Curso Online de Nr12- segurança

Curso Online de Nr12- segurança

Criada em 8 de junho de 1978 pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a Norma Regulamentadora número 12, ou NR 12, tem como objetivo ...

Continue lendo

Autor(a):

Carga horária: 9 horas


Por: R$ 49,90
(Pagamento único)

Mais de 20 alunos matriculados no curso.

Certificado digital Com certificado digital incluído

Criada em 8 de junho de 1978 pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a Norma Regulamentadora número 12, ou NR 12, tem como objetivo garantir que máquinas e equipamentos sejam seguros para o uso do trabalhador.

Tecnico e eletronica e imfomatica manutencao de celulares. Autor de varios livros. Afiador de alicate de cuticulas a 15anos esta aprendir com meu avo e sigo ater tiver focas para segurar um alicate



  • Aqui você não precisa esperar o prazo de compensação do pagamento para começar a aprender. Inicie agora mesmo e pague depois.
  • O curso é todo feito pela Internet. Assim você pode acessar de qualquer lugar, 24 horas por dia, 7 dias por semana.
  • Se não gostar do curso você tem 7 dias para solicitar (através da pagina de contato) o cancelamento ou a devolução do valor investido.*
  • Adquira certificado ou apostila impressos e receba em casa. Os certificados são impressos em papel de gramatura diferente e com marca d'água.**
* Desde que tenha acessado a no máximo 50% do material.
** Material opcional, vendido separadamente.

Modelo de certificados (imagem ilustrativa):

Frente do certificado Frente
Verso do certificado Verso
  • NR-12

    MANUAL DE ORIENTAÇÃO SINDICAL E TRABALHISTA
    VOLUME ii
    SEGURANÇA NO TRABALHO
    EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS

  • MANUAL DE ORIENTAÇÃO SINDICAL E TRABALHISTA
    VOLUMEii
    SEGURANÇA NO TRABALHO
    EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
    NR-12

  • FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO DISTRITO FEDERAL - FIBRA
    Diretoria Quadriênio 2014/2018
    Diretoria Executiva
    Presidente: Jamal Jorge Bittar
    1º Vice-Presidente: Elson Ribeiro Póvoa
    2º Vice-Presidente: João Batista Alves dos Santos Diretor-Secretário: Paulo Eduardo Montenegro de Ávila e Silva
    Vice-Diretor Secretário: Júlio Cesar Medeiros de Oliveira
    Diretor-Financeiro: Antônio Eustáquio de Oliveira Vice-Diretor Financeiro: Deusdete Bernardes da Silva
    Diretor de Assuntos de Desenvolvimento Sindical e Relações do Trabalho: Fernando Japiassu
    Vice-Diretor de Assuntos de Desenvolvimento Sindical e Relações do Trabalho: Luiz Carlos Botelho Ferreira
    Diretor de Assuntos de Desenvolvimento Tecnológico: Graciomário de Queiroz
    Vice-Diretor de Assuntos de Desenvolvimento Tecnológico: João Carlos Pimenta
    Diretor de Assuntos de Defesa de Interesse Industrial: Walid de Melo Pires Sariedine
    Vice-Diretor de Assuntos de Defesa de Interesse Industrial: Giovani Antônio Dias
    Diretor de Assuntos de Meio Ambiente: Marcontoni Bites Montezuma
    Vice-Diretor de Assuntos Ambientais: Guillermo Amaral Funes
    Vice-Presidentes
    Luiz Afonso Delgado Assad Jorge Luiz Salomão
    José Wilson Silva Correa
    Dionizio Antônio Martins Klavdianos Bráulio Pereira de Souza
    Élvio Barbosa de Souza José Cláudio de Lima Lopes Karina de Lima Szervinsk
    Maria do Socorro Sousa Vale José Marcos Zandonadi
    Diretores
    Izídio Santos Junior
    Pedro Henrique Achcar Verano Paulo Roberto de Souza Walquiria Pereira Aires
    José Edmilson Barros de Oliveira Neto Mário Vieira França
    Paulo Roberto de Morais Muniz José Olímpio Neto
    Marcelo Machado Guimarães Humberto Cenci
    Fernando Antônio Santos Olivieri Raimundo Alves da Silva Raimundo de Jesus de Lima Alves Paulo Sarkis Antônio
    Gerson Carneiro Spindola Júnior
    Conselho Fiscal
    Titulares Deyr Corrêa
    Rodrigo Clavis Perez de Almeida Suplentes
    Rui Soares Barros Jobson Theiss Marques
    Delegados Representantes junto à CNI
    Titular
    Jamal Jorge Bittar Elson Ribeiro e Póvoa Suplentes
    Paulo Eduardo Montenegro de Ávilla e Silva Luiz Carlos Botelho Ferreira

  • F443n

    Fibra.
    NR- 12: segurança no trabalho em máquinas e equipamentos: manual de orientação sindical e trabalhista. / Fibra. Brasília: Fibra, 2015.
    94 p.: v.2.

