Curso Online de O Brincar para a Criança
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Curso Online de O Brincar para a Criança

O curso aborda a temática sobre o brincar e seu significado para o desenvolvimento infantil.

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O curso aborda a temática sobre o brincar e seu significado para o desenvolvimento infantil.

"O Curso O Brincar para a Criança, me possibilitou ampliar meus conhecimentos, buscando na teoria a fundamentação para realizar a prática pedagógica. Assim podemos dar as nossas crianças uma educação de mais qualidade."

- Juliana Souza Porfirio

- Maria Marleide Alves Benevenuto

"Excelente!!aprendemos como o brincar é importante."

- Maria Do Carmo Silva Souza

"MUITO BOM!"

- Luciana Velez Tavares De Lima

- Maria Da Guia Azevedo Souto

- Aparecida Edilene De Paula Guerra

- Denise Palavizini

"gostei muito de ter feito este curso, é bom aprender como a cç aprende a brincar."

- Valeria Alves Lima Dos Santos

"Gostei muito do curso.Aprendi com base teórica o quanto a criança pode se desenvolver brincando.Gostaria de sugerir que a autora acrescentasse algumas sugestões de brincadeiras e jogos."

- Adriana De Oliveira Bonifácio

- Juliana Carvalho Sanches

- Luiza Helena Costa De Jesus

"Gostei muito do curso, pois é um curso de linguagem fácil e compreensiva.Recomendo este curso."

- Marlene Teresinha Correa Soares

"Um tema tão bom num curso que não permitiu reflexão, está desatualizado quanto às fontes e não está dentro do novo acordo ortográfico. Deixou bastante a desejar."

- Karyn Liane Teixeira

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  • O BRINCAR PARA A CRIANÇA

    o brincar para a criança

    autora giselle stefanelli de lima 2010

  • como citar e referenciar este trabalho em projetos e trabalhos de pesquisa?

    lima, g. s, 2010.

    lima, g. s. o brincar para a criança. curso oferecido à distância pela buzzero, 9 out. (data de realização de seu curso), 2010 (ano de realização de seu curso).

  • Contexto de reflexão

    contexto de reflexão

    “a situação atual da infância envolveu-nos de forma irreversível. ao fato de que a maioria das crianças não tem acesso ao brinquedo somam-se as evidências do dia-a-dia: faltam escolas e o ensino está decadente, não há esquemas satisfatórios de assistência à saúde, a violência contra a criança e o adolescente se generaliza e falta qualidade de vida. as famílias, face à crise galopante, se desorganizam e a criança sofre” (oded grajew apud friedmann et.al., 1992).

    o mais preocupante nisso tudo é que esta citação foi escrita em 1992 e ainda hoje quase 10 anos depois a situação continua a mesma. deixo uma questão: o que você pensa a respeito?

    giselle stefanelli de lima

    ?

  • ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE (ECA) LEI N° 8.069, DE 13 DE JULHO DE 1990

    estatuto da criança e do adolescente (eca) lei n° 8.069, de 13 de julho de 1990

    título ii - dos direitos fundamentais
    capítulo i - do dirieto à vida e à saúde

    art. 7° - a criança e o adolescente têm direito a proteção à vida e à saúde, mediante a efetivação de políticas sociais públicas que permitam o nascimento e o desenvolvimento sadio e harmonioso, em condições dignas de existência.

    capítulo ii - do direito à liberdade, ao respeito e à dignidade

    art. 15 - a criança e o adolescente têm direito à liberdade, ao respeito e à dignidade como pessoas humanas em processo de desenvolvimento e como sujeitos de direitos civis, humanos e sociais garantidos na constituição e nas leis.

    art. 16 - o direito à liberdade compreende os seguintes aspectos:
    i - ir, vir e estar nos logradouros públicos e espaços comunitários ressalvadas as restrições legais; ii - opinião e expressão; iii - crença e culto religioso; iv - brincar, praticar esportes e divertir-se; v - participar da vida familiar e comunitária, sem discriminação; vi - participar da vida política, na forma da lei;

    fonte:http://www.eca.org.br/eca.htm

  • Direito da criança

    direito da criança

    “reconhecer o direito da criança ao brincar implica numa preocupação com a formação cultural e educacional dos adultos que dela se ocupam, sejam eles homens ou mulheres, professores ou educadores. isto porque, a representação que se tem da criança e de sua atividade lúdica vai resultar na maneira como o adulto se relaciona com o brincar infantil” (wajskop apud friedmann et.al., 1992).

  • “O direito da criança” - Ruth Rocha

    “o direito da criança” - ruth rocha

    toda criança no mundo deve ser bem protegida contra os rigores do tempo contra os rigores da vida criança tem que ter nome criança tem que ter lar ter saúde e não ter fome ter segurança e estudar. não é questão de querer nem questão de concordar os diretos da criança todos têm de respeitar.

    tem direito à atenção direito de não ter medos direito a livros e a pão direito de ter brinquedos. mas criança também tem o direito de sorrir. correr na beira do mar, ter lápis de colorir... ver uma estrela cadente, filme que tenha robô, ganhar um lindo presente, ouvir histórias do avô.

  • descer do escorregador, fazer bolha de sabão, sorvete, se faz calor, brincar de adivinhação. morango com chantilly, ver mágico de cartola, o canto do bem-te-vi, bola, bola, bola, bola! lamber o fundo da panela ser tratada com afeição ser alegre e tagarela poder também dizer não!

    carrinhos, jogos, bonecas, montar um jogo de armar, amarelinha, petecas, e uma corda de pular. um passeio de canoa, pão lambuzado de mel, ficar um pouquinho à toa... contar estrelas no céu... ficar lendo revistinha, um amigo inteligente, pipa na ponta da linha, um bom dum cachorro quente.

    “o direito da criança” - ruth rocha

  • festejar o aniversário, com bala, bolo e balão! brincar com muitos amigos, dar pulos no colchão. livros com muita figura, fazer viagem de trem, um pouquinho de aventura... alguém para querer bem... festinha de são joão, com fogueira e com bombinha, pé-de-moleque e rojão, com quadrilha e bandeirinha.

    andar debaixo da chuva, ouvir música e dançar. ver carreira de saúva, sentir o cheiro do mar. pisar descalça no barro, comer frutas no pomar, ver casa de joão-de-barro, noite de muito luar. ter tempo pra fazer nada, ter quem penteie os cabelos, ficar um tempo calada... falar pelos cotovelos.

    “o direito da criança” - ruth rocha

  • e quando a noite chegar, um bom banho, bem quentinha, sensação de bem-estar... de preferência um celinho. uma caminha macia, uma canção de ninar, uma história bem bonita, então, dormir e sonhar... embora eu não seja rei, decreto, neste país, que toda, toda criança tem direito a ser feliz!!!

    “o direito da criança” - ruth rocha

  • Criança hospitalizada

    criança hospitalizada

    “brincar é um direito de qualquer criança, inclusive daquela que se encontra hospitalizada. nessa situação, a criança sofre duplamente: além da doença, a imobilização a priva do comportamento mais típico, o brincar” (kishimoto apud friedmann et.al., 1992).

    “as conseqüências psicológicas de uma hospitalização são múltiplas: problemas de sono, de comportamento, de apetite e dificuldades escolares. a criança doente continua sendo criança e, para garantir seu equilíbrio emocional e intelectual, o jogo é essencial. a criança impossibilitada de brincar, tem seu desenvolvimento comprometido se seu equilíbrio emocional perturbado” (kishimoto apud friedmann et.al., 1992).

    vídeo que mostra um pouco sobre a brinquedoteca em ambiente hospitalar: http://www.youtube.com/watch?v=8p45qe6iowy

  • Criança hospitalizada

    criança hospitalizada

    “uma aventura pessoal me fez refletir sobre esta questão (a brincadeira da criança hospitalizada). há alguns anos eu fui convidado a visitar uma sala de jogo, aberta há pouco tempo em um serviço de pediatria onde as crianças se submetiam a um tratamento de quimioterapia, que provocava uma abundante queda de seus cabelos.
    a sala destinada à brincadeiras se encontrava na extremidade de um longo corredor, cercado de quartos. alguns metros depois da entrada, ouvi gritos violentos, emitidos por uma enfermeira visivelmente colérica. ela saia de uma das portas, sacudindo uma meninazinha: ‘você vai ver! eu vou contar aos seus pais o que você fez!’.
    que crime poderia ter cometido a criança? deveria ser grave, em todo caso! a enfermeira, a quem eu fiz a pergunta, me respondeu: ‘veja! ela acaba de arrancar todos os cabelos da boneca que sua mãe lhe trouxe ao meio dia!’
    devo reconhecer que não foi com o coração cheio de alegria que visitei a magnífica sala de jogo, multicolorida e resplandecente! muitas interrogações giravam na minha cabeça” (jean epstein – le jeu enjeu, 1985, p.80 apud friedmann et.al., 1992).

    “a existência de um espaço bem montado, com muitos recursos lúdicos disponíveis, não é suficiente para garantir à criança a potencialização máxima da brincadeira, nem para assegurar a orientação familiar a respeito desta. é preciso que existam profissionais com boa formação prática e teórica, com conhecimentos de técnicas de animação lúdica, de jogos, brinquedos, brincadeiras e, sobretudo, com suficiente clareza do seu papel junto à criança” (andrade apud friedmann et.al., 1992).


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