Curso Online de Introdução aos Sistemas de Transmissão  PDH e SDH

Curso Online de Introdução aos Sistemas de Transmissão PDH e SDH

Este curso tem como objetivo apresentar uma introdução aos sistemas de transmissão PDH e SDH em sistemas de Telecomunicações. Abordagem ...

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Este curso tem como objetivo apresentar uma introdução aos sistemas de transmissão PDH e SDH em sistemas de Telecomunicações.

Abordagem do curso:

1 Introdução
1.1 Histórico do PCM
2 Introdução às técnicas de multiplexação
2.1 Sistemas FDM
2.2 Sistemas TDM
2.3 Comparação entre TDM e FDM
3 Sistema PCM básico
3.1 Princípios básicos
4 O sistema SDH
4.1 Características da PDH
4.2 Características da SDH
4.3 Benefícios da SDH
5 Multiplexação na SDH
5.1 Princípios de Transporte e Multiplexação na rede SDH
5.2 Descrição das estruturas de transporte e informação da SDH
5.3 Estrutura de multiplexação da SDH
5.4 Formação das estruturas de transporte
5.5 Mapeamento de sinais na SDH
5.6 Ponteiros
6 Rede de transporte
6.1 Modelo da rede de transporte
6.2 Seções da Rede SDH
7 Equipamentos da rede SDH
7.1 Descrição dos blocos funcionais
7.2 Tipos de equipamentos da rede SDH
8 Redes SDH
8.1 Redes ponto a ponto
8.2 Redes em anel
8.3 Redes em Estrela
8.4 Redes em Malha
9 Disponibilidade em redes SDH
9.1 Restauração
9.2 Controle do processo de restauração
9.3 Nível de restauração do sinal
9.4 Proteção
9.5 Arquiteturas de proteção
9.6 Tipos de comutação
9.7 Tipos de operação
9.8 Proteção em redes lineares
10 Sincronismo
10.1 Principais características da rede de sincronismo
11 Gerenciamento de rede
11.5 Tabelas de Correlação



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  • Introdução aos Sistemas de Transmissão PDH e SDH

    Introdução aos Sistemas de Transmissão PDH e SDH

  • Sumário

    Sumário

    1 Introdução
    1.1 Histórico do PCM
    2 Introdução às técnicas de multiplexação
    2.1 Sistemas FDM
    2.2 Sistemas TDM
    2.2.1 Modulação por Amplitude de Pulso – PAM
    2.2.2 Modulação por Lagura de Pulsos
    2.2.3 Modulação por Posição de Pulsos
    2.2.4 Modulação por Código de Pulsos – PCM
    2.3 Comparação entre TDM e FDM
    2.3.1 Simplificação dos circuitos
    2.3.2 Relativa imunidade a ruído
    3 Sistema PCM básico
    3.1 Princípios básicos
    3.1.1 Amostragem
    3.1.2 Conversão analógica digital
    3.1.3 Codificação de linha
    4 O sistema SDH

  • 4.1 Características da PDH
    4.1.1 Rede altamente hierárquica
    4.1.2 Padronização parcial
    4.1.3 Gerência de rede limitada
    4.2 Características da SDH
    4.2.1 Padronização total
    4.2.2 Acessibilidade aos tributários
    4.2.3 Capacidade de gerência de rede
    4.3 Benefícios da SDH
    4.3.1 Custo total da rede mais baixo
    4.3.2 Melhor gerência de rede
    4.3.3 Provisionamento mais rápido
    4.3.4 Melhor utilização da rede
    4.3.5 Disponibilidade da rede
    4.3.6 Atendimento a serviços futuros
    5 Multiplexação na SDH
    5.1 Princípios de Transporte e Multiplexação na rede SDH
    5.2 Descrição das estruturas de transporte e informação da SDH
    5.3 Estrutura de multiplexação da SDH

  • 5.4 Formação das estruturas de transporte
    5.4.1 Formação de TUG-2
    5.4.2 Formação de TU-3 a partir de um sinal de 34 Mbits/s
    5.4.3 Formação de TUG-3 a partir de TU-3
    5.4.4 Formação de TUG-3 a partir de TUG-2s
    5.4.5 Formação de um VC-4 a partir de um TUG-3
    5.4.6 Formação de um VC-4 a partir de um tributário de 140 Mbits/s
    5.4.7 Formação de AU-4 e AUG
    5.4.8 Formação do quadro STM-N a partir de AUG
    5.4.9 Formação do quadro STM-M a partir de STM-N (M>N)
    5.4.10 Formação do quadro STM-0
    5.5 Mapeamento de sinais na SDH
    5.5.1 Mapeamento de 2 Mbits/s
    5.5.2 Descrição de POH do VC-12
    5.5.3 Mapeamento de 34 Mbits/s
    5.5.4 Mapeamento de 140 Mbits/s
    5.5.5 Descrição de POH do VC-4
    5.5.6 Descrição do SOH

  • 5.6 Ponteiros
    5.6.1 Processamento de ponteiros
    5.6.2 Ponteiro de AU-4
    5.6.3 Justificação de freqüência em AU-4
    5.6.4 “New Data Flag” – NDF
    5.6.5 Geração do ponteiro de AU
    5.6.6 Interpretação de ponteiro de AU
    5.6.7 Ponteiro de TU-12
    6 Rede de transporte
    6.1 Modelo da rede de transporte
    6.1.1 Camada de Circuito
    6.1.2 Camada de via
    6.1.3 Camada do Meio de Transmissão
    6.2 Seções da Rede SDH
    7 Equipamentos da rede SDH
    7.1 Descrição dos blocos funcionais
    7.1.1 Lower Order Interface – LOI
    7.1.2 Higher Order Interface – HOI
    7.1.3 Higher Order Assembler – HOA
    7.1.4 Transport Termination Function – TTF
    7.1.5 Lower Order Path Connection – LPC

  • 7.1.6 Higher Order Path Connection – HPC
    7.2 Tipos de equipamentos da rede SDH
    7.2.1 Equipamento terminal multiplex – TM
    7.2.2 Equipamento Multiplex com Deriva/Insere – ADM
    7.2.3 Roteador síncrono – SDXC
    8 Redes SDH
    8.1 Redes ponto a ponto
    8.1.1 Disponibilidade
    8.2 Redes em anel
    8.2.1 Redes Unidirecionais a 2 fibras
    8.2.2 Redes Bidirecionais a 2 fibras
    8.2.3 Redes bidirecionais a 4 fibras
    8.3 Redes em Estrela
    8.4 Redes em Malha
    9 Disponibilidade em redes SDH
    9.1 Restauração
    9.2 Controle do processo de restauração
    9.3 Nível de restauração do sinal

  • 9.4 Proteção
    9.4.1 Proteção de Seção
    9.4.2 Proteção de Via
    9.5 Arquiteturas de proteção
    9.5.1 Arquitetura 1+1
    9.5.2 Arquitetura 1:n
    9.6 Tipos de comutação
    9.6.1 Comutação Bidirecional
    9.6.2 Comutação Unidirecional
    9.7 Tipos de operação
    9.7.1 Operação reversível
    9.7.2 Operação não-reversível
    9.8 Proteção em redes lineares
    9.8.1 Objetivos da rede
    10 Sincronismo
    10.1 Principais características da rede de sincronismo
    10.1.1 Rastreabilidade
    10.1.2 Integridade de Sincronização

  • 10.1.3 Tolerância a Falhas
    10.1.4 Indicador de Status da Sincronização
    11 Gerenciamento de rede
    11.1 Generalidades da TMN
    11.2 Funcionalidades Associadas a TMN
    11.3 Aspectos da Arquitetura TMN
    11.4 Conceituação dos Alarmes
    11.5 Tabelas de Correlação

  • 1- Introdução

    Os sistemas de telecomunicações têm evoluído muito rapidamente nos últimos anos. Os últimos 15 anos foram marcados por uma tendência de digitalização dos equipamentos e mudanças nos conceitos de funcionamento dos mesmos. Esta evolução foi em grande parte promovida pela necessidade da prestação de novos serviços, redução de custos (devido a um mercado mais competitivo) e aumento das taxas de transmissão de sinais. Os equipamentos de telecomunicações passaram a possibilitar o tráfego de maiores quantidades de informações a uma velocidade muito maior.

    Todo este quadro de desenvolvimento tecnológico trouxe consigo muitos benefícios para os usuários das redes de telecomunicações, tais como prestação de novos serviços, facilidades na disponibilização de recursos, aumento na velocidade de transmissão, segurança, entre outros. Não obstante, surgiu um novo tipo de cliente, cujo perfil demandava por características especiais nos serviços prestados e por um tratamento diferenciado. Para atender esta nova demanda, com requisitos de qualidade, confiabilidade, segurança e customização, cada vez mais funções de gerenciamento passaram a ser incorporadas aos equipamentos.

  • Os trabalhos para padronização da Hierarquia Digital Síncrona – SDH tiveram início no XVIII Grupo de Estudos do International Telegrafh and Telefhone Consultative Committee – CCITT, atualmente ITU-T, em junho de 1986. Estes estudos tinham como objetivo criar um padrão mundial para os sistemas de transmissão síncrona que proporcionasse aos operadores uma rede mais flexível e econômica, como solução para as necessidades do mercado à respeito de uma rede de faixa larga, com gerência do tipo TMN, com arquiteturas de rede diversificada e mixta, capacidade de conviver com todos os mais importantes sinais digitais e com os novos que aparecerão.

      Em Novembro de 1988 foram aprovados as primeiras recomendações da SDH que são: G.707, G.708 e G.709. Essas recomendações definem as taxas de transmissão, o formato do sinal, as estruturas de multiplexação e o mapeamento de tributários para a Interface de Nó de Rede – NNI. A NNI forma um conjunto de padronizações necessárias à interligação dos elementos de rede da SDH.

    O atual padrão utilizado para o transporte de sinais digitais, a PDH – Hierarquia Digital Plesiócrona, foi idealizado como uma solução para a interconexão de centrais de comutação digitais. Considerando esta necessidade, até pouco tempo a de maior importância, a PDH vinha se mostrando bastante adequada.

  • Em função das limitações tecnológicas impostas ao seu desenvolvimento, tais como componentes eletrônicos de baixa densidade e meios de transmissão com largura de faixa limitada (à época as fibras ópticas começavam a ser utilizadas) e considerando, também, o propósito para seu desenvolvimento, a interligação de centrais de comutação digitais, a utilização da PDH face às necessidades de mercado de aumentar a capacidade de transporte para taxas de ordem de Gbit/s, oferecer serviços com qualidade elevada atender ao cliente mais rapidamente e sob demanda, tornou-se não só demasiadamente cara, mais também, limitada.


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