Curso Online de Reciclagem de Enfermagem: Saúde Pública
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Curso Online de Reciclagem de Enfermagem: Saúde Pública

A Educação dos profissionais da área de saúde hoje tem papel fundamental na melhoria do atendimento assistencial de saúde em nosso país. ...

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A Educação dos profissionais da área de saúde hoje tem papel fundamental na melhoria do atendimento assistencial de saúde em nosso país. Os profissionais de saúde são vetores importantes de mudança empreendida estrutura do atendimento à saúde e é a partir da transformação e do próprio processo de formação e qualificação desses profissionais, que surge a Reciclagem de Enfermagem: Saúde Pública (módulo I).
Considerando a importância da criação de uma estrutura permanente de excelência na formação de trabalhadores da área de saúde, foi elaborado curso de reciclagem. Além de tudo que já se apresenta, mais que prepará-los como profissional temos o papel importante de prepará-los como cidadãos.

Mestre em Ensino na Saúde - UFF Especialista em Educação a Distância - UFF Especialista em Ativação de Processos de Mudanças na Formação Superior em Saúde - ENSP Especialista em Formação Pedagógica - ENSP Especialista em CTI Cardiológico - UFF Pós graduanda em Gênero, Sexualidade e Direitos Humanos - ENSP lattes: http://lattes.cnpq.br/2401227655072032 Professora do ensino médio em enfermagem e preparatório para concursos. Enfermeira assistencial do setor de Pediatria.


- Mariza Maciel

- Silvana Maria Vilela Do Nascimento

"E muito bom poder estar fazendo esta reciclagem, revendo assuntos importantes sobre a saúde publica, amei fazer essa releitura."

- Rosilene Maria Dos Passos

"muito bom estou aprendendo bastante."

- Claudeci Maria Pereira

"GOSTEI MUITO DO CONTEUDO,POREM PERDI O INTERESSE QUANDO VI QUE NAO TINHA QUESTIONARIO COM GABARITO,PARA MELHOR AVALIAÇÃO DO CURSO,FICOU A DESEJAR"

- Maria Helena Gomes Sartori

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  • RECICLAGEM DE ENFERMAGEM SAÚDE PÚBLICA incluindo SUS Módulo I Técnico de Enfermagem

    reciclagem de enfermagem saúde pública incluindo sus módulo i técnico de enfermagem

    enf. prof. adriane das neves

  • a educação dos profissionais da área de saúde hoje tem papel fundamental na melhoria do atendimento assistencial de saúde em nosso país. os profissionais de saúde são vetores importantes de mudança empreendida estrutura do atendimento à saúde e é a partir da transformação e do próprio processo de formação e qualificação desses profissionais, que surge o “projeto prodetec ”.
    considerando a importância da criação de uma estrutura permanente de excelência na formação de trabalhadores da área de saúde, foi elaborada a proposta do projeto, visando à atualização de profissionais e estudantes a nível técnico. além de tudo que já se apresenta, mais que prepará-los como profissional temos o papel importante de prepará-los como cidadãos.

  • Vigilância Epidemiológica

    vigilância epidemiológica

    a vigilância epidemiológica (ve) é um serviço que reúne um conjunto de ações que permite acompanhar a evolução das doenças na população. funciona como um termômetro, um indicador de que ações devem ser priorizadas no planejamento da assistência à saúde.
    para que a vigilância epidemiológica possa propor ações de prevenção e controle a partir do estudo do comportamento das doenças e agravos à população, é importante seguir algumas etapas:
    - coleta de dados
    - processamento dos dados
    - analise dos dados
    - recomendação de medidas de controle e prevenção
    - promoção de ações de controle e prevenção
    - avaliação da eficácia das medidas
    divulgação das informações

    o ambulatórios, unidades básicas de saúde e hospitais representam importantes fontes de informação para a realização da vigilância epidemiológica, em virtude de prestarem assistência direta à maioria da população.
    por esse motivo, realizam com maior freqüência a notificação entendida como “a comunicação da ocorrência de determinada doença ou agravo à saúde , feita à autoridade sanitária por profissionais de saúde ou qualquer cidadão”.

  • a notificação é essencial para o efeito conhecimento da realidade vivida pela população assistida, bem como para a adoção de medidas de intervenção pertinentes, sendo importante seu registro e divulgação.
    visando acompanhar a notificação de doenças de grande impacto coletivo, foi criada uma lista de doenças de notificação obrigatória em todo o território nacional, a qual deve ser periodicamente atualizada.

    1.1 - doenças de notificação compulsória

    portaria do ministério da saúde 993, de 04 de setembro de 2000.
    - cólera
    - coqueluche
    - dengue
    - difteria
    - doença de chagas
    - doença meningocócica e outras meningites
    - febre amarela
    - febre tifóide
    - hanseníase
    - hantavírus
    - hepatite (tipo b e c)
    - infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (hiv) em gestantes e crianças expostas ao risco de transmissão vertical

  • - leishmaniose visceral
    - leptospirose
    - malária (em área endêmica)
    - meningite por haemophylus
    - paralisia flácida aguda
    - peste
    - poliomielite
    - raiva humana
    - rubéola
    - sarampo
    - sífilis congênita
    - síndrome da imunodeficiência adquirida (sida/aids)
    - síndrome de rubéola congênita
    - tétano
    - tuberculose
    febre maculosa

    outras importantes fontes de dados e de notificação são os sistemas nacionais de informação. no brasil, além do sistema nacional de agravos de notificação (sinan) – que reúne todas as informações relativas aos agravos de notificação, alimentado pelas notificações compulsórias – existem outros sistemas de informações de interesse para a vigilância epidemiológica, dentre os quais se destacam:

  • sistema de informações de mortalidade (sim) – reúne os dados relativos aos óbitos ocorridos. alimentado pelos atestados de óbito emitidos, possibilita o conhecimento da distribuição de óbitos por faixa etária, sexo, causa e outras informações – variáveis de acordo com o interesse da consulta;

    sistema de informações sobre nascidos vivos (sinasc) - permite conhecer quantas crianças nascem por ano e por região, bem como as características ligadas à saúde da mãe (ex.: idade gestacional) e do recém-nascido (ex.: presença de malformações congênitas ao nascer), apontando que necessidades assistenciais devem ser atendidas na região dos nascimentos para melhorar a qualidade da assistência pré-natal e á criança;

    sistema de informações hospitalares (sih) – reúne informações sobre a assistência prestada pelos hospitais. é alimentado principalmente pelos dados contidos nas autorizações de internações hospitalares e pelos relatos contidos nos prontuários dos pacientes. é importantíssimo para a definição do perfil epidemiológico da população assistida, pois muitos doentes hospitalizados não chegam a ser assistidos nas unidades básicas de saúde, principal fonte de notificação dos serviços de epidemiologia locais;

    sistema de informações ambulatoriais (sai) – reúne as informações obtidas com os atendimentos ambulatoriais, seja em unidades básicas de saúde, seja em hospitais. permite , entre outros dados, verificar se todos os atendidos em um ambulatório são moradores da região, indicando a falta de serviços voltados para o atendimento das necessidades dos moradores que se deslocam de muito longe para obter serviços de saúde.

    sistema de vigilância alimentar e nutricional (sisvan) – permite conhecer o perfil das condições nutricionais. as informações disponíveis possibilitam constatar a ocorrência de desnutrição e sua distribuição, permitindo, assim, a determinação de medidas que controlem e previnam sua ocorrência.
    com o aumento dos casos de doenças não- transmissíveis, assume importância na vigilância sobre a obesidade, fator determinante de risco cardiovascular.

     sistema de informações sobre ações básicas (siab) – criado mais recentemente, esse sistema destina-se a reunir informações acerca das atividades desempenhadas em nível de atenção básica. é utilizado para medir o impacto das ações básicas desenvolvidas, auxiliando na determinação das prioridades e avaliação do que já foi feito pelas equipes dos programas saúde da família e agentes comunitários de saúde (psf e pacs).

  • medidas de controle e prevenção

    o nível central (governo federal / ministério da saúde) é o grande responsável pela determinação e regulamentação nacional das ações de vigilância epidemiológica. nele, as ações são discutidas para, somente após, serem recomendadas a todos os estados da federação. detém as bases de dados dos sistemas de informação da vigilância epidemiológica – que reúnem todas as informações referentes à saúde e às doenças do brasil.
    ao plano regional, corresponde aos estados da federação (secretarias de estado de saúde), cabe coordenar as ações de vigilância desenvolvidas pelos municípios, procurando estabelecer prioridades de acordo com as informações obtidas, prestando consultoria. ex.: as centrais estaduais de regulação de transplantes de órgãos.
    ao nível local, traduzido na figura do município (secretarias municipais de saúde) e sua região administrativa (distritos sanitários), cabe executar as praticas de vigilância, desenvolvendo as ações mais diretamente relacionadas aos indivíduos, por meio dos serviços assistenciais oferecidos.

