de vazamento ou derrame.
  • Objetos instáveis Objetos instáveis podem incluir veículos, árvores, postes, prédios, barrancos e pilhas de materiais. Pode ser necessário estabilizar um veículo antes de remover ocupantes. Não entrar, não ficar embaixo, nem em declives abaixo de um veículo instável. Acidentes automobilísticos podem desestabilizar outros objetos, incluindo árvores ou postes. Fogo e explosões podem desestabilizar estruturas de edificações.
  • Objetos cortantes Objetos cortantes podem se apresentar de forma de vidros quebrados, agulhas guardadas no bolso de usuário de drogas injetáveis, etc. Procure a possibilidade de se ferir com esse tipo de material ou, de provocar agravamento de lesões na vítima. As luvas de vinil ou látex não protegem você contra objetos cortantes. Quando houver vidros ou outros objetos cortantes presentes, deverá usar luvas de couro reforçado ou de outros materiais resistentes.
  • Animais Portanto antes de entrar em uma residência, solicite que, se houver animais de estimação potencialmente perigosos, sejam mantidos longe de vítima. Animais de estimação podem ficar especialmente agitados com o clima confuso de uma situação de emergência e também, podem assumir que sua proximidade seja uma agressão à vítima, atacando em defesa do dono. Os animais de estimação podem estar dentro de veículo acidentados.
  • Condições ambientais Utilizar equipamentos de proteção adequada para as circunstâncias climáticas. Lembrar de manter as vítimas secas em temperatura adequada. Estar preparado para as variações bruscas de temperatura para chuvas, neblina, vento forte e geadas e ainda, para operações que se estendam noite adentro. Lembrar de manter lanternas e pilhas sobressalentes no kit.
  • Situações especiais Considerações específicas serão necessárias para operações de resgate na água, no gelo, em espaços confinados, em verticais e em desastres, onde existam múltiplas vítimas. Operações especiais demandam treinamento e equipamentos de segurança. Doenças Infectocontagiosas Já que doenças de origem sanguínea e área são invisíveis, deve-se lembrar das precauções universais descritas anteriormente e aplicá-las quando necessário. Como vestir luvas de látex ou vinil; como avaliar o cenário de uma ocorrência real ou simulada; como utilizar o EPI.
  • ASPECTOS ÉTICOS   Os profissionais da saúde devem saber:   definir “fé de ofício” no que se refere ao profissional; descrever os protocolos e a abrangência de atuação ao profissional; descrever os tipos de procedimento: expresso, implícito, de menores desacompanhados, de pessoas com deficiência de desenvolvimento mental; recusa ao socorro; explicar diretiva de avanço; descrever os aspectos legais: abandono, morte na cena, negligência, confidência; explicar o propósito da Lei Bom Samaritano; descrever as leis federais, estaduais e locais; descrever quais os eventos que devem ser relatados; descrever os procedimentos a serem tomados na ocorrência de um crime; explicar as razões para elaboração de documentação.
  • Aspectos legais   O profissional da área deve conhecer os princípios éticos e legais dos atendimentos em emergências, para conduzir suas ações de forma juridicamente correta, evitando complicações e processos judiciais para você e para sua instituição. Leis e regulamentos variam de uma região para outra. O profissional deve se manter informado das particularidades legais e protocolos da sua localidade.  
  • Obrigatoriedade de socorro Um cidadão comum poderá prestar auxílio simplesmente sinalizando o local e telefonando para o Resgate. No entanto, como profissional da área, a função é possuir o preceito de obrigatoriedade implícita de prestar socorro, e também, subentende que o atendimento seja prestado com qualidade profissional. Como profissional da área, será obrigação socorrer com proficiência e atualização.
  • Qualidade do atendimento Não se pode esperar que a qualidade técnica do atendimento prestado por um profissional de saúde seja igual ou superior aquela prestada por um médico. Portanto o profissional não poderá ser responsabilizado com base nessa comparação. Mas a qualidade do atendimento será comparada com o nível de cuidados que outro profissional, com treinamento igual ao seu, teria aplicado em circunstância similares. Como profissional será esperado que o mesmo atenda as ocorrências com a proficiência que demonstrou nos testes para receber o certificado de profissional da área. No entanto circunstâncias ambientais adversas podem interferir na qualidade do atendimento.
  • Em uma ocorrência noturna, com chuva e neblina, poderá dificultar significativamente e influenciar na qualidade do atendimento. Evidentemente que o desempenho será diferente daquele realizado em uma sala bem iluminada. Para cumprir o padrão, deve-se atender todas as vítimas com prudência, manter-se bem informado e atualizado quanto às técnicas e quanto aos protocolos vigentes e, dê a vítima atenção que o outro profissional, com treinamento igual, daria nas mesmas circunstâncias. É fundamental conhecer os protocolos exigidos na sua localidade.
  • Abrangência de atuação e responsabilidade A abrangência de atuação do profissional pode ser definida por um currículo nacional ou regional. Por exemplo, nos EUA o currículo do profissional foi desenvolvido pelo Departamento de Transporte – DOT. O currículo define a capacitação necessária que o aluno deve obter durante um programa de profissional e predefine também as sequencias técnicas de atuação. Esses regulamentos e algumas normas podem ser, se necessário, modificadas pelo Regulador Médico para viabilizar o atendimento em circunstâncias locais.
  • Responsabilidades éticas e competências A ética e a confiança estão implícitas à função do profissional. Assim o mesmo deve corresponder a essa confiança com atitudes profissionais, dentro de padrões convencionalmente aceitos. Deve ser melhorado o seu desempenho. A instituição em que se trabalha deverá manter programas de educação continuada, permitindo sua atualização. Tirar o máximo de proveito desses programas. Não ser medíocre participando dos cursos simplesmente para cumprir carga horária. Comportamento ético requer honestidade. Preparar relatórios que expressem fidelidade às condições encontradas.
