Curso Online de Psicologia Clínica
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Conteúdo Programático:
História da Psicologia
Fundamentação teórica
Campos de atuação
Introdução à psicologia clínica
Transtornos de natureza psicológica
Principais abordagens
Terapia familiar
Luto
Psicologia forense
Psicologia do esporte
Psicopatologias infantis
Avaliação psicológica
Histórico do paciente
Estudo sobre a dor crônica
Dor psicológica
Avaliação de pacientes terminais
Depressão clínica
Intervenções
Peculiaridades da Psicologia Clínica
Psicologia clínica empresarial
Áreas de extensão
Psicologia clínica hoje e amanhã
Bibliografia

Pastor da Igreja Metodista Wesleyana 2ªRegião Eclesiástica; Bacharel Teologia (FAETESP, FAK, Universidade da Bíblia); Bacharel Psicanálise Clinica (CAEC); Mestre Teologia (FAETESP); Doutorado Ciências da Religião (ASSESB ); Doutorado Teologia com habilitação em Teologia Sistemática (Titulo Oferecido por ser o Fundador da FATEMIG); Titulo Honorífico - Doutor em Divindade (FACIB); 51 Participações em cursos, Coordenação de Seminário, Palestras e Seminários; Vice-diretor do CEFORTE no núcleo Muriaé /MG no ano 2005; Fundador da FATEMIG ? Faculdade de Teologia de Minas Gerais / Uberlândia/MG.


- Thainá Fernandes Ramos

- Suely Da Silva Gomes

- Cleciana Meyriele Dos Santos

- Eliana Gama De Oliveira

- Eliana Gama De Oliveira

- Marcelo Alves Ribeiro

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  • Psicologia Clínica

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    Luto
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    Bibliografia

  • História da Psicologia

    A história da psicologia, como um estudo acadêmico da mente e do comportamento, remonta aos antigos gregos. Há também evidências de pensamento psicológico no Egito antigo.
    A psicologia era um ramo da filosofia até a década de 1870, quando se desenvolveu como uma disciplina científica independente na Alemanha e nos Estados Unidos.
    Temos a presença da psicologia em vários outros campos, incluindo a fisiologia, neurociência, inteligência artificial, sociologia, antropologia, bem como em componentes de filosofia e de outras ciências humanas.
    Como vemos, a psicologia contribui para diferentes campos do saber, e também recebeu o mesmo de diferentes ciências. O fato é que hoje, a psicologia é vista como uma ciência autônoma com objeto e objetivo específico.

    História da Psicologia

  • O pensamento psicológico antigo

    Muitas culturas, ao longo da história, têm especulado sobre a natureza da mente, da alma e do espírito humano. Por exemplo, no Egito Antigo, há evidências que indicam a presença de uma abordagem psicológica.
    Embora outros documentos médicos dos tempos antigos estivessem cheios de encantamentos e aplicações destinadas a afastar os demônios causadores de doenças e superstição, os egípcios tinham remédios para quase todos os males, isso demonstra, certa abordagem científica, ao invés de simplesmente mítica.
    A prática egípcia foi elogiada como sendo semelhante ao que é hoje considerando o conhecimento comum, o conhecimento coletivo, entretanto devemos ressaltar os diferentes contextos sócio históricos.
    Antigos filósofos gregos, e do período romano, desenvolveram uma teoria elaborada no que eles chamaram o ―psuche‖ (a partir do qual derivou- se a palavra "psicologia").

    O pensamento psicológico antigo

  • O mais influente deles é Platão, deixando importantes contribuições, especialmente, na obra ―República, justamente porque o filosofo traz à tona os alicerces de nossa sociedade atual”. Pitágoras e Aristóteles deram continuidade aos estudos de Platão e também se tornaram alicerce das ciências modernas.
    Na Grécia, filósofos helenísticos divergiram da tradição clássica em vários aspectos importantes, especialmente em sua preocupação com as questões de base fisiológica da mente.
    Os romanos abordaram essas questões, contudo de forma mais elaborada. De qualquer forma, tanto a tradição grega, quanto a tradição romana influenciaram o pensamento cristão e islâmico sobre o tema.

  • O pensamento psicológico Oriental

    Na Ásia, a China tinha uma longa história de aplicação de testes de habilidade, como parte de seu sistema de ensino. Sua cultura milenar não negligenciava os aspectos inerentes à mente humana.
    No século VI, Lin Xie realiza uma primeira experiência, em que ele pedia às pessoas para desenhar um quadrado com uma mão e, ao mesmo tempo desenhar um círculo com a outra (aparentemente para testar a vulnerabilidade das pessoas à distração).
    Alguns alegaram que este é o primeiro experimento de psicologia, e, portanto, o início da psicologia como ciência experimental.

    O pensamento psicológico Oriental

  • A Índia também teve uma elaborada teoria do "eu" em seus escritos filosóficos.
    Os médicos medievais muçulmanos também desenvolveram práticas para o tratamento de pacientes que sofriam de uma variedade de "doenças da mente".
    Ahmed ibn Sahl Al-Balkhi (850-934) foi um dos primeiros, nesta tradição, a discutir os transtornos relacionados ao corpo e à mente, argumentando que, se o nafs [psyche] fica doente, o corpo também pode não encontrar nenhuma alegria na vida e pode, eventualmente, desenvolver uma doença física.
    Al-Balkhi reconheceu que o corpo e a alma podem ser saudáveis ou doentes, ou equilibrados ou desequilibrados.
    Ele escreveu que o desequilíbrio do corpo pode resultar em febre, dores de cabeça e outras doenças do corpo, enquanto o desequilíbrio da alma pode resultar em raiva, tristeza, ansiedade e outros sintomas relacionados à nafs, ou à psyche.

  • Ele reconheceu dois tipos de transtornos, que agora chamamos depressão: o primeiro causado por razões conhecidas, tais como a perda ou trauma, que pode ser tratado psicologicamente. O segundo, causado por esses transtornos podem ser tratados através da medicina física, com remédios e drogas.
    O cientista Ibn Al-Haytham, realizou experimentos acerca da percepção visual e os outros sentidos, incluindo variações na sensibilidade, sensação de toque, a percepção das cores, percepção de escuridão, a explicação psicológica da ilusão da lua, e visão binocular, entre uma série de observações.
    Neste período ele também descreveu fenômenos que hoje reconhecemos como condições neuropsiquiátricas, incluindo alucinações, insônia, manias, pesadelo, melancolia, epilepsia, paralisia, derrame, vertigem e tremor. Ressaltando que essas observações foram feitas por volta do século IX.

  • Etimologia da palavra

    O primeiro uso do termo "psicologia" é muitas vezes atribuído ao filósofo alemão Rudolf Gockel (1547-1628).
    No entanto, estudos apontam que o termo psicologia parece ter sido utilizado mais de seis décadas antes pelo humanista croata Marko Marulic (1450-1524), no título de seu tratado latino, “Psichiologia de ratione animae humanae”.
    O termo não entrou em uso popular até que o filósofo idealista alemão, Christian Wolff (1679-1754) empregasse o termo em seu livro ―Psychologia empirica e Psychologia rationalis”, de 1734.
    Esta distinção entre a psicologia empírica e racional foi popularizada na França por Maine de Biran (1766-1824).
    Na Inglaterra, o termo "psicologia" ultrapassou a "filosofia mental" e, no meio do século XIX, especialmente na obra de William Hamilton (1788- 1856) o termo foi definitivamente estabelecido.

    Etimologia da palavra

  • Fundamentação Teórica

    A amplitude e a diversidade da psicologia podem ser vistas, a partir de alguns de seus pensadores mais conhecidos.
    Embora cada teórico tenha sido parte de uma escola de pensamento dominante, cada qual trouxe uma voz única e individual e uma perspectiva esclarecedora para o campo da psicologia.
    A seguir temos os dez psicólogos que mais influenciaram e colaboraram para este campo do saber.
    Estes indivíduos não são apenas alguns dos pensadores mais conhecidos em psicologia, são grandes nomes que trouxeram luz para a compreensão da alma e do comportamento humano.
    Esta lista não é uma tentativa de identificar qual foi a escola mais influente ou que pensamento era melhor ou mais apropriado.
    Em vez disso, esta lista oferece um vislumbre de algumas das perspectivas teóricas que influenciaram não só a psicologia, mas também outras ciências nos diversos campos do saber.

    Fundamentação Teórica

  • Burrhus Frederic Skinner (20/03/1904 a 18/08/1990)


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