    1.2 - fonte de dados

    a) morbidade
     
    é o comportamento das doenças numa população exposta ao adoecimento. seus índices permitem conhecer que doenças existem habitualmente na área, no período e na população estudada (prevalência), e quais os novos casos das doenças na mesma área, período e população (incidência).

  • termos relacionados à morbidade

    surto – é o aumento repentino do numero de casos, dentro de limites muito restritos.
    endemia – é a ocorrência de certo numero de casos controlados em determinada região.
    epidemia – é o aumento do numero de casos de determinada doença, muito acima do esperado e não delimitado a uma região.
    pandemia – compreende um numero de casos de doença acima do esperado, sem respeitar limites entre paises ou continentes.

    os dados de morbidade vêm das seguintes fontes:

    notificação compulsória de doenças;
    estatísticas hospitalares;
    estatísticas ambulatoriais;
    registros médicos de indústrias e escolas;
    registros de óbitos;
    estudos especiais (inquéritos, pesquisas, etc.)

    os dados provenientes destas fontes são extremamente importantes e deveriam ser pesquisados de modo rotineiro, informando constantemente sobre as formas de adoecimento da população.

  • principais indicadores da saúde coletiva

    incidência de uma doença, num certo período (um mês, por exemplo), num local determinado ( uma cidade) – é o número de casos novos (ou recém identificados) da doença em questão que ocorreram na cidade durante aquele período. isto ajuda a observar a evolução da doença no local.
    no caso da epidemia, o que acontece é um aumento da incidência além do esperado para aquele local naquela época do ano.

    taxa de incidência = nº de casos novos da doença em um dado período de tempo
    população da área

    prevalência de uma doença é o número total de casos de uma doença, num determinado local, em um período ou em um momento. ela é importante por que dá a idéia da situação, não apenas de casos novos.

    taxa de prevalência = nº de casos novos e antigos da doença em um período definido de tempo
    população da área

  • b) mortalidade

    é a relação entre o numero de óbitos e o numero de pessoas expostas ao risco de morrer.
    os registros de óbitos trazem informações importantes sobre sexo, idade, local, profissão, entre outros dados. no entanto, a “causa da morte” é o aspecto mais importante.
    a oms definiu causa básica como: doença ou lesão que iniciou a cadeia de acontecimentos patológicos que conduziram diretamente à morte, ou circunstâncias do acidente ou violência que produziram a lesão fatal.

    coeficiente de mortalidade: os dados colhidos diretamente do atestado de óbito são brutos, ditos valores absolutos.
    para comparar corretamente os dados sobre mortalidade de regiões diferentes é necessário transformá-los, estabelecendo-se uma relação com as populações que estão envolvidas. é preciso calcular os chamados coeficientes de mortalidade.

    b.1) coeficiente de mortalidade geral

    o cálculo do coeficiente de mortalidade geral possibilita, teoricamente, relacionar o nível de saúde de regiões diferentes em uma mesma época, fazendo estudos comparativos.
    calcula-se dividindo o número total de óbitos de todas as causas em um determinado ano, pela população naquele ano de determinada área. multiplica-se essa relação por um múltiplo de 10; em geral nesse caso, utilizamos multiplicar por 1.000;

  • mg = nº total de óbitos x 1.000, em determinada área e ano
    população

    o coeficiente de mortalidade geral avalia o risco de morrer de determinadas populações, sendo importante indicador de saúde.

    b.2) coeficiente de mortalidade por causas

    é um bom coeficiente revelador do estado geral de saúde de coletividades. permite conhecer o risco de morrer por cada causa e portanto orientar a prevenção específica das causas mais importantes. quando se refere a doenças transmissíveis mede bem as ações de saneamento básico e a eficiência dos serviços de prevenção e controle.
    calcula-se a mortalidade por causa dividindo o número de óbitos por determinada causa pela população exposta, multiplica-se por 100.000.

    mc = nº de óbitos por uma causa x 100.000, em determinada área e período
    população

    b.3) mortalidade proporcional

    é a porcentagem em que relacionamos os óbitos de uma determinada característica (sexo, idade, causa, etc.) com óbitos totais. assim, por exemplo, a mortalidade proporcional por câncer em determinada região é dada pela relação:
    nº de óbitos por câncer num período x 100
    nº total de óbitos no mesmo período


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