Curso Online de Manejo Clínico do Suicídio

Curso Online de Manejo Clínico do Suicídio

O que fazer quando um paciente revela que está pensando em tirar a própria vida? Como avaliar a gravidade da situação, quais perguntas re...

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O que fazer quando um paciente revela que está pensando em tirar a própria vida? Como avaliar a gravidade da situação, quais perguntas realizar e em que momento é necessário acionar outros profissionais ou serviços de emergência?

O manejo da ideação suicida é um dos grandes desafios da prática clínica. Exige muito mais do que acolhimento e escuta. Exige conhecimento, raciocínio clínico, responsabilidade e capacidade de tomar decisões diante de situações delicadas.

Pensando nessa realidade, a psicóloga Fernanda Brentegani, desenvolveu o curso Manejo Clínico da Ideação Suicida, uma formação voltada a profissionais que desejam aprofundar seus conhecimentos e desenvolver maior segurança na avaliação e condução dessas situações.

O que você aprenderá?

Ao longo do curso, você terá acesso a conteúdos teóricos, orientações clínicas, exemplos práticos e ferramentas que auxiliam na organização do atendimento.

Entre os principais conteúdos estão:

- Compreensão da ideação suicida e suas diferentes manifestações.
- Identificação de sinais de alerta e fatores de risco e proteção.
- Investigação clínica de pensamentos suicidas, intenção e planejamento.
- Desenvolvimento do raciocínio clínico para a tomada de decisões.
- Manejo de situações de crise durante sessões presenciais, online ou por telefone.
- Construção de um plano de segurança individualizado.
- Reconhecimento de situações que exigem intervenção imediata.
- Orientações sobre encaminhamento, rede de apoio e continuidade do cuidado.
- Registro clínico e responsabilidade ética profissional.
- Aplicação de ferramentas práticas de apoio ao manejo da ideação suicida.

Materiais complementares

Além das aulas, o aluno terá acesso ao Manual de Manejo Clínico da Ideação Suicida, acompanhado de 14 ferramentas práticas destinadas a auxiliar na investigação, avaliação, proteção e acompanhamento do paciente.

O curso também apresenta materiais específicos para situações de crise, incluindo orientações para atendimentos telefônicos e recursos para a construção de estratégias de proteção.

Para quem é este curso?

Destinado a psicólogos, psicanalistas, terapeutas e estudantes da área da saúde mental que desejam ampliar seus conhecimentos sobre ideação suicida, respeitando os limites éticos e técnicos de sua formação e atuação profissional.

Por que fazer este curso?

Porque diante de uma manifestação de ideação suicida, o profissional precisa saber investigar, reconhecer suas responsabilidades e identificar as medidas necessárias para a proteção do paciente.

A diferença entre conhecer o assunto e saber conduzir uma situação clínica está na capacidade de transformar conhecimento em decisões fundamentadas.

Invista no seu desenvolvimento profissional e amplie seus conhecimentos sobre um dos temas mais sensíveis e importantes da saúde mental.

Fernanda Mário Brentegani é formada em Psicologia pela PUC-MG, especialista em Neurociência, Acupunturista, Mestrando em Terapias Naturais com especialidade em Acupuntura. É Coordenadora, autora e tutora de Cursos EAD. Autora de dois livros publicados pelas Novas Edições Acadêmicas "Represnetações Sociais da Cadeia pública de Poços de Caldas: uma visão aos excluídos" e "Guia prático de emagrecimento para Terapeutas" e diversos artigos. Conheça minhas páginas: https://www.ipccursosonline.com.br/ Facebook: https://www.facebook.com/FernandaBrentegani



  • Aqui você não precisa esperar o prazo de compensação do pagamento para começar a aprender. Inicie agora mesmo e pague depois.
  • O curso é todo feito pela Internet. Assim você pode acessar de qualquer lugar, 24 horas por dia, 7 dias por semana.
  • Se não gostar do curso você tem 7 dias para solicitar (através da pagina de contato) o cancelamento ou a devolução do valor investido.*
  • Adquira certificado ou apostila impressos e receba em casa. Os certificados são impressos em papel de gramatura diferente e com marca d'água.**
* Desde que tenha acessado a no máximo 50% do material.
** Material opcional, vendido separadamente.

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  • INSTITUTO DE PSICANÁLISE E CONSTELAÇÃO
    03
    APRESENTAÇÃO DO CURSO

    Seja bem-vindo(a) ao curso de Manejo Clínico da Ideação Suicida!

    Diante de um paciente que manifesta pensamentos suicidas, não basta saber acolher. É fundamental compreender o que está acontecendo, reconhecer os sinais de risco e saber quais decisões tomar.

    Este curso foi desenvolvido para ajudar você a construir um raciocínio clínico mais seguro, compreender os critérios de avaliação e utilizar ferramentas práticas para conduzir situações delicadas com responsabilidade e segurança.

    O objetivo é transformar conhecimento em condutas clínicas fundamentadas, respeitando os limites da atuação profissional e priorizando a proteção e o cuidado com a vida.
    MANEJO CLÍNICO DA IDEAÇÃO SUICIDA FERNANDA BRENTEGANI

  • INSTITUTO DE PSICANÁLISE E CONSTELAÇÃO
    04
    ATRAVÉS DESTE CURSO VOCÊ IRÁ APRENDER A:

    Reconhecer sinais de alerta e diferenciar pensamentos de morte, ideação suicida, intenção, planejamento e situações de crise.

    Desenvolver o raciocínio clínico necessário para investigar a ideação suicida com segurança, acolhimento e responsabilidade profissional.
    Realizar perguntas adequadas para avaliar a situação do paciente, sem transformar o atendimento em um interrogatório.
    Identificar fatores de risco, fatores de proteção e situações que exigem intervenção ou encaminhamento imediato.
    Construir e aplicar um Plano de Segurança individualizado para pacientes com ideação suicida.
    Compreender como agir diante de uma crise suicida durante a sessão, por telefone, mensagens ou atendimento online.

    Reconhecer os limites da atuação terapêutica e compreender quando é necessário acionar familiares, redes de apoio e serviços de emergência.
    Organizar encaminhamentos, registros clínicos e o acompanhamento do paciente após uma crise.
    Compreender a ideação suicida sob as perspectivas da Psicanálise e do olhar sistêmico, respeitando as prioridades de segurança.
    Conhecer e utilizar 14 ferramentas práticas de apoio à investigação, avaliação, proteção e condução clínica da ideação suicida.
    MANEJO CLÍNICO DA IDEAÇÃO SUICIDA FERNANDA BRENTEGANI

  • COMO APROVEITAR ESTE CURSO

    Assista às aulas, acompanhe os conceitos apresentados e utilize os materiais complementares para aprofundar seu aprendizado.

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    MANEJO CLÍNICO DA IDEAÇÃO SUICIDA FERNANDA BRENTEGANI

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    O QUE É IDEAÇÃO SUICIDA?

    A ideação suicida compreende pensamentos relacionados à possibilidade de provocar a própria morte.

    Esses pensamentos podem apresentar diferentes características:

    Ideação passiva: desejo de morrer ou de não continuar vivendo, sem intenção declarada de provocar a própria morte.

    Ideação ativa: pensamentos sobre tirar a própria vida, com ou sem planejamento.

    Ideação persistente: pensamentos recorrentes que podem variar em intensidade, frequência e duração.

    Na prática clínica: identificar a presença de ideação é apenas o início. É necessário investigar intenção, planejamento, acesso a meios, histórico e condições atuais de segurança.
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    NEM TODO PENSAMENTO DE MORTE É IGUAL

    Quando um paciente diz que não deseja mais viver, o profissional precisa compreender o significado daquela manifestação.

    Considere três situações:
    1. Desejo de desaparecer: o paciente relata vontade de fugir da própria realidade ou interromper o sofrimento.
    2. Desejo de morrer: o paciente expressa pensamentos sobre a própria morte, mesmo sem intenção de provocá-la.

    3. Intenção suicida: o paciente considera agir para provocar a própria morte.

    Essas manifestações não são equivalentes, mas todas merecem investigação.
    Atenção: a ausência de planejamento não significa ausência de risco.
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    O SOFRIMENTO NEM SEMPRE É VISÍVEL

    Um dos desafios do manejo clínico é reconhecer que a aparência do paciente nem sempre corresponde à intensidade de seu sofrimento.

