Curso Online de LIBRAS PARA TODOS
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Curso Online de LIBRAS PARA TODOS

Nosso objetivo é que o surdo conquiste sua total cidadania. o primeiro passo é a informação. O reconhecimento de uma língua própria, a LI...

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Nosso objetivo é que o surdo conquiste sua total cidadania. o primeiro passo é a informação. O reconhecimento de uma língua própria, a LIBRAS já foi uma vitória. Você tem ideia do que é LIBRAS?
Quero convidá-lo(a) a conhecer um pouco mais sobre ESSE MUNDO SILENCIOSO. Você vai ficar encantado(a) e ao mesmo tempo surpreso(a).
Que tal fazer esta diferença?

GRADUADA EM PEDAGOGIA PELA UNIASSELVI SANTA CATARINA; PÓS EM LIBRAS PELA UNIASSELVI; PROFESSORA E TRADUTORA INTÉRPRETE DE LIBRAS EM SALA DE RECURSOS PELO ESTADO E MUNICÍPIO DE SC; PROFESSORA ATUANTE DE LIBRAS PELA APODEF (ASSOCIAÇÃO DEFICIENTES FISICOS POMERODENSE); ATUO COMO INTÉRPRETE VOLUNTÁRIA NA REGIÃO.


- Maria José Da Siva

  • Aqui você não precisa esperar o prazo de compensação do pagamento para começar a aprender. Inicie agora mesmo e pague depois.
  • O curso é todo feito pela Internet. Assim você pode acessar de qualquer lugar, 24 horas por dia, 7 dias por semana.
  • Se não gostar do curso você tem 7 dias para solicitar (através da pagina de contato) o cancelamento ou a devolução do valor investido.*
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  • O IDIOMA DA INCLUSÃO
    L    I   B   R  A  S Língua Brasileira de Sinais é a língua materna dos Surdos Brasileiros e, como tal pode ser aprendida por qualquer pessoa interessada pela comunicação com essa comunidade.

  • A IMPORTÂNCIA DA LÍNGUA DE SINAIS 

    " QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE OUTRA PESSOA, EU ACEITO A PESSOA... QUANDO EU REJEITO A LÍNGUA, EU REJEITO A PESSOA PORQUE A LÍNGUA É PARTE DE NÓS MESMOS... QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS, EU ACEITO O SURDO, E É IMPORTANTE TER SEMPRE EM MENTE QUE O SURDO TEM O DIREITO DE SER SURDO. NÓS NÃO DEVEMOS MUDÁ-LOS, DEVEMOS ENSINÁ-LOS, MAS TEMOS QUE PERMITIR-LHES SER SURDO. “

    TERJE BASILIER ( PSIQUIATRA SURDO NORUEGUÊS ) 

  • DECRETO Nº 5.626, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2005.
    Regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000.

    O PRESIDENTE DA REPÚBLICA

    Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras e dá outras providências.
    Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º É reconhecida como meio legal de comunicação e expressão a Língua Brasileira de Sinais - Libras e outros recursos de expressão a ela associados.

    Está disponível: (www.feneis.com.br)

  • Conselhos Úteis no aprendizado e uso da LIBRAS

    Conselhos Úteis no aprendizado e uso da LIBRAS

    Para que um sinal seja produzido corretamente, é necessário observar: configuração de mão, ponto de articulação, movimento e expressão.
    Focalize o rosto do usuário da LIBRAS, não as mãos. Como usuário da LIBRAS, você aprenderá a ampliar seu campo visual.
    Caso não encontre um sinal para uma determinada palavra, lembre-se de que somente a comunidade surda poderá criá-lo.
    Não tenha receio de sinalizar e errar. O erro faz parte do processo de aprendizagem.
    Pode ser que em sua cidade, devido ao regionalismo, os surdos utilizem alguns sinais diferentes para a mesma palavra. Caso isto ocorra, busque conhecê-los também com o próprio surdo.

  • Nem sempre você encontrará um sinal que signifique exatamente a palavra que deseja empregar. Caso isso ocorra, procure um sinal que mais se aproxime. Ex.:(CONFECCIONAR – PODE SER USADO O MESMO SINAL DE FAZER - sinal em LIBRAS).

    Quando conseguir se comunicar com um surdo Informe aos surdos sobre o que acontece ao seu redor;

    Procure dar ao surdo o máximo de informações visuais. Ex.: campainha luminosa para início e término de qualquer atividade;

    Em fim seja disciplinado e com as orientações do curso verá que logo irá se socializar com um surdo.

  • INTRODUÇÃO

    INTRODUÇÃO

    Comunicação :Existem várias formas de comunicação gestual: Português sinalizado; Libras; mímica; alfabeto manual, comunicação total, bilinguismo e outros.
    Libras:(Língua Brasileira de Sinais), Como língua, esta é composta de todos os componentes pertinentes às línguas orais, como gramática semântica, pragmática sintaxe e outros elementos preenchendo, assim, os requisitos científicos para ser considerada instrumento lingüístico de poder e força.
    É uma língua viva e autônoma, reconhecida pela lingüística. Pesquisas com filhos surdos de pais surdos estabelecem que a aquisição precoce da Língua de Sinais dentro do lar é um benefício que contribui para o aprendizado da língua oral como Segunda língua para os surdos.

  • Os estudos mostram que a Língua de Sinais apresenta uma organização neural semelhante à língua oral, ou seja, que esta se organiza no cérebro da mesma maneira que as línguas faladas. É clara a necessidade da criança crescer dentro de um ambiente que possibilite o aprendizado natural da língua de sinais como primeira língua, que permite a criança o desenvolvimento das suas capacidades cognitivas linguísticas e social análogo como uma criança ouvinte podendo descobrir o mundo em sua volta.

    “O surdo é um estrangeiro em sua própria casa ou País” pesquisador (ouvinte) uruguaio Carlos Sánchez.

  • A TRAJETÓRIA DOS SURDOS

    A TRAJETÓRIA DOS SURDOS

    A comunidade não surda escondia as deficiências, e acabou criando guetos para os sujeitos Surdos. Não os aceitava como membros da sociedade como um todo. Estes fatos são escritos e narrados por diversos autores. Podemos lembrar um exemplo antigo no livro Bíblico de Marcos, no seu Evangelho, quando Jesus Cristo fez os Surdos falarem e ouvirem pelo milagre divino, ou seja a sociedade só aceitavam pessoas falantes. Isso já naquela época. Também nos seus livros, Platão e Aristóteles, ao tratarem do planejamento das cidades gregas, recomendavam que as pessoas nascidas com qualquer deformidade deveriam ser eliminadas. Se daria pela exposição ao sol, abandono ou, ainda, atiradas do alto da montanha. Segundo a concepção de Aristóteles, é impossível educar as pessoas Surdas: “[...] mudos também são Surdos: eles podem ter vozes, mas não podem falar palavra alguma” (SANCHÉZ, 1990, p. 31).

  • DESMISTIFICAÇÃO: Contribuição da Igreja

    DESMISTIFICAÇÃO: Contribuição da Igreja

    A desmistificação começou a mostrar que os restos da audição, viabilizavam a capacidade de ouvir como os demais cidadãos. Os padres, frades ou monges, foram os primeiros a tentarem criar métodos, já que a igreja na época era a grande responsável pela educação dos cidadãos. Isso aconteceu na Espanha Pedro Ponce de León, que se tornando monge ensinava surdos a falar e fazer a leitura labial. Ponce também ensinava o método dactilológico, que já era usado em alguns mosteiros, onde era exigida a regra do silêncio, Ponce é considerado o “Pai da Educação dos Surdos, Juan Pablo Bonet, considerado um dos primeiros a defender o método oralista.

  • Continuação: Ao criarem uma forma de comunicação no sistema de silêncio, sem perceber criaram o alfabeto manual, ou seja comunicação por meio das mãos já que não podiam oralizar dentro dos monastérios, contribuíram para eliminar a exclusão dos surdos, e  esse meio de comunicação foi positiva aos sujeitos surdos, pois os mesmos foram se inserindo a sociedade, se tornando sujeitos críticos, criativos e inovadores, sendo protagonistas de sua própria historia, criando as associações, movimentos sociais.

  • Continuação: Isso se deu também graças a introdução do “alfabeto manual”, ou o que chamamos de “alfabeto datilológico (digital)” que foi inventado por Charles de L’Epée, (17121789), em 1579 por um italiano chamado Rosselius. Já o nome do alfabeto foi dado por um surdo, Saboreu de Fontenay. este alfabeto é a substituição das letras escritas por movimentos feitos com os dedos das mãos.


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  • Conselhos Úteis no aprendizado e uso da LIBRAS
  • INTRODUÇÃO
  • A TRAJETÓRIA DOS SURDOS
  • DESMISTIFICAÇÃO: Contribuição da Igreja
  • Oralização; expressões faciais INTERROGATIVAS:
  • Dactilologia, ou do alfabeto manual.
  • Números Cardinais em Libras
  • Números Ordinais
  • VERBOS
  • ADJETIVOS
  • Curiosidades surdas sobre animais
  • DIFERENÇA DO NOSSO PORTUGUÊS E A ESCRITA DO SURDO.
  • REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS