Curso Online de A Sexualidade da Pessoa com Deficiência Intelectual
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Curso Online de A Sexualidade da Pessoa com Deficiência Intelectual

O objetivo do curso, é despertar a conscientização a respeito da sexualidade das pessoas com deficiência intelectual, uma vez que sexuali...

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O objetivo do curso, é despertar a conscientização a respeito da sexualidade das pessoas com deficiência intelectual, uma vez que sexualidade vai muito mais além do ato sexual em si, e trabalhada de forma correta no ambiente familiar principalmente, gera nos filhos (as) relacionamentos estáveis e com filhos.

Thaís Rufatto dos Santos Pedagoga Psicopedagoga trabalha com crianças comDeficiência, além de ministrar Palestras em Ongs e escolas sobre diversos temas, entre eles, a Inclusão das Pessoas com Deficiência e Educação Ambiental.


- Marizane Lima Martins

- Margarete Carlos De Freitas Silva

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  • A Sexualidade da Pessoa com Deficiência Intelectual Organização: Thaís Rufatto dos Santos Pedagoga Psicopedagoga Consultora Educacional em Educação Inclusiva abpp nº 12572

    a sexualidade da pessoa com deficiência intelectual organização: thaís rufatto dos santos pedagoga psicopedagoga consultora educacional em educação inclusiva abpp nº 12572

    foto arquivo pessoal

    fonte das fotos:http:// www.sentidos.com.br

  • Índice

    índice

    capítulo 1- introdução pág. 3

    capítulo 2- pág.11

    capítulo 3 - entrevista -pág.18

    capítulo 4- exemplos de casos onde a família trabalhou a sexualidade dos (as) filhos (as) - pág.34

    capítulo 5- fotos do casamento da rita & do ariel -pág.39

    capítulo 6- considerações finais – pág.54

    capítulo 7- referências bibliográficas - pág.55

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    a sexualidade da pessoa com deficiência

  • introdução
    neste curso, abordo a orientação sobre a sexualidade de crianças e adolescentes com deficiência, como, por exemplo, pessoas com síndrome de down e cadeirantes, é possível saber que a sexualidade de maneira geral, já é vista com certo preconceito, abordar sobre ela no contexto das pessoas com deficiência, este preconceito, tende a aumentar.
    segundo trabbold (2006) "por medo de expor o adolescente a riscos físicos e emocionais, muitos pais negam a existência do problema e preferem encarar o filho como um "anjo assexuado". por outro lado, os profissionais das instituições a rotulam o como pessoas hipersexualizadas, que não têm autocontrole".

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    a sexualidade da pessoa com deficiência

  • capítulo 1
    numa pesquisa feita pelo psicólogo hugues costa da frança ribeiro, comprovou o que sua experiência de dez anos na área já havia lhe ensinado: que eles têm desejo sexual, anseiam por uma relação afetiva e que são capazes de aprender a lidar com sua própria sexualidade.
    para gejer (2006) "o deficiente mental, como qualquer outro indivíduo, tem necessidade de expressar seus sentimentos de modo próprio e intransferível. a repressão da sexualidade, nestes indivíduos, pode alterar seu equilíbrio interno, diminuindo as possibilidades de se tornar um ser psiquicamente integral. por outro lado, quando bem encaminhada, a sexualidade melhora o desenvolvimento afetivo, facilitando a capacidade de se relacionar, melhorando a auto-estima e a adequação à sociedade".

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    a sexualidade da pessoa com deficiência

  • "uma pessoa com deficiência mental leve ou moderada pode compreender e adquirir parâmetros para discernir o que é adequado ou não, o que é privado ou público, quem tem permissão de tocar em suas partes íntimas e ainda entender as conseqüências do ato sexual, como a gravidez e o contágio de doenças sexualmente transmissíveis ... a sexualidade é um fator importante para o desenvolvimento da personalidade de qualquer indivíduo, algo que não pode ser negado ou sublimado" afirma ribeiro. (trabbold, 2006)

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    a sexualidade da pessoa com deficiência

  • quando são "isolados em suas casas, em instituições, o deficiente geralmente é afastado do contato com outros grupos sociais". este "círculo" de proteção pode também restringir a evolução do indivíduo.

    a informação, o diálogo é extremamente importante para o desenvolvimento da sexualidade da criança e do adolescente, principalmente quando a família está aberta para esclarecer as possíveis dúvidas que assolam suas mentes.

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    a sexualidade da pessoa com deficiência

  • "a omissão do tema em casa, na escola ou no consultório médico gera desinformação e preconceito. muita gente prefere acreditar, por exemplo, que eles não sejam capazes de compreender os cuidados necessários para o sexo seguro. por isso, o tema não deve ser tratado apenas nas entrelinhas. é preciso fornecer informações claras e precisas para que sejam assimiladas". (belisário, 2006)

    é importante lembrar que a sexualidade faz parte da natureza humana e a sexualidade vai além do ato sexual.