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    Uma pessoa pode manter suas atividades, trabalhar, sorrir e participar de situações sociais enquanto enfrenta pensamentos suicidas.

    02
    Por isso, o profissional deve considerar:

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    Mudanças recentes no comportamento.

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    Sentimentos persistentes de desesperança.

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    Isolamento ou perda de interesse.

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    Alterações significativas no funcionamento cotidiano.
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    O QUE O PACIENTE ESTÁ COMUNICANDO?

    A manifestação de ideação suicida precisa ser compreendida em seu contexto clínico.

    O profissional deve investigar:

    O que aconteceu antes do surgimento dos pensamentos?

    Há quanto tempo eles estão presentes?

    O que costuma intensificá-los?

    O paciente já pensou em agir?

    Existem situações nas quais ele sente que pode perder o controle?
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    A ESCUTA CLÍNICA EXIGE ACOLHIMENTO, INVESTIGAÇÃO E CAPACIDADE DE RECONHECER SITUAÇÕES QUE NECES
    Durante o atendimento, o profissional deve:

    Permitir que o paciente relate seu sofrimento sem julgamentos.
    Fazer perguntas diretas sobre pensamentos suicidas.
    Investigar intenção, planejamento e acesso a meios.
    Identificar fatores que aumentam ou reduzem a segurança.

    Definir medidas de proteção compatíveis com a situação.
    Escutar é fundamental, mas a escuta isolada não substitui a avaliação do risco.
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    O RISCO SUICIDA NÃO PODE SER DETERMINADO POR UM ÚNICO SINAL

    Nenhum comportamento, sintoma ou instrumento isolado permite prever com precisão uma tentativa de suicídio.

    01
    A avaliação deve integrar informações sobre:

    02
    Histórico: tentativas anteriores, autolesão, transtornos mentais e acontecimentos relevantes.

    03
    Situação atual: intensidade da ideação, intenção, planejamento, acesso a meios e alterações emocionais.

    04
    Contexto: apoio disponível, acontecimentos recentes, uso de substâncias e acesso aos serviços de saúde.

    05
    A avaliação precisa ser individualizada e continuamente atualizada.
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    REFLEXÃO CLÍNICA: O QUE VOCÊ FARIA?

    Durante uma sessão, uma paciente relata:

    "Eu estou cansada de tudo. Às vezes penso que seria melhor não acordar amanhã."
    Ela afirma que não pretende fazer nada contra si mesma, mas relata isolamento, insônia e desesperança.
    Antes de encerrar o atendimento, o que você precisa investigar?

    Considere:
    Presença de pensamentos suicidas ativos.
    Frequência e intensidade dos pensamentos.
    Existência de intenção ou planejamento.
    Histórico de tentativas.
    Condições de segurança e apoio disponível.
    Objetivo: desenvolver a capacidade de investigar antes de concluir.
    MANEJO CLÍNICO DA IDEAÇÃO SUICIDA FERNANDA BRENTEGANI


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  • 1. Introdução ao Manejo Clínico da Ideação Suicida
  • 2. Compreendendo a Ideação Suicida
  • 3. Fatores de Risco e Fatores de Proteção
  • 4. Identificação dos Sinais de Alerta
  • 5. Avaliação Clínica do Risco Suicida
  • 6. Raciocínio Clínico e Tomada de Decisão
  • 7. Comunicação e Acolhimento do Paciente em Crise
  • 8. Manejo Clínico da Ideação Suicida
  • 9. Condutas diante do Risco Iminente
  • 10. Plano de Segurança e Proteção do Paciente
  • 11. Manejo de Ligações e Contatos Emergenciais
  • 12. Utilização do Manual Prático de Atendimento
  • 13. Aplicação das Ferramentas e Instrumentos Clínicos
  • 14. Construção do Plano Individual de Proteção
  • 15. Encaminhamento e Articulação com a Rede de Apoio
  • 16. Responsabilidade Ética e Limites da Atuação Profissional
  • 17. Registro Clínico e Documentação
  • 18. Acompanhamento e Monitoramento do Paciente
  • 19. Prevenção de Novas Crises
  • 20. Encerramento e Considerações Finais