Curso Online de Engenharia Clinica
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Curso Online de Engenharia Clinica

A Engenharia Clínica pode ser compreendida através da definição da função do profissional que a exerce. Dentro dos estabelecimentos assis...

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A Engenharia Clínica pode ser compreendida através da definição da função do profissional que a exerce. Dentro dos estabelecimentos assistenciais de saúde, o engenheiro clínico é responsável pelas tecnologias de saúde e por tudo que a elas se refere.
O curso é indicado para estudantes e profissionais de engenharia clinica, enfermagem, e demais profissionais interessados no assunto.

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- Jose Antonio De Abreu

- Jose Ricardo Leite Gomes

- Filipe Santos Ribas De Toledo

- Sergio De Albuquerque Marcelino

- Priscilla Aparecida Caparello De Aveiro

- Marlos Vanni Borba

- Luciano Fernandes De Oliveira

- Carlos Da Silva Rodrigues

- Elaine De Camargo Martins

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** Material opcional, vendido separadamente.
  • Definição de Engenharia Clínica

    A Engenharia Clínica pode ser compreendida através da definição da função do profissional que a exerce.
    O Engenheiro Clínico é aquele profissional que aplica e desenvolve os conhecimentos de engenharia e práticas gerenciais às tecnologias da saúde, a fim de proporcionar uma melhoria constante nos cuidados dispensados ao paciente.
    Dentro dos estabelecimentos assistenciais de saúde, o engenheiro clínico é responsável pelas tecnologias de saúde e por tudo que a elas se refere. No Brasil, este profissional surgiu há pouco tempo, o que nos proporcionou um atraso de aproximadamente 30 anos, em relação aos EUA e à Europa

  • Nos países europeus e na América do Norte, essa atividade iniciou-se principalmente pela necessidade de segurança no uso da tecnologia.
    No Brasil, a engenharia clínica introduziu-se pressionada pelo aspecto financeiro, face ao elevado custo de manutenção dos equipamentos e seus acessórios e, o gerenciamento do parque tecnológico das instituições de saúde, seguindo todas as normativas dos órgãos reguladores.
    Formalmente, o mercado de engenharia clínica ainda é muito incipiente no Brasil.

  • As primeiras iniciativas de engenharia clínica no Brasil, surgiram em meados dos anos 80.

    O problema para superar a grande barreira de se ter um sertviço de engenharia clínica está na baixa consciência das contribuições econômico-financeiras que uma gestão de tecnologoa apropriada pode trazer ao ambiente hospitalar.

  • Sendo a engenharia clínica, o setor responsável por todo o ciclo de vida da tecnologia, e não apenas pela manutenção dos equipamentos médico-hospitalares, este setor deve participar do processo de aquisição, recebimento, testes de aceitação, treinamento, manutenção, alienação e todos os assuntos referentes aos equipamentos.
    Em síntese, pode-se dizer que o engenheiro clínico é o responsável por GERENCIAR AS TECNOLOGIAS DE SAÚDE, durante todo seu CICLO DE VIDA.

  • INTRODUÇÃO

    O crescente aumento do parque de equipamentos
    eletro-eletrônicos em um hospital, alguns com
    princípios de funcionamento bastante complexos,
    e o aparecimento de novas tecnologias tornaram
    indispensável a presença de um profissional
    especializado para assessorar, do ponto de vista
    técnico, o corpo clínico no gerenciamento de todas
    estas novas tecnologias associadas aos serviços de
    saúde.
    Este profissional é o Engenheiro Clínico, que
    aplica tecnologias e métodos de engenharia para
    tentar solucionar os problemas relacionados com
    os serviços oferecidos por uma unidade de saúde.

  • Neste trabalho será apresentado um histórico da engenharia clínica, desde a sua origem
    nos Estados Unidos e no Brasil, e a situação
    nestes dois países até meados da década de 90

  • HISTÓRICO NOS ESTADOS UNIDOS

    A semente que deu início à engenharia clínica
    foi plantada em 10 de janeiro de 1942, na cidade
    de St. Louis, com a criação de um curso de
    manutenção de equipamentos médicos, com
    duração de 12 semanas, oferecido pelas forças
    armadas dos Estados Unidos.

    Este curso deu origem a uma escola de manutenção de equipamentos médicos do exército na cidade de Denver, Colorado e na ala de treinamento da força aérea na base aérea de Sheppard, Texas (Gordon, 1990).

  • Nas décadas de 60 e 70, com a evolução e
    participação cada vez maior da tecnologia nos hospitais (criação do ultra-som, analisadores químicos do sangue e tomografia), começaram a aumentar os custos com saúde.
    Segundo Jurgen (1977), estimou-se que 50% do crescimento dos
    custos com saúde nos Estados Unidos de 1 965 a
    1974 estava direta ou indiretamente ligado à tecnologia médica.

    Os engenheiros e as empresas de equipamentos médicos estavam frustrados por tentar obter progressos em uma área cheia de
    riscos relacionados a mercados incertos, dificuldade
    de testes, custos altos de venda, e um panorama
    onde a legislação sobre segurança dos equipamentos
    não era bem clara (Christiansen, 1973).

  • Nesse período, os equipamentos adquiridos pelos hospitais
    não traziam instruções sobre como utilizá-ios ou
    como consertá-los, ou seja, havia um vazio entre
    o conhecimento tecnológico e a implementação deste.
    Com isto, a engenharia de manutenção começou a representar uma alternativa para fazer a redução de custos com tecnologia nos hospitais.
    Os engenheiros não substituiriam os médicos, mas
    sim forneceriam a tecnologia, automação,
    sistemas de comunicação, para auxiliar o médico
    a desempenhar as suas atividades clínicas
    (Jurgen, 1973a; Hershberg, 1972).

  • Outro ponto importante a destacar foi que no
    final da década de 60 e começo da década de 70,
    houve nos Estados Unidos um alarde com a notícia
    divulgada pelo cirurgião Cari W. Walter, da Harvard
    Medicai School, de que no país estavam morrendo
    cerca de 3 pessoas por dia, ou 1200 por ano, devido
    a choques elétricos relacionados com
    equipamentos médicos (Friedlander, 1971; Dalziel,
    1972). Estes dados não foram devidamente comprovados, mas desde então começou a se
    prestar mais atenção no fator segurança dos
    equipamentos médicos, mais especificamente a
    segurança elétrica.

  • Na época não havia legislação
    do governo dos Estados Unidos para certificação
    dos equipamentos médicos antes de serem
    lançados no mercado. Segundo Jurgen (1973b),
    podia-se projetar, fabricar e colocar à venda um
    marca-passo sem autorização prévia do governo
    ou qualquer outra entidade de fiscalização. Criou-se
    um impasse: Como resolver este problema? A
    normalização, via legislação, diminuía a possibilidade
    de produtos inseguros e não-efetivos entrarem no
    m e r c a d o , mas ao mesmo tempo a d i a v a o
    lançamento de produtos que podiam salvar vidas.
    O FDA (Food and Drug Administratiori) foi encarregado
    de trazer uma solução para esta questão, ou seja,
    elaborar normas, fazer registros, realizar inspeções,
    orientar revisões cientificas e sugerir melhores
    práticas de manufatura.


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  • -Definição de Engenharia Clínica
  • -INTRODUÇÃO
  • -HISTÓRICO NOS ESTADOS UNIDOS
  • -HISTÓRICO NO BRASIL
  • -Conceitos Fundamentais para Administração de Tecnologia de Equipamentos Médicos e Instalações Hospitalares
  • -ADMINISTRAÇÃO DE TECNOLOGIA
  • -GERENCIAMENTO FINANCEIRO
  • -Ponto de Equilíbrio
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