  • Emitir relatórios completos e precisos, em caso de erros, deverá ser documentado e nunca escondido. Nunca mudar relatório, a menos que seja para melhorar e nunca esquecer que as próprias ações podem determinar a diferença entre e vida e a morte. A competência e comportamento ético são ingredientes valiosos para o profissional, para a instituição e, principalmente para a vítima.
  • Consentimento: Pode ser expresso por gestos ou palavras e significa aprovação ou permissão. Legalmente, existem diferentes formas de consentimentos.   Consentimento Expresso Define a permissão que a vítima concede ao profissional de uma instituição de emergência para que possa prosseguir com atendimento. Se o profissional deverá deixar evidenciada sua função, em geral a vítima expressará o consentimento sem estresse e com isso estará conquistando a confiança e a cooperação da vítima. Esses dois elementos são fundamentais para realizar um bom atendimento. Se a vítima não expressar o consentimento poderá ser atendida dentro do princípio de consentimento implícito.
  • Consentimento Implícito Fica definido com mais evidência quando a vítima está inconsciente. Dentro do princípio legal da vítima terá dado, como resultado de sua incapacidade de comunicar, o consentimento implícito para receber ajuda. Assim sendo, o profissional nunca deve deixar de atender uma vítima inconsciente.  
  • Consentimento A Menores Menor é um indivíduo que não atingiu idade legal para assumir responsabilidade por seus atos. De acordo com a lei, menores de 18 anos, dependem de pais ou responsáveis para consentir o atendimento. No entanto, se o consentimento dos pais ou tutor legal não puder ser obtido, não hesite em atender. Não se deve negar a um menor simplesmente porque não conseguiu obter a permissão dos responsáveis legais.
  • Repassando a responsabilidade de autorização para os encarregados do hospital. Eles determinarão se o atendimento hospitalar poderá ser ou não adiado até que a permissão seja obtida. Lembrando que o atendimento pré-hospitalar será responsabilidade do profissional. Ao seguir os protocolos o profissional estará obtendo subsídio legal sob o ponto de vista de interpelações jurídicas.
  • Consentimento de pessoas com deficiência de desenvolvimento mental Se a vítima aparenta estar fora da realidade, recusa o atendimento ou coloca em risco o profissional e outras pessoas, as ingerências legais nesse caso podem ser complexas. Um adulto dentro de suas faculdades mentais poderá, legalmente, recusar ser atendido. Porém mesmo para os médicos com treinamento especializado poderá ser complicado determinar se a vítima está ou não consciente de seus atos.
  • Em geral, se a pessoas aparenta ameaçar a sua própria integridade física, ou a de outros, será necessária providencia imediata para submetê a cuidados médicos. O profissional do Resgate deve conhecer os mecanismos legais para lidar com vítimas que se recusam a receber atendimento e parecem não estar tomando atitudes racionais e razoáveis.
  •   Diretiva de avanço Vítimas podem expressar através de testamento com anuência médica a recusa ao socorro. Esse processo é expressamente o desejo da vítima portadora de doenças terminais, de não ser ressuscitada caso venha a sofrer parada cardiorrespiratória.
  • Abandono Fica caracterizado quando o atendimento de emergência é caracterizado por uma pessoa com treinamento adequado e em seguida pé interrompido antes que outra pessoa assuma o atendimento. A situação mais comum é observada quando o profissional avalia a vítima e determina que há necessidade de remoção para um hospital, pressupondo que a vítima irá se recuperar sozinha e ao invés disso a condição se agrava ou leva ao óbito. O atendimento foi iniciado, mas a vítima foi abandonada antes que outra pessoa assumisse o caso, a vítima foi abandonada.
  •   Morte no local Quando o profissional chegar ao local houver qualquer indicação que a vítima está viva, deverá ser iniciado o atendimento local. No entanto se houver evidências de morte, o profissional deverá seguir as normas e leis vigentes na localidade e cumprir os protocolos da sua instituição.  
  • Evidências de morte A evidências que indicam que uma pessoa está morta são: decapitação – a cabeça está separada do corpo; rigor mortis – enrijecimento dos músculos que ocorre horas após a morte; decomposição – quando a morte já ocorreu há mais de um dia; lividez cadavérica – cor vermelha ou roxa do sangue que decanta em direção ao solo, no corpo de uma pessoa morta lividez ocorre várias horas após a morte.
  • Negligência Fica caracterizada quando lesão ou dano adicional acomete a vítima como resultada do atendimento realizado fora dos protocolos.  
  • Confidencialidade Informações confidenciais incluem: circunstâncias da ocorrência, local onde a vítima foi encontrada, dados obtidos com a avaliação, histórico de saúde e atendimentos prestados as vítimas. Estas informações somente podem ser repassadas para o Resgate. Não repassar informações sobre a vítima nem mesmo para familiares e amigos. Informações públicas incluem: tipo de incidente e o nome da vítima. Procurar saber quais informações são consideradas públicas pela sua instituição. Informações públicas podem ser divulgadas para mídia através do processo que a instituição tenha aprovado.
  • Pessoa que age de boa fé, durante uma situação de emergência, com a intenção pura e descomprometida de ajudar a vítima, sem esperar por qualquer compensação financeira ou promocional, sem malícia, sem desvio de conduta, sem ofender convicções sociais, sem maldade ou negligência grosseira, mantendo-se atualizado através de cursos reconhecidos, e aplicando os protocolos de primeiros socorros.
  • Regulamentos O profissional estará sujeito à regulamentos que podem incluir, portarias administrativas de sua instituição, leis municipais, leis estaduais, ou federais, parecer técnico do Conselho Federal, etc. São especialmente importantes as leis que regulamentam o direito de exercer a profissão e atuar como profissional da área. Os regulamentos, normas e portarias podem exigir que o profissional registre seu certificado através de uma agência ou instituto estadual. Será sua responsabilidade manter atualizados os registros, credenciais ou certificados.
