Curso Online de Análise Literária do livro Vítimas Algozes
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Curso Online de Análise Literária do livro Vítimas Algozes

O curso destina-se àqueles que irão submeter-se à exames de vestibular, além de professores de literatura e apaixonados pelas artes liter...

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O curso destina-se àqueles que irão submeter-se à exames de vestibular, além de professores de literatura e apaixonados pelas artes literárias.

Possui graduação em Letras com Inglês pela Universidade do Estado da Bahia - UNEB (2003) e Pós-Graduação em Arte, Educação e Tecnologia contemporânea ARTEDUCA pela Universidade de Brasília UnB Atualmente é professora de Língua Portuguesa, Literatura e Artes no Colégio Yolanda Dias Rocha, professora de Literatura e Tutora da Faculdade de Tecnologia e Ciências-FTCead. Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Língua portuguesa e Literatura, atuando principalmente nos seguintes temas:Cultura africana, Festas, Turismo cultural, Religião, Lima Barreto e Folclore.


"Gostei muito dos slides, pois elucida um assunto muito polêmico que foi a escravidão. O livro de Joaquim Manuel Macedo, foi o livro mais criticado no período do Romantismo, justamente com essa obra. Pude conhecer e me interessar muito mais pelo assunto, mesmo porque, sempre estamos aprendendo através da leitura. Gostei muito, obrigada."

- Sandra Cristina Bomfiglio

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  • Análise do livro: Vítimas Algozes

    análise do livro:
    vítimas algozes

    josianne pereira

  • Considerações Iniciais

    considerações iniciais

    para compreender o tema e a trama deste livro é preciso observar detalhadamente o processo escravista como fato para as atitudes dos personagens negros. a imagem criada é ambígua, pois dentro de um processo de aniquilamento, a alternativa mais visualizada é a de tornar-se algoz daquele que o vitimizou. para esta análise antropológica macedo construiu três histórias que nos faz ver a transformação ocorrida no perfil do negro quanto este torna-se consciente de seu papel de sujeito na sociedade brasileira.

  • Um outro ponto...

    um outro ponto...

    o romance romântico recebeu várias críticas e foi considerado como: “o livro mais atacado pela crítica durante o período romântico”, segundo ubiratan machado. podemos indicar que esta obra pertence ao terceiro momento romântico pelo seu caracter abolicionista, é claro que não era uma defesa como a de castro alves aos negros mais o autor explica-se na nota: “aos nossos leitores”, não lhe interessou, nas “educativas” e “moralizantes” histórias que entregava aos consumidores de sua vasta obra, pintar “o quadro do mal que o senhor, ainda sem querer, faz ao escravo”, mas, sim, o “quadro do mal que o escravo faz de assento propósito ou às vezes irrefletidamente ao senhor”.

  • dito de maneira mais direta, o romance antiescravista de macedo quer convencer os seus leitores de que é preciso libertar os escravos não por razões humanitárias, mas porque os cativos, sempre imiscuídos nas casas-grandes e sobrados, introduzem a corrupção física e moral no seio das famílias brancas.

  • O autor: Joaquim Manuel de Macedo

    o autor: joaquim manuel de macedo

  • Vamos juntamente com Samuel Butler refletir o real motivo que leva uma vítima a torna-se um algoz: O Homem é o único animal que pode permanecer, em termos amigáveis, ao lado das vítimas que pretende engolir, antes de engoli-las.

    vamos juntamente com samuel butler refletir o real motivo que leva uma vítima a torna-se um algoz: o homem é o único animal que pode permanecer, em termos amigáveis, ao lado das vítimas que pretende engolir, antes de engoli-las.

  • Podemos então concluir que...

    podemos então concluir que...

    temos a capacidade surpreendente de sobreviver ao lado de quem nos aniquila esperando o dia do revide, do bem reinar contra o mal.

  • pensemos um pouco no contexto histórico que estava desenrolando no brasil da segunda metade do século xix, em 1869, 19 anos antes da abolição da escravidão. depois da independência do brasil os movimentos contra a escravidão cresceram muito. eles apoiaram-se na tese de que não se poderia construir um país livre mantendo-se a população dividida em homens livres e escravos.

    altas filosofias
    o negro pensa: por que o pensador de rodin é branco em vez de preto? o negro pensa. o negro pensa por participações ou por conceitos? o negro pensa.

  • Para toda a ação de subalternidade é preciso criar argumentos e conceitos para um pensamento racista.

    para toda a ação de subalternidade é preciso criar argumentos e conceitos para um pensamento racista.

  • 1. o primeiro, iniciado com a colonização e constituição do regime escravagista consistiu na defesa com base em argumentos teológicos de uma inferioridade inata como causa da situação social, na repressão de tais populações e na construção de uma imagem ambivalente de tais populações onde submissão/rebeldia eram os critérios diferenciadores do tratamento mais ou menos cruel.

  • 2 O segundo, que tem como marco a Independência e a consolidação do Estado nacional e de um arcabouço jurídico interno, inicia propriamente o debate sobre a “questão negra”. A partir de 1850 com a crise do regime escravista, tal debate consistia, de um lado, em afastar julgamentos de cunho moral e filosófico sobre a escravidão e, de outro, em adotar como critério de debate discussão a “razão de Estado”, ou seja, a necessidade ou não da escravidão era percebida em função exclusivamente da manutenção do Estado e das relações econômicas existentes. De fato, é somente na fase final da escravidão que se sente a presença de um movimento social abolicionista que manipula argumentos jurídico-filosóficos a favor da liberdade dos escravos sem, contudo, colocar em causa a situação de penúria em que viviam os escravos.

    2 o segundo, que tem como marco a independência e a consolidação do estado nacional e de um arcabouço jurídico interno, inicia propriamente o debate sobre a “questão negra”. a partir de 1850 com a crise do regime escravista, tal debate consistia, de um lado, em afastar julgamentos de cunho moral e filosófico sobre a escravidão e, de outro, em adotar como critério de debate discussão a “razão de estado”, ou seja, a necessidade ou não da escravidão era percebida em função exclusivamente da manutenção do estado e das relações econômicas existentes. de fato, é somente na fase final da escravidão que se sente a presença de um movimento social abolicionista que manipula argumentos jurídico-filosóficos a favor da liberdade dos escravos sem, contudo, colocar em causa a situação de penúria em que viviam os escravos.


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  • Vítimas Algozes
  • Considerações Iniciais
  • Um outro ponto...
  • O autor: Joaquim Manuel de Macedo
  • Vamos juntamente com Samuel Butler refletir o real motivo que leva uma vítima a torna-se um algoz: O Homem é o único animal que pode permanecer, em termos amigáveis, ao lado das vítimas que pretende engolir, antes de engoli-las.
  • Podemos então concluir que...
  • Para toda a ação de subalternidade é preciso criar argumentos e conceitos para um pensamento racista.
  • 2 O segundo, que tem como marco a Independência e a consolidação do Estado nacional e de um arcabouço jurídico interno, inicia propriamente o debate sobre a “questão negra”. A partir de 1850 com a crise do regime escravista, tal debate consistia, de um lado, em afastar julgamentos de cunho moral e filosófico sobre a escravidão e, de outro, em adotar como critério de debate discussão a “razão de Estado”, ou seja, a necessidade ou não da escravidão era percebida em função exclusivamente da manutenção do Estado e das relações econômicas existentes. De fato, é somente na fase final da escravidão que se sente a presença de um movimento social abolicionista que manipula argumentos jurídico-filosóficos a favor da liberdade dos escravos sem, contudo, colocar em causa a situação de penúria em que viviam os escravos.
  • 3 O terceiro período, está diretamente relacionado a fase final de desagregação do regime escravista e ao processo de modernização cultural, social e econômico que ele representava. Além de fenômenos gerais como a organização do trabalho escravo e a imigração de colonos europeus, o início de um desenvolvimento contínuo dos centros urbanos e a necessidade de organização da urbanização, a recepção de modelos culturais estrangeiros, sobretudo franceses, e o rechaço aparente ao padrão cultural ibérico e colonial, iniciava-se o debate sobre as causas da “inferioridade” das populações africanas e autóctones.
  • Ou seja...
  • Para vivenciarmos o cotidiano das fazenda escravistas do século XIX, assista ao vídeo abaixo,uma chamada de elenco de uma novela com mesmo nome: Vítimas Algozes. Visite o link:
  • Com música de Chico Buarque de Holanda, apesar de você
  • Com este panorama podemos começar a análise das histórias em si...
  • PAI- RAIOL, O FEITICEIRO
  • As personagens destacadas nesta história é Pai Raiol, um feiticeiro e Esméria, sua concubina
  • É sabido que os Negros assim como todos os integrantes de grupos étnicos trazem consigo marcas de seu pensamento e do seu cotidiano, a cultura africana muito rica e bela foi introduzida no Brasil através das danças, músicas, comidas, falares ,etc.
  • Este é o pensamento defendido pelo autor do livro: Vítimas Algozes.
  • Os senhores
  • Reflexões Finais de Joaquim Manuel de Macedo
  • A mudança de personalidade
  • Ouvindo a relação do caso e do insulto feito à filha, Domingos Caetano, tomado de justa cólera, levantou o açoite e descarregou-o com vivacidade sobre as costas de Simeão. Seis vezes e repetidamente os golpes se tinham repetido, quando Florinda em pranto arrancou o açoite da mão de seu pai.
  • Reflexões Finais de Joaquim Manuel de Macedo
  • Lucinda, a mucama
  • O presente
  • O Retorno
  • A entrega
  • Final
  • Frederico diz:
  • Referências:
  • Não construais estátuas aos vossos heróis, é melhor erguer estátuas às vossas vítimas. Jean de La Bruyère