Curso Online de Mães morrem
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Curso Online de Mães morrem

auto ajuda, o valor de dar amor enquanto é tempo

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auto ajuda, o valor de dar amor enquanto é tempo

Formada no Ensino médio, modalidade Normal, formação de professores para séries iniciais. Capacitada pela ANATED no curso de Capacitação de tutores. Bacharel em Serviço Social e Especialista em gestão Social: Políticas Públicas, Redes e Defesa de Direitos


"maravilhoso, recomendo a todos."

- Simone Efigenia Valenga Carossi

"O curso Maes Morrem feito por mim é muito bom e faz com que nos que ainda não somos mãe e não sabemos dar o valor merecido a elas comece des de já pois um dia todas as maes morem e dai... não precisamos esperar elas morrerem para depois dar valor... eu recomendo"

- Josana Romanini Saade

"Boa Tarde! Poderia ser mais aprofundado. Até, Marcia"

- Márcia De Fátima Gomes

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  • "em geral,
    as mães,
    mais que amar os filhos,
    amam-se nos filhos."
    (friedrich nietzsche)

    mães só morrem
    quando querem

  • "eu tinha 7 anos quando matei minha mãe pela primeira vez.

    eu não a queria junto a mim quando chegasse à escola em meu 1º dia de aula.

    eu me achava forte o suficiente para enfrentar os desafios que a nova vida iria me trazer.

  • poucas semanas depois descobri aliviado que ela ainda estava lá, pronta para me defender não somente daqueles garotos brutamontes que me ameaçavam, como das dificuldades intransponíveis da tabuada.

  • quando fiz 14 anos eu a matei novamente.

    não a queria me impondo regras ou limites, nem que me impedisse de viver a plenitude dos vôos juvenis.

  • mas logo no primeiro porre eu felizmente a redescobri viva.

    foi quando ela não só me curou da ressaca, como impediu que eu levasse uma vergonhosa surra de meu pai.

  • aos 18 anos achei que mataria minha mãe definitivamente.

    entrara na faculdade,iria morar em república, faria política estudantil, atividades em que a presença materna não cabia em nenhuma hipótese.

  • ledo engano:

    quando me descobri confuso
    sobre qual rumo seguir, voltei à casa materna.

    único espaço possível
    de guarida e compreensão.

  • aos 23 anos me dei conta de que a morte materna era possível, porém requereria muita lentidão...

    foi quando me casei, finquei bandeira de independência e segui viagem.

  • mas bastou nascer a primeira filha para descobrir que o bicho mãe se transformara num espécime ainda mais vigoroso
    chamado avó.

  • apesar de tudo, continuei acreditando na tese de que a morte
    seria bem demorada,
    e aos poucos fui me sentindo mais distante e autônomo, mesmo que a intervalos regulares,
    ela reaparecesse em minha vida
    desempenhando papéis importantes e únicos.

    papéis que somente ela
    poderia protagonizar...

  • mas o final dessa história, ao contrário do que eu sempre imaginei, foi ela quem definiu:

    quando menos esperava, ela decidiu morrer.


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