  • ocorrências Instituições governamentais exigem emissão de relatórios de ocorrências que incluam crime e doenças infecciosas e suicídio. Dentre essas ocorrências estão incluídos: ferimentos com faca, ferimentos com arma de fogo, acidente automobilístico, suspeita de abuso infantil, violência doméstica, abuso de idosos e estupro. O profissional deverá saber quais categorias de crimes devem ser relatadas na sua área.
  • Em caso de crime os procedimentos abaixo devem ser seguidos: Proteger-se e procurar garantir as condições de segurança no local. Se não estiver em segurança, aguardar a polícia. A prioridade é atender a vítima, nada além da própria segurança pessoal deverá ser desviado do objetivo. Movimentar a vítima somente se for necessário, antes de mover A mesma, produzir uma foto mental da cena. Tocar somente no que for necessário para ter acesso à vítima. Após atender a vítima deixar o local.
  • Preservar todos os detalhes encontrados na cena do crime para investigação posterior, não mexer na mobília do ambiente a menos que esteja com dificuldade para prestar cuidados necessários a vítima. Prestar atenção onde posiciona os equipamentos, evidências podem ser destruídas ou alteradas se os equipamentos forem apoiados sobre elas. Manter curiosos afastados do local. Após atendimento, deve-se preparar um relatório e fazer um desenho da cena, mostrando como e onde a vítima foi encontrada, isso poderá ser útil para que o incidente possa ser lembrando por dois ou três anos.  
  • Documentos
  • Após concluir, registrar todos os detalhes. A documentação é um instrumento importante porque não será capaz de memorizar detalhes de todos os atendimentos que prestou ao longo de um período determinado de tempo. A documentação também serve como registro legal no caso de processo judicial. A documentação deve ser clara, precisa e legível e deve conter as seguintes informações:
  • condição da vítima quando encontrada; descrição da vítima, da lesão ou da lesão de natureza do mal súbito; sinais vitais iniciais e posteriores; atendimento que foi dado a vítima; nome da instituição e da pessoa que assumiu a vítima; quaisquer outros fatos notáveis; qualquer possibilidade de exposição à doenças infecciosas; qualquer fato incomum relacionado ao caso.
  • BASE DE OPERAÇÕES   Competências: 1 - prestar atendimento telefônico às solicitações de particular e convênios, devendo anotar dados básicos sobre o chamado (localização, identificação do solicitante, natureza do serviço) e prestar informações gerais; - operar o sistema de telecomunicações e telefonia da central de operações; - exercer o controle operacional da frota de veículos de emergência; - manter a equipe atualizada a respeito da situação operacional de cada veículo de emergência; - conhecer a malha viária e as principais vias de acesso de todo o território abrangido pelo serviço de atendimento pré-hospitalar;
  • - manter cadastro da localização e telefone de contato dos principais hospitais públicos e particulares conveniados; - estabelecer contato com hospitais e serviços de saúde a fim de coletar dados e trocar informações sobre o estado Geraldo paciente; - anotar dados e preencher planilhas e formulários específicos do serviço; - obedecer os protocolos operacionais de serviço; - efetuar alterações de escalas autorizadas pelo gerente operacional previamente solicitada; - efetuar o remanejamento de funcionários e veículos de emergência de acordo com as necessidades do serviço operacional, cientificando de imediato, o gerente operacional; - decidir sobre o destino de cada veículo de emergência com a finalidade de atender as necessidades do serviço operacional;
  • - contatar, com antecipação, a direção de eventos artísticos e/ou esportivos a fim de obter informações que permitam auxiliar as equipes de emergências que se desloquem para o local; - decidir sobre a liberação de ambulâncias ao término de eventos artísticos e/ou esportivos; - controla, via rádio, os horários de chagada e saída aos locais de origem e destino e a liberação de ambulâncias para outra atividade; - agilizar procedimentos junto a convênios e hospitais de destino e/ou origem do paciente; - decidir quanto a aguardar o retorno do paciente submetido a exames e/ou tratamento que demandem tempo na espera;
  • - compete exclusivamente ao coordenador da central de operações decidir quanto ao destino de ambulâncias e equipe que deva atender ao chamado, não cabendo recusa ou quaisquer discordâncias por parte de funcionários empregados nas atividades de atendimento de emergência; - o descumprimento do exposto acima por parte dos profissionais do serviço de emergência, implicará na aplicação de sanções que variarão de acordo com a gravidade de falta, podendo ser aplicadas: advertência verbal, suspensão da atividade operacional remunerada e/ou demissão por justa causa; - relatar, por escrito, quaisquer alterações envolvendo funcionários, veículo da frota, materiais e equipamentos operacionais ou assuntos relativos ao atendimento de emergência que deva ser de conhecimentos do gerente operacional.  
  • RESPONSABILIDADES TÉCNICO   Compete ao técnico/auxiliar de enfermagem:   1 – obedecer a Lei do Exercício Profissional e o Código de Ética de Enfermagem; 2 – ter disposição pessoal para a atividade; 3 – possuir capacidade física e mental para atividade avaliada em processo de seleção interno; 4 – possuir equilíbrio mental e autocontrole;
  • 5 – disposições para cumprir ações orientadas e agir em situações inesperadas; 6 – Apresentar experiência profissional em serviço de saúde voltado ao atendimento de urgências e emergências; 7 – auxiliar nos procedimentos de assistência de enfermagem, quando supervisionado; 8 – observar, reconhecer e descrever sinais e sintomas, ao nível de sua qualificação; 9 – fazer curativos; 10- efetuar imobilizações provisórias; 11 – executar outras medidas de suporte básico de vida dentro de seu nível de situação;
  • 12 – prestar cuidados de conforto ao paciente e zelar pela sua segurança; 13 – realizar manobras de extração manual de vítimas; 14 – ao assumir o plantão, inspecionar os equipamentos básicos da ambulância como segue: existência e funcionamento dos equipamentos básicos para reanimação cardiopulmonar; funcionamento de equipamentos de oxigenioterapia e aspiração; maleta e matérias de primeiros socorros; roupa de cama para maca.