    Relações de trabalho 2. NR-12
    Título

    CDU 67.05 (094)
    @2015 Federação das Indústrias do Distrito Federal
    É autorizada a reprodução ou parcial desta publicação, desde que citada a fonte.

    FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO DISTRITO FEDERAL - FIBRA
    Presidente
    Jamal Jorge Bittar
    Diretor de Assuntos de Desenvolvimento Sindical e Relações do Trabalho
    Fernando Japiassu
    Assessoria de Assuntos de Desenvolvimento Sindical e Relações do Trabalho Assessora
    Leonice Xavier Nunes
    Equipe Técnica
    Lívia Medeiros Ramos Polyana Campos Mendes Consultoria
    Estat Brasil SP Consultoria S/C Ltda Márcia Maria Biaggio CREA 5060568623 Supervisão Técnica
    Leonice Xavier Nunes
    Revisão
    Rafaela Anselmo
    Assessoria de Imprensa da Fibra Assessora
    Suzana Pólido de Moura Leite Campos Projeto Gráfico e Diagramação Natália Rocha Santos

  • SUMÁRIO

    Palavra do Presidente
    Palavra do Diretor Apresentação Introdução
    As Normas Regulamentadoras e a NR-12 NR-12 - Noções gerais
    Gestão de riscos no ambiente de trabalho Gestão de riscos em máquinas e equipamentos Capacitação
    Requisitos para a aquisição de máquinas e equipamentos adequados à NR-12 Fiscalização
    Conclusão Anexos setoriais Sesi Brasília Senai DF Glossário
    Notas citadas Referências
    13
    17
    21
    25
    34
    35
    36
    38
    40
    85
    91
    93
    94
    95

  • PALAVRA DO PRESIDENTE

    O setor industrial enfrenta, cotidianamente, inúmeras mudanças na legislação brasileira que emperram a competitividade das em- presas, travando a produção, desencorajando os empresários a investir e a contratar nova mão de obra. Nesse escopo, pode-se citar a Norma Reguladora nº 12, que adota medidas de proteção para o trabalho em máquinas e equipamentos, com o objetivo de garantir a saúde e a integridade física dos trabalhadores.
    Embora de motivação nobre, a NR 12 exige muito mais que sua fi- nalidade e acaba por colocar 100% das empresas nacionais na ile- galidade. Isso porque normatiza obrigações e adequações para máquinas e equipamentos já instalados em todo parque fabril brasileiro, desconsiderando, assim, os que estavam em conformi- dade com a legislação vigente à data de sua fabricação flagran- te situação de traição à segurança jurídica.
    E elevados serão os custos da adequação da norma. Estimativas
    apontam a necessidade de um investimento inicial de mais de R$ 100 bilhões para todos os seg- mentos econômicos. A NR 12, portanto, impactará ainda mais as micro e pequenas empresas do País, pois não leva em consideração a particularidade e o tratamento diferenciado já adotado no Brasil para essa categoria de empresas, por meio da Constituição Federal (art. 170 e 179) e da Lei Complementar 123/06.

    Falo, ainda, de um texto altamente complexo, com inúmeras regras subjetivas - que abrem um enorme leque de interpretações, gerando, mais uma vez, ambiente de insegurança jurídica para as indústrias. A norma iguala obrigações para fabricantes e usuários.
    Recentemente, Alexandre Furlan, presidente do Conselho das Relações de Trabalho da Confede- ração Nacional da Indústria (CNI), reiterou em matéria veiculada na grande imprensa, que ‘essa insegurança jurídica decorre do fato de não haver, no País, uma certificação que ateste a confor- midade da máquina ou do equipamento com as novas exigências da NR 12. Na prática, significa estar a critério do auditor fiscal do trabalho, ao seu arbítrio, aferir a conformidade ou não do equipamento à legislação’.

