Curso Online de SEGURANÇA DO PACIENTE

Curso Online de SEGURANÇA DO PACIENTE

ENSINAR QUE A SEGURANÇA É O PRIMEIRO DOMÍNIO DA QUALIDADE NA ASSISTÊNCIA À SAÚDE. SÃO INÚTEIS OS ESFORÇOS DA HUMANIZAÇÃO EM QUALQUER HOSP...

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ENSINAR QUE A SEGURANÇA É O PRIMEIRO DOMÍNIO DA QUALIDADE NA ASSISTÊNCIA À SAÚDE. SÃO INÚTEIS OS ESFORÇOS DA HUMANIZAÇÃO EM QUALQUER HOSPITAL SE ESTE NÃO INCLUIR REDUÇÃO NO RISCO DO USO DE MEDICAMENTOS,SE NÃO UTILIZAR EVIDÊNCIAS CIENTÍFICAS PARA REDUÇÃO DAS INFECÇÕES HOSPITALARES OU SE NÃO SEGUIR O PROTOCOLO DE CIRURGIA SEGURA DA ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE.

ELISABETE CONSUELO SILVA CAMPOS FORMADA EM ENFERMAGEM PELA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA PÓS GRADUADA EM TERAPIA INTENSIVA / ENFERMAGEM DO TRABALHO/ ESTÉTICA E COSMETOLOGIA. ATUALMENTE ATUANDO COMO ENFERMEIRA INTENSIVISTA DE HOSPITAL DE GRANDE PORTE EM SALVADOR.



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  • SEGURANÇA DO PACIENTE

    SEGURANÇA DO PACIENTE

  • Aliança Mundial para a Segurança do Paciente

    Aliança Mundial para a Segurança do Paciente

    Desde a sua criação em 2004, tem elaborado programas e diretrizes que visam sensibilizar e mobilizar profissionais de saúde e a população para a busca de soluções que promovam a segurança do paciente, divulgando conhecimentos e desenvolvendo ferramentas que possibilitem a mudança da realidade no cenário mundial.

  • Rede Sentinela

    Rede Sentinela

    Desde 2011, 192 hospitais da Rede Sentinela monitoram um conjunto de eventos adversos no atendimento aos pacientes. A experiência permitiu o lançamento do Programa Nacional de Segurança do Paciente

    Os hospitais da rede realizam monitoramento sistemático:
    Infecção sanguínea adquirida na UTI do hospital
    Uso de medicamentos
    Uso do sangue
    Uso de produtos como próteses

  • O Ministério da Saúde cria o Programa Nacional de Segurança do Paciente – PNSP (01.04.2013) para o monitoramento e prevenção de danos na assistência à saúde .

    O Ministério da Saúde cria o Programa Nacional de Segurança do Paciente – PNSP (01.04.2013) para o monitoramento e prevenção de danos na assistência à saúde .

  • Diagnóstico

    Diagnóstico

    Estudos apontavam que de cada dez pacientes atendidos em um hospital, um sofre pelo menos um evento adverso.

    FONTE : FIOCRUZ, 2005

  • Ocorrências Adversas

    Ocorrências Adversas

    Queda

    Administração incorreta de medicamentos

    Falhas na identificação do paciente

    Erros em procedimentos cirúrgicos

    Infecções

    Mau uso de dispositivos e equipamentos médicos

    *Fonte: Fiocruz - Revisão dos estudos de avaliação da ocorrência de eventos adversos em hospitais - Mendes, W. et al. Rev Bras Epidemiol 2005; 8(4): 393-406

  • A maior parte destas ocorrências poderiam ser evitadas com medidas para ampliar a segurança do paciente no hospital *Fonte: Fiocruz - Revisão dos estudos de avaliação da ocorrência de eventos adversos em hospitais - Mendes, W. et al. Rev Bras Epidemiol 2005; 8(4): 393-406

    A maior parte destas ocorrências poderiam ser evitadas com medidas para ampliar a segurança do paciente no hospital *Fonte: Fiocruz - Revisão dos estudos de avaliação da ocorrência de eventos adversos em hospitais - Mendes, W. et al. Rev Bras Epidemiol 2005; 8(4): 393-406

    Ocorrências Adversas

  • Ocorrências adversas

    Ocorrências adversas

  • PROGRAMA NACIONAL DE SEGURANÇA DO PACIENTE

    PROGRAMA NACIONAL DE SEGURANÇA DO PACIENTE

  • Ações

    Ações

    Implementação de seis Protocolos de Segurança do Paciente com foco nos problemas de maior incidência;
    Promoção de processos de capacitação e suporte à implementação de práticas seguras nos hospitais

    RDC 36/2013 da Anvisa que estabelece a obrigatoriedade de criação de Núcleos de Segurança do Paciente nos serviços de saúde em 120 dias (a partir de 27.07.2013 data de publicação no diário oficial) e da notificação de eventos adversos associados à assistência do paciente (15 dias após a ocorrência e nos casos de morte em até 72h);

    Edital de Chamamento Público do setor produtivo da saúde para proposição de medidas de ampliação da segurança dos pacientes em serviços de saúde.

    RDC: resolução do diretório colegiado

  • Comitê de Implementação e Monitoramento

    Comitê de Implementação e Monitoramento

    Representantes do governo, entidades de classe, sociedade civil e universidades :

    Ministério da Saúde: ANVISA, ANS, FIOCRUZ, SE, SAS, SVS, SCTI, SGTES
    Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS)
    Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (CONASEMS)
    Conselho Federal de Medicina (CFM)
    Conselho Federal de Enfermagem (COFEN)
    Conselho Federal de Odontologia (CFO)
    Conselho Federal de Farmácia (CFF)
    Organização Pan Americana de Saúde (OPAS)
    Pesquisadores com Notório Saber na área de Segurança do Paciente e Qualidade em Saúde.


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  • A maior parte destas ocorrências poderiam ser evitadas com medidas para ampliar a segurança do paciente no hospital *Fonte: Fiocruz - Revisão dos estudos de avaliação da ocorrência de eventos adversos em hospitais - Mendes, W. et al. Rev Bras Epidemiol 2005; 8(4): 393-406
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  • USO E ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAÇÕES
  • RDC 36/2013 DA ANVISA
  • CARTILHA: 10 PASSOS PARA A SEGURANÇA DO PACIENTE COREN - SP
  • Como aconteceu ?
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  • CATETERES E SONDAS: conexões corretas
  • CATETERES E SONDAS: Conexões corretas
  • SANGUE E HEMOCOMPONENTES: administração Segura
  • PACIENTE ENVOLVIDO COM SUA SEGURANÇA
  • COMUNICAÇÃO EFETIVA
  • SEGURANÇA NA UTILIZAÇÃO DA TECNOLOGIA
  • Referências