Curso Online de ABORDAGEM DA FISIOTERAPIA NAS PRINCIPAIS CONDIÇÕES CIRÚRGICAS EM RECÉM-NASCIDOS

Curso Online de ABORDAGEM DA FISIOTERAPIA NAS PRINCIPAIS CONDIÇÕES CIRÚRGICAS EM RECÉM-NASCIDOS

Curso descreve sobre ABORDAGEM DA FISIOTERAPIA NAS PRINCIPAIS CONDIÇÕES CIRÚRGICAS EM RECÉM-NASCIDOS. introdução/as complicações pulmona...

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Curso descreve sobre ABORDAGEM DA FISIOTERAPIA NAS PRINCIPAIS CONDIÇÕES CIRÚRGICAS EM RECÉM-NASCIDOS.
introdução/as complicações pulmonares/ gastrosquise
e onfalocele/a atuação fisioterapêutica/hérnia diafragmatica congênita/ fisioterapia na cirurgia neurológica/defeitos do fechamento do tubo neural/correção das hidrocefalias/ atresia de esôfago/conclusão.

Formada no curso de fisioterapia. Crítica, admiradora e sempre em busca de conhecimentos CURSOS: urgências e emergências; Raios x; DRY NEEDLING; Semiologia pediátrica; Reabilitação do complexo de ombro; Abordagem fisiotetapêutica em órteses e prótese; VENTILAÇÃO MECÂNICA EM PEDIATRIA; URGÊNCIAS EM PEDIATRIA.



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  • ABORDAGEM DA FISIOTERAPIA NAS PRINCIPAIS CONDIÇÕES CIRÚRGICAS EM RECÉM-NASCIDOS

    ABORDAGEM DA FISIOTERAPIA NAS PRINCIPAIS CONDIÇÕES CIRÚRGICAS EM RECÉM-NASCIDOS

    MILIAN OLIVEIRA

  • INTRODUÇÃO

    INTRODUÇÃO

    As doenças do período neonatal que cursam com a necessidade de correção cirúrgica são consideradas emergências e devem ser tratadas no menor tempo possível.
    Incluem nessas categorias das doenças neonatais malformações abdominais, torácicas, neurológicas, e as do trato gastresofágico.
    onfaloceles;
    hérnias diafragmáticas congênitas;
    hidrocefalias;
    anomalias no fechamento do tubo neural;
    atresias de esôfago.

  • INTRODUÇÃO

    INTRODUÇÃO

    Cada um desses grupos possui suas particularidades quanto à fisiopatologia, à abordagem clínico-cirúrgica e fisioterapêutica dos recém-nascidos.
    O fisioterapeuta atua desde o pré-operatório, preparando e auxiliando na estabilização do bebê para que as mínimas condições clínicas para a cirurgia sejam rapidamente atingidas. Dessa forma, uma atuação correta contribuirá para uma melhor evolução e prognóstico.
    Logo o procedimento cirúrgico, é de fundamental importância que o profissional de fisioterapia conheça as particularidades de cada doença e, consequentemente, saiba escolher os recursos adequados a cada recém-nascido e a cada situação clínica.
    O seguimento do crescimento e do desenvolvimento dos recém-nascidos submetidos às cirurgias no período neonatal deve ser feito para garantir bons padrões de desenvolvimento e uma inserção socioambiental-educacional satisfatória.

  • FISIOTERAPIA NAS CIRURGIAS CORRETIVAS DAS MALFORMAÇÕES DA PAREDE ABDOMINAL

    FISIOTERAPIA NAS CIRURGIAS CORRETIVAS DAS MALFORMAÇÕES DA PAREDE ABDOMINAL

    O diagnóstico e o tratamento cirúrgico das doenças abdominais são bastante peculiares, principalmente em recém-nascidos e crianças pequenas, pelas suas características anatômicas e metabólicas.
    Sabe-se que, independente do tipo da doença, as cirurgias abdominais podem afetar a respiração e causar complicações no quadro clínico e na evolução do recém-nascido.

  • Embora os procedimentos sejam realizados fora do sistema respiratório, há evidências de alterações ventilatórias estão presentes secundariamente às cirurgias abdominais. Isso ocorre pelos efeitos da anestesia geral, pela dor e pelo tempo prolongado de permanência no leito.
    As complicações pulmonares mais frequentes são:
    atelectasias;
    pneumonia;
    broncoespasmos;
    derrame pleural;
    acúmulo de secreções nas vias aéreas;
    diminuição da capacidade vital pulmonar.

  • Em recém-nascidos de risco (prematuros, imunodeprimidos e portadores de múltiplas malformações), podem-se somar às complicações citadas as apneias frequentes, a broncoaspiração, a dificuldade para desmame e para a extubação.
    As cirurgias abdominais também podem gerar disfunções nos movimentos respiratórios, visto que o tempo de imobilidade no leito no pós-operatório é longo, o que causa uma importante restrição à expansão torácica.
    Há diminuição da movimentação diafragmática, com perda de força muscular. Quando a mobilidade do gradil costal está alterada, as incursões diafragmáticas prejudicam-se, predominando o padrão ventilatório apical e não abdominal.
    São muitas as doenças abdominais que requerem correção cirúrgica.

  • GASTROSQUISE E ONFALOCELE

    GASTROSQUISE E ONFALOCELE

    A gastrosquise e a onfalocele são as malformações da parede abdominal mais frequentes em recém-nascidos e possuem uma incidência de 1: 5.000 e 1: 10.000 nascidos vivos, respectivamente.
    A gastrosquise é a exteriorização das vísceras abdominais, mais comumente do estômago e das alças intestinais.
    É causada por um defeito no fechamento da parede do abdome e ocorre principalmente na região paraumbilical direita. É mais prevalente em mães jovens e em recém-nascidos do sexo masculino.
    A extensão da abertura presente na cavidade abdominal pode variar de 1 a 15cm de diâmetro.
    A presença das alças intestinais fora do organismo após o nascimento pode gerar complicações importantes, principalmente no que se refere à perda excessiva de calor, à desidratação e à hipotermia.

  • A ONFALOCELE

    A ONFALOCELE

    A onfalocele é caracterizada por uma falha no retorno das vísceras para o abdome ao final da 10ª semana de vida intrauterina. Constitui-se por um alargamento da cicatriz umbilical recoberto por um saco membranoso que recebe o conteúdo abdominal herniado.
    O conteúdo da onfalocele pode variar desde uma pequena quantidade de líquido até a presença do fígado e alças intestinais envolvidas por essa membrana.
    Pode ser classificada em:
    pequena diâmetro do orifício umbilical inferior a 1,5cm;
    gigante superior a 15cm, de difícil correção.
    Outras malformações associadas podem ser evidenciadas, tais como: alterações cardiovasculares, neurológicas, gastrintestinais, de extremidades e genitourinárias.

  • O tratamento cirúrgico é necessário em ambas as doenças, gastrosquise e onfalocele, e tem como objetivo proporcionar integridade ao abdome do recém-nascido.
    Nos casos de gastrosquise, a redução das vísceras exteriorizadas e o fechamento primário da parede abdominal são realizados quando possível. A possibilidade de fechamento primário está ligada ao peso e à idade do recém-nascido e ao grau de desproporção entre o tamanho da cavidade abdominal do bebê e o volume das alças intestinais e/ou vísceras exteriorizadas.

    Quando o fechamento primário não é possível, as vísceras são envolvidas por um silo (tela revestida de silicone) sobre o abdome do recém-nascido, e a redução é feita gradualmente, até que a parede abdominal se acomode para receber o conteúdo herniado. Seguindo, o fechamento definitivo da cavidade é possível.

  • O retorno das vísceras para a cavidade abdominal pode gerar comprometimento do sistema respiratório, com restrição à mobilização de ar. Além disso, pode ocorrer hipoplasia pulmonar associada, visto que a movimentação normal do diafragma contribui essencialmente para o desenvolvimento pulmonar.

    Como as vísceras não estão no interior da cavidade, o apoio necessário para a contração diafragmática não ocorre, podendo levar a redução da capacidade residual funcional e da complacência do sistema respiratório.

    Quando se trata das onfaloceles, a correção cirúrgica imediata é realizada apenas nos casos onde o alargamento do umbigo possui um diâmetro inferior a 5cm, sem que o fígado esteja presente na membrana externa. Nos casos de onfaloceles com diâmetro superior ou comprometimento significativo da função pulmonar, é instituído o tratamento conservador.

  • AS COMPLICAÇÕES

    AS COMPLICAÇÕES

    As complicações mais frequentes no pós-operatório tanto da onfalocele como da gastrosquise são:

    deiscência da parede abdominal;
    atelectasias;
    dificuldade em retirar o suporte ventilatório;
    refluxo gastresofágico;
    sepse;
    falência renal;
    obstrução e necrose intestinal;
    síndrome compartimental abdominal (pressão abdominal superior a 20mmHg, diminuição do retorno venoso e débito cardíaco, insuficiência renal, hipotensão e insuficiência respiratória).


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  • ABORDAGEM DA FISIOTERAPIA NAS PRINCIPAIS CONDIÇÕES CIRÚRGICAS EM RECÉM-NASCIDOS
  • INTRODUÇÃO
  • FISIOTERAPIA NAS CIRURGIAS CORRETIVAS DAS MALFORMAÇÕES DA PAREDE ABDOMINAL
  • GASTROSQUISE E ONFALOCELE
  • A ONFALOCELE
  • AS COMPLICAÇÕES
  • Atuação fisioterapêutica
  • Cuidado aos recém-nascidos portadores de gastrosquise:
  • FISIOTERAPIA NAS CIRURGIAS CORRETIVAS DE MALFORMAÇÕES DA CAVIDADE TORÁCICA
  • HÉRNIA DIAFRAGMÁTICA CONGÊNITA
  • Classificação dos tipos de hérnia
  • Hipoplasia pulmonar
  • Atuação fisioterapêutica
  • FISIOTERAPIA NAS CIRURGIAS NEUROLÓGICAS
  • DEFEITOS NO FECHAMENTO DO TUBO NEURAL
  • Tratamento cirúrgico
  • Atuação fisioterapêutica
  • CORREÇÃO DAS HIDROCEFALIAS
  • Atuação fisioterapêutica
  • FISIOTERAPIA NAS CIRURGIAS CORRETIVAS DE MALFORMAÇÕES DO TRATO GASTRESOFÁGICO
  • ATRESIA DE ESÔFAGO
  • Atuação fisioterapêutica
  • ABORDAGEM FISIOTERAPÊUTICA NAS CONDIÇÕES CIRÚRGICAS NEONATAIS SEGUIMENTO
  • CONCLUSÃO
  • OBRIGADA!!