Curso Online de Gestão da Qualidade em Agronegócios
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- Alex Sales De Oliveira

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Verso do certificado Verso
  • Gestão da Qualidade em Agronegócios

    gestão da qualidade em agronegócios

  • I. Conceitos, Ferramentas e Metodologias Relacionas a Qualidade

    i. conceitos, ferramentas e metodologias relacionas a qualidade

  • Conceito de qualidade

    conceito de qualidade

    conjunto de atributos ou elementos que compõe o produto ou serviço e que são avaliados (objetivamente ou não) de forma dinâmica pelo consumidor.
    “qualidade é tudo aquilo que melhora o produto do ponto de vista do cliente”( deming, 1993).
    a qualidade é uma viagem em vez de um destino.

    dimensões: temporalidade e multiplicidade

  • Abordagens da qualidade

    abordagens da qualidade

    confiança no processo de produção
    aceitação do produto
    valor emocional associado ao produto
    confiança na marca
    adequação ao usuário (segmentação)
    impacto social e ambiental

  • Gestão da qualidade

    gestão da qualidade

    planejamento e implementação de esforços continuados, de todos os agentes da organização, no sentido de atender às necessidades do consumidor interno e externo da empresa.
    toda atividade que não contribua para o aumento do grau de ajuste do produto à demanda (atual e futura) é considerada como uma perda.

  • Sistemas de gestão da qualidade

    sistemas de gestão da qualidade

    estrutura organizacional desenvolvida para administrar os processos ou atividades da firma no sentido de transformar recursos (insumos) em produtos que atendam os objetivos da empresa - como satisfazer os padrões de qualidade dos clientes, atender a legislação, satisfazer objetivos ambientais e buscar a melhoria contínua do desempenho da empresa.

  • Evolução da qualidade de produtos e processos

    evolução da qualidade de produtos e processos

    tempo

    nível de qualidade

    processos não padronizados

    processos padronizados

    processos padronizados e inovadores

  • Grade de maturidade da gestão da qualidade

    grade de maturidade da gestão da qualidade

    adaptado de crosby, 1979.

  • Grade de maturidade da gestão da qualidade

    grade de maturidade da gestão da qualidade

  • Gestão da qualidade

    gestão da qualidade

    engajamento na política de qualidade da empresa

    diagnóstico: recursos internos e oportunidades de mercado

    planejamento, implementação, controle e correção de processos

    melhoria contínua

    foco no cliente

  • Ciclo PDCA

    ciclo pdca


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  • Gestão da Qualidade em Agronegócios
  • I. Conceitos, Ferramentas e Metodologias Relacionas a Qualidade
  • Conceito de qualidade
  • Abordagens da qualidade
  • Gestão da qualidade
  • Sistemas de gestão da qualidade
  • Evolução da qualidade de produtos e processos
  • Grade de maturidade da gestão da qualidade
  • Gestão da qualidade
  • Ciclo PDCA
  • Ferramentas de sistemas de qualidade
  • Evolução do escopo dos sistemas de qualidade
  • Sistemas de qualidade
  • Metodologias de qualidade
  • Gestão da Qualidade Total - TQM
  • TQC - Total Quality Control
  • Just in Time - JIT
  • 5S
  • 5 W 1 H
  • Escolas de qualidade
  • Relação entre qualidade e custos
  • Comparando os paradigmas da gestão de custos
  • Análise do custo da qualidade - COQ
  • Estrutura analítica para medir e controlar COQ
  • Relação entre qualidade e custos (Juran & Gryna, 1970)
  • Porém, para Deming qualidade é sem custo...
  • O custo da qualidade é um grande oportunidade quando a falta de qualidade representa um item de custo significativo.
  • Estima-se que para empresas que não adotam sistemas de qualidade, cada R$ 1,00 gasto em prevenção permite, após meses ou anos, economizar R$ 10,00 os gastos em avaliação e falhas.
  • Análise do custo da qualidade
  • II. Sistemas de qualidade no Agronegócios
  • Motivações: Busca de Qualidade e Segurança nos Alimentos
  • Tendências no mercado de alimentos
  • Importância de vários fatores na seleção de alimentos (Food Marketing Institute, 1990)
  • Ameaças à segurança do alimento percebida pelos consumidores (Food Marketing Institute, 1990)
  • No Brasil (ACNielsen - Revista Indústria de Laticínios, n.32, 2001: 12-14):
  • Motivações: Concorrência Vertical
  • Fatores
  • No Brasil, entre 1997 e 2001, a fatia de mercado das cinco principais redes varejistas (Grupo Pão de Açúcar, Carrefour, Bompreço, Sendas, Paes Mendonça e Sonae) evoluiu de 27% para 39% (BLECHER, 2002) – em 2002, esse percentual atinge 38,8% do mercado (ABRAS, 2003).
  • Produtos com marca de varejo
  • Motivações: Diferencias Produtos
  • Qualidade: fator estratégico
  • As 3 estratégias genéricas:
  • Variáveis de diferenciação
  • Níveis de um Produto
  • Atributos dos alimentos
  • Fatores para o sucesso de cadeias produtivas agroindustriais com foco na qualidade (Sylvander et al., 1998)
  • Estratégias de diferenciação no setor agroindustrial
  • “O processo de inovação de produto é parte de um amplo processo de marketing onde a consolidação de imagem de marca, mudanças de embalagem e publicidade estão fortemente envolvidos e relacionados” (Galizzi & Venturini, 1996:3)
  • Extensões das linhas de produtos
  • Perfil das inovações associadas à introdução de novos produtos no período 80-93 nos EUA
  • O sucesso de uma estratégia competitiva baseada na diferenciação de produto depende do número de dimensões nas quais ele pode diferenciar-se (principalmente embalagem, marca e preço), do avanço tecnológico capaz de modificar suas características, da “publicidade persuasiva” que pode induzir percepções subjetivas de diferença ou, de mudanças na renda, demografia ou gosto dos consumidores (CONNOR, 1981:609).
  • Em especial, considerando-se que dois terços das compras realizadas em supermercados são decididas depois que os consumidores encontram-se na loja (SCHOORMANS & ROBBEN, 1997), a escolha do canal de distribuição e o grau de promoção e serviços ofertados (CONNOR & SCHIEK, 1997) são fatores importantes como elementos de diferenciação.
  • Aparato Institucional Brasileiro
  • Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial-INMETRO
  • Atribuições do INMETRO
  • Associação Brasileira de Normas Técnicas-ABNT
  • Instituto Nacional de Propriedade Industrial - INPI
  • Código de Defesa do Consumidor
  • Ministério da Agricultura
  • Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA
  • 1. Sistemas de padronização
  • Conceito de padrão
  • O estabelecimento de padrões diminui os custos de transação entre os agentes (favorecendo economias de escala) porém, ao reduzir as diferenças entre produtos (variedade) baliza a concorrência pela variável preço.
  • O estabelecimento de padrões de produtos e processos restringe a relevância do conhecimento tácito na exploração de tecnologias e o potencial de diversificação das estratégias competitivas desenvolvidas pelos agentes setoriais.
  • A medida que a padronização ganha caráter setorial, menor é o espaço de estratégias individuais, e vice-versa. Essa é uma dinâmica dependente da fase de evolução das tecnologias exploradas e da origem das iniciativas de padronização.
  • Evolução das tecnologias e concentração setorial
  • “A padronização pode ser vista como um bem público a ser oferecida pelo governo, um bem coletivo a ser oferecido por uma associação profissional ou um bem privado quando é base para sustentação de estratégias individuais” (Farina, 2003).
  • Exemplos
  • 2. International Organization for Standardization - ISO
  • Características do sistema
  • Sistemas ISO 9000 e 14000
  • 3. Sistemas de certificação
  • Conceito de certificação
  • A certificação de produtos e processos garante ao consumidor a existência de qualidades intrínsecas ou extrínsecas não usuais no produto e, que não podem ser determinadas sem custo.
  • Processos de padronização e certificação envolvem custos e, portanto, devem gerar benefícios para sua adoção. A distribuição adequada de custos e benefícios entre os agentes de uma cadeia produtiva são resultado de esforços de coordenação e cooperação capazes de garantir a sustentabilidade do sistema.
  • A definição das normas e diretrizes da certificação, a responsabilidade por sua adoção e controle, assim como o arbítrio do conflito entre agentes da cadeia produtiva, pode ser de responsabilidade (mútua ou exclusiva) de instituições certificadoras externas, agencias governamentais, associações de classe/setoriais ou empresas privadas.
  • Certificação privada x pública
  • A OMC discute a questão da certificação como barreiras não tarifárias e a necessidade da criação de regulamentação internacional para os sistemas de certificação.
  • Exemplos
  • 4. Rastreabilidade
  • Conceito de rastreabilidade
  • Objetivos da rastreabilidade
  • Exemplos
  • 5. Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle
  • Origem e características
  • Etapas do sistema APPCC
  • 6. Sistemas de produção orgânica
  • “Considera-se sistema orgânico de produção agropecuária todo aquele em que se adotam técnicas específicas, mediante a otimização do uso dos recursos naturais e socioeconômicos disponíveis e o respeito à integridade cultural das comunidades rurais, tendo por objetivo a sustentabilidade econômica e ecológica, a maximização dos benefícios sociais, a minimização da dependência de energia não-renovável, empregando, sempre que possível, métodos culturais, biológicos e mecânicos, em contraposição ao uso de materiais sintéticos, a eliminação do uso de organismos geneticamente modificados e radiações ionizantes, em qualquer fase do processo de produção, processamento, armazenamento, distribuição e comercialização, e a proteção do meio ambiente” (Artigo 1 da Lei 10.831/2003).
  • Origens
  • Particularidades
  • Instituições
  • Motivações de consumo
  • 7. Denominações de Origem Geográfica
  • Lei de Propriedade Industrial 9279/96
  • Indicação de Procedência Vale dos Vinhedos (2001)
  • 8. Quality Function Deployment
  • Origens e conceito
  • O processo de QFD
  • A casa da qualidade
  • Fases do QFD
  • Mecanismos de escolha de produtos alimentares
  • Modelos multi-atributos, que se baseiam na noção de que o consumidor hierarquiza os diferentes atributos associados a um produto (a partir de critérios funcionais ou psicossociais), pecam ao não considerar a inter-relação entre esses atributos de forma a integrá-los em uma consideração da qualidade global (GRUNERT et al., 1997).
  • ZAJONC (1980:158) questiona modelos de avaliação do comportamento do consumidor que inferem um alto grau de sujeição da avaliação afetiva - a uma prévia análise cognitiva no qual discriminações de conteúdo são realizadas, características identificadas, examinadas em relação ao seu valor e pesadas em relação à sua contribuição. Ao contrário, para o autor, o processo de seleção e avaliação de valor é muito mais subjetivo, instantâneo e, de difícil verbalização do que considerado pela principal linha da psicologia moderna.
  • Nesse sentido, KÖSTER (1997:68) observa que “os consumidores clássicos comem e bebem sem analisar o que esses sentem”. “Eles sabem imediatamente se eles gostam de alguma coisa ou não”, mesmo que, em muitos casos, “lhes falta à capacidade de analisar suas sensações e, mesmo quando eles o conseguem, eles consideram muito difícil de descrevê-las concretamente”.
  • III. Estudos de Caso
  • Estudos de caso
  • Casos 1, 3, 4, 5: In: ZYLBERSZTAJN & SCARE, 2003. Caso 2: RÉVILLION, 2004. Caso 6: DE FREITAS & DE SOUZA, 2002. Caso 7: LEONELLI & DE AZEVEDO, 2001.
  • Análise dos casos