  • 15 – efetuar e orientar a limpeza e desinfecção dos equipamentos e materiais reutilizáveis; 16 – efetuar a limpeza diária do interior da cabine de transporte de pacientes e, quando necessário proceder a sua desinfecção; 17 – providenciar a reposição de materiais descartáveis utilizados; 18 – relatar danos em equipamentos básicos de APH e solicitar ao setor competente seu reparo ou substituição; 19 – responsabilizar-se pela avaliação e condutas adotadas com o paciente; 20 - adotar as medidas previstas nos casos que segue:
  • A)atendimento domiciliar: Identificar-se ao solicitante do serviço de ambulância como técnico de enfermagem da Anjos Emergência e solicitar autorização para adentrar o local; obter do solicitante dados sobra as condições do paciente que motivaram o chamado; efetuar a avaliação do paciente procurando certificar-se da patologia ou trauma do qual fora acometido através de análise criteriosa;
  • – reportar, quando solicitado, os dados relativos ao paciente ao gerente operacional ou coordenador de operações; – repassar, no hospital, a equipe médica ou de enfermagem que vier receber o paciente, os dados obtidos no local e as intercorrências durante o transporte; - decidir sobre a conduta de APH segundo a condição do paciente (caso clínico ou trauma); - decidir sobre a forma de transporte adequada para cada caso, de acordo com a condição do paciente (caso clínico ou trauma); - orientar e obter o auxílio do motorista nos procedimentos de APH; – executar quando atuando no Suporte Básico, medidas exclusivas de Suporte Básico à Vida não invasivas;
  • – acompanhar o paciente no deslocamento ao seu destino, no compartimento de transporte de pacientes, mantendo constante observação de seu caso clínico; – garantir a segurança do paciente observando o travamento da maca, porta traseira e acoplamento dos cintos de segurança da prancha longa e/ou maca; – orientar a remoção/ transferência do,paciente da maca, leito ou cadeira de rodas para equipamento similar no interior do hospital ou interior de residência; – relatar por escrito no livro de intercorrência, quaisquer alterações havidas com o paciente durante o atendimento em quaisquer de suas fases (pré-hospitalar, inter-hospitalar ou residencial);
  • - havendo agravamento na condição clínica do paciente, durante o transporte, e havendo risco de vida imediato, conduzi-lo imediatamente ao Pronto Socorro do hospital mais próximo de onde estiver (público ou privado), informando a Central de operações.
  • RESPONSABILIDADES DO MOTORISTA   Compete ao motorista:   1 – conduzir, com segurança, a ambulância obedecendo-se, quando em deslocamento, as regras de trânsito previstas no Código Nacional de Trânsito vigente. Quando em atendimento de emergência, adotará todas as precauções quanto à própria segurança da equipe, paciente e acompanhantes, pedestres e outros veículos; 2 – efetuar, ao assumir o plantão, inspeção geral da ambulância, quanto ao que segue;
  • documentação do veículo; existência e funcionamento dos equipamentos de porte obrigatório: extintor, sinalizador, macaco e chave de rodas; níveis de óleos água e combustível; funcionamento de freios; sistema elétricos, luminosos e sonoros; tensão da correia do motor; estado geral da bateria; marcador de temperatura do motor; possíveis vazamentos; presença de fumaça anormal no sistema de escapamento;
  • fixação e estado do escapamento; ruídos anormais; eventuais peças soltas em geral; fixação e estado dos para-choques; funcionamento dos limpadores de para-brisa; calibragem e estado de conservação dos pneus e estepe; arranhões e amassados na cabine e carroceria; arranhões e amassados na cabine e carroceria; limpeza geral externa da viatura; ajuste do banco e cinto de segurança; ajustes dos espelhos retrovisores;
  • 3 – solicitar os reparos necessários ou substituição de peças ao setor competente; 4- executar, sob orientação do técnico de enfermagem, os procedimentos de Suporte Básico à Vida, previstos para cada caso, de acordo com o Protocolo vigente, dentro de seu nível de atuação; 5 – executar, em conjunto com o técnico de enfermagem, o deslocamento da vítima posicionada em maca ou cadeira de rodas;
  • 6- estacionar corretamente a ambulância nos locais destinados ao estacionamento de ambulâncias no hospital de origem ou destino, de forma a evitar transtornos ou reclamações por parte da segurança local; 7- quando em deslocamento, utilizar o cinto de segurança e exigir a utilização correta do cinto de segurança ao acompanhante do paciente transportado na cabine da ambulância; 8 – obedecer as regras para uso de sirene como segue:
  • acioná-la, quando em deslocamento para o atendimento de emergência, com o intuito de alertar outros condutores e de forma a garantir maior fluidez no trânsito, aguardando-se que o condutor à frente lhe ceda a passagem; respeitar-se-à as regras de segurança previstas no item 1; nos semáforos de cruzamento de cruzamentos em vias de movimentadas, estando a fluidez do trânsito prejudicada por sinal vermelho, desligar-se-à a sirene, voltando a aciona-la quando da abertura do semáforo (sinal verde); quando o uso de quando o uso da sirene for prejudicial ao paciente, evitar seu uso continuado, acionando-a quando absolutamente indispensável;
  • em qualquer situação observar distância segura dos veículos que se desloquem à frente e nas laterais, evitando provocar ou dar causas a acidentes; 9- executar a comunicação via rádio ou por qualquer outro meio quando solicitado pelo técnico de enfermagem ou pela central de operações, de acordo com as regras estabelecidas no Protocolo de comunicações;
  • 10- agilizar, providenciar ou orientar acompanhantes nos hospitais de destino ou origem, sobre a documentação relativa a convênios, altas, recebimentos diversos, exceto quanto ao prontuário médico e outros documentos relativos ao paciente que seja de responsabilidade exclusiva do técnico de enfermagem. 11 – executar a limpeza da carroceria e da cabine da ambulância; 12- auxiliar na desinfecção de cabine de transporte de pacientes após transporte de pacientes com doença infectocontagiosas; 13- executar outras atividades de acordo com a determinação do gerente operacional.
  • PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS   1 – o técnico de enfermagem é o responsável pelo recolhimento e entrega na central de operações dos valores recebidos em razão de remoções particulares, recolhimento e entrega de fichas de atendimento, boletos bancários e outros documentos relativos ao atendimento. 2 – o motorista deverá colaborar com o técnico de enfermagem nas providências citadas no item anterior. 3 – o técnico de enfermagem não poderá executar, quando atuando em Suporte Básico à vida quaisquer condutas que não estejam de acordo com seu nível de atendimento, tais como: administração de medicamentos, por qualquer via, infusão intravenosa de fluidos, sondagens de qualquer natureza
  • 4 – deverá o técnico de enfermagem portar a carteira de identidade expedida pelo COREN. 5 – deverá o motorista, portar obrigatoriamente, os documentos relativos à condução de veículos: CNH e carteira de identidade. 6 – Os integrantes de serviço de ambulância deverão se manter devidamente uniformizados e ostentar em local visível o crachá de identificação.  
  •   COMUNICAÇÕES OPERACIONAIS   1 – utilizar-se-à na comunicação via rádio a codificação prevista no código “Q” adaptados à conveniência do serviço de emergências médicas. 2 - assuntos de natureza sigilosas ou particulares dever ser, sempre que possível, informadas por telefone à central de operações. 3 – compete ao técnico de enfermagem: efetuar a comunicação via rádio, quando deslocando-se da cabine do motorista, estando a ambulância em movimento, visando garantir a segurança no trânsito, decidir ao término do atendimento, pela liberação da ambulância e informar à central de operações. 4 – compete ao motorista: efetuar a comunicação via rádio quando ausente o técnico de enfermagem na cabine do motorista, estando a ambulância em movimento, redobrando os cuidados com a segurança do trânsito ao efetuar a utilização do rádio.
  •   ÉTICA PROFISSIONAL   Extratos de artigos publicados na cartilha “Direitos do Paciente”, da Secretaria Estadual de Saúde e Principais Legislações para o Exercício de Enfermagem, do COREN-SP.   Direitos do paciente 1-o paciente tem direito a atendimento humano, atencioso e respeitoso, por parte de todos os profissionais de saúde. Tem direito a um local digno e adequado para seu atendimento. 2 – o paciente tem direito a ser identificado pelo nome e sobrenome. Não deve ser chamado pelo nome da doença ou do agravo da saúde, ou ainda de forma genérica ou quaisquer outras formas impróprias, desrespeitosas ou preconceituosas. 3 – o paciente tem direito a receber do funcionário adequado, presença no local, auxílio imediato e oportuno para a melhoria de seu conforto e bem-estar.
  • 4 – o paciente tem direito o identificar o profissional por crachá preenchido com o nome completo, função e cargo. 5 – o paciente tem direito de exigir que todo material utilizado seja rigorosamente esterilizado, ou descartável e manipulado segundo normas de higiene e prevenção. 6 – o paciente tem direito a consentir ou recusar procedimentos, diagnósticos ou terapeutas a serem nele realizados. Deve consentir de forma livre, voluntária, esclarecida com adequada informação. 7 – o paciente tem direito a sua segurança e integridade física nos estabelecimento de saúde, públicos ou privados. 8 – o paciente tem direito de não sofrer discriminação nos serviços de saúde por ser portador de qualquer tipo de patologia principalmente no caso de ser portador de HIV/AIDS ou doenças infectocontagiosas.
  • 9 – o paciente tem direito a ser resguardado de seus segredos, através de manutenção do sigilo profissional, desde que não acarrete riscos a terceiros ou à saúde pública. Os segredos do paciente correspondem a tudo aquilo que, mesmo desconhecido pelo próprio cliente, possa o profissional de saúde ter acesso e compreender através das informações obtidas no histórico do paciente, exame físico, exames laboratoriais e radiológicos. 10 – o paciente tem direito a manter sua privacidade para satisfazer suas necessidades fisiológicas, inclusive alimentação adequada e higiênicas quer quando atendido no leito, ou no ambiente onde está internado ou aguardando atendimento
  • 11 – o paciente tem direito a acompanhante, se desejar, tanto nas consultas, como nas internações. 12 – o paciente tem direito a indenização pecuniária no caso de qualquer complicação em suas condições de saúde motivadas por imprudência, negligência ou imperícia dos profissionais de saúde. 13 – o paciente tem direito à assistência adequada, mesmo em períodos festivos, feriados ou durante greves profissionais. 14 – o paciente tem direito de receber ou recusar assistência moral, psicológica, social e religiosa. 15 – o paciente tem direito à dignidade e respeito, mesmo após a morte. Os familiares ou responsáveis devem ser avisados imediatamente após o óbito.
  • Código de ética dos profissionais da enfermagem   Extratos: 1 – o profissional da enfermagem tem o direito de recusar a executar atividades que não sejam de sua competência legal. 2 – o profissional de enfermagem tem o direito de ser informado sobre o diagnóstico provisório ou definitivo de todos os clientes que estejam sob sua assistência. 3 – é responsável em assegurar ao cliente uma assistência de enfermagem livre de danos decorrentes de imperícia, negligência ou imprudência. 4 – dever responsabilizar-se por falta cometida em suas atividades profissionais, independente de ser praticada individualmente ou em equipe.
  • 5 – deve cumprir e fazer cumprir os preceitos éticos e legais da profissão. 6 – prestar assistência de enfermagem à clientela, sem discriminação de qualquer natureza. 7 – prestar adequadas informações ao cliente e família a respeito da assistência de enfermagem, possíveis benefícios, riscos e consequências que possam ocorrer. 8 – respeitar e reconhecer o direito do cliente de decidir sobre sua pessoa, seu tratamento e seu bem estar. 9 – respeitar o natural pudor, a privacidade e a intimidade do cliente. 10 – manter segredo sobre o fato sigiloso de que tenha conhecimento em razão de sua atividade profissional, exceto nos casos previstos em lei.
  • 11 – respeitar o ser humano em caso de morte e pós-morte. 12 – proteger o cliente contra danos decorrentes de imperícia, negligência ou imprudência por parte de qualquer membro da Equipe de Saúde. 13- tratar os colegas e outros profissionais com respeito e consideração. 14- comunicar ao COREN (conselho regional de enfermagem) fatos que infrinjam preceitos do Código de Ética Profissional e da Lei do Exercício Profissional. 15 – É proibido ao profissional e da Lei de Enfermagem Profissional:
  • Negar assistência de enfermagem em caso de urgência ou emergência. Abandonar o cliente em meio a tratamento sem garantia de continuidade da assistência. Executar a assistência de enfermagem sem o consentimento do cliente ou seu representante legal, exceto em risco iminente de vida. Provocar, cooperar ou ser conivente com maus tratos. Denegrir a imagem do colega e/ou de outro membro da Equipe de Saúde, de entidade de classe, e/ou de instituição onde trabalha.
  • Qualquer discussão entre os integrantes da equipe de SBV acerca de procedimentos deve ocorrer em local reservado.  
  • PROCEDIMENTOS NOS CASO DE CONSTATAÇÃO DE ÓBITO   Trecho da Resolução do Conselho Federal de Medicina Nº 1.480/97 de 08/08/97. “a parada total e irreversível das funções encefálicas equivale à morte, conforme critérios já bem estabelecidos pela comunidade cientifica mundial”. 1-há três tipos de morte: a morte clínica, a morte biológica e a morte óbvia. 2-no atendimento Pré-Hospitalar em suporte Básico à Vida o óbito só poderá ser declarado pela equipe empregada no atendimento nas situações de “morte óbvia”, ou seja, os seguintes casos:
  • a) evidente estado de decomposição. b) decapitada ou segmentada no tronco, com ausência de sinais vitais. c) esmagamento de cabeça e tronco, com ausência de sinais vitais. d) carbonizada ou calcinação. e) esmagamento de crânio com pedra de massa encefálica e ausência de sinais vitais (não confundir com trauma de crânio com perda de massa encefálica, quando deve ser tentada a reanimação).
  • f) “rigor mortis” inicia-se entre 1 a 6 horas pelos músculos da mastigação e avança da cabeça aos pés atingindo o máximo entre 6 a 24 horas. g) “livor mortis”: estase sanguínea dependente da posição do cadáver, manifestar-se entre 1h30minutos à 2horas, atingindo seu máximo entre 8 à 12 horas. 3-nos demais casos, inclusive naqueles em que houver dúvida por parte integrantes de equipe de Suporte Básico à Vida, deverá se iniciada e mantida a reanimação cardiopulmonar até que: a) retornem os sinais vitais.
  • b) equipe de Suporte Avançado de Vida (USA 193,ASA 192,UTI) assuma o procedimento. c) entrega do paciente no hospital sob cuidados de equipe médica. 4-somente o médico é autoridade competente para declarar o óbito nas demais circunstâncias não previstas neste protocolo. 5-constando o óbito nos casos de “morte óbvia”, deverão ser adotadas as providências relativas ao local de crime, conforme segue: a) solicitar imediatamente a presença da autoridade policial através da Central de Operações ou diretamente pelo telefone de emergência 190.
  • b) evitar a movimentação do cadáver do local de origem do fato, exceto quando houver risco iminente de novo acidente ou para preservar o cadáver. c) quando necessário movimentar o cadáver utiliza-se de técnica adequada de movimentação de acidentados, utilizando-se de prancha longa para a remoção, neste caso, informar a autoridade policial. d) cobrir o cadáver evitando sua exposição para acesso a curiosos ou imprensa. e) isolar o local até a chegada da autoridade policial, evitando alterar o estado das coisas (móveis, objetos, posição do cadáver, etc.) para permitir a atuação da perícia técnica da Polícia Científica.
  • f) evitar divulgar pela imprensa dados pessoais ou que sejam relativos à causa do óbito, bem como, detalhamentos da condição clínica do paciente. g) quando houver constatação de óbito, por médico, no interior da ambulância de suporte básico, verificar a possibilidade de transportar o cadáver ao hospital de destino ou hospital público regional.  
  • 1 - Informar via rádio, a central de operações a intervenção na ocorrência. 2 – Diretamente ou através da central de operações contatar o serviço público (bombeiro, polícia) relatando: tipo de acidente: número de vítima; estado aparente das vítimas;
  • -endereço e ponto de referência; necessidade de apoios especializados; outros, à critério da central de serviço público; 3 – Se presente, apresentar-se para a autoridade policial no local, colocando-se à disposição para os procedimentos de atendimento pré-hospitalar.
  • 4 – Empregar medidas de Suporte Básico à Vida, priorizando o atendimento de acordo com a gravidade. Em local de múltiplas vítimas, atuar segundo o Protocolo de Priorização de atendimento. 5 – Ao retirar-se do local transportado vítimas, informar a autoridade policial os seguintes dados: qualificação do serviço (empresa de ambulâncias Anjos Emergência)
  • -qualificação da equipe (nomes do motorista e técnico de enfermagem) qualificação do paciente (nome completo, documento de identidade, sexo e idade) hospital de destino. 6 – Transmitir, via rádio, os dados acima para a central de operações.
  •   BIOSEGURANÇA   1 – A equipe de atendimento pré-hospitalar deverá adotar o conjunto de medidas que visem evitar a contaminação e transmissões de infecções. 2 – Os instrumentos ou objetos utilizados em emprego direto ou indireto possuem classificação e devem receber o procedimento conforme segue:
  • Artigos críticos: utilizados intervenções invasivas, que irão penetrar nos tecidos epiteliais, sistema vascular e em órgãos isentos de flora microbiana própria. Devem ser encaminhados para o local determinado pela central de operações para esterilização. Artigos semi-críticos: aqueles que entram em contato com mucosa íntegra. Devem ser desinfetados. Artigos não críticos: entram em contato com a pele íntegra e os que não entram em contato com o paciente. Devem ser limpos, no entanto, quando houver suspeita ou confirmações de contaminação por agentes infecciosos transmissíveis, devem ser submetidos à desinfecção.
  • 3- Limpeza e desinfecção da Ambulância A) remover todos os materiais utilizados no atendimento ao paciente; B)Desprezar gazes, ataduras úmidas e contaminadas com sangue e/ou outros fluídos corporais em sacos plásticos branco, descartando o mesmo no lixo hospitalar;
  • C) Materiais pérfuro-cortante eventualmente utilizados devem ser desprezados em recipiente adequado; D)Sangue e demais fluídos devem ser cobertos com uma camada de organoclorado em pó, removendo-se, após 10 minutos de contato, com papel toalha; E)Lavar as superfícies internas com água e sabão neutro iniciando sempre pelo teto, indo para as paredes, mobílias e piso, da frente do compartimento de transporte de pacientes em direção à porta traseira.
  • DESINFECÇÃO: A)Friccionar, por três vezes álcool etílico 70% nas superfícies não sujeitas à corrosão, exceto superfície acrílicas ou envernizadas, ou utilizar outro produto disponível para a completa desinfecção; B)Periodicamente a cada sete dias, realizar uma limpeza e descontaminação mais ampla; C) Quando efetuar o transporte de pacientes com doenças infectocontagiosas (AIDS, hepatite, Tuberculose, Meningites, etc) realizar, obrigatoriamente, a completa desinfecção da ambulância, materiais e equipamentos utilizados.  
  • ROUPA DE CAMA: A)Efetuar-se a substituição de roupa de cama para a remoção de cada paciente, independente do seu estado geral, e especialmente nos casos de: - pacientes com pediculosa - pacientes com doenças dermatológicas - pacientes com doenças infectocontagiosas - presença de quaisquer fluídos corporais(sangue, saliva, fezes, urina, vômitos, suor) na roupa de cama - contato direto da pele do paciente com a roupa de cama
  •   MEDIDAS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL:   A)Todo os profissionais de atendimento pré-hospitalar deverão estar em dia com a caderneta de vacinações e obrigatoriamente vacinados contra as principais doenças infecto-contagiosaa: - hepatite B - tétano - febre amarela - SCR – sarampo, caxumba e rubéola. - febre tifoide
  • B) No contato direto com o paciente exigir-se-á a utilização, quando necessário, dos seguintes equipamentos de proteção individual: -óculos de proteção -luvas de procedimentos ou luvas especiais -máscaras faciais simples ou especiais -avental descartável
  • PACIENTES COM TRANSTORNOS MENTAIS   1 - Todo atendimento deverá ser atendido com educação , cortesia e presteza, deve-se proceder a devida identificação do profissional e do serviço oferecido ao paciente e ao acompanhante. 2 - Observar e avaliar o local da ocorrência, avaliar a situação e o paciente para levantamento dos riscos possíveis que envolvem o atendimento (riscos de explosão, suicídio, agressividade, etc.). 3 – Havendo a real necessidade, solicitar apoio externo tais como, polícia, bombeiro, etc. Tais órgãos serão contatados através da central de operações após prévio repasse de informações do local.
  • 4 – Ter sempre em mente e utilizar as regras de comunicação terapêutica. 5 – Obtenha dados sobre os antecedentes e estado patológico em que se encontra o paciente, tentar obter estes dados com familiares, acompanhantes e com o paciente para obter uma visão global do que está acontecendo. 6 – Realizar a avaliação primária e secundária do paciente e, priorizar o atendimento de acordo com a situação encontrada, tratando os problemas em ordem de prioridade. 7 – Em qualquer hipótese, não julgue atos/palavras do paciente e/ou acompanhante, nem interferir na dinâmica pessoal dessas partes, a não ser que prejudique o atendimento.
  • 8 – Deve-se permitir a presença de um acompanhante quando for conduzir paciente psiquiátrico. 9 – O acompanhante pode ser transportado tanto do compartimento de transporte de pacientes, tanto na cabine do motorista. Caso ocorra hostilidade entre o paciente e o acompanhante, transportar o acompanhante sempre na cabine do motorista. 10 – Visando garantir a própria segurança, a do paciente e de toda a equipe, conduzi-lo obrigatoriamente, deitado ou sentado em maca, fixando-o com os cintos de segurança. 11 – Se necessário efetuar a restrição deverá o paciente ser conduzido deitado sobre prancha longa, protegido por colchonete, restringindo-se seus movimentos na prancha longa, com técnica de enfermagem correspondente.
  • 12 – A conduta acima será adotada quando houver motivo justificado, devendo o técnico de enfermagem relatar, por escrito, no livro de intercorrências os seguintes dados: data, local e hora do atendimento nome do paciente diagnóstico, se houver ou tipo de patologia suspeita motivos que determinaram a restrição modo utilizado na restrição testemunhas informadas da necessidades de restrição ou que acompanharam o procedimento
  • 13 – O técnico de enfermagem adotará conduta semelhante quando transportado paciente com quadro de agitação psicomotora e que esteja utilizando sondas, com i intuito de evitar a sua retirada intencional ou acidental, efetuando o relato/registro do item anterior. 14 – Quando necessárias a execução das condutas descritas acima, informar antecipadamente aos familiares ou acompanhantes e ao próprio paciente a sua necessidade e os motivos determinantes. 15 – A utilização de força física moderada só poderá ser empregada, quando justificado o motivo, nos casos em que houver risco de vida ao paciente ou outras pessoas envolvidas no atendimento.
  • 16 – Os métodos de restrição a serem empregados não poderão causar ferimentos, retardar ou impedir a circulação em membros, promover dificuldade respiratória ou provocar constrangimento no paciente, bem como, não poderão ser utilizados métodos ou meios proibidos pela legislação vigente (ex: camisa de força, algemas, etc.).
  •   ATUAÇÃO EM EVENTOS ARTÍSTICOS 1 – Comparecer ao local e horário determinado pela central de operações com antecedência ao início do evento de forma a adotar as providências que seguem: a)o motorista deverá estacionar a ambulância no local determinado observando-se os acessos possíveis dentro das instalações, bem como a livre saída da ambulância em destino ao hospital, em casos de emergência. b)o técnico de enfermagem efetuará contato com a direção do evento e/ou responsável pela segurança local, e/ou equipe de bombeiros, e/ou equipe médica, ou quem for determinado pela central de operações, informando sua chegada e disponibilidade para a cobertura do evento.
  • c)a equipe deverá se informar se informar com antecedência das eventuais situações encontradas, tipos de ocorrência no evento, estabelecendo um planejamento prévio de suas ações. d)efetuar-se a inspeção no local do evento, quando em recinto fechado, observando-se a localização das saídas de emergência, macas, ambulatórios, etc. e)verificar a necessidade, em razão da distância entre a ambulância ou ambulatório, de se manter no local destinando ao evento, um kit de materiais de primeiros socorros contendo:
  • - uma prancha longa - colares cervicais de tamanho PP, P, M e G - cânulas orofaríngeas tamanhos de 0 à 5 - reanimador manual adulto e pediátrico - material para curativo f)permanecer no local determinado pela direção do evento, atento ao público, intervindo imediatamente, em conjunto com outras equipes de socorro local, nos casos em que houver a necessidade de atendimento pré-hospitalar.
  • g)nas transmissões de TV, ao vivo, efetuar rápida intervenção, aplicando-se técnicas adequadas ao atendimento (clínico ou traumático) removendo o paciente para o local previamente determinado, de forma e não interferir no desenvolvimento do evento. h)no atendimento de emergências médicas, clínicas em áreas externas à edificação, conduzir o paciente para o interior da ambulância efetuando-se completa avaliação do quadro clínico, dentro de seu atendimento. i)quando atendendo pacientes do sexo feminino, exigir e/ou permitir sempre a presença de acompanhante, evitando situações de constrangimento ou situações que possam servir de base para falsas alegações.
  • j)no atendimento de pacientes que se desloquem em caravanas para eventos artísticos, em especial, aquelas com idade inferior a 18 anos, exigir a presença do responsável pela excursão ou seu representante, durante o atendimento local e/ou remoção hospitalar. l)orientar o responsável pela caravana a informar previamente os familiares do paciente sobre sua situação atual e qual o hospital de destino. m)nas situações de tumulto/pânico, incêndio, explosões e/ou desabamento, em que houver múltiplas vítimas, priorizar o atendimento das vítimas mais graves. Seguindo o protocolo de priorização de atendimento, solicitando recursos externos do serviço público, conforme relação abaixo, permanecendo no local prestando assistência às vítimas até a chegada de apoio:
  • Corpo de Bombeiros - APH - Defesa Civil - Polícia Militar m)informar a central de operações quando houver a necessidade de apoio de suporte avançado de vida no local em razão das condições clínicas do paciente apresentarem-se críticas necessitando de intervenção médica imediata. Caberá à Central de Operações decidir sobre a viabilidade do acionamento do apoio solicitado.
  • hospital, permitindo providências imediatas quando à eventual substituição da equipe. o)quando solicitado pelo público presente qualquer informação ou ação alheia às funções de atendimento de suporte básico, orientar e encaminhar o solicitante para o profissional responsável pela organização do evento, evitando-se, desta forma, situações embaraçosas ou prejudiciais. p)evitar confrontos, discussões, ou interferir com as funções privativas de bombeiros civil, seguranças ou técnicos que participem do evento.
  • q)cumprir, dentro da esfera de suas sugestões deverão ser encaminhadas ao gerente operacional para adoção das providências cabíveis. r)intercorrências devem ser relatadas no respectivo livro de registro na base operacional. s)comunicar a central de operações o encerramento do evento e solicitar autorização para deixar o local. t)quando autorização pela central de operações informar a direção do evento o encerramento da atividade.
  • ATUAÇÃO EM EVENTOS ESPORTIVOS   1 - Aplica-se no que couber, as mesmas regras de atendimento estabelecidas no protocolo “atuação em eventos artísticos”. 2 – Observar as particularidades de cada evento, especialmente no que diz respeito aos seguintes fatores: a) incidência maior de ocorrência de trauma; b) organização das provas; c)duração do evento
  • d)localização do evento e)recursos disponíveis no local 3 – Solicitar orientações prévias através da central de operações que fará os contatos necessários com a organização do evento.  
  • REMOÇÃO INTER-HOSPITALAR   EXTRATO DA PORTARIA MINISTERIAL Nº 2048/GM   Responsabilidades/atribulações   O médico responsável pelo paciente seja ele plantonista, diarista ou o médico assistente, deve realizar as solicitações de transferências a central de regulação e realizar contato prévio com o serviço potencialmente receptor. Não remover paciente em risco iminente de morte e obrigatória avaliação e atendimento respiratório, hemodinâmico e outras medidas urgentes específicas para cada caso, estabilizando-o e preparando-o para transporte.
  • Esgotar seus recursos antes de acionar a central de regulação ou outros serviços do sistema loco regional. A decisão de transferir um paciente grave é estritamente médica e deve considerar os princípios básicos do transporte, quais sejam: não agravar o estado do paciente, garantir sua estabilidade e garantir transporte com rapidez e segurança. Informar ao médico regulador, de maneira clara e objetiva, as condições do paciente. Elaborar documento de transferência que deve acompa