Curso Online de Infecção do Trato Urinário

Curso Online de Infecção do Trato Urinário

Prepara o profissional de enfermagem para o atendimento e manejo clínico da ITU abordando desde fisiopatologia ao tratamento.

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Prepara o profissional de enfermagem para o atendimento e manejo clínico da ITU abordando desde fisiopatologia ao tratamento.

É enfermeiro, membro da Associação de Medicina Intensiva Brasileira - AMIB, membro da Sociedade Mineira de Terapia Intensiva -SOMITI e membro do Colégio Brasileiro de Enfermagem em Emergência - CBEEM. Foi monitor da Unidade de Ensino Enfermagem em URG/EMERG - FAENC/UNEC, membro da Liga Acadêmica de Urgência, Emergência e Terapia Intensiva da Faculdade de Medicina de Caratinga - FAMEC / UNEC. Realizou estágio extra-curricular no Centro de Terapia Intensiva Adulto e Neonatal do Hospital Nossa Senhora Auxiliadora, onde atuou na assistência e supervisão de enfermagem. Foi pesquisador Júnior do Centro Universitário de Caratinga - UNEC/FAPEMIG po 03 anos. Atualmente é enfermeiro da Unidade de Terapia Renal Substitutiva da cidade de Caratinga / MG. Pós graduando em nefrologia pela Universidade Gama Filho. Email: adfctga@hotmail.com



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  • INFECÇÕES DO TRATO URINÁRIO

    INFECÇÕES DO TRATO URINÁRIO

    BELO HORIZONTE / MG
    2012

    Enf. Alan Diniz Nefrologia – UGF
    COREN MG 277.716

  • INTRODUÇÃO

    INTRODUÇÃO

    Definição;
    Vias;
    Frequentemente encontradas na prática clínica.
    Maior causa de admissão hospitalar.
    Classificação.

    Enf. Alan Diniz Ferreira – COREN MG 277.716

  • EPIDEMIOLOGIA

    EPIDEMIOLOGIA

    Segunda infecção mais comum no ser humano;
    Diferença entre os sexos;
    Nos hospitalizados submetidos à cateterismo, a presença de sistema de drenagem de urina aberto -> bacteriúria em 100% dos casos, após quatro dias.
    50% do total das infecções nosocomiais, em custo, 14% do valor total gasto com essas infecções.
    1/3 mulheres pelo menos 1 episódio ITU antes dos 24 anos;
    50% mulheres pelo menos 1 episódio ITU na vida.

    Enf. Alan Diniz Ferreira – COREN MG 277.716

  • EPIDEMIOLOGIA

    EPIDEMIOLOGIA

    Risco aumentado em sub-populações específicas:
    Crianças;
    Gestantes;
    Idosos;
    Imunossuprimidos;
    Hiv+ ;
    Anorm. urológicas.
    Incidência exata difícil devido não exigência de notificação.
    Relação sexual aumenta até 9x o risco de ITU.

    Enf. Alan Diniz Ferreira – COREN MG 277.716

  • ETIOLOGIA

    ETIOLOGIA

    Aeróbias Gram-negativas (Escherichia coli, Proteus mirabilis, Klebsiellasp, Enterobacter sp, Pseudomonas aeruginosa, Serratia sp, Morganella morganii, Providencia stuartii);
    E. Coli -> 90%
    Cocos Gram-positivos (Staphylococci, Streptococci grupos D e B);
    Bactérias anaeróbias (Bacteroides fragilis, Peptostreptococci);
    Chlamydia trachomatis, Ureaplasma urealyticum, Gardnerella vaginalis;
    Outros agentes, como fungos, leveduras e vírus.

    Enf. Alan Diniz Ferreira – COREN MG 277.716

  • FISIOPATOLOGIA

    FISIOPATOLOGIA

    Classificação;
    3 vias: Ascendente, hematogênica e linfática;
    Como regra, a entrada da infecção urinária dá-se por via ascendente/ retrógrada.

    Enf. Alan Diniz Ferreira – COREN MG 277.716

  • FISIOPATOLOGIA

    FISIOPATOLOGIA

    Via Ascendente:
    Basicamente em mulheres e crianças de ambos os sexos;
    Colonização periuretral;
    Competição com a flora local e do pH vaginal.
    Mecanismos iniciais do PI: Nível de IgA local, bem como a existência de fatores de aderência bacteriana, como fímbrias, adesinas e hemolisinas;
    Uretra feminina;

    Enf. Alan Diniz Ferreira – COREN MG 277.716

  • FISIOPATOLOGIA

    FISIOPATOLOGIA

    As bactérias podem, por via retrógrada atingir ureter, pelve e parênquima renal:
    Refluxo vesicouteral prévio / edema infeccioso;
    Alterações do peristaltismo ueteral + aderência bacteriana;
    Na pelve ascendem aos túbulos através das extremidades das papilas, espalhando-se pelo parênquima;
    Refluxo pielotubular + obstrução urinária + pressão na pelve renal – FATORES FACILITADORES.

    Enf. Alan Diniz Ferreira – COREN MG 277.716

  • FISIOPATOLOGIA

    FISIOPATOLOGIA

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  • FISIOPATOLOGIA

    FISIOPATOLOGIA

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  • FISIOPATOLOGIA

    FISIOPATOLOGIA

    Enf. Alan Diniz Ferreira – COREN MG 277.716

    VIA ASCENDENTE Resumo

    Particularidades anatomicas e funcionais do trato urinário feminino

    Aderencia mediada por fimbrias (fixar a bacteria no endotelio)
    +
    Produção de toxinas (hemolisinas,proteases)
    +
    Quebra da barreira endotelial
    =
    Invasão tecidual
    =
    ITU

    Ptn de Tamm-Horsfall;
    o muco vesical;
    a secreção local de IgA e IgG;
    o esvaziamento normal da bexiga;
    Fluxo urinário;
    hipertonicidade,
    pH baixo e presença de ácidos orgânicos
    =
    dificultam a invasão tecidual

    VIRULÊNCIA BACTERIANA

    MECANISMOS DE DEFESA

    relação sexual
    uso espermicida
    uso prévio ATB
    disfunção tr.urinario
    dim. Estrógenos gestação
    DM

    FATORES PREDISPONENTES


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