Curso Online de Educação ambiental

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  • Educação Ambiental

    Educação Ambiental

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    Bons estudos!

  • Introdução

  • Introdução

    Introdução

    Todos nós dese­jamos viver num mundo melhor, mais pací­fico, fraterno e ecológico. O
    problema é que as pessoas sempre esperam que esse mundo melhor comece no outro. É
    comum ouvirmos pessoas falando que têm boa vontade para ajudar, mas como ninguém as
    convida para nada, nem se organizam, então não podem contribuir como gostariam para
    um mutirão de limpeza da rua, por exemplo, ou para plantio de árvores. Pessoas assim
    acabam achando mais fácil reclamar que nin­guém faz nada, ou que a culpa é do
    “Sistema”, dos governantes ou empresas, mas não se perguntam se estão fazendo a parte
    que lhes cabe.

    Por outro lado, é importante não ficar esperando a perfeição individual - pois isso é
    inatingível. O fato de adquirirmos consciência ambiental, não nos faz perfeitos. O
    importante é que tenhamos o compromisso de ser melhor todo dia, procurando sempre
    nos superarmos. Também não podemos cometer o erro de subordinar a luta em de­fesa da
    natureza às mudanças nas estruturas injustas de nossa sociedade, pois devem ser lutas
    interligadas e simultâneas, já que de nada adianta alcançarmos toda a riqueza do mundo,
    ou toda a justiça social que sonhamos, se o planeta tor­nar-se incapaz de sustentar a vida
    humana com qualidade.

  • Durante anos tenho sido requisitado para palestras em escolas, empresas e comunidades
    para falar sobre educação ambiental, entre outros temas. Este livro é uma forma de
    democratizar este conhecimento. Procurei reunir aqui um pouco das experiências que
    acumulei em vários anos de militância com movimento popular, sindical e ecológico e na
    administração pública municipal, desde 1984, quando participei da fundação das
    Organizações Não-Governamentais (ONGs) UNIVERDE, em São Gonçalo (RJ), e em
    seguida com a fundação do Defensores da Terra, Rio de Janeiro (RJ) em 1988, além da
    experiência acumulada na elaboração e coordenação executiva de inúmeros projetos de
    educação ambiental seja nas prefeituras de Niterói e São Gonçalo, seja como consultor na
    Comissão de Meio Ambiente da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro.

  • Educação Ambiental e Cidadania

  • Educação Ambiental e Cidadania

    Educação Ambiental e Cidadania

    As árvores não são derrubadas, a fauna sacrificada ou o meio ambiente poluído por
    desconhecimento de nossa espécie dos impactos dessas ações sobre a natureza. A falta de
    conhecimento, assim como a falta de consciência ambiental são grandes responsáveis pelas
    destruições ambientais. Mas não é só isso. O meio ambiente é destruído, também – e
    principalmente – devido ao atual estágio de desenvolvi­mento existente nas relações sociais
    de nossa espécie.

    Certos caçadores e desmatadores, por exemplo, possuem muito mais co­nhecimentos sobre
    ecologia, natureza e a vida sil­vestre que muitos ecologistas, mas usam esses
    conhecimentos para destruir e ma­tar. Na década de 70, governos internacionais
    preocupados com a rápida destruição dos recursos naturais e a poluição do planeta,
    defenderam a tese do crescimento zero, ou seja, conge­lar os níveis de progresso à época.
    Ora, por diver­sas vezes durante nossa história econômica, o Brasil teve crescimento
    abaixo de zero, portanto negativo, e nem por isso viu diminuído seus problemas
    ambientais, muito pelo contrário. Devido a crise econômica, as empresas investiram
    menos em controle de poluição.

  • A destruição da natureza não resulta da forma como nossa espé­cie se relaciona com o
    planeta, mas da maneira como se relaciona consigo mesma. Ao desmatar, queimar, poluir,
    utilizar ou desperdiçar re­cursos naturais ou energéticos, cada ser humano está
    reproduzindo o que aprendeu ao longo da história e cultura de seu povo. Portanto, a ação
    destruidora não é um ato isolado de um ou outro indivíduo, mas reflete as relações
    culturais, sociais e tecnológicas de sua sociedade. Então, é impossível pre­tender que seres
    humanos explorados, injustiçados e desprovidos de seus direitos de cidadãos consigam
    compre­ender que não devam explorar outros seres vivos, como animais e plantas,
    considerados inferiores pelos humanos. A atual relação de nossa espécie com a natureza é
    apenas um reflexo do atual estágio de desenvolvimento das relações humanas entre nós
    próprios. Vivemos sendo explorados, achamos natural explorar os outros.

    Não há educação ambiental sem participação política. Logo, não é de estranhar que os
    governos até hoje não tenham conseguido estabelecer diretrizes e investir realmente em
    educação ambiental, pois é impossível estimular a participação mas não garantir os
    instrumentos, direitos e acesso à participação e interferência nos centros de de­cisão.

  • Não é à toa que os Conselhos de meio ambiente, nas diversas es­feras do governo, onde se
    prevê a participação direta da sociedade civil, funcionam ainda tão precariamente, isso
    quando conseguem funcionar. O ensino sobre o meio ambiente deve contribuir
    principalmente para o exercício da cidadania, estimulando a ação transformadora, além
    de buscar aprofundar os conhecimentos sobre as questões ambientais de me­lhores
    tecnologias, estimular mudança de com­portamentos e a construção de novos valores
    éticos menos antropocêntricos. A educação ambiental é fundamentalmente uma pedagogia
    de ação. Não basta se tornar mais consciente dos problemas ambientais sem se tornar
    também mais ativo, crítico participativo. Em outras pala­vras, o comportamento dos
    cidadãos em relação ao seu meio ambiente, é indissociável do exercício da cidadania.

  • A educação ambiental não é neutra, mas ideológica. É um ato político baseado em valores para a transformação social.

  • Educação Ambiental e Cultura


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  • Três Técnicas de Educação Ambiental
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