Curso Online de Dificuldades de  aprendizagem
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Curso Online de Dificuldades de aprendizagem

O curso oferece um texto de fácil compreensão no entendimento das dificuldades apresentadas por alunos nas salas de aula comum. Discorre ...

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O curso oferece um texto de fácil compreensão no entendimento das dificuldades apresentadas por alunos nas salas de aula comum. Discorre sobre a consciência fonética, as hipóteses de escrita e ainda discorre sobre a dislexia.

Pedagoga, Psicopedagoga, Pós Graduada em Projetos e Implementação de Educação à Distância, Pós Graduanda em Coordenação Pedagógica, Pós Graduada em Espaços Educadores Sustentáveis e Graduada em Engenharia Ambiental.Atua como Coordenadora Pedagógica na Educação Infantil.


- Elaine Cristina Epifania Ribeiro

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  • DIAGNÓSTICO DA MEDICALIZAÇÃO DO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM

    DIAGNÓSTICO DA MEDICALIZAÇÃO DO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM

  • Consciência fonológica

    Consciência fonológica

  • Consciência fonológica: o que é?

    Consciência fonológica: o que é?

    A consciência fonológica é a capacidade de compreender a maneira pela qual a linguagem oral pode ser dividida em componentes cada vez menores: sentenças em palavras, palavras em sílabas e sílabas em fonemas (CARVALHO & ALVAREZ, 2000 e FERREIRO et al., 2003).

  • Assim, o termo consciência fonológica é definido como sendo a consciência de que as palavras (oral e escrita) são constituídas por diversos sons ou grupos de sons e que elas podem ser segmentadas em unidades menores.

  • A natureza e a importância da consciência fonológica

    A natureza e a importância da consciência fonológica

    Antes que possa ter qualquer compreensão do princípio alfabético, as crianças devem entender que aqueles sons associados às letras são os mesmos sons da fala. Para quem já sabe ler e escrever, essa compreensão parece muito básica, quase transparente.

  • A natureza e a importância da consciência fonológica

    A natureza e a importância da consciência fonológica

    No entanto, pesquisas demonstram que a própria noção de que a linguagem falada é composta de sequências desses pequenos sons não surge de forma natural ou fácil em seres humanos.

  • Por que a consciência fonêmica é tão difícil?

    Por que a consciência fonêmica é tão difícil?

    O problema, em grande medida, é que as pessoas não prestam atenção aos sons da fala ao produzirem ou escutarem um discurso. A atenção dirige-se ao significado e ao enunciado como um todo.
    Sendo assim, o desafio é encontrar formas de fazer com que as crianças notem os fonemas, descubram sua existência e a possibilidade de separá-los.

  • Os fonemas são unidades de fala que são representadas pelas letras de uma língua alfabética.
    É importante notar que os fonemas não são pronunciados na forma de unidades separadas. Na verdade eles são coarticulados, ou seja, quando falamos, fundimos os sons em unidades silábicas. Por exemplo, quando falamos cama em voz alta, não produzimos quatro fones distintos: [k] [ã] [m] [a].
    Nossa pronúncia da consoante inicial é influenciada pela vogal, e esta é influenciada pelas consoantes que vem antes e depois dela.

  • É a compreensão do nível fonêmico que dá às crianças a possibilidade de entender como o alfabeto funciona – uma compreensão que é fundamental para aprender a ler e escrever.

  • As habilidades de consciência fonológica são divididas em três tipos:
    consciência da sílaba,
    consciência intrassilábicas (aliterações e rimas)
    a consciência do fonema.

  • Consciência de palavras

    Consciência de palavras

    É capacidade de segmentar a frase em palavras e, além disso, perceber a relação entre elas e organizá-las numa seqüência que dê sentido.
    Exercício: contar o número de palavras numa frase, ordenar corretamente uma oração ouvida com palavras desordenadas.


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  • DIAGNÓSTICO DA MEDICALIZAÇÃO DO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM
  • Consciência fonológica
  • Consciência fonológica: o que é?
  • A natureza e a importância da consciência fonológica
  • Por que a consciência fonêmica é tão difícil?
  • Consciência de palavras
  • Consciência da sílaba
  • Consciência silábica
  • Consciência fonêmica
  • Sons e letras
  • Consciência de Sílaba
  • Consciência fonêmica
  • Rima
  • Aliteração
  • Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português
  • Fala e Língua: qual a diferença?
  • Consciência Fonológica: construções da lecto-escrita
  • CONSCIÊNCIA FONOLÓGICA
  • A seguir, apresentamos o alfabeto fonético utilizado para transcrever os sons do português. VOGAIS ORAIS
  • VOGAIS NASAIS
  • CONSIDERANDO AS VOGAIS
  • Consoantes
  • A pesquisa
  • Por Que as Crianças não Aprendem?
  • Quando as Famílias São as Culpadas...
  • Quando os Professores São os Culpados...
  • De como o Sistema Escolar não é Responsável
  • E o "sistema"? Ninguém o acusa de nada?
  • Conclusão
  • O ESTADO DA ARTE DA PESQUISA SOBRE O FRACASSO ESCOLAR (1991-2002): UM ESTUDO INTRODUTÓRIO
  • Categorias de análise
  • 1. O fracasso escolar como problema psíquico: a culpabilização das crianças e de seus pais
  • 2. O fracasso escolar como um problema técnico: a culpabilização do professor
  • 3. O fracasso escolar como questão institucional: a lógica excludente da educação escolar
  • 4. O fracasso escolar como questão política: cultura escolar, cultura popular e relações de poder
  • Conclusão
  • ORALIDADE E ESCRITA NA SALA DE AULA
  • Oralidade é o ato de comunicar-se através da fala. Escrita é o ato de comunicar-se através das palavras. As duas são formas de linguagem.
  • Geralmente quando a criança ou o adulto entra para a vida estudantil, encontram dificuldades em assimilar os conteúdos de ensino da língua portuguesa.
  • Muitos alunos têm dificuldade de escrever pelo fato de o fazerem como falam. Por isso, a escola deve trabalhar a oralidade, mostrando as diferenças e semelhanças entre estas duas modalidades lingüísticas, fala e escrita.
  • A escrita pode ser revisada e a fala não admite apagamento, ao se escrever podem ser feitas consultas e ao falar não. A fala mostra seu processo de criação e a escrita mostra o resultado.
  • Algumas atividades podem ser realizadas nas séries iniciais para a aquisição e para o desenvolvimento da oralidade e da escrita.
  • Oralidade Entrevistas com familiares,Músicas, Poemas, Leituras diversas,Discussões e debates, Contação de históriaS,Parlendas,Cantigas folclóricas e Cantigas de ninar,Brincos, Mnemonias, Trava-língua, Adivinhas. 
  • Escrita Trabalho com o nome próprio,Listas,Tabelas, Brincos e parlendas, Mnemonias, Palavra-corpo, Forca, Trava-língua, Adivinhas
  • Numa série mais avançada: Produção de textos; Reconto de textos; Questionários; Paródias musicais, entre outros.
  • É necessário que o professor determine uma rotina de trabalho diária ou semanal para que a criança adquira a capacidade de desenvolver bem tanto sua escrita quanto sua oralidade
  • SUGESTÃO DE ROTINA DIÁRIA
  • TEMPO DE AQUISIÇÃO DA LEITURA 30 Minutos PRÁTICAS DE LEITURA E ORALIDADE: ATIVIDADES DE LEITURA COMPREENSÃO DO QUE LÊ DESENVOLVIMENTO DA ORALIDADE
  • TEMPO DE PRÁTICA DE ESCRITA 45 MINUTOS ESSE TEMPO TEM COMO OBJETIVO DIDÁTICO: A SISTEMATIZAÇÃO DA ESCRITA: escrever-agregar letra/som-ler-refletir-compreender.
  • Eixos de trabalho da Educação Infantil
  • NÍVEIS DA ESCRITA
  • Novos significados para as aprendizagens escolares EJA
  • Alfabetização inicial Temas relacionados
  • 1 – Pensamento e linguagem e Pensamento e cultura 2 – Cultura oral e letrada 3- Conceitos espontâneos e Conceitos científicos
  • Matemática Dar significados para o registro escrito Muitos educandos fazem cálculos mentais O registro serviria para que?
  • Ciências Naturais e Sociedade Visa somente o que é imediatamente útil a vida dos educandos
  • Ensino como uma forma dinâmica de “leitura de mundo” “leitura da palavra”
  • Desafios para os anos 90
  • 1 - Geralmente a oferta não satisfazia a demanda. 2 - Não havia materiais didáticos de apoio suficientes 3 - Falta de política para o atendimento aos educandos
  • Possíveis soluções: * Reformulação e consolidação da política e meios pedagógicos (Necessidade) * Criatividade e seriedade por parte dos educadores
  • Por que é um desafio? Pelo público que na sua maioria são jovens e adolescentes excluídos do ensino regular ou adultos com passagens fracassadas pela escola.
  • O que oferecer? Acesso a cultura letrada, para participação ativa no mundo do trabalho, da política e da cultura.
  • Portanto há necessidade ainda hoje de se repensar novos significados de aprendizados para as “velhas” aprendizagens escolares.
  • PRÁTICAS PEDAGÓGICAS: VISÃO GERAL DA DIDÁTICA
  • Didática, segundo Masetto (1996) é um termo conhecido desde a Grécia Antiga e significava ensinar, instruir, fazer e aprender. No dicionário Aurélio didática é a técnica de dirigir e orientar a aprendizagem.
  • A didática é na realidade uma reflexão sistemática do que ocorre na escola e durante as aulas
  • A didática como reflexão sistemática busca : - organizar e sistematizar os conhecimentos para o desenvolvimento da prática pedagógica - aplica os conhecimentos adquiridos para resolver os problemas do cotidiano. (MASETTO, 1996)
  • O desenvolvimento dos alunos é na escola que se adquire e integra a criança e adolescente a sociedade dos adultos. Nessa prática o professor deve transmitir o saber necessário para que os alunos desenvolvam habilidades e potencialidades
  • A escola A escola é considerada o local onde o aluno se desenvolve.
  • Na escola pode haver os respectivos desenvolvimentos da criança: - Desenvolvimento cognitivo - Desenvolvimento afetivo emocional - Desenvolvimento motor (MASETTO, 1996)
  • A sala de aula A sala de aula pode lembrar tanto alegria, baseado nas amizades, como também lembrar um local obscuro, devido a rigidez de muitos professores.
  • A sala de aula deve ser baseada em três vertentes: Espaço de vivencia: o que remete as experiências vivenciadas e trazidas para a sala de aula; Espaço de convivência: onde se aprofunda as relações com os colegas e com os professores. Espaço de relações pedagógicas: local específico de atividades do processo ensino-aprendizagem. (MASETTO, 1996)
  • O Processo ensino-aprendizagem se divide em algumas abordagens
  • Abordagem tradicional Abordagem comportamentalista Abordagem humanista Abordagem cognitivista Abordagem sociocultural
  • Ações da escola para uma prática pedagógica de acordo com a realidade Numa prática pedagógica voltada para uma visão da didática a escola deve ser um espaço de ações que marcam decisivamente a vida do aluno Masetto (1996)
  • * A família deve ser parceira e co-responsável pela educação dos seus filhos *professor deve respeitar o seu aluno, bem como sua maturidade e seu nível de aprendizagem. *A relação professor aluno deve ser de afetividade
  • Currículo O currículo é o quadro de disciplinas ministradas aos alunos, deve ser coerente com a clientela que se leciona.
  • Masetto (1996) menciona que o currículo deve ser entendido como o conjunto de todas as experiências, vivências e atividades de aprendizagem oferecidas pela escola.
  • E de acordo com Well (1993) divide os currículos dessa forma: *Currículo pluridisciplinar ou multidisciplinar *Currículo interdisciplinar *Currículo transdisciplinar
  • Planejamento É necessário que o professor se instrumentalize por meio de vivências práticas, que é o planejamento.
  • Planejar, segundo Masetto (22001) é organizar ações O planejamento deve ser flexível ao ponto de que se necessário ser ajustado para se adequar ao processo educativo.
  • Entende-se que uma prática pedagógica que se adéqüe ao contexto escolar requer:
  •   Para tanto faz-se necessário articulação e mudanças no contexto escolar de modo a incorporar os resultados da análise obtida que implica na atualização dos saberes e nas relações que definem o ideário pedagógico , político e social comprometido com as mudanças do contexto em que a escola está inserida.
  • * mudança de atitude do professor frente as formas tradicionais de transmissão de conhecimento *reflexão sobre a construção de conhecimento *criação de novas alternativas de planejamento e desenvolvimento curricular
  • PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM COMO MANTER A ATENÇÃO DOS NOSSOS EDUCANDOS?  
  • O que o professor deve fazer par amanter a atenção dos educandos?
  • *Ambiente *Posição do professor: Chegar junto com os alunos na sala, depois ou antes?
  • * Ter autoridade e não autoritarismo *Utilizar Estratégias adequadas.
  • * Adaptar as ações as variadas situações, * Trabalhar de acordo com a realidade de cada educandos,
  • * Saber ouvir os alunos, * Conhecer o conheceimtno prévio dos alunos, * Resumir as aulas,
  • * Utilizar audio e vídeo, *Usar Muita criatividade.
  • MOTIVAÇÃO, MEMÓRIA E APRENDIZAGEM
  • O que é preciso para que ocorra a aprendizagem?
  • O que é aprendizagem?
  • A aprendizagem é um fenômeno extremamente complexo, envolve aspectos cognitivos, emocionais, orgânicos, psicossociais e culturais. é resultante do desenvolvimento de aptidões e de conhecimentos, bem como da transferência destes para novas situações.
  • O professor ou educador devem refletir sobre o conhecimento prévio dos alunos, levando em conta que cada indivíduo apresenta um conjunto de estratégias cognitivas que mobilizam o processo de aprendizagem.
  • Como se dá o desenvolvimento cognitivo dos alunos?
  • O desenvolvimento do individuo é um processo que se dá de fora para dentro, sendo que o meio influencia o processo ensino-aprendizagem.
  • Motivação é um processo que se dá no interior do individuo, ligado às relações de troca com o meio em que vive, e assim como com professores , colegas e familiares.
  • Quais as estratégias que os professores podem usar para motivar o aluno e conseqüentemente haver memória e aprendizagem?
  • * Passeios com as crianças faz com que estas sintam se motivadas para o desenvolvimento do assunto abordado na sala de aula
  • * Interação entre as crianças no concreto (parque, brincadeiras)
  • * Rodas de leitura e de conversa
  • O que os professores e a educação em si podem fazer para que ocorra aprendizagem?
  • * Realização de atividades concretas
  • O professor fazendo com que seu aluno tenha interesse em aprender, faz com que le aprenda, pois a aprendizagem é consequencia da motivação da vontade de aprender algo.
  • Parelha Educativa
  • CRIATIVIDADE
  • Obrigada!!! Fabiana Ramos de Souza Pedagoga, Psicopedagoga, Especialista em Projeto, Gestão e implementação de Educação à distância, Graduanda de Engenharia Ambiental – UFSCAR. 2013