    Os números falam por si. Ao fazer um paralelo entre os quatro anos anteriores à vigência da NR 12, de 2007 a 2010, com os posteriores, de 2011 a 2014, nota-se um aumento expressivo de interdi- ções - passando de 9,3 mil para 30,8 mil - e autuações de 4,7 mil para 24,7 mil em todo o País.
    Nesse contexto, o DF é a terceira unidade da Federação que mais teve empresas interditadas por não se adequar à norma, ficando atrás, apenas, de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul, que ocupam o 1º e o 2º lugar, respectivamente.
    Mas, mesmo diante da difícil adequação da norma por parte das empresas, não cabe em nosso discurso ‘fechar as portas’. A NR 12 está em vigor e seus requisitos têm que ser atendidos. Assim, na contínua defesa de interesses do setor, a Federação das Indústrias do DF (Fibra) lança este manual como subsídio para adaptação prática do parque fabril.

    Sigamos em frente!
    Jamal Jorge Bittar Presidente da Federação das Indústrias do Distrito Federal

  • PALAVRA DO DIRETOR

    A Norma Regulamentadora nº 12 Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos tem proporcionado grande insegurança e preocupação aos empresários. Além dos riscos inerentes à atividade empresarial, atualmente tem se agigan- tado o aumento de passivos trabalhistas. A norma requer no- vos conceitos no maquinário utilizado no Brasil, o que onera a adequação e muitas vezes esse valor é superior ao da má- quina que, em tempos atuais, está subutilizada. Há casos de modernas máquinas importadas cuja adequação eliminaria a garantia de fábrica.

    Algumas máquinas foram adquiridas levando-se em conta seus longos anos para depreciação. Um parque fabril é cons- truído, por vezes, ao longo de uma vida. Não se joga tudo fora e começa tudo de novo em tempo célere, pois em se tra-
    tando de robustos equipamentos a amortização e o tempo de vida é para ser longínquo. Empre-
    sas tradicionais não podem perder longevidade, pois seria um desastre para o país, e precisam estar fortes para desencorajarem a concorrência externa.
    Assim como os trabalhadores empregados, os trabalhadores empregadores muitas vezes ope- ram máquinas em suas fábricas, bem como seus entes a exemplo de irmãos e filhos. Há que se aperfeiçoar este caminho de transição tecnológica, tendo o Estado como parceiro em busca de máquinas cada vez mais produtivas, com o máximo de segurança ao operador e a custo menos impactante, com incentivos governamentais, menos punições onerosas aos usuários e prazos distintos para os fabricantes das máquinas.
    Num país com 94% de micro e pequenas empresas, não ajuda o estigma de que todos os em- pregadores contam com altas receitas, o que é uma imensa inverdade e num momento de mui- ta austeridade. Os trabalhadores empregadores têm que buscar, junto com seus colaboradores, uma segurança máxima em seus ambientes de trabalho, o que começa com educação básica e profissional. Do ponto de vista econômico, o cenário atual é dos piores possíveis, onde muitas empresas sobrevivem com elevado grau de endividamento bancário e de passivos trabalhistas ocultos. Segurança no ambiente de trabalho é fundamental, mas tem que ocorrer de modo gra- dativo e de acordo com as possibilidades da empresa e da relevância dos riscos do equipamento.

    Uma nação se desenvolve com trabalhadores empregadores e empregados unidos no aprimo- ramento de suas relações. Vivemos numa democracia onde qualquer cidadão pode abrir uma empresa, e muitos empregados de hoje podem ser os empregadores de amanhã. Mas as adver- sidades são tamanhas que nem todos se encorajam mais a empreender, pois carecemos de um ambiente de negócios mais favorável em prol de um Brasil empreendedor.
    Um sábio discernimento de suas interpretações e bons negócios a todos!
    Fernando Japiassu Diretor de Assuntos de Desenvolvimento Sindical e Relações do Trabalho

  • APRESENTAÇÃO

    O segundo volume do Manual de Orientação Sindical e Trabalhista tem o propósito de oferecer às indústrias um importante subsídio técnico e prático sobre a Norma Regulamentadora no 12 - Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos, de modo a esclarecer a complexidade da norma e a dificuldade de adequação ao requisito legal pelas empresas, cuja implementação deve ocorrer em curto, médio e longo prazo.

    Para ilustrar tal complexidade, como a legislação varia de um país para outro, uma máquina fabri- cada na Europa, por exemplo, pode não se adequar às exigências da NR. Ademais, para a adequa- ção de equipamentos antigos o custo é altíssimo.

    O conteúdo aqui apresentado não se destina a oferecer soluções aos riscos ou medidas de prote- ção às empresas. Propõe apenas uma forma de obedecer aos requisitos estabelecidos pela NR-12.

    Com relação aos riscos e proteção às máquinas, equipamentos e, sobretudo, ao ambiente de tra- balho, os assuntos abordados possuem caráter informativo, cujo objetivo é orientar os primeiros passos no cumprimento dos requisitos mínimos.

    A observação dos apontamentos deste documento permitirá adequações práticas. Como resul- tado, processos seguros em relação à segurança dos operadores de máquinas ou equipamentos.

    Diante dessas informações é importante que reflita sobre o que tem feito em relação a esse tema. Ou ainda, relacione o que consegue adequar, planeje o que deverá fazer para concluir a adequação.

  • INTRODUÇÃO

    1 Constituição Federativa do Brasil, Artigo 7º, Inciso XII. Disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constitui- cao.htm
    2 Lei Federal 8.213. Disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8213cons.htm
    3 A NR-12 integra o pacote das Normas Regulamentadoras voltadas à saúde e à segurança do trabalho.
    A boa produtividade nas indústrias se dá a partir de ambientes seguros e saudáveis, nos quais o trabalhador encontra as condições necessárias para desempenhar suas funções e cumprir suas tarefas diárias.

    Nesse contexto, recordemos o que a lei estabelece.

    A Constituição Federal de 1988, em seu artigo 7°, menciona que é direito do trabalhador a “redu- ção dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e segurança”.1 Além disso, a Lei Federal no 8.213, art. 19, § 2º - da Lei de Benefícios da Previdência Social - afirma que “acidente do trabalho é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa ou pelo exercício do trabalho dos segurados referidos no inciso VII do art. 11 desta Lei, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte ou a perda ou redução, permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho”2.

    Segundo dados do Ministério da Previdência Social, cerca de 700 mil casos de acidentes do traba- lho são registrados no país todos os anos isso sem contar os casos não notificados. Entre outras causas de acidentes, estão o maquinário velho e sem proteção e o acesso às zonas de perigo oferecidos por estes, que poderia ser evitado caso houvesse a observância das normas aplicáveis.

    Para contribuir com a redução das causas dos acidentes, que podem ocorrer em diversas situa- ções dentro de uma empresa (limpeza, manutenção, instalação ou no decorrer do uso para o processo de fabricação) , o Ministério do Trabalho e Emprego atualizou a norma que trata deste assunto, a NR-123 , publicada no Diário Oficial da União D.O.U. em 24 de dezembro de 2010, re- dação dada pela Portaria SIT nº 197 de 17 de dezembro de 2010 (atualizada pela Portaria MTE nº 1.893, de 09 de dezembro de 2013).

  • AS NORMAS REGULAMENTADORAS E A NR-12

    13

    4Manual de Legislação Segurança e Medicina do Trabalho.
    As normas regulamentadoras em relação às leis trabalhistas
    A Portaria nº 3.214 de 8 de junho de 1978, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), aprovou as Normas Regulamentadoras NR’s4 relativas à Segurança e Medicina do Trabalho, prevista no título II, capítulo V, seção I, art. 154, da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

    O que são as Normas Regulamentadoras?
    Instrumentos legais editados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) que norteiam as obri- gações dos estabelecimentos de qualquer natureza em relação à saúde e à segurança do traba- lhador.

    Seu descumprimento pode resultar em notificação, multa, interdição ou embargo do ambiente específico, das máquinas/equipamentos ou, ainda, do estabelecimento inteiro em ações regressi- vas por parte do INSS, além de, por conseguinte, prejudicar a imagem da empresa.

    Nas páginas seguintes, abordaremos especificamente a NR-12 Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos.

    Prazo para adequação à NR-12
    O prazo, que expirou em 2013, foi definido em função de máquinas/equipamentos novos ou usa- dos e por item da respectiva norma regulamentadora. Mas, agora, cabe à empresa compreender e planejar o mais rápido possível sua adequação.

    Portanto, adequar-se à NR-12 deve ser preocupação prioritária de todos os envolvidos no proces- so produtivo (fabricante, distribuidor, empresários, Ministério Público e Ministério do Trabalho e Emprego, entre outros), uma vez que a referenciada norma trata da segurança no trabalho.

    Nota: Prazo esgotado!!!!
    O que a NR-12 estabelece?
    A NR-12 estabelece parâmetros para a prevenção de acidentes e de doenças do trabalho a partir do uso de máquinas e equipamentos de todos os tipos. É importante destacar que a Norma trata também dos riscos do ambiente de trabalho, e não apenas de máquinas e equipamentos.

    Trata, ainda, das fases de fabricação, importação, comercialização, exposição e cessão, sendo um requisito de extrema importância para fabricantes e distribuidores.

  • Poderá haver mudanças nesta Norma?
    Há um documento elaborado pela Confederação Nacional da Indústria - CNI, no final de 2012, intitulado de 101 Propostas para Modernização Trabalhista, que sugere alterações a serem estuda- das e debatidas, entretanto, atualmente, nada tramita para a