Curso Online de Educação especial na educação infantil: dos limites às possibilidades.

Curso Online de Educação especial na educação infantil: dos limites às possibilidades.

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A Educação Especial é o ramo da Educação que se ocupa do atendimento e da educação de pessoas com deficiência, preferencialmente em escolas regulares, ou em ambientes especializados tais como escolas para surdos, escolas para cegos ou escolas para atender pessoas com deficiência intelectual. Dependendo do país, a educação especial é feita fora do sistema regular de ensino. Nessa abordagem, as demais necessidades educativas especiais que não se classificam como deficiência não estão incluídas.

Lucilene Cardoso de Souza: Pedagoga e especiallizada em orientação educacional.



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  • Educação especial na educação infantil: dos limites às possibilidades.

  • A Educação Especial é de responsabilidade de todos, sem exclusividade ou exclusão dos poderes públicos e particulares. A partir de trocas diferenciadas e significativas, a criança ampliará suas chances de se apropriar com mais qualidade do saber sistematizado.

  • A sociedade precisa ser inclusiva e para isso acontecer é necessário identificar contradições, paradoxos e promover rupturas. É preciso sonhar, enfrentar pesadelos, superar o conformismo e não desistir da utopia.

  • O contexto de conquistas legais, os avanços tecnológicos e as novas concepções no campo pedagógico, assim como a assimilação da educação como direito impõem uma mudança irreversível em relação aos modelos e parâmetros de educação escolar.

  • A Educação Inclusiva na educação infantil, supõe uma atenção especializada, sem estigmas ou discriminações, tem a intenção de acompanhar os avanços do conhecimento e das lutas sociais, visando constituir políticas públicas promotoras de uma educação de qualidade para todos os estudantes, em seus diferentes ritmos, cultura e estilos de aprendizagem.

  • As limitações encontradas no sistema educacional são inúmeras para uma educação de qualidade a pessoas com necessidades especiais entretanto é possível reverter o quadro, ou seja, reconhecer a diversidade existente nos espaços escolares é fazer desta um meio de transformação, de busca da valorização da diferença e da singularidade de cada sujeito.

  • Nesse sentido existe a complexidade de incluir, com sucesso, todas as crianças na luta pela aprendizagem o que exige que as escolas sejam verdadeiramente inclusivas, e abertas à diversidade. Há que se reverter o modo de pensar, e de fazer educação nas salas de aula, de planejar e de avaliar o ensino e de formar e aperfeiçoar o professor, especialmente os que atuam no ensino fundamental. É importante a inclusão dentro e fora da escola, nesse sentido, concordamos com Ferrera e Guimarães (2003, p.117).

  • “A inclusão é uma força cultural para a renovação da escola, mas, para ter sucesso, as escolas devem torna-se comunidades conscientes. Sem esse sentido de comunidade, os esforços para alcançar resultados expressivos são inoperantes.”

  • A inclusão resulta também em outra mudança, a do ensino regular com o especial e em opções alternativas e ampliativas da qualidade de ensino para os educandos em geral. Dessa forma pensamos que o melhor processo de inclusão é quando o próprio educando reconhece que já superou suas dificuldades iniciais e expressas que não precisa modo constante acompanhamento, pois inclusive resolve situações difíceis de modo autônomo de maneira correta. Assim Mitler (2003, p.37) afirma “O processo de trabalhar para a educação inclusiva ainda pode ser visto como uma expressão de luta para atingir os direitos humanos universais”.

  • No Brasil, inúmeras leis foram publicadas em defesa ao atendimento educacional às pessoas com deficiências outras com dificuldades temporárias, nas classes regulares de ensino, vale citar a Constituição Federal de 1988, em seu artigo 208 e a LDBEN 9394/96, mas foi nos últimos anos que se intensificou na prática a política educacional inclusiva.

  • Muitos caminhos ainda deverão ser percorridos, muitos muros ainda serão derrubados, no que diz respeito aos aspectos técnicos, materiais, políticos e humanos, mas é preciso considerar os avanços alcançados.


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