Curso Online de Curso de Comida Árabe Salgada

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o curso apresenta, na introdução, um pouco de conhecimento da culinária árabe, com curiosidades, entendimento da variedade entre os paíse...

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o curso apresenta, na introdução, um pouco de conhecimento da culinária árabe, com curiosidades, entendimento da variedade entre os países árabes, temperos, sabor, ingredientes utilizados, entre outras informações relevantes, além de simplesmente apresentar receitas prontas. Esse estudo introdutório é capaz de fornecer o diferencial no preparo da comida árabe, a fim de agradar ainda mais o paladar do consumidor. Este curso é referente a receitas salgadas. Em outras oportunidades trataremos de comidas doces, além dos doces árabes e sobremesas em geral.


Introdução
Ingredientes mais usados na culinária árabe
Carne
Laticínios
Ervas e especiarias
Bebidas
Grãos
Legumes
Frutas e outros vegetais
Nozes
Folhas verdes
Molho
Peixe
Receitas Árabes Salgadas
ABOBRINHAS NA COALHADA
ABOBRINHAS RECHEADAS
ARROZ SÍRIO
BERINJELAS AO FORNO
BERINJELAS RECHEADAS
CAFTA NA ASSADEIRA
CAFTA NO ESPETO
CAMAI NO ESPETO
CANJA SÍRIA
CHACRIE
CHARUTOS DE ACELGA
CHARUTOS DE FOLHA DE PARREIRA
QUIBE ARNABIE
QUIBE NA COALHADA
QUIBE NO FORNO
QUIBE FRITO
BERINJELA FRITA
COALHADA FRESCA
COALHADA COZIDA
CONSERVA DE BERINJELA
MASSA PARA ESFIHA E FATAER
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  • Curso de Comida Árabe Salgada

    Curso de Comida Árabe Salgada

    Raquel Lains

  • Conhecendo a culinária árabe

    Conhecendo a culinária árabe

  • Introdução

    A culinária árabe sofre influência de diversas culinárias regionais existentes por todo o Mundo Árabe, como Iraque, Marrocos, Egito, além de ter sido influenciada por culinárias vizinhas, como da Turquia, Paquistão, Índia e Irã, além de outros povos e culturas que habitavam estas regiões antes da expansão islâmica.
    Na cultura árabe, a comida representa importante base de comunicação, sendo as refeições centro dos encontros familiares e sociais.

  •  A variedade da culinária é enorme e, o que denominamos de "cozinha árabe", trata-se de vários países árabes, cada um com sua riqueza e a peculiaridade dessas cozinhas preenchidas com vestígios tradições e História na gastronomia.

    Um bom exemplo é o carneiro assado da Arábia Saudita, resultado dos hábitos dos beduínos nômades do pastoreio.

  • Historicamente, esses povos têm na carne a base de sua alimentação, mas outros alimentos são consumidos em menor proporção, como frutas e hortaliças, peixes ou frutos do mar, embora mais raros em suas mesas.
    Está muito presente o leite de cabra e de camelo, o gosto pelas especiarias, como a kafta, que é um tipo de almôndega aromatizada.
    A introdução das especiarias na cozinha árabe resulta do comércio no Mediterrâneo e lembram a atividade comercial de uma época.

  • O sabor desses temperos, incorporados ao longo dos tempos, confere a fama de cozinha aromática, e também de cozinha visual, no alegre colorido de seus pratos.

    Tudo isso resulta da utilização de ervas frescas, como  salsa,  hortelã, coentro, alecrim, de condimentos como alçafrão, noz moscada e canela, outros mais picantes uma pasta feita de pimenta malagueta, muito utilizada em receitas árabes. 

    A importância dos grãos é enorme em muitos pratos árabes, como o homus, feito com a pasta de grão-de-bico.

  • Já o peixe não representa é tão importante na cozinha árabe, pois se deteriora fácil no deserto quente. Somente em regiões ao longo das águas os peixes passam a ter mais significado.

    Tradicionalmente, o pão é consumido em todos os países árabes, não só como parte da refeição, mas como substituto do talher. Com ele são pegas as comidas degustadas, os molhos são absorvidos e os pratos esvaziados.

  • O trigo é base para outras árabes: o cuscuz (couscous) do Norte da África e o bulgur, que no Brasil chamamos de "trigo para quibe". Ambos são semelhantes.

    O couscous é uma das mais conhecidas iguarias árabes, produzido com semolina moída e úmida, de trigo, cevada ou milho.

    Nos países islâmicos, por princípio religioso, o consumo de carne suína é proibido, de forma que, nas cozinhas árabes a carne de porco jamais é utilizada.

    O álcool, também é proibição no Alcorão, o que tem efeitos na cozinha árabe, preparados sem álcool.

  • Curiosamente, mesmo com as bebidas alcoólicas sendo proibidas, o Iraque tem tradição no preparo da cerveja, inventada ali, quando a região era chamada de Mesopotâmia, e, até bem pouco tempo, ainda mantinham cervejarias artesanais.

    Os doces são geralmente feitos de nozes, amêndoas, frutas secas e mel, aromatizados com essências, como a de rosas e a de flor de laranja.

    Em alguns países, são usadas as flores de laranja para aromatizar a água que servirá à preparação de pratos.

  • A doçaria árabe é mais acentuada no açúcar, mas cai bem no gosto dos brasileiros, pois se semelham à confeitaria portuguesa, compotas regionais e doces de fazenda.

  • Ingredientes mais usados na culinária árabe:

    Carne

    Carneiro e frango são as mais usadas. Já carne bovina e de camelo são usadas com menor intensidade, junto com tipos de pássaros e, nas áreas litorâneas, alguns peixes.
    Carne de porco nunca é comida - é um alimento proibido sob a lei islâmica-, enquanto os cristãos evitam o alimento.
    O carneiro é o animal mais consumido. Sua carne é assada ou guisada, normalmente recheada e temperada.
    A carne de cabrito também, assim como a galinha e o peru, são apreciados.

    Ingredientes mais usados na culinária árabe:


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  • BERINJELAS RECHEADAS
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  • CAFTA NO ESPETO
  • CAMAI NO ESPETO
  • CANJA SÍRIA
  • CARNEIRO ARGELINO
  • CHACRIE
  • CHARUTOS DE ACELGA
  • Comece pelo recheio:
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  • CHARUTOS DE REPOLHO
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  • QUIBE NA COALHADA
  • QUIBE NO FORNO
  • QUIBE FRITO
  • BERINJELA FRITA
  • COALHADA FRESCA
  • COALHADA COZIDA
  • CONSERVA DE BERINJELA
  • CONSERVA DE CARNE
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