Curso Online de CURSO EDUCAÇÃO ESPECIAL DF BASICO
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Curso Online de CURSO EDUCAÇÃO ESPECIAL DF BASICO

Esse curso aborda um pouco sobre as leis de Educação existe uma de  regime de inclusão dessas pessoas o que significa que elas poderão es...

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Esse curso aborda um pouco sobre as leis de Educação existe uma de  regime de inclusão dessas pessoas o que significa que elas poderão estar numa sala de aula junto com crianças consideradas normais o que fatalmente melhorará a parte...

MINI CURRÍCULO Sou Rosimeire Moreira Quintela, formada em Pedagogia com habilitação em Supervisão Educacional e Pós-Graduada em Educação Especial, Mídias integradas na Educação pelo CIPEAD, e pós em Psicopedagogia em Educação a Distância pela FACINTER, já participei de dois GTR Grupo de Trabalho em Rede pela SEED organizado pelo PDE como cursista e de várias jornadas pedagógicas oferecidas pala UNIOESTE e SEED, trabalho há 18 anos como professora na Escola de Educação Especial Cristian Eduardo Hack Cardozo (ACDD) em Foz do Iguaçu, com alunos Deficientes Físicos Neuromotores, sou concursada 40 horas pela Secretaria de Educação do Estado do Paraná-SEED. Atualmente estou trabalhando na Tutoria Presencial do curso de Pedagogia - UEM/UAB Polo de Foz do Iguaçu e na equipe Pedagógica do Colégio Carmelita e realizando Especialização no Ensino de Ciências.


- Maria Carmosina Lima Da Silva

- Lilian Marne Gonçalves

- Alcione Alves Leite Dos Santos

- Arlete Leandra Da Silva

- Michele Soares Cardoso De Oliveira

  • Aqui você não precisa esperar o prazo de compensação do pagamento para começar a aprender. Inicie agora mesmo e pague depois.
  • O curso é todo feito pela Internet. Assim você pode acessar de qualquer lugar, 24 horas por dia, 7 dias por semana.
  • Se não gostar do curso você tem 7 dias para solicitar (através da pagina de contato) o cancelamento ou a devolução do valor investido.*
* Desde que tenha acessado a no máximo 50% do material.
  • CURSO EDUCAÇÃO ESPECIAL DF BÁSICO

    CURSO EDUCAÇÃO ESPECIAL DF BÁSICO

  • CURSO EDUCAÇÃO ESPECIAL BÁSICO

    CURSO EDUCAÇÃO ESPECIAL BÁSICO

  • APRESENTAÇÃO

    APRESENTAÇÃO

    ROSIMEIRE MOREIRA QUINTELA
    POS GRADUADA EM MÍDIAS INTEGRADAS NA EDUCAÇÃO PELA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
    GRADUADA EM PEDAGOGIA PELA UNOESTE DE PRESIDENTE PRUDENTE SP
    CONHEÇAM OUTROS DA AUTORA
    NA ÁREA DA EDUCAÇÃO, SAÚDE E OUTROS
    ACESSE www.buzzero.com/autores/rosimeire-quintela?a=rosimeire-quintela 

  • MENINA

    MENINA

    O que acontecia é que uma artéria que liga o coração ao pulmão e que deve ser fechada automaticamente até os sete dias de nascida manteve-se aberta dificultando o bombeamento do sangue e trazendo sofrimentos à criança.
     

  • INICIO - HISTORIA

    INICIO - HISTORIA

    Há alguns anos nascia uma linda menina e seus jovens pais exultaram quando puderam sentir a alegria de tê-la nos braços. Custou um pouco a chorar, ficou durante algumas horas na incubadeira onde receberia ainda um pouco o calor simulado do útero materno.
    Saiu do hospital maravilhosamente bem e apesar de ser examinado pelo pediatra só aos dois meses ele constatou um “sopro” no coração. Foi um triste martírio para a família que receava qualquer conseqüência até quando o bebê pôde ter peso suficiente para ser operada logo depois de um ano.

  • MENINA

    MENINA

    O que acontecia é que uma artéria que liga o coração ao pulmão e que deve ser fechada automaticamente até os sete dias de nascida manteve-se aberta dificultando o bombeamento do sangue e trazendo sofrimentos à criança.
     

  • CIRURGIA

    CIRURGIA

    No entanto quando fez a cirurgia tudo se normalizou até o momento que a família percebeu que seus reflexos não eram completamente normais e talvez por ter sido muito superprotegida nesse período em que mantinha o sopro, andou e falou com dificuldade pulando o estágio de engatinhar. Foi levado a uma fonoaudióloga e recomeçou a dor da família em outro aspecto, pois foi considerada uma criança especial embora ninguém e nenhum psicólogo pudessem detectar o que realmente lhe acontecia.

  • ALFABETIZADA

    ALFABETIZADA

    Conseguiu ser alfabetizada, mas   sofreu discriminação sutil da parte dos professores quando entrou no regime de inclusão, fazendo parte de turmas com crianças consideradas normais. Os professores e diretores dos colégios desanimavam a jovem mãe e durante alguns anos se não fosse a fibra dessa criança ela poderia ter entrado num estado de depressão por baixa estima, vendo que seus professores em vez de estimularem e apesar de seus esforços só aceitavam que ela repetisse o ano, mesmo sabendo que uma criança que precisava de cuidados especiais iria sempre ser mais lenta e ir ao seu próprio ritmo

  • LEIS

    LEIS

    Nas leis de Educação existe uma de  regime de inclusão dessas pessoas o que significa que elas poderão estar numa sala de aula junto com crianças consideradas normais o que fatalmente melhorará a parte cognitiva.

  • ESPECIAL

    ESPECIAL

    Alfabetizada por uma professora particular lia e escrevia perfeitamente, mas o estigma do “especial” fazia com que os colégios a rotulassem embora não abertamente . Na verdade não acreditavam nela e a pequena Soraya, linda e meiga sentia-se à parte num mundo que a machucava com um triste preconceito.

  • ESPECIALISTAS

    ESPECIALISTAS

    Passaram por Fonoaudiólogos, fisioterapeutas, psicólogos, psiquiatras, clínicas de atendimento a criança “diferente” e imaginem o que essa família e principalmente esses pais sofreram. Era um martírio lento e agressivamente sutil a cada ano. E a garota repetindo o ano porque os técnicos em educação não compreendiam que os casos devem ser tratados individualmente  e regras ortodoxas não devem ser mantidas nesse caso.


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  • CASOS
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  • SINTOMAS CITADOS
  • DEFICIÊNCIA INTELECTUAL
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  • Distúrbios visuais
  • DISTÚRBIOS DO COMPORTAMENTO
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  • TRABALHO PEDAGÓGICO
  • DEFICÊNCIAS APRESENTADAS
  • É PRECISO LEMBRAR
  • OBSERVA-SE TAMBÉM QUE ESTES ALUNOS
  • OS CONHECIMENTOS QUE O PROFESSOR
  • TECNOLOGIA ASSISTIVA  
  • A TECNOLOGIA ASSISTIVA
  • TEÓRICOS CITADOS
  • AS TECNOLOGIAS
  • EQUIPAMENTO
  • A DÉCADA DE 60
  • SASSAKI
  • ASSISTIVA
  • DISPOSITIVOS
  • OBJETO
  • ÁREAS DE APLICAÇÃO
  • computadorizados
  • RECURSOS PARA RECEPÇÃO
  • TECNOLOGIA ASSISTIVA COMPUTACIONAL
  • FORMA GENÉRICA
  • SERIA PRECISO
  • SOFTWARES
  • PESSOA NECESSITA
  • EDUCADORES E EDUCADORAS
  • O USO DA TECNOLOGIA
  • O PROFESSOR CONHECEDOR
  • ENFIM
  • É ATRAVÉS DA ESCOLA
  • CONSTATAÇÃO
  • CONSIDERADOS RECURSOS
  • NECESSIDADES ESPECIAIS
  • A INCLUSÃO DE PESSOAS
  • VYGOSTSKY
  • PODEMOS DIZER
  • AS LIMITAÇÕES
  • LIMITAÇÕES DE INTERAÇÃO
  • INCLUSÃO SOCIAL
  • DESENVOLVER RECURSOS
  • NA MEDIDA
  • EU EM RELAÇÃO AO OUTRO
  • PESSOA
  • A TECNOLOGIA ASSISTIVA EM AMBIENTE COMPUTACIONAL
  • AS TIC’s
  • SISTEMAS AUXILIARES OU PRÓTESE
  • AS TECNOLOGIAS TEM POSSIBILITADO
  • TAMBÉM SÃO UTILIZADAS
  • DIFICULDADES DE MUITAS PESSOAS
  • PESQUISAS
  • GRAVE COMPROMETIMENTO
  • UTILIZANDO AS TIC’s
  • EXEMPLO
  • T A
  • O USO DE TECNOLOGIAS ASSISTIVAS
  • ATIVIDADES COM O USO DA TECNOLOGIA ASSISTIVA
  • O COMPUTADOR EM SALA
  • OBJETO DE PESQUISA
  • A IMPORTÂNCIA
  • A INTERAÇÃO NO COMPUTADOR
  • PRESSUPOSTOS TEÓRICOS
  • A PROPOSTA BASEOU-SE
  • ESSAS METODOLOGIAS
  • DEFINIÇÃO
  • DESENVOLVIMENTO DA COMUNICAÇÃO
  • EXPRESSÕES VIA ELETRÔNICA
  • O PROFESSOR MEDIADOR
  • BARREIRA
  • SEQÜELAS DE ENCEFALOPATIA
  • UTILIZANDO AS TICs NA EDUCAÇÃO ESPECIAL  
  • DESENVOLVIMENTO DE SEU USO
  • AS TECNOLOGIAS ESTÃO
  • DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO
  • SALA DE AULA
  • AS TECNOLOGIAS ESTÃO
  • MÍDIAS UTILIZADAS
  • NA EDUCAÇÃO ESPECIAL
  • PROFESSORES DA EDUCAÇÃO ESPECIAL
  • TECNOLOGIAS APLICADAS
  • TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO
  • APRESENTAR RECURSOS TECNOLÓGICOS
  • BUSCAR O DESENVOLVIMENTO
  • ESSAS FERRAMENTAS
  • CONCEITO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA
  • DEFINIÇÃO
  • TERMO DEFICIENTE
  • ESSA TENDÊNCIA
  • NOS ÚLTIMO ANOS
  • EDUCAÇÃO ESPECIAL
  • DECLARAÇÃO DE SALAMANCA
  • Campo pedagógico
  • Essas nessidades
  • 2.2 TIPOS DE DEFICIÊNCIAS
  • CONTEXTO EDUCACIONAL
  • O trabalho pedagógico
  • CONSCIENTE
  • Os alunos especiais
  • É preciso
  • POLITICA
  • 2.2.1 Deficiência visual
  • Os casos
  • As deficiências
  • É evidente
  • As pesquisas
  • É sabido
  • Por isso
  • 2.2.2 Deficiência física  
  • Percebe-se
  • A deficiência física
  • As deficiências físicas
  • Por outro lado
  • O trabalho pedagógico
  • 2.2.3 Deficiência mental  
  • Deficiência mental
  • A preferência
  • Nada impede
  • 2.3 TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO – TICS  
  • INFORMÁTICA EDUCATIVA
  • AS TICs
  • A tecnologia de informação
  • MEDIAÇÃO PEDAGÓGICA
  • NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS
  • EDUCATIVAS ESPECIAIS
  • PREOCUPAÇÃO DOS PROFESSORES
  • TICs
  • ESCOLA É UMA TAREFA
  • OBJETIVO
  • 3 RELATO DO OBJETO DE PESQUISA
  • A IMPORTÂNCIA
  • AFETADA NO ÂMBITO
  • DEIXAR DE CITAR
  • 3.1 METODOLOGIA
  • A metodologia
  • AS METODOLOGIAS
  • DEFINIÇÃO DA METODOLOGIA
  • PLANEJADAS
  • RECURSOS HUMANOS
  • CRONOGRAMA DAS ATIVIDADES:
  • CRONOGRAMA
  • CRONGRAMA
  • CRONOGRAMA
  • 3.2 RELATO DA EXPERIÊNCIA FEITA COM PROFESSORES E ALUNOS NO USO DAS TICS
  • Inicialmente
  • laboratório de informática
  • USO PEDAGÓGICO
  • REFLEXÕES
  • PESQUISA
  • A pesquisa
  • Trabalho de ampliação
  • UTILIZAR AS MÍDIAS
  •   3.3 RESULTADO DA PESQUISA COM OS PROFESSORES
  • RESULTADO
  • 3.4 ANÁLISE DOS RESULTADOS DA PESQUISA  
  • USO DAS TICs
  • O uso das TICs
  • Sabe-se das dificuldades
  • OPINIÃO SOBRE A EXPERIÊNCIA DE USAR TV MULTIMÍDIA, INTERNET E COMPUTADOR PEDAGOGICAMENTE
  • INTERNET E COMPUTADOR PEDAGOGICAMENTE
  • PEDAGOGICAMENTE
  • SE O PROFESSOR CONSEGUIU USAR A TV MULTIMÍDIA, INTERNET E COMPUTADOR PEDAGOGICAMENTE APÓS A EXPERIÊNCIA DESENVOLVIDA.
  • O trabalho pedagógico
  • SE A EXPERIÊNCIA TROUXE MODIFICAÇÃO PARA O MOMENTO DA APRENDIZAGEM
  • MOMENTO DA APRENDIZAGEM
  • PÓS A EXPERIÊNCIA O PROFESSOR SE SENTIU EM CONDIÇÕES DE USAR AS TICs
  • EXPERIÊNCIA
  • DEFINIÇÃO FONTE: A autora (2010) DA EXPERIÊNCIA EM PALAVRAS SOBRE AS TICs  
  • EM PALAVRAS SOBRE AS TICs
  • EXPERIÊNCIA
  • RECURSOS
  • 3.5 RELATO DO TRABALHO REALIZADO NA ESCOLA
  • TRABALHO
  • REALIZADO
  • 3.5.1 Estrutura da Oficina:  
  • OFICINA
  • b) Justificativa
  • c) Modalidade
  • f) Público alvo
  • g) Carga horária: 16 horas
  • h) Organização
  • i) Metodologia
  • j) Período de realização
  • l) Avaliação
  • m) Conteúdos
  • LABORATÓRIO
  • 2º Encontro - 4 horas:
  • ENCONTRO
  • OS PARTICIPANTES
  • estatuto da pessoa com deficiência
  • 6ª Ediçã
  • APRESENTAÇÃO
  • LDB
  • ECONÔMICO
  • INSTRUMENTO PARA
  • CAUSAS SOCIAIS
  • SENADOR FLÁVIO ARNS
  • Senador Paulo Paim
  • TÍTULO I
  • Substitutivo
  • I - Deficiência Física
  • Deficiência Auditiva
  • III - Deficiê ência Visual
  • Tais como:
  • V – Surdo - cegueira
  • VI - Autismo
  • VIII - Lesão Cerebral Traumática
  • IX - Deficiência Múltipla
  • § 1º Para efeitos
  • VII - Condutas Típicas
  • VIII - Lesão Cerebral Traumática
  • IX - Deficiência Múltipla:
  • § 1º Para efeitos da presente lei
  • § 2º Entende-se como deficiência
  • Art. 3º Para fins de
  • I - apoios especiais
  • II - ajudas técnicas
  • III - procedimentos especiais
  • 3º Encontro: 4 horas
  • Encontro
  • 4º Encontro
  • ENCONTRO
  • 4 CONSIDERAÇÕES FINAIS
  • CONSIDERAÇÕES
  • PTD - CONTEÚDOS
  • CONTEÚDOS
  • EIXO CONHECIMENTO
  • JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS
  • JUSTIFICATIVA
  • ESTRATÉGIAS E RECURSOS
  • AVALIAÇÃO
  • Art. 4º É dever do Estado
  • Art. 5º Compete à União
  • Art. 6º Nenhuma
  • § 1° Considera-se discriminação
  • § 2° Não constitui discriminação
  • Art. 7° É dever de todos comunicar
  • Art. 8º Todo atentado
  • Art. 9º O Conselho Nacional
  • Art. 10
  • TÍTULO II
  • CAPÍTULO I DO DIREITO À VIDA
  • Art. 11.
  • CAPÍTULO II DO DIREITO À SAÚDE
  • Art. 12.
  • Art. 13
  • Art. 14
  • § 1º Entende-se
  • III
  • IV
  • Art. 16
  • Art. 17
  • Art. 18
  • SUS
  • Parágrafo único.
  • CAPÍTULO III DO DIREITO À HABITAÇÃO
  • Art. 24
  • § 2º
  • Art. 25.
  • I
  • II
  • III
  • IV
  •   CAPÍTULO IV
  • ESCOLA
  • Art. 26
  • Art. 27
  • Parágrafo único
  • Art 28
  • I
  • II
  • III
  • IV
  • V
  • Art. 19
  • Art. 20
  • Art. 21
  • Art. 22
  • Art. 23
  • SEÇÃO I
  • Art. 29
  • I
  • II
  • III
  • IV
  • V
  • VI
  • § 1º
  • § 2º
  • Art. 30.
  • VII
  • VIII
  • IX
  • X
  • XI
  • I
  • II
  • III
  • IV
  • V
  • SEÇÃO II
  • EDUCAÇÃO
  • Art. 31
  • Art. 32
  • I
  • II
  • III
  • IV
  • V
  • § 1º
  • INCLUSÃO
  • § 2º
  • Art. 33
  • I ADEQUAÇÃO CURRICULAR
  • II LIBRAS
  • III
  • IV
  • V
  • REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS
  • REFERÊNCIAS
  • REFERENCIAS