Curso Online de ATUAÇÃO DA FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA NA BRONQUIOLITE VIRAL AGUDA(BVA).

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curso voltado para estudantes e profissionais de fisioterapia, com material sobre a ATUAÇÃO DA FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA NA BRONQUIOLITE VIRAL AGUDA(BVA).
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Formada no curso de fisioterapia. Crítica, admiradora e sempre em busca de conhecimentos CURSOS: urgências e emergências; Raios x; DRY NEEDLING; Semiologia pediátrica; Reabilitação do complexo de ombro; Abordagem fisiotetapêutica em órteses e prótese; VENTILAÇÃO MECÂNICA EM PEDIATRIA; URGÊNCIAS EM PEDIATRIA.



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  • ATUAÇÃO DA FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA NA BRONQUIOLITE VIRAL AGUDA(BVA)

    ATUAÇÃO DA FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA NA BRONQUIOLITE VIRAL AGUDA(BVA)

    MILIAN OLIVEIRA

  • BRONQUIOLITE VIRAL AGUDA

    BRONQUIOLITE VIRAL AGUDA

    As infecções respiratórias agudas são importantes causa morbimortalidade em crianças, em especial nos paises em desenvolvimento.

    A bronquiolite viral aguda (BVA) é uma das principais doenças inflamatórias do trato respiratório inferior, frequente nos dois primeiros anos de vida, com maior incidência em torno dos 6 meses.

    Apresenta-se como uma doença geralmente benigna e autolimitada, que, no entanto, produz morbidade significativa em lactentes e em pacientes portadores de doenças crônicas, e frequentemente causa sintomatologias ventilatórias em longo prazo.

  • BRONQUIOLITE VIRAL AGUDA

    BRONQUIOLITE VIRAL AGUDA

    A BVA é causada por agente viral, e o vírus sincicial respiratório (VSR) o mais prevalente, provocando infecção e obstrução das vias aéreas de pequeno calibre, aumento a produção de muco e broncoespasmo.

    É responsável por um expressivo número de hospitalizações, e vários estudos sugerem que crianças hospitalizadas por BVA têm risco aumentado de apresentar sequela pulmonar, caracterizada principalmente por tosse e sibilância recorrentes, ou ainda pela bronquiolite obliterante pós-infecciosa.

  • BRONQUIOLITE VIRAL AGUDA

    BRONQUIOLITE VIRAL AGUDA

    O tratamento da BVA é sintomático e, entre as suas várias terapias, a fisioterapia respiratória encontra-se em uma situação que, no mínimo, sugere estudos mais abrangentes e aprofundados, uma vez que a literatura pouco comprova sua eficácia, embora as evidências clínicas demonstrem o contrário.
    A fisioterapia pode intervir na BVA por meio de inúmeras técnicas, com o intuito de manter as vias aéreas desobstruídas, reduzir a hiperinsuflação pulmonar e, com isso, suas repercussões, além de prevenir atelectasias e realizar o recrutamento alveolar quando necessário.

  • BRONQUIOLITE VIRAL AGUDA

    BRONQUIOLITE VIRAL AGUDA

    A BVA é uma infecção respiratória aguda, que se inicia no trato respiratório superior e evolui para o trato respiratório inferior, tem origem viral e é sazonal, acometendo crianças de forma mais frequente nos períoos de outono e, sobretudo, no inverno.

    Ela decorre com inflamação aguda, edema e necrose de células epiteliais, aumento da produção de muco e obstrução das pequenas vias aéreas (bronquíolos), além de broncoespasmo.

  • BRONQUIOLITE VIRAL AGUDA

    BRONQUIOLITE VIRAL AGUDA

    O conceito da BVA é considerada como a síndrome do sistema ventilatório mais frequente e grave que acomete a criança jovem nos dois primeiros anos de vida, com pico de incidência abaixo dos 12 meses de idade.

  • AGENTE ETIOLÓGICO

    AGENTE ETIOLÓGICO

    O agente etiológico mais frequente da BVA é o VSR , responsável por, pelo menos, 75-80% dos casos de hospitalização. Outros vírus causadores de BVA são parainfluenza 1,2 e 3, influenza, adenovírus, rinovírus, Mycoplasma pneumoniae, coronavírus e, mais recentemente descrito, o metapneumovírus humano.
    A infecção por VSR não produz imunidade permanente contra infecções subsequentes, por isso a reinfecção é comum, podendo ocorrer no mesmo ano e mesmo dentro de algumas semanas após a última infecção.

  • AGENTE ETIOLÓGICO

    AGENTE ETIOLÓGICO

    A severidade da doença geralmente diminui com as reinfecções subsequentes, e a frequência destas diminui com a idade. Este dado pode ser justificado pela resposta imune face à infecção por VSR que resulta em IgG, IgM e IgA específicos que podem ser encontrados nas secreções das vias aéreas e no soro de crianças com BVA.
    O reconhecimento do agente etiológico é importante para evitar a infecção cruzada, nosocomial e em centros onde ocorra o tratamento, não influenciando-o.

  • FISIOPATOLOGIA

    FISIOPATOLOGIA

    O contato do paciente com o VSR pode ser por inoculação direta de partículas aerossolizadas contagiosas (geradas pela tosse e espirros) nas membranas mucosas dos olhos, boca e nariz ou através do contato direto com superfícies ou objetos contaminados.

  • FISIOPATOLOGIA

    FISIOPATOLOGIA

  • QUADRO CLÍNICO

    QUADRO CLÍNICO

    O quadro clínico dessas crianças pode variar desde um desconforto leve até a falencia respiratória.
    Os sinais mais comuns são, rinorreia e tosse associada a baixa aceitação alimentar. Podem apresentar febre, de acordo com o patógeno.
    Taquipneia, apneia ou dispneia são comuns, com batimento de asa de nariz, uso de musculatura acessória e tiragens subdiafragmática, intercostal ou de fúrcula.
    Também é comum a presença de ruídos adventícios, como sibilos, creepitações ou roncos, por conta de secreção, broncoespasmos e hiperinsuflação pulmonar.


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  • MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS
  • O escore clínico de gravidade de Wang
  • DIAGNÓSTICO
  • IMPORTANTE
  • FATORES DE RISCO
  • TRATAMENTO
  • Várias técnicas são utilizadas, e as mais citadas na literatura
  • TÉCNICAS NÃO CONVENCIONAIS DE FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA
  • FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA
  • AS CONTRAINDICAÇÕES DA VNI
  • FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA
  • PROGNÓSTICO E FUNÇÃO PULMONAR
  • FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA
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