    "apesar das diferenças entre os deficientes, quase todos são capazes de aprender a desenvolver algum nível de habilidade social e conhecimento sexual. isso pode incluir habilidade para diferenciar comportamento apropriado e não apropriado e para desenvolver um senso de responsabilidade de cuidados pessoais e relacionamento com os outros". (gejer, 2006).

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    a sexualidade da pessoa com deficiência

  • - jovens com deficiência são sexualmente ativos; - as aspirações sociais e sexuais de pessoas com deficiência, não são diferentes dos seus pares; - estudos demonstram que problemas físicos e mentais têm menor influência sobre a expressão sexual do deficiente do que sua integração social; - pais de adolescentes com deficiência devem se unir com outros educadores para proporcionar uma boa educação sexual para seus filhos, com esclarecimento de dúvidas e quebras de tabus, a começar dentro de casa;
    "o desejo e as descobertas da sexualidade são sinais de saúde. mas quando o adolescente com deficiência começa a sair, conhecer pessoas, namorar e buscar uma vida sexual ativa, a família perde o controle sobre suas atividades, o que pode gerar medo de que ele seja rejeitado ou até mesmo abusado sexualmente. com o intuito de proteger os filhos com deficiência, os pais costumam tratá-los como eternas crianças, negando assim o seu direito à sexualidade. para acabar com medos, os processos de inclusão na escola e na comunidade são estratégias fundamentais". (belisário, 2006)

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    a sexualidade da pessoa com deficiência


  • a declaração universal dos direitos humanos é inegavelmente um marco de referência para o posicionamento do ser humano no mundo, na sua dimensão individual e social, destacando-se os princípios consignados na declaração as "normas sobre a igualdade de oportunidades para as pessoas com deficiência" (nações unidas, 1994).

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    a sexualidade da pessoa com deficiência

  • o autor afirma que a conscientização acerca do que é qualidade de vida das pessoas com deficiência mental torna-se fundamental em áreas determinantes como: interação e relações sociais; bem-estar psicoafetivo e autonomia e poder de decisão. contudo, não faz qualquer sentido falarmos destas dimensões da qualidade de vida da pessoa com deficiência intelectual quando, ao mesmo tempo, se lhe é vedado o direito à sua sexualidade.

    "a pessoa com deficiência mental deve aprender desde logo a reconhecer a sua individualidade, compreender o comportamento social e o seu comportamento como membro de uma sociedade, conhecer a sua própria vulnerabilidade e, essencialmente, saber escolher, decidir e desenvolver a sua própria sexualidade".

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    a sexualidade da pessoa com deficiência

  • capítulo 2
    a sexualidade faz parte do indivíduo, não se pode negar à pessoa com deficiência, a liberdade de viver e expressar a sua sexualidade. ela pode ser entendida também como expressão da afetividade, construção da auto-estima e do bem-estar.
    pais e educadores, entretanto, negociam suas representações com a realidade da vida na instituição e da vida familiar, produzindo "regulações" da sexualidade, em especial aquelas ligadas à contracepção (venâncio, 2006).

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    a sexualidade da pessoa com deficiência


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  • A Sexualidade da Pessoa com Deficiência Intelectual Organização: Thaís Rufatto dos Santos Pedagoga Psicopedagoga Consultora Educacional em Educação Inclusiva abpp nº 12572
  • Índice
  • A seguir, transcrevo uma entrevista sobre a Sexualidade da pessoa com deficiência intelectual, publicada na Revista Época (02/10/09) e veiculada na Agência Inclusive. Com um pouco mais de autonomia e liberdade para fazer as próprias escolhas, os deficientes intelectuais colocam uma nova questão para o país: a quem cabe decidir se eles podem fazer sexo e ter filhos?
  • Caro aluno, para que entenda melhor o texto abaixo, recomendo que veja a  (Imagem abaixo: Cíntia sempre sonhou se casar e ser mãe. Ela hoje vive na família que construiu junto com o marido, Miguel, e o filho, Augusto, em Florianópolis).
  • Capítulo 4 Exemplos de casos onde a família trabalhou a sexualidade dos filhos (as):
  • O casamento
  • Capítulo 5 Fotos do Casamento da Rita & Ariel
  • Três anos após dar àluz, mãe portadora de síndrome de down revela detalhes de seu dia a dia * Fonte: www.defiecientescientes.com.br
  • A surpresa da gravidez
  • A chegada de Valentina
  • Papeis invertidos
  • Enfim, casados
  • Capítulo 6 Considerações finais
  • Capítulo 7 Referências Bibliográficas