Curso Online de A RELIGIÃO

Curso Online de A RELIGIÃO

Este curso aborda a problemática da religião como um conjunto de crenças e práticas, frequentemente associada a um poder sobrenatural que...

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Este curso aborda a problemática da religião como um conjunto de crenças e práticas, frequentemente associada a um poder sobrenatural que manda ou orienta a vida e a morte dos Homens, ou um compromisso com ideias que dão coerência à vida de cada pessoa.
Aderir a uma religião implica a crença numa força divina e oferece também uma orientação moral dos seus seguidores.
As religiões reúnem também pessoas em comunidades com valores e objectivos comuns. Há muitas religiões no mundo. Algumas são praticadas dentro das áreas geográficas específicas, mas cinco – Hinduísmo, Budismo, Judaísmo, cristianismo e islamismo – espalharam-se por todo o mundo e têm milhões de fiéis.

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  • Religiões

    Religiões

    Islamismo, Judaísmo, Budismo, Hinduísmo e Cristianismo

  • Religião
    A religião é um conjunto de crenças e práticas, frequentemente associada a um poder sobrenatural que manda ou orienta a vida e a morte dos Homens, ou um compromisso com ideias que dão coerência à vida de cada pessoa.
    Aderir a uma religião implica a crença numa força divina e oferece também uma orientação moral dos seus seguidores.
    As religiões reúnem também pessoas em comunidades com valores e objectivos comuns. Há muitas religiões no mundo. Algumas são praticadas dentro das áreas geográficas específicas, mas cinco – Hinduísmo, Budismo, Judaísmo, cristianismo e islamismo – espalharam-se por todo o mundo e têm milhões de fiéis.

  • Islamismo

    Islamismo

    Islam, em árabe significa submissão à vontade de Deus e os muçulmanos são os adeptos desta fé. É uma religião iniciada na Arábia por Maomé. Maomé nasceu em Meca (Arábia Saudita) entre os anos 570 e 580 d.C. filho de pais pobres, ficou órfão muito cedo tendo de trabalhar como pastor. Entretanto entrou ao serviço de uma viúva rica, como condutor de camelos. Impressionada pela sua inteligência e beleza, casa com ele apesar de muito mais novo.     A sua vida de comerciante rico alterou-se profundamente ao ser alvo de visões numa caverna perto de Meca, numa noite de 611. O próprio Anjo Gabriel, aparecendo-lhe numa nuvem de luz, anuncia-lhe que ele é o profeta de Allah (nome árabe de Deus).     Iniciou então as suas pregações, as quais foram alvo de tremendas contestações por parte dos habitantes da sua terra natal. Prega contra o politeísmo e a idolatria. Perseguido, Maomé fugiu para Iatrebe, actual Medina e cidade rival de Meca. A esta fuga deu-se o nome de Hégira. Estávamos então no ano 622 d.C. Esta data constitui o início da contagem cronológica islâmica.     Lá, depressa se torou importante a nível político, social, e militar. E em 630, conquistou pela força Meca, tendo-a reconhecido como lugar de peregrinação.

  • Islamismo

    Islamismo

  • O Livro Sagrado

    O Livro Sagrado

     
       O Alcorão (leitura ou recitação) é o livro que contém as revelações do arcanjo Gabriel feitas ao profeta Maomé. Ensina preceitos religiosos, dogmas e moral. Consta de 114 capítulos (suras). Contém não só louvores e alusões às características de Allah como também descrições do paraíso e juízo final, lendas judaicas e cristãs e normas sociais.

  • A fé

    A fé

    A fé
        O Islão é ao mesmo tempo uma fé religiosa e uma comunidade social e política. A doutrina enfatiza um monoteísmo rígido. Deus é único e é o Deus do patriarca Abraão ­Allah. Deus é uno e não trino, é transcendente e omnipotente. O muçulmano crê nos anjos bons e nos maus. Para ele, Allah revelou-se através de muitos profetas – Abraão, Moisés, Jesus – mas o maior profeta é Maomé.

  • O culto

    O culto

    Os muçulmanos têm cinco obrigações fundamentais:
        - profissão de fé na unidade de Deus, Allah, e a missão do Profeta Maomé, emitindo repetidamente que “Não há outra divindade senão Allah e Maomé éo seu Profeta” («Lã ilãh illã'llah Mohammad rasoul Allãh»).
        - oração feita 5 vezes por dia, ajoelhando num tapete, voltado para Meca. A oração é um acto de adoração a Allah. As roupas e o corpo devem estar limpos de todas as impurezas. Além disso, no homem, a parte do corpo entre o umbigo e os joelhos deve estar tapada e, na mulher, só as mãos e a cara poderão estar destapadas.
        - esmola islâmica (zakat) – é a quantia, em géneros ou em dinheiro, que o Muçulmano que possui meios deve distribuir entre os necessitados. O zakat é obrigatório para quem tem em seu poder, durante um ano, ouro com o peso mínimo de 88 gramas ou prata como peso mínimo de 612 gramas.
        - jejum do Ramadão – é o acto de se abster de comer, beber, fumar, etc. durante um mês, desde o nascer até ao pôr do sol. Estão dispensadas as crianças, os dementes, os inválidos, os idosos e os fracos. O viajante, o doente ou a mulher que amamenta, podem adiar este jejum. É feito no mês de Ramadão, mês em que Allah revelou o Alcorão.
        - peregrinação a Meca – Deve fazer-se uma vez na vida, se as circunstâncias o permitirem, isto é, se estiverem em condições físicas e materiais para empreenderem a viagem. Lá, devem dar sete voltas à Caaba

  • Festas

    Festas

           Aid es-Seghír
                Esta festa dura três dias e realiza-se no mês de Chawwál. Celebra o fim do jejum e dá ocasião às pessoas de se encontrarem, trocar prendas e desejarem votos de felicidade.

           Achura
                Significa "o décimo" – é no dia 10 do mês de Muharram. Foi nesse dia que Deus teria criado Adão e Eva, tal como o Paraíso e o Inferno. É um dia de jejum, mas à tarde, os crentes, fiéis às tradições, comem uma espécie de gelado composto de toda a espécie de frutos secos. São precisas 40 espécies de ingredientes e coze, em fogo brando, horas e horas.

           Aíd eI-Adha
                A seguir ao Ramadão, a festa mais importante é a do Sacrifício. É semelhante àquela. Responde a uma das prescrições do Corão. Este manda sacrificar animais, segundo os ritos sagrados, para agradecer ao Senhor que multiplicou os animais úteis ao ser humano. Algum tempo antes da festa, chegam rebanhos às cidades e os vendedores conduzem-nos de rua em rua até venderem tudo. Depois de comprado o carneiro, é lavado, escovado, ornamentado com fitas. Depois é morto. A sua carne é distribuída pelos pobres. O proprietário apenas guarda os miúdos. Esta festa celebra o holocausto oferecido a Deus por Abraão.

           Mouloud
                Os muçulmanos celebram no dia 12 do mês de Rabiul-awwal o nascimento de Maomé. Nesse dia, os crentes vão às mesquitas e ouvem a vida do profeta. Os ricos distribuem esmolas e oferecem um animal em sacrifício. É também costume nesse dia ir aos túmulos dos parentes mais próximos. Na Turquia, por causa das lâmpadas que ornam as mesquitas à noite, chama-se "noite das lâmpadas".
     
           
         Os árabes utilizam o calendário lunar. O ano tem doze meses que começam com o aparecimento duma lua nova. São meses de vinte e nove ou trinta dias conforme a lunação, de modo que o ano tem 354 dias e nove horas.
                Em relação ao nosso calendário, o calendário muçulmano encontra-se desfasado cerca de onze dias. Por este motivo, as festas podem ocorrer na Primavera, Verão, Outono ou Inverno à medida que os anos vão passando.
                Além disso, é preciso sabermos que eles contam os anos e séculos a partir da Hégira, emigração de Maomé para Medina, pelo que no ano de 1990, da era cristã, os muçulmanos estavam no ano 1410.

  • O Judaísmo é uma religião que tem como protagonista não um indivíduo mas um povo, o povo hebraico, o povo eleito, escolhido por Deus para iluminar todas as gentes. É uma religião formada por alguns milhões de pessoas (cerca de 18 milhões) que continuam na diáspora (ou exílio = espalhados pelo mundo) à espera da vinda do Salvador, que estabelecerá no mundo o Reino de Deus. A maior parte está nos Estados Unidos, cerca de 8 milhões e em Israel, Estado constituído em 1948.
        Jesus e os seus familiares pertenciam ao povo judeu. Também os seus Apóstolos. Sendo tão grande o património espiritual comum aos Cristãos e aos Judeus, deve existir um maior conhecimento entre ambos e uma estima mútua.

  • História

    História

        A história do Judaísmo começa com o chamamento de Abraão, que por volta de 1850 a.C. deixou Ur para se estabelecer na terra de Canaã, actual Israel. Com a morte de Abraão, Jacob e os seus 12 filhos emigraram para o Egipto à procura de melhores condições de vida e de pastagens para os animais. Com o passar do tempo, foram tratados como escravos e obrigados a construir cidades e silos para armazenagem do cereal.
        A escravidão durou até 1300 ou 1200 a.C. quando, guiado por Moisés, o povo judeu conseguiu libertar-se e, passando através do Mar Vermelho, regressaram novamente a Canaã.
        A história do povo Judeu é também uma história de diásporas, isto é, de exílios.
        Entre 500 a.C. e 100 d.C., sucederam-se, em Israel, as dominações estrangeiras: primeiro os babilónicos, depois os persas, depois Alexandre Magno, os gregos, e por fim os Romanos. Nos séculos seguintes, a diáspora continuou cada vez mais intensa. Os livros de História recordam a expulsão dos Judeus de Espanha, em 1494 e o extermínio pelos nazis durante a Segunda Guerra Mundial.

  • Os símbolos do Judaísmo

    Os símbolos do Judaísmo

        - O Muro das Lamentações – em Jerusalém, é o que resta do templo de Herodes, destruído pelos romanos no ano 70 d.C. Aqui os hebreus vêm rezar. É o único lugar sagrado de todo o Judaísmo.
        - O Candelabro de sete braços – A "Menorah" é o símbolo do Judaísmo. O 7 é para os Judeus o número da plenitude, da perfeição.
        - A Sinagoga – É o lugar de oração, de estudo e de reunião.
        - O Rabino – Os hebreus não têm sacerdotes. O Rabino é só um mestre, um guia espiritual para os fiéis na interpretação da Bíblia.
        - O Sábado – É o dia semanal festivo dos judeus. Começa ao pôr-do-sol de Sexta-feira e vai até ao pôr-do-sol de Sábado. É um dia dedicado à oração e ao descanso.


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