Curso Online de SINDROMES CORONARIANAS AGUDAS - 2

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CURSO DESCREVE SOBRE O QUE É A SÍNDROME CORONARIANA AGUDA? OS TIPOS DE ANGINA ? O ECG ETIOLOGIA E FISIOPATOLOGIA? MANIFESTAÇÕES CLINICA...

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CURSO DESCREVE SOBRE O QUE É A SÍNDROME CORONARIANA AGUDA?
OS TIPOS DE ANGINA ?
O ECG
ETIOLOGIA E FISIOPATOLOGIA?
MANIFESTAÇÕES CLINICAS
EXAME FÍSICO
DIAGNÓSTICO
TRATAMENTO

Formada no curso de fisioterapia. Crítica, admiradora e sempre em busca de conhecimentos CURSOS: urgências e emergências; Raios x; DRY NEEDLING; Semiologia pediátrica; Reabilitação do complexo de ombro; Abordagem fisiotetapêutica em órteses e prótese; VENTILAÇÃO MECÂNICA EM PEDIATRIA; URGÊNCIAS EM PEDIATRIA.



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  • Síndromes Coronarianas Agudas

    Síndromes Coronarianas Agudas

    Milian Oliveira

  • Os pacientes com cardiopatia isquêmica são classificados em dois grandes grupos:

  • os de doença arterial coronariana (DAC) crônica que, mais comumente, apresentam se com angina estável, e os com síndrome coronarianas agudas (SCA).
    O último grupo compõe-se dos pacientes que apresentam infarto agudo do miocárdio (IAM) com, elevação, ou supra desnivelamento do segmento ST no eletrocardiograma (IAMST), e os com angina instável bem como IAM sem elevação do segmento ST (AI/IAMSST).

    Essa classificação tem importância na abordagem terapêutica e no prognóstico.

  • A angina instável descreve uma síndrome intermediária, que está entre angina estável o IAM.
    O seu diagnóstico e essencialmente clínico, com base na história de dor torácica e exclusão do diagnóstico de IAM embasado no eletrocardiograma (ECG) e marcadores de necrose miocárdica.
    A angina instável distingue-se da angina estável pelo início recente ou agravamento dos sintomas nos 60 dias anteriores, sendo chamada também de “angina pré IAM”, ou pelo desenvolvimento de angina pós IAM 24 horas ou mais após o início do IAM.

  • O eletrocardiograma (ECG) na avaliação suspeita de SCA é um divisor de águas. Além de contribuir muito para o diagnóstico, orienta de forma simples e rápida a abordagem inicial dos pacientes com sintomas isquêmicos.

  • ETIOLOGIA E FISIOPATOLOGIA

    ETIOLOGIA E FISIOPATOLOGIA

    Entre os pacientes com angina instável e IAMSST estudadas por angiografia, aproximadamente 5% tem estenoses do tronco da coronária esquerda, 15% são portadores de DAC envolvendo três artérias, 30% apresentam doença que acomete duas coronárias, 40% mostram lesões em uma única artéria, e 10% não são portadores de estenose coronariana crítica entre estes últimos, alguns têm angina variante de Prinzmetal.

  • Os cinco principais mecanismos fisiopatológicos envolvidos nas SCA são:

    1. trombose
    2. obstrução mecânica (placa aterosclerótica)
    3. obstrução dinâmica (espasmo)
    4. inflamação
    5. aumento da demanda miocárdica (angina secundária). Pode-se afirmar que a angina instável e o IAMSST são causados, via de regra, por um trombo coronariano suboclusivo, e que o principal mecanismo fisiopatológico é a ruptura ou fissura da placa ateromatosa com a formação subsequente de um trombo sobreposto. Essa fissura superficial da placa promove a deposição plaquetária. O trombo associada à angina instável/IAMSST é branco e composto principalmente de plaquetas, enquanto o trombo nos pacientes com IAMST é vermelho e composto predominantemente de células sanguíneas.

  • A inflamação possui uma importante função na aterosclerose.
    A ativação dos macrófagos desencadeia o processo inflamatório levando à instabilidade da placa, estado pró coagulante e eventos clínicos. A ruptura ou fissura da placa pode ser desencadeada pelo aumento do estresse por cisalhamento com mudanças súbitas na pressão e tônus vasculares.

    É mais frequente em placas vulneráveis, com características bem definidas como:
    1. núcleo lipídico grande
    2. neovascularização aumentada
    3. capa fibrosa fina
    4. conteúdo de colágeno reduzido
    5. densidade de células musculares lisas reduzidas
    6. aumento da atividade e densidade dos linfócitos T
    7. aumento da atividade e densidade de macrófagos
    8. aumento da atividade e número de mastócitos.

  • CLASSIFICAÇÃO DA ANGINA INSTÁVEL

    CLASSIFICAÇÃO DA ANGINA INSTÁVEL

    Vários sistemas foram propostos para a classificação da angina instável e a distinção entre angina instável primária e secundária tem valor clínico, pois um agravamento agudo de uma estenose coronariana causa uma angina instável primária pela limitação do fluxo sanguíneo coronariano.
    A angina instável secundária surge de uma consequência do aumento da demanda miocárdica de oxigênio devido a uma doença coronariana subjacente grave,como por exemplo, taquiarritmia, febre, crise hipertensiva e tireotoxicose.

  • Algumas classificações foram propostas para a angina instável primária com base nos sintomas de apresentação. Uma delas inclui 3 níveis de gravidade e três circunstâncias clínicas, resultando em nove categorias no total a outra classifica a angina instável sendo, de repouso, ou de início recente , ou ainda de “em crescendo”
    Essas classificações são usadas para categorizar pacientes com propósitos de pesquisa não sendo aplicada na prática clínica.

  • MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS

    MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS

    Sintomas
    O paciente com angina instável ou IAM sem elevação do segmento ST procura cuidados médicos quando reconhece o surgimento de novos sintomas ou que um padrão previamente estável tornou-se instável, e apesar dos recentes avanços na detecção laboratorial da SCA, a história permanece de valor substancial para se estabelecer um diagnóstico. Em muitos pacientes, a manifestação clínica é indistinguível do IAM com elevação do segmento ST, enquanto outros podem ter sintomas inexplicáveis.
    O quadro pode ser precedido de pródomos com um desconforto precordial inespecífico, porém o que caracteriza a SCA é a dor, variando em sua intensidade, sendo que na maioria dos pacientes é grave e algumas vezes intolerável.
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