Curso Online de BIOFILMES

Curso Online de BIOFILMES

Introdução Comportamento coletivo Comunidades associadas às superfícies Estrutura dos Biofilmes Por que formar um biofilme? Disponib...

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Introdução
Comportamento coletivo
Comunidades associadas às superfícies
Estrutura dos Biofilmes
Por que formar um biofilme?
Disponibilidade de nutrientes e cooperatividade metabólica
Aquisição de novas características genéticas
Papel dos biofilmes nas doenças
Genética da formação dos biofilmes

Graduado em Farmácia pela Universidade Federal do Maranhão (1981), Mestrado em Microbiologia e Imunologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (1985) e Doutorado em Ciências (Microbiologia) pela Universidade de São Paulo (1996). Pós-doutorado em nanotecnologia pela Universidade de Brasilia (2012). Atualmente é professor titular da disciplina de microbiologia da Universidade Federal do Maranhão e Professor Adjunto do Curso de Medicina da Universidade Estadual do Maranhão.Tem experiência na área de ensino superior desde 1985, estando apto para ministrar as seguintes disciplinas: microbiologia, imunologia, patologia, farmacologia, biofisica, saúde ambiente, epidemiologia, genética e embriologia. Endereço para acessar o CV: http://lattes.cnpq.br/9584161299199568



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  • Biofilme - Uma Cidade de Microrganismos

    Costerton et al. (1978)

  • BIOFILMES

    BIOFILMES

    Os biofilmes, complexos ecossistemas microbianos, podem ser formados por populações desenvolvidas a partir de uma única, ou de múltiplas espécies, podendo ser encontrados em uma variedade de superfícies bióticas e/ou abióticas. Desta maneira, muitos autores definem biofilmes como associações de microrganismos e de seus produtos extracelulares, que se encontram aderidos a superfícies bióticas ou abióticas.

  • Ambientes aquáticos

    Corpo humano

    Ambientes terrestres

    ≈ 90% das bactérias, na natureza,
    encontram-se em BIOFILMES

  • Dinâmica de Formação dos biofilmes

    Dinâmica de Formação dos biofilmes

    Geralmente, a dinâmica de formação de um biofilme ocorre em etapas distintas. Inicialmente temos organismos denominados colonizadores primários, que se aderem a uma superfície, geralmente contendo proteínas ou outros compostos orgânicos. As células aderidas passam a se desenvolver, originando microcolônias que sintetizam uma matriz exopolissacarídica (EPS), que passam a atuar como substrato para a aderência de microrganismos denominados colonizadores secundários. Estes colonizadores secundários podem se aderir diretamente aos primários, ou promoverem a formação de coagregados com outros microrganisos e então se aderirem aos primários

  • Desenvolvimento de um biofilme. (a) Colonização primária de um substrato; (b) crescimento, divisão celular e produção do exopolissacarídeo (EPS), com o desenvolvimento de microcolônias; (c) coadesão de células individuais, de células coagregadas e grupos de células idênticas, originando um biofilme jovem, de múltiplas espécies; (d) maturação e formação de mosaicos clonais no biofilme maduro. (Adaptado de Rickard et al., Trends Microbiol., 11:94-100, 2003)

  • o biofilme corresponde a uma "entidade" dinâmica pois, de acordo com os microrganismos que o compõem, teremos consições físicas, químicas e biológicas distintas. Estas alterações fazem com que cada biofilme seja único, de acordo com os microrganismos presentes. Neste sentido, ao longo do tempo a composição microbiana dos biofilmes geralmente sofre alterações significativas.

  • Conceito de Biofilme

    Comunidades microbianas complexas, e dinâmicas, envoltas por uma matriz, geralmente polissacarídica, que se formam seqüencialmente e sofrem alterações ao longo do tempo

  • Comportamento coletivo

    Comportamento coletivo

    Há várias décadas, foi proposto que as bactérias poderiam corresponder a organismos interativos, capazes de atuar coletivamente, facilitando sua adaptação às alterações ambientais. Para que um biofilme de uma ou várias espécies seja formado, é necessário o estabelecimento de um comportamento multicelular, que se reflete em atividades coordenadas de interação e comunicação dos vários organismos. Assim, os biofilmes não são simples camadas viscosas contendo organismos. Estes representam sistemas biológicos altamente organizados, onde as bactérias estabelecem comunidades funcionais estruturadas e coordenadas. Um dos mecanismos de comunicação interbacteriana que vem se mostrando extremamente importante na formação e desenvolvimento de biofilmes corresponde ao quorum sensing

  • Comunidades associadas às superfícies

    Comunidades associadas às superfícies

    Os procariotos podem habitar qualquer ambiente adequado às formas de vida superiores, assim como vários ambientes inóspitos à maioria das formas de vida. Tal fato é decorrente de sua inigualável diversidade metabólica e plasticidade fenotípica.
    Um dos importantes aspectos associados a esta ubiqüidade está relacionado à capacidade destes organismos migrarem para diferentes nichos, onde podem se propagar. O mecanismo mais comum que permite a migração dos procariotos corresponde à motilidade, seja de origem flagelar, deslizante, ou de outro tipo

  • Comunidades associadas às superfícies

    Comunidades associadas às superfícies

    No entanto, são conhecidos mecanismos que também permitem a migração bacteriana. Por exemplo, algumas espécies podem sintetizar celulose, originando uma película que mantém as células próximas à interface ár-água, ou na superfície de plantas. Bactérias fotossintetizantes podem se posicionar nas colunas de água, em resposta à intensidade luminosa, pela produção de vesículas de gás. Outras, apresentam magnetossomos, permitindo movimentações ao longo dos campos magnéticos da Terra.

  • Comunidades associadas às superfícies

    Comunidades associadas às superfícies

    Um importante mecanismo na formação de comunidades corresponde à agregação ou aderência, que otimiza tanto as interações celulares como também as taxas de sedimentação dos organismos.
    As comunidades bacterianas têm importantes papéis na natureza, seja na produção e degradação de matéria orgânica, na degradação de poluentes, ou na reciclagem de nitrogênio, enxofre e vários metais.


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