Curso Online de CURSO EDUCAÇÃO ESPECIAL DF
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Curso Online de CURSO EDUCAÇÃO ESPECIAL DF

Nesse cursos você vai conhecer à historia da deficiência física e o trabalho realizados com esse alunos. Nas leis de Educação existe uma ...

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Nesse cursos você vai conhecer à historia da deficiência física e o trabalho realizados com esse alunos. Nas leis de Educação existe uma de regime de inclusão dessas pessoas o que significa que elas poderão estar numa sala de aula junto com crianças consideradas normais o que fatalmente melhorará a parte cognitiva

MINI CURRÍCULO Sou Rosimeire Moreira Quintela, formada em Pedagogia com habilitação em Supervisão Educacional e Pós-Graduada em Educação Especial, Mídias integradas na Educação pelo CIPEAD, e pós em Psicopedagogia em Educação a Distância pela FACINTER, já participei de dois GTR Grupo de Trabalho em Rede pela SEED organizado pelo PDE como cursista e de várias jornadas pedagógicas oferecidas pala UNIOESTE e SEED, trabalho há 18 anos como professora na Escola de Educação Especial Cristian Eduardo Hack Cardozo (ACDD) em Foz do Iguaçu, com alunos Deficientes Físicos Neuromotores, sou concursada 40 horas pela Secretaria de Educação do Estado do Paraná-SEED. Atualmente estou trabalhando na Tutoria Presencial do curso de Pedagogia - UEM/UAB Polo de Foz do Iguaçu e na equipe Pedagógica do Colégio Carmelita e realizando Especialização no Ensino de Ciências.


- Luiza Marta Cassa Louzada

- Rosemary Pereira Ramos

  • Aqui você não precisa esperar o prazo de compensação do pagamento para começar a aprender. Inicie agora mesmo e pague depois.
  • O curso é todo feito pela Internet. Assim você pode acessar de qualquer lugar, 24 horas por dia, 7 dias por semana.
  • Se não gostar do curso você tem 7 dias para solicitar (através da pagina de contato) o cancelamento ou a devolução do valor investido.*
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  • CURSO EDUCAÇÃO ESPECIAL DF

    CURSO EDUCAÇÃO ESPECIAL DF

  • APRESENTAÇÃO

    APRESENTAÇÃO

    ROSIMEIRE MOREIRA QUINTELA
    POS GRADUADA EM MÍDIAS INTEGRADAS NA EDUCAÇÃO PELA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
    GRADUADA EM PEDAGOGIA PELA UNOESTE DE PRESIDENTE PRUDENTE SP
    CONHEÇAM OUTROS DA AUTORA
    NA ÁREA DA EDUCAÇÃO, SAÚDE E OUTROS
    ACESSE www.buzzero.com/autores/rosimeire-quintela?a=rosimeire-quintela 

  • PARALISIA CEREBRAL

    PARALISIA CEREBRAL

    ENCEFALOPATIA CRÔNICA

  • CONCEITO DE ENCEFALOPATIA CRÔNICA

    CONCEITO DE ENCEFALOPATIA CRÔNICA

    De acordo com SCHWARTZMAN (1993 p.4) Paralisia Cerebral ou Encefalopatia Crônica Não Progressiva é uma lesão de uma ou mais partes do cérebro, provocada muitas vezes pela falta de oxigenação das células cerebrais.

  • ... a seqüela de uma afecção encefálica que se caracteriza primordialmente por um transtorno persistente, mas não invariável do tônus, da postura e do movimento, que aparece na primeira infância, e não apenas é diretamente associado a essa lesão não-evolutiva do encéfalo, como se deve também a influência de tal lesão exerce na maturação neurológica. (Barraquer, Ponces, Corominas e Torras, 1964, p. 7).

  •  
    Conforme Cargnin e Mazzitelli (2003, p.34) essas lesões acontece durante a gestação, no momento do parto ou após o nascimento, ainda no processo de amadurecimento do cérebro da criança. É importante saber que a pessoa possui inteligência normal (a não ser que a lesão tenha afetado áreas do cérebro responsáveis pelo pensamento e pela memória).

  • Mas se a visão ou a audição forem prejudicadas, a pessoa poderá ter dificuldades para entender as informações como são transmitidas; se os músculos da fala forem atingidos, haverá dificuldade para comunicar seus pensamentos ou necessidades. Quando tais fatos são observados, a pessoa com paralisia cerebral pode ser erroneamente classificado como deficiente intelectual ou não-inteligente.

  • LESÕES CEREBRAIS

    LESÕES CEREBRAIS

    As lesões cerebrais variam conforme a área afetada, o tempo de lesão e intensidade da mesma, porém neste tipo de encefalopatia a lesão não é progressiva.

  • De acordo com Bax citado por Finnie (2000, p. 8) o termo paralisia cerebral não é o mais correto, embora seja usualmente falado, pois caracterizaria desta uma perda total das funções cerebrais, o que não defini as lesões focais ocorridas com conseqüências no desenvolvimento neurológico da pessoa.

  • Considerando o exposto acima, as pessoas que sofrem as lesões ocasionadas pela falta de oxigenação no cérebro, ou seja, a Encefalopatia Crônica não Progressiva podem ter as mais diversas seqüelas que poderão afetar o desenvolvimento motor, intelectual, visual, auditivo, fala e ataque de epilepsia.

  • Há casos em que sua recuperação parcial, total ou definitiva pode ocorrer em função de tratamentos médicos, cirúrgicos, fisioterápicos e fonoaudiólogos.


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  • CURSO EDUCAÇÃO ESPECIAL DF
  • APRESENTAÇÃO
  • PARALISIA CEREBRAL
  • CONCEITO DE ENCEFALOPATIA CRÔNICA
  • LESÕES CEREBRAIS
  • CAUSAS DA ENCEFALOPATIA CRÔNICA
  • CONHECER AS CAUSAS DA ENCEFALOPATIA CRÔNICA
  • CLASSIFICAÇÃO DE ENCEFALOPATIA
  • DISTURBIOS
  • A TECNOLOGIA ASSISTIVA
  • TECNOLOGIA ASSISTIVA COMPUTACIONAL
  • EDUCADORES E EDUCADORAS
  • NECESSIDADES ESPECIAIS
  • A TECNOLOGIA ASSISTIVA EM AMBIENTE COMPUTACIONAL
  • O USO DE TECNOLOGIAS ASSISTIVAS
  • ATIVIDADES COM O USO DA TECNOLOGIA ASSISTIVA
  • O COMPUTADOR EM SALA
  • OBJETO DE PESQUISA
  • A IMPORTÂNCIA
  • A INTERAÇÃO NO COMPUTADOR
  • PRESSUPOSTOS TEÓRICOS
  • A PROPOSTA BASEOU-SE
  • ESSAS METODOLOGIAS
  • DEFINIÇÃO
  • DESENVOLVIMENTO DA COMUNICAÇÃO
  • EXPRESSÕES VIA ELETRÔNICA
  • O PROFESSOR MEDIADOR
  • SEQÜELAS DE ENCEFALOPATIA
  •   UTILIZANDO AS TICs NA EDUCAÇÃO ESPECIAL
  • DESENVOLVIMENTO DE SEU USO
  • DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO
  • SALA DE AULA
  • AS TECNOLOGIAS ESTÃO
  • MÍDIAS UTILIZADAS
  • NA EDUCAÇÃO ESPECIAL
  • PROFESSORES DA EDUCAÇÃO ESPECIAL
  • TECNOLOGIAS APLICADAS
  • TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO
  • APRESENTAR RECURSOS TECNOLÓGICOS
  • BUSCAR O DESENVOLVIMENTO
  • ESSAS FERRAMENTAS
  • CONCEITO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA
  • DEFINIÇÃO
  • TERMO DEFICIENTE
  • ESSA TENDÊNCIA
  • NOS ÚLTIMO ANOS
  • EDUCAÇÃO ESPECIAL
  • DECLARAÇÃO DE SALAMANCA
  • Campo pedagógico
  • 2.2 TIPOS DE DEFICIÊNCIAS
  • CONTEXTO EDUCACIONAL
  • 2.2.1 Deficiência visual
  • Por isso
  • 2.2.2 Deficiência física  
  • Percebe-se
  • A deficiência física
  • As deficiências físicas
  • Por outro lado
  • O trabalho pedagógico
  • 2.2.3 Deficiência mental  
  • Deficiência mental
  • A preferência
  • Nada impede
  • 2.3 TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO – TICS  
  • INFORMÁTICA EDUCATIVA
  • AS TICs
  • A tecnologia de informação
  • MEDIAÇÃO PEDAGÓGICA
  • NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS
  • EDUCATIVAS ESPECIAIS
  • PREOCUPAÇÃO DOS PROFESSORES
  • TICs
  • ESCOLA É UMA TAREFA
  • OBJETIVO
  • 3 RELATO DO OBJETO DE PESQUISA
  • A IMPORTÂNCIA
  • AFETADA NO ÂMBITO
  • DEIXAR DE CITAR
  • 3.1 METODOLOGIA
  • A metodologia
  • AS METODOLOGIAS
  • DEFINIÇÃO DA METODOLOGIA
  • RECURSOS HUMANOS
  • CRONOGRAMA DAS ATIVIDADES:
  • CRONOGRAMA
  • CRONGRAMA
  • CRONOGRAMA
  • 3.2 RELATO DA EXPERIÊNCIA FEITA COM PROFESSORES E ALUNOS NO USO DAS TICS
  • Inicialmente
  • laboratório de informática
  • USO PEDAGÓGICO
  • REFLEXÕES
  • PESQUISA
  • A pesquisa
  • Trabalho de ampliação
  • UTILIZAR AS MÍDIAS
  •   3.3 RESULTADO DA PESQUISA COM OS PROFESSORES
  • RESULTADO
  • 3.4 ANÁLISE DOS RESULTADOS DA PESQUISA  
  • USO DAS TICs
  • O uso das TICs
  • Sabe-se das dificuldades
  • OPINIÃO SOBRE A EXPERIÊNCIA DE USAR TV MULTIMÍDIA, INTERNET E COMPUTADOR PEDAGOGICAMENTE
  • INTERNET E COMPUTADOR PEDAGOGICAMENTE
  • PEDAGOGICAMENTE
  • SE O PROFESSOR CONSEGUIU USAR A TV MULTIMÍDIA, INTERNET E COMPUTADOR PEDAGOGICAMENTE APÓS A EXPERIÊNCIA DESENVOLVIDA.
  • O trabalho pedagógico
  • SE A EXPERIÊNCIA TROUXE MODIFICAÇÃO PARA O MOMENTO DA APRENDIZAGEM
  • MOMENTO DA APRENDIZAGEM
  • PÓS A EXPERIÊNCIA O PROFESSOR SE SENTIU EM CONDIÇÕES DE USAR AS TICs
  • EXPERIÊNCIA
  • DEFINIÇÃO FONTE: A autora (2010) DA EXPERIÊNCIA EM PALAVRAS SOBRE AS TICs  
  • EM PALAVRAS SOBRE AS TICs
  • EXPERIÊNCIA
  • RECURSOS
  • 3.5 RELATO DO TRABALHO REALIZADO NA ESCOLA
  • TRABALHO
  • REALIZADO
  • 3.5.1 Estrutura da Oficina:  
  • OFICINA
  • b) Justificativa
  • g) Carga horária: 16 horas
  • h) Organização
  • i) Metodologia
  • j) Período de realização
  • l) Avaliação
  • m) Conteúdos
  • LABORATÓRIO
  • 2º Encontro - 4 horas:
  • ENCONTRO
  • OS PARTICIPANTES
  • estatuto da pessoa com deficiência
  • APRESENTAÇÃO
  • LDB
  • ECONÔMICO
  • INSTRUMENTO PARA
  • CAUSAS SOCIAIS
  • SENADOR FLÁVIO ARNS
  • Senador Paulo Paim
  • TÍTULO I
  • Substitutivo
  • I - Deficiência Física
  • Deficiência Auditiva
  • III - Deficiê ência Visual
  • Tais como:
  • V – Surdo - cegueira
  • VI - Autismo
  • VIII - Lesão Cerebral Traumática
  • IX - Deficiência Múltipla
  • § 1º Para efeitos
  • VII - Condutas Típicas
  • VIII - Lesão Cerebral Traumática
  • IX - Deficiência Múltipla:
  • § 1º Para efeitos da presente lei
  • § 2º Entende-se como deficiência
  • Art. 3º Para fins de
  • I - apoios especiais
  • II - ajudas técnicas
  • III - procedimentos especiais
  • 3º Encontro: 4 horas
  • Encontro
  • 4º Encontro
  • ENCONTRO
  • 4 CONSIDERAÇÕES FINAIS
  • CONSIDERAÇÕES
  • PTD - CONTEÚDOS
  • CONTEÚDOS
  • EIXO CONHECIMENTO
  • JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS
  • JUSTIFICATIVA
  • ESTRATÉGIAS E RECURSOS
  • AVALIAÇÃO
  • Art. 4º É dever do Estado
  • Art. 5º Compete à União
  • Art. 6º Nenhuma
  • § 1° Considera-se discriminação
  • § 2° Não constitui discriminação
  • Art. 7° É dever de todos comunicar
  • Art. 8º Todo atentado
  • Art. 9º O Conselho Nacional
  • Art. 10
  • TÍTULO II
  • Art. 11.
  • Art. 12.
  • Art. 13
  • Art. 14
  • § 1º Entende-se
  • III
  • IV
  • Art. 16
  • Art. 17
  • Art. 18
  • SUS
  • Parágrafo único.
  • Art. 24
  • Art. 25.
  • INCLUSÃO
  • Art. 33
  • I ADEQUAÇÃO CURRICULAR
  • SEÇÃO III
  • V
  • Art. 64.
  • Art. 65
  • Art. 66.
  •   TÍTULO III
  • Art. 67.
  • I
  • II
  • III
  • IV
  • V
  • VI
  • VII
  • VIII
  • IX
  • X
  • XI
  • XII
  • Art. 68
  • Art. 69
  • Art. 70
  • Art. 71
  • Art. 72
  • CAPÍTULO II
  • ACESSIBILIDADE
  • Art. 73
  • § 1º
  • § 2º
  • § 3º
  • TÍTULO IV
  • Art. 74.
  • § 1º
  • § 2º
  • Art. 75.
  • Art. 76
  • § 1º
  • § 2º
  • TÍTULO V
  • Art. 77
  • § 1º
  • § 2º
  • § 3º
  • Art. 78.
  • VONTADE POLÍTICA
  • Terceiro Milênio
  • NAÇÕES
  • Art. 79
  • Art. 80.
  • Parágrafo único
  • Art. 81.
  • I
  • II
  • III
  • IV
  • V
  • VI
  • VII
  • § 1º
  • § 2º
  • § 3º
  • Art. 82
  • Art. 83
  • Art. 84
  • Art. 85
  • CAPÍTULO III
  • Art. 86
  • Parágrafo único
  • Art. 87
  • Art. 88
  • AÇÕES
  • § 1º
  • § 2º
  • § 3º
  • § 4º
  • § 5º
  • § 6º
  • § 7º
  • Art. 89
  • § 1º
  • § 2º
  • Art. 90
  • § 6º
  • § 7º
  • Art. 89
  • § 1º
  • § 2º
  • Art. 90
  • Art. 91
  • TÍTULO VI
  • Art. 92
  • Parágrafo único
  • Art. 93
  • Parágrafo único
  • Art. 94
  • TÍTULO VII
  • Art. 95
  • Art. 96
  • Art. 97
  • Art. 98
  • Art. 99
  • Art. 100
  • Art. 101
  • Art. 102
  • Art. 103
  • Art. 104
  • Art. 105
  • Art. 106
  • TÍTULO VIII
  • Art. 107
  • Art. 108
  • Art. 109
  • JUSTIFICAÇÃO
  • CF
  • CARÁTER PROGRAMÁTICO
  • LDB
  • OBJETIVOS
  • SISTEMA ORGANIZACIONAL
  • PARÂMETROS
  • POLÍTICA DE CAPACITAÇÃO
  • BENEFÍCIO
  • POTENCIAIS BENEFICIÁRIOS
  • RENDA FAMILIAR
  • DISTRITO
  •   CARTA PARA O TERCEIRO MILÊNIO
  • TERCEIRO MILÊNIO
  • DIREITOS HUMANOS BÁSICOS
  • PROGRESSO CIENTÍFICO E SOCIAL
  • SÉCULO XX
  • SÉCULO XXI
  • PESSOAS COM DEFICIÊNCIA
  • REABILITAÇÃO
  • A FAMILIA
  • LINK
  • DECLARAÇÃO DE SALAMANCA
  • Adotada em Assembléia Geral
  • DECLARAÇÃO MUNDIAL
  • DECLARAÇÃO DE SALAMANCA
  • Declarações das Nações
  • EDUCAÇÃO INCLUSIVA
  • PARTICIPAÇÃO DE PAIS
  • ESTRUTURA DE AÇÃO EM EDUCAÇÃO ESPECIAL
  • I. Novo pensar em educação especial
  • POLITICAS
  • III. Orientações para ações em níveis regionais e internacionais
  • Experiências
  • Ao mesmo tempo
  • Fundamental
  • INCLESIVA
  • II. LINHAS DE AÇÃO EM NÍVEL NACIONAL A. POLÍTICA E ORGANIZAÇÃO
  • Tecnologia apropriada
  • CAPACITAÇÃO
  • Informação e Pesquisa
  • A educação especial
  • Educação Infantil
  • Preparação para a Vida Adulta
  • Educação de Adultos e Estudos Posteriores
  • O papel das famílias
  • Mudanças nas políticas
  • III. ORIENTAÇÕES PARA AÇÕES EM NÍVEIS REGIONAIS E INTERNACIONAL
  • LINK
  • DECLARAÇÃO MUDIAL DA SAÚDE
  • A INCLUSÃO SOCIAL DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIAS
  • DECLARAÇÃO DE MONTREAL SOBRE A DEFICIÊNCIA INTELECTUAL
  • Guia dos Direitos das Pessoas com Deficiência
  • REFERENCIAS BIBIOGRAFICAS: