Curso Online de DESTAQUES DAS DIRETRIZES  DE RCP E ACE DE 2025 DA AMERICAN HEART ASSOCIATION

Curso Online de DESTAQUES DAS DIRETRIZES DE RCP E ACE DE 2025 DA AMERICAN HEART ASSOCIATION

Este curso vai constar alguns resumo dos principais tópicos e mudanças nas Diretrizes de 2025 da American Heart Association (AHA) para re...

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Este curso vai constar alguns resumo dos principais tópicos e mudanças nas Diretrizes de 2025 da American Heart Association (AHA) para ressuscitação cardiopulmonar (RCP) e atendimento cardiovascular de emergência (ACE).
Como este curso É UM RESUMO, ele não menciona os estudos que suportam as evidências bem como e não informa classes de recomendações (CRs) ou níveis de evidência (NEs).
No geral, 491 recomendações específicas são feitas para suporte de vida pediátrico, neonatal e adulto;

Graduada em enfermagem pela FACULDADE DE TECNOLOGIA E CIENCIAS- FTC;



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Frente do certificado Frente
Verso do certificado Verso
  • Atualização DESTAQUES DAS DIRETRIZES DE RCP E ACE DE 2025 DA AMERICAN HEART ASSOCIATION

    Enfª Sueli Ribeiro

  • Este curso vai constar alguns resumo dos principais tópicos e mudanças nas Diretrizes de 2025 da American Heart Association (AHA) para ressuscitação cardiopulmonar (RCP) e atendimento cardiovascular de emergência (ACE).
    Como este curso É UM RESUMO, ele não menciona os estudos que suportam as evidências bem como e não informa classes de recomendações (CRs) ou níveis de evidência (NEs).
    No geral, 491 recomendações específicas são feitas para suporte de vida pediátrico, neonatal e adulto;

  • Suporte básico e avançado de vida para adultos

    As principais novas alterações incluem o seguinte:

    Algoritmos aprimorados e recursos visuais fornecem recursos fáceis para lembrar das orientações para cenários de ressuscitação no SBV e SAVC.
    A importância do inicio imediato da RCP por socorristas leigos tem sido reenfatizada.
    O atendimento do paciente após o retorno da circulação espontânea (RCE) requer muita atenção à oxigenação, controle da pressão arterial, avaliação da intervenção coronária percutânea, controle direcionado de temperatura e neuroprognóstico multimodal.

  • Suporte básico e avançado de vida para adultos

    As principais novas alterações incluem o seguinte:

    Como a reabilitação pós PCR continua muito tempo depois da hospitalização inicial, os pacientes devem ter avaliação e suporte formais para suas necessidades físicas, cognitivas e psicossociais.
    Após uma ressuscitação, o debriefing para socorristas leigos, profissionais do SME e profissionais da saúde no hospital pode ser benéfico para suporte na saúde mental e bem estar dos mesmos.
    ETC.....

  • Algoritmos e recursos visuais

    Além das revisões dos algoritmos e fez se melhorias nos recursos visuais para treinamento garantindo sua utilidade como ferramentas de atendimento beira-leito e refletirem a mais recente ciência.
    Um sexto elo, Recuperação, foi adicionado às cadeias de sobrevivência da PCRIH e PCREH .
    O algoritmo universal de PCR para adultos foi modificado para enfatizar o papel da administração precoce da epinefrina em pacientes com ritmos não chocáveis .
    Dois novos algoritmos para emergência associada a opioides foram adicionados para socorristas leigos e socorristas treinados .
    Etc....

  • Prevenção de PCRIH 2025 (novo): A implementação de reuniões rápidas de segurança para melhorar a percepção situacional em cenários envolvendo pacientes hospitalizados de alto risco e mitigar o agravamento da condição desses pacientes pode ser eficaz para reduzir as taxas de PCR.

    Motivo: Dois projetos de melhoria da qualidade, multicêntricos e observacionais que implementaram um conjunto de medidas para PCR, que incluíam reuniões rápidas de segurança sobre pacientes de alto risco, reduziram a PCRIH nas unidades de terapia intensiva pediátrica cardíaca e geral.

  • Iniciativas comunitárias para melhorar a resposta do socorrista leigo à PCREH
    2025 (atualização): A implementação de um conjunto de iniciativas comunitárias é uma estratégia aceitável para melhorar a resposta do socorrista leigo à PCREH.

    2025 (novo): Ampliar a disponibilidade de treinamento ministrado por instrutor nas comunidades pode ser eficaz para melhorar a resposta do socorrista leigo à PCREH.

    2025 (novo): Também pode-se considerar o uso de campanhas de mídia de massa para promover a aprendizagem de habilidades de RCP em todas as populações.

    2025 (novo): Pode ser aceitável que as comunidades implementem políticas que exijam a certificação em RCP para o público em geral. Motivo: Melhorar a resposta do socorrista leigo requer uma abordagem multifacetada, e as evidências existentes apoiam que diversas intervenções são eficazes.

  •  Algoritmo de ressuscitação neonatal.

  • Cadeia de cuidados com o recém-nascido.

  • VENTILAÇÃO E PRESSÃO POSITIVA CONTÍNUA NAS VIAS AÉREAS
    2025 (atualização): Para recém-nascidos, pressões de pico de insuflação iniciais de 20 a 30 cm H2 O são aceitáveis, com ajuste dessas pressões para proporcionar ventilação eficaz.
    Motivo: Estudos observacionais em recém-nascidos pré-termo e a termo relataram pressões de pico de insuflação de até 30 cm H2 O ou superiores, o que corresponde a volumes correntes considerados adequados para ventilação neonatal. As pressões podem ser ajustadas à medida que se obtém ventilação eficaz.

    2025 (atualização): É aceitável administrar ventilação a uma taxa de 30 a 60 incursões por minuto em bebês recém-nascidos.
    Motivo: Um estudo observacional mostrou que a ventilação a uma taxa de 30 a 60 incursões por minuto resultou em volumes correntes administrados entre 5 mL/kg e 10 mL/kg. Um estudo observacional com recém-nascidos prematuros tardios e a termo mostrou que uma taxa de insuflação de 30 por minuto estava associada à maior depuração de dióxido de carbono.

    2025 (novo): A videolaringoscopia pode ser útil em recém-nascidos que precisam de intubação endotraqueal.
    Motivo: Em uma meta-análise de 6 ECRs envolvendo intubações, a videolaringoscopia, quando comparada com a laringoscopia tradicional, aumentou o sucesso da intubação. A laringoscopia tradicional continua sendo um método aceitável para realizar a intubação endotraqueal.

  • 2025 (novo): Um oxímetro de pulso deve ser colocado o mais rápido possível em recém-nascidos que recebem suporte respiratório ou oxigênio suplementar. American Heart Association.
    Motivo: A colocação de um oxímetro de pulso no início da ressuscitação resulta em leitura mais precoce da saturação de oxigênio, auxiliando na condução da terapia. Em estudos observacionais, o tempo mediano para obtenção da leitura da oximetria de pulso variou entre 238 e 260 segundos e foi maior em prematuros do que em recém-nascidos a termo.

    2025 (atualização): Em recém-nascidos pré-termo nascidos com menos de 32 semanas de idade gestacional que recebem suporte respiratório ao nascer, pode ser aceitável começar com 30% a 100% de oxigênio.
    Motivo: Análises de estudos disponíveis envolvendo essa população levaram a conclusões que entram em conflito com as de uma meta-análise em nível de estudo de 10 ECRs que não apresentou diferença na mortalidade a curto prazo quando a concentração inicial de oxigênio foi baixa em comparação com quando foi alta (nesses estudos, a concentração baixa de oxigênio geralmente foi considerada de 21% a 30% e a alta de 60% a 100%). Uma meta-análise recente de dados de pacientes individuais descobriu que uma concentração inicial alta de oxigênio de 90% a 100% estava associada a uma menor mortalidade quando comparada com uma concentração inicial baixa de oxigênio de 21% a 30%. A concentração de oxigênio pode ser reduzida gradualmente conforme as metas são atingidas.
    OXIGÊNIO


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  • RESUMO DAS PRINCIPAIS QUESTÕES E ALTERAÇÕES
  • Suporte básico e avançado de vida para adultos
  • RCP passo a passo
  • RCP em adultos com obesidade
  • Algoritmo de OVACE em adultos
  • Suporte básico e avançado de vida para crianças
  • Algoritmos e recursos visuais
  • Pás de desfibrilação
  • SUPORTE AVANÇADO DE VIDA EM PEDIATRIA