Curso Online de Engenharia de Tráfego em Redes MPLS
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Curso Online de Engenharia de Tráfego em Redes MPLS

Este curso tem como objetivo demonstrar a aplicabilidade de novas tecnologias de comunicação de dados, neste caso a tecnologia Engenharia...

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Este curso tem como objetivo demonstrar a aplicabilidade de novas tecnologias de comunicação de dados, neste caso a tecnologia Engenharia de Tráfego em Redes MPLS (Multiprotocol Label Switching). O acentuado crescimento dos sistemas de telecomunicações no Brasil, onde em aproximadamente cinco anos o número de telefones fixos e móveis aumentou em mais de 100%, ressaltando-se o enorme crescimento registrado pela telefonia celular.

Abordagem do curso:

1 ?INTRODUÇÃO
2 - TECNOLOGIA MPLS
2.1 - Definição
2.2 - Definição de Rótulos em uma Rede MPLS
2.3 - Definição de FEC
2.4 - Algoritmos SPF e CSPF
2.4.1 - Princípio de Funcionamento do Algoritmo SPF
2.4.2 - Princípio de Funcionamento do Algoritmo CSPF
2.5 - Protocolos de Distribuição de Labels
2.5.1 - Protocolo RSVP
2.5.2 - Protocolo LDP
3 - ENGENHARIA DE TRÁFEGO
3.1 - Definição
3.2 - Engenharia de Tráfego em Redes MPLS

CONCLUSÕES

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


- Luiz César Bezerra De Oliveira

- HÉlio Andrade Da Silva JÚnior

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Frente do certificado Frente
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  • ENGENHARIA DE TRÁFEGO EM REDES MPLS

    ENGENHARIA DE TRÁFEGO EM REDES MPLS

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    ENGENHARIA DE
    REDES E SISTEMAS DE TELECOMUNICAÇÕES

  • RESUMO

    RESUMO

    Este trabalho tem como objetivo demonstrar a aplicabilidade de novas tecnologias de comunicação de dados, neste caso a tecnologia Engenharia de Tráfego em Redes MPLS (Multiprotocol Label Switching). O acentuado crescimento dos sistemas de telecomunicações no Brasil, onde em aproximadamente cinco anos o número de telefones fixos e móveis aumentou em mais de 100%, ressaltando-se o enorme crescimento registrado pela telefonia celular.

    2

  • Este estudo é uma revisão bibliográfica, e esta pesquisa buscou comprovar o uso em relação à tecnologia MPLS nos últimos 10 anos, dentre as várias tecnologias statmux é considerada a quinta, onde o encaminhamento dos pacotes é baseado em um rótulo de tamanho fixo de 20 bit`s trazendo como benefícios o desacoplamento entre roteamento e encaminhamento de pacotes, melhor integração dos mundos IP e ATM e ainda servindo de base para a montagem de aplicações e serviços de rede para a próxima geração através da convergência de serviços de voz e dados utilizando o protocolo IP[2].

    3

  • SUMÁRIO

    SUMÁRIO

    1 – INTRODUÇÃO ................................................... 8
    2 - TECNOLOGIA MPLS .......................................... 12
    2.1 - Definição
    2.2 - Definição de Rótulos em uma Rede MPLS
    2.3 - Definição de FEC
    2.4 - Algoritmos SPF e CSPF
    2.4.1 - Princípio de Funcionamento do Algoritmo SPF
    2.4.2 - Princípio de Funcionamento do Algoritmo CSPF
    2.5 - Protocolos de Distribuição de Labels
    2.5.1 - Protocolo RSVP
    2.5.2 - Protocolo LDP
    3 - ENGENHARIA DE TRÁFEGO .......................... 72
    3.1 - Definição
    3.2 - Engenharia de Tráfego em Redes MPLS

    CONCLUSÕES ........................................................ 80
    REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ....................... 83

    4

  • LISTA DE SIGLAS

    LISTA DE SIGLAS

    LSR Label Switch Router – Qualquer dispositivo que comuta pacotes com base em um rótulo MPLS.
    LER Label Edge Router – Roteador localizado nas bordas de uma rede MPLS e responsável pela inserção e retirada dos rótulos MPLS.
    LSP Label Swiched PATH – Caminho de comutação de rótulos.
    VPN Virtual Private Network level 2 – Caminho virtual configurado ao longo da rede .
    MPLS Multiprotocol Label Switching – Protocolo de comutação de pacotes baseado em rótulos.
    IP Internet Protocol – Protocolo da Internet.
    FEC Forwarding Equivalence Class – Classe de equivalência de encaminhamento.
    RSVP Resource Reservation Protocol – Protocolo de reserva de recursos.
    LDP Label Distribution Protocol – Protocolo de distribuição de rótulos.
    TE Trafic Engineering – Engenharia de Tráfego.
    LIB Label Information Base – Base de informações de rótulos.
    SPF Shortest PATH First – Caminho mais curto entre dois pontos.
    CSPF Constrained Shortest PATH First – Caminho mais curto entre dois pontos.

    5

  • LISTA DE FIGURAS

    LISTA DE FIGURAS

    Figura 1 – Inclusão e exclusão de label`s nos pacotes IP`S pelos LER`S ....... 16
    Figura 2 – Formato do pacote MPLS .................................................................... 22
    Figura 3 – Processo de encaminhamento de pacotes em uma rede MPLS ... 26
    Figura 4 – Topologia de rede simples, demonstrando o algoritmo SPF ......... 32
    Figura 5 – Topologia de rede vista pelo rot. “A” após rodar o algoritmo .... 46
    Figura 6 – Topologia de rede demonstrando o algoritmo CSPF. ..................... 47
    Figura 7 – Mensagens RESV e PATH durante troca de dados utilizando o protocolo RSVP ....................................................................................................... . 60
    Figura 8 – Troca de mensagens PATH e RESV na configuração de um LSP .... 64
    Figura 9 – Topologia de rede sem Engenharia de Tráfego.................................. 76
    Figura 10 – Topologia de rede com Engenharia de Tráfego .............................. 77

    6

  • LISTA DE TABELAS

    LISTA DE TABELAS

    Tabela 1 – Listas PATH e TENT para o roteador “A” ...................................................... 34
    Tabela 2 – Listas PATH e TENT para o roteador “A” após Etapa 2 ............................. 36
    Tabela 3 – Listas PATH e TENT para o roteador “A” após Etapa 3 ............................. 38
    Tabela 4 – Listas PATH e TENT para o roteador “A” após Etapa 4 ............................. 40
    Tabela 5 – Listas PATH e TENT para o roteador “A” após Etapa 5 ............................. 41
    Tabela 6 – Listas PATH e TENT para o roteador A após Etapa 6 ................................. 43
    Tabela 7 – Listas PATH e TENT para o roteador “A” após Etapa 7 ............................. 44
    Tabela 8 – Tabela de Roteamento do Roteador “A” ...................................................... 45
    Tabela 9 – Listas iniciais de PATH e TENT para o roteador “A” após Etapa 1 .......... 50
    Tabela 10 – Listas PATH e TENT para o roteador “A” após Etapa 2............................ 51
    Tabela 11 – Listas PATH e TENT para o roteador “A” após Etapa 3 ........................... 52
    Tabela 12 – Listas PATH e TENT para o roteador “A” após Etapa 4............................ 53
    Tabela 13 – Listas PATH e TENT para o roteador “A” após Etapa 5............................ 54
    Tabela 14 – Tipos de mensagens RSVP [2] ....................................................................... 62

    7

  • CAPÍTULO 1

    CAPÍTULO 1

    Introdução

    Com o crescimento da demanda pelos serviços de telecomunicações, as operadoras de serviços de telecomunicações tiveram que se adaptarem a um novo cenário de comunicação de dados, a tecnologia MPLS. Com a privatização do sistema telebrás, metas de atendimento foram estabelecidas levando as operadoras a optarem por técnicas de multiplexagem da informação, otimizando assim a utilização de suas redes já instaladas.

    8

  • MPLS é a quinta tecnologia que usa a multiplexação estatística para o escoamento de informações em redes de dados, após IP, FRAME RELAY, ATM e X-25. Atualmente tal tecnologia em conjunto com a Engenharia de Tráfego permite que dados, voz e vídeo compartilhem o mesmo meio de transmissão com qualidade aceitável perante as exigências impostas pela agência reguladora, ANATEL. Tais aplicações só são possíveis graças à Engenharia de Tráfego que encaminha os pacotes na rede de acordo com o

    9

  • tipo de tráfego contido nos mesmos, permitindo assim que um determinado pacote de voz (sensível à latência) seja roteado por caminhos que não apresentem congestionamentos ao longo da rede. Já os pacotes de dados, por exemplo e-mails – que são insensíveis ao atraso – podem ser transmitidos por caminhos ao longo da rede que apresentem algum tipo de congestionamento. Alguns segundos de atraso em um e-mail são imperceptíveis aos usuários.

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  • Com o propósito de atender às diversas exigências do mercado de telecomunicações, a tecnologia MPLS juntamente com a Engenharia de Tráfego tem-se demonstrado uma boa opção para um roteamento rápido de pacotes. Com isso o que antes era possível via comutação de circuito, hoje já é possível via comutação de pacotes, permitindo assim que mais usuários compartilhem o mesmo meio de transmissão.

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  • ENGENHARIA DE TRÁFEGO EM REDES MPLS
  • RESUMO
  • SUMÁRIO
  • LISTA DE SIGLAS
  • LISTA DE FIGURAS
  • LISTA DE TABELAS
  • CAPÍTULO 1
  • CAPÍTULO 2 TECNOLOGIA MPLS
  • Figura 1 - Inclusão e exclusão de label`s nos pacotes IP`S pelos LER`S
  • Figura 2 - Formato do pacote MPLS
  • Figura 3 - Processo de encaminhamento de pacotes em uma rede MPLS
  • Figura 4 - Topologia de rede simples, demonstrando o algoritmo SPF
  • 2.4.1 Princípio de Funcionamento do Algoritmo SPF
  • 2.4.2 Princípio de Funcionamento do Algoritmo CSPF
  • 2.5.1 Protocolo RSVP
  • 2.5.2 Protocolo LDP
  • CAPÍTULO 3 ENGENHARIA DE TRÁFEGO
  • CONCLUSÕES
  • REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS