Curso Online de CUSTOS E ANALISES CONTABEIS
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Curso Online de CUSTOS E ANALISES CONTABEIS

A Contabilidade de Custos surgiu com o advento do sistema produtivo, ou seja, com a Revolução Industrial, na Inglaterra, no final do sécu...

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A Contabilidade de Custos surgiu com o advento do sistema produtivo, ou seja, com a Revolução Industrial, na Inglaterra, no final do século XVIII. O surgimento da contabilidade de custos aconteceu em decorrência do surgimento de empresas com sistema produtivo, que necessitavam de informações contábeis diferentes daquelas desenvolvidas pelas empresas comerciais da era mercantilista.

Historiador, Comercio Exterior, Estrategias Internacionais; Diplomacia, Relações Internacionais; Comércio Exterior, Religiões, Teologia, Gestão de Negócios, Consultoria Acadêmica, Gestão de Recursos Humanos, Negócios Internacionais; Economia Política, Filosofia, História da Filosofia; Filosofia da História;Administração Pública, Direito Internacional Publico e Privado, Direito do Trabalho. Direito tributário, Medicina do Trabalho, estrategias militares, Gestão da Coisa Pública. etc.


- Sânderson Paulo De Paiva Nunes

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  • CONTABILIDADE DE CUSTOS

    CONTABILIDADE DE CUSTOS

    Óscar Benjamim Constantino

  • 2. Introdução

    2. Introdução

    2.1 A contabilidade de custos
    A Contabilidade de Custos surgiu com o advento do sistema produtivo, ou seja, com a Revolução Industrial, na Inglaterra, no final do século XVIII. O surgimento da contabilidade de custos aconteceu em decorrência do surgimento de empresas com sistema produtivo, que necessitavam de informações contábeis diferentes daquelas desenvolvidas pelas empresas comerciais da era mercantilista.

  • O sistema desenvolvido nessa época visava avaliar os custos de transformação de cada processo e da mão-de-obra empregada, com o objetivo de fornecer referência para medir a eficiência do processo de produção. Atualmente a sobrevivência das organizações depende cada vez mais das práticas gerenciais de apuração, análise, controle e gerenciamento dos custos de produção dos bens e serviços, principalmente no atual ambiente de extrema competição.

  • Importante notar que durante muito tempo se pensou que a Contabilidade de Custos se referia apenas ao custeamento dos produtos e que servia somente às empresas industriais. Todavia, atualmente, esse ramo da Contabilidade é constituído de técnicas que podem ser aplicadas a muitas outras atividades, inclusive, e principalmente, aos serviços públicos e ainda às empresas não-lucrativas.
    A Contabilidade de Custos engloba técnicas de Contabilidade Geral e outras técnicas extras contábeis para o registro, organização, análise e interpretação dos dados relacionados à produção ou à prestação de serviços.

  • 2.1.1 Conceito e objetivos da contabilidade de custos

    2.1.1 Conceito e objetivos da contabilidade de custos

    Conjunto de registros especiais utilizados para identificar, mensurar e informar os custos dos produtos/serviços.
    Segundo George Leone:
    “ramo da função financeira que acumula, organiza, analisa e interpreta os custos dos produtos, dos estoques, dos serviços, dos componentes de organização, dos planos operacionais e das atividades de distribuição, para determinar o lucro, para controlar as operações e para auxiliar o administrador no processo e tomada de decisões e de planejamento”.

  • Para os diversos profissionais responsáveis pela administração das empresas, é fundamental o entendimento das principais técnicas contábeis, bem como dos Relatórios e demais informações emanadas da Contabilidade.
    Com base no domínio dessas técnicas, como usuários, suas tomadas de decisões gerenciais serão sensivelmente facilitadas.

  • A idéia básica de custos, atualmente, é de que eles devem ser determinados, tendo em vista o uso a que se destinam. A “diversidade de objetivos da Contabilidade de Custos torna difícil estabelecer um só tipo de custo da produção, que se adapte a todas as necessidades. Cada utilização de custo requer, de fato, diferentes tipos de custos”. Por isso, a Contabilidade de Custos, quando acumula os custos e os organiza em informações relevantes, pretende atingir três objetivos principais: a determinação do lucro, o controle das operações e a tomada de decisões.

  • 2.1.2. Da contabilidade financeira à de custos

    2.1.2. Da contabilidade financeira à de custos

    Até a Revolução Industrial (século XVIII), quase só existia a Contabilidade Financeira (ou Geral), que, desenvolvida na Era Mercantilista, estava bem estruturada para servir as empresas comerciais.
    A apuração do resultado de cada período era bastante simples. O cálculo era feito basicamente por diferença, computando o quanto possuía de estoques iniciais, mais compras do período, comparando com que ainda restava.

  • Estoques iniciais
    (+) Compras
    ( - ) Estoques Finais
    ( = ) Custos das Mercadorias Vendidas
    Deduzindo este montante das receitas obtidas nas vendas desses bens, chegava-se ao lucro bruto, do qual deduzindo as despesas necessárias à manutenção da empresa durante o período, à venda de bens e o financiamento de suas atividades chegamos ao resultado líquido e ao aparecimento da clássica demonstração de resultados da empresa comercial:
    Vendas .................................................................................... xxxxxx
    (-) Custos Mercadorias Vendidas
    Estoques iniciais ................................. xxxx
    (+) Compras ....................................... xxxx
    (-) Estoques Finais ............................. xxxx xxxxxx
    Lucro Bruto .................................................................... xxxxxx

  • (-) Despesas
    Comerciais (Vendas) ....................... xxxx
    Administrativas ............................... xxxx
    Financeiras ...................................... xxxx (xxxxxx)
    Resultado Líquido ............................................................ xxxxxx

    Com o advento das indústrias, tornou-se mais complexa o levantamento do balanço e apuração do resultado, para tanto se adaptou os critérios utilizados das empresas comerciais às empresas industriais.
    Assim, passaram a compor o custo do produto os valores dos fatores de produção utilizados para sua obtenção, deixando-se de atribuir àqueles outros que na empresa comercial já eram considerados como despesas no período de sua incorrência: despesas administrativas, de vendas e financeiras.

  • Com esta nova forma de se usar a Contabilidade de Custos, ocorreu seu maior aproveitamento em outros campos que não o industrial, tais como instituições financeiras, firmas de prestação de serviços, etc.
    O crescimento das atividades, a diversificação dos negócios, a dispersão geográfica, a sofisticação das finanças e da produção exigiram a delegação de parte dos controles e do gerenciamento das atividades administrativas, financeiras e produtivas da empresa.
    Naturalmente, foi cada vez mais crescente e significativa a necessidade da implantação de eficientes sistemas de relatórios gerenciais, para subsidiar as tomadas de decisões dos donos do capital (empresários), impossibilitados de participar rotineiramente de todas as fases dos processos administrativos e produtivos.


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  • CONTABILIDADE DE CUSTOS
  • 2. Introdução
  • 2.1.1 Conceito e objetivos da contabilidade de custos
  • 2.1.2. Da contabilidade financeira à de custos
  • 3. Terminologias aplicadas em custos
  • Pode ocorrer antes, durante ou após a entrada da utilidade comprada
  • Perda – bem ou serviço consumidos de forma anormal e involuntária
  • 4. Princípios contábeis e conceitos aplicados a custos
  • 4.1.2 Princípio da competência e da confrontação
  • 4.1.3 Consistência ou uniformidade
  • 4.1.4 Materialidade ou relevância
  • 4.2 OUTROS CONCEITOS APLICADOS À CONTABILIDADE DE CUSTOS
  • 4.2.2 Onde terminam os custos de produção
  • 5. Classificações dos custos e outras nomenclaturas
  • 5.1.1 Custos Diretos
  • 5.1.2 Custos Indiretos
  • 5.2 Custos fixos e custos variáveis
  • 5.2.1 Custos Fixos
  • 5.2.2 Custos Variáveis
  • Quadro resumo das relações de custo fixo e variável
  • 5.2.3 Despesas Fixas e Despesas Variáveis
  • 5.3 Outras nomenclaturas de custos
  • 6. Custeio por absorção e demonstração do resultado do exercício
  • 6.2 Apuração
  • 6.3 A demonstração de resultados da indústria – Custeio por Absorção
  • 6.4 Resumo
  • 7. Matéria-prima
  • 7.2 Perdas de Matéria-Prima
  • 7.3.1 Subprodutos
  • 7.3.2 Sucatas
  • 7.4 Composição do custo da matéria-prima
  • 7.4.1 Impostos na aquisição de materiais: IPI e ICMS
  • Tentando simplificar vamos ao seguinte exemplo:
  • 7.4.1 Métodos de Avaliação dos Estoques
  • 7.4.2.1CMPM – Custo Médio Ponderado Móvel ou MPM – Média Ponderada Móvel
  • 7.4.2.2 UEPS – Último a Entrar, Primeiro a Sair ou LIFO – Last-In, First-Out.
  • 7.4.2.3. Exemplo de Aplicação:
  • Entrada no estoque pelas compras realizadas
  • 2º MÉTODO: PEPS – Primeiro a Entrar, Primeiro a Sair
  • 3º MÉTODO: UEPS – Último a Entrar, Primeiro a Sair
  • Quadro comparativo do custo do material utilizado nos três métodos apresentados
  • 8. Mão-de-obra direta
  • 8.1 Encargos sociais e trabalhistas
  • Esses registros servem de base para o cálculo da folha de pagamentos
  • 8.3 Forma de apropriação do custo de mão-de-obra aos diversos produtos
  • Apuração do custo da mão-de-obra de cada unidade do Produto Delta
  • 8.4 Horas disponíveis e horas produtivas
  • 9. O Esquema Básico da Contabilidade de Custos (I)
  • 9.1.1 A separação ente custos e despesas
  • 9.2 O 1º passo: a separação entre custos e despesas
  • 9.3 O 2º passo: A apropriação dos custos diretos
  • 9.4 A apropriação dos custos indiretos
  • Teríamos então:
  • Quadro 9.3 - 5.3)
  • 9.5 Esquema básico
  • 9.6 Contabilização dos custos
  • 10. Esquema Básico da Contabilidade de Custos (II) – Departamentalização
  • 10.1.1 Departamentos e Centros de Custos
  • 10.1.1.2 Centro de Custos
  • 10.2 Por que Departamentalizar
  • Portanto, a atribuição dos Custos Indiretos e o cálculo do Custo Total ficariam: (Custo indireto médio por hora-máquina = $ 115.000 / 1.000 hm = $ 115/hm).
  • Estariam por esses valores acima os Custos Totais de Produção dos três produtos. Suponhamos, que após levantamento verificamos que: o produto D gasta um total de 400 hm, distribuídas nos setores de Corte, Montagem e Acabamento, enquanto que o produto E só passa pelo Corte, e o produto F só passa pelos setores Montagem e Acabamento. A distribuição total é assim levantada Quadro 10.2.2
  • Completando essa investigação adicional, verifica-se, também, que o gasto com os Custos Indiretos de Produção não é uniforme entre os setores, distribuindo-se
  • Quadro 10.2.4.
  • Quadro 10.2.5
  • Conclusão
  • 10.3 Custos dos Departamentos de Serviços
  • Quadro 10.3.1
  • Quadro 10.3.2
  • 10.3.6. Esquema Básico Completo
  • 11. Critérios de Rateio dos Custos Indiretos
  • 11.3 Influência dos custos fixos e dos custos variáveis
  • O rateio da Manutenção seria então feito da seguinte forma
  • 11.4 Importância da consistência nos critérios
  • 12. Custeio Baseado em Atividades (ABC)
  • 12.2 Os benefícios e as restrições do ABC
  • 12.3 Caracterização do problema
  • Veja a seguir os departamentos de produção e os gastos ocorridos em cada um deles:
  • 12.4 Atribuição dos custos indiretos de produção diretamente aos produtos – sem departamentalização
  • Os custos indiretos aplicados ficam
  • 12.7 Identificação e seleção dos direcionadores de custos
  • Levantamento das atividades relevantes dos departamentos Quadro 12.12
  • Quadro 12.13
  • Levantamento dos direcionadores de atividades Quadro 12.14
  • Direcionadores de custos das atividades Quadro 12.15
  • Não demonstraremos aqui o cálculo efetuado para todas as atividades, mas apresentamos, abaixo, o quadro com os custos unitários: Quadro 12.16 Custos Unitários
  • 12.8 Resumo
  • 13. Produção por ordem, Produção contínua e conjunta
  • 13.2 Distinção entre produção por ordem e produção contínua
  • 13.3 Produção conjunta
  • 13.3.1 Distinção entre co-produtos, subprodutos e sucatas
  • 14. Custos para tomada de decisões
  • Margem de contribuição
  • 14.2.1 Ponto de Equilíbrio Contábil
  • 15.2 O significado do preço
  • 15.4 Os objetivos
  • 15.5 Cálculo preço de venda com base nos custos
  • 16. Custos para Controle – Custo padrão
  • 16.2 Conceito de custo padrão ou standard
  • 16.3 Determinação do custo padrão
  • 16.4 Vantagens do custo-padrão
  • 16.5 Análise das variações entre o custo real e o custo-padrão
  • Exemplo
  • Análise das variações
  • Desta forma o resumo das variações de matéria-prima seria
  • EXERCÍCIOS
  • Exercício 1.
  • Exercício 2.
  • Exercício 3.
  • Exercício 4.
  • Exercício 5.
  • Último a Entrar, Primeiro a Sair (UEPS)
  • Efetue um resumo dos três critérios utilizados acima, utilizando a tabela a seguir
  • Exercício 9.
  • Exercício 10.
  • Exercício 11.
  • Exercício 12.
  • Exercício 13
  • Exercício 14.
  • Exercício 15.
  • Exercício 16
  • Exercício 17.
  • Horas de mão-de-obra necessárias para a produção de uma tonelada de cada produto
  • Exercício 18.
  • Exercício 19
  • Exercício 20
  • Exercício 21.
  • Os dados relativos à produção e vendas do período são
  • Exercício 22
  • Exercício 23.
  • Exercício 24
  • Assinalar falso (F) ou verdadeiro (V)
  • Exercício 25.
  • Exercício 26.
  • Exercício 27.
  • Exercício 28.
  • Exercício 29.
  • Durante o mês, o preço de venda, os custos de produção e as despesas foram
  • Exercício 30.
  • Exercício 31.
  • O colégio tem os seguintes custos e despesas por mês
  • Exercício 32.
  • Exercício 33.
  • Exercício 34.
  • Exercício 35.
  • 1.7 Bibliografia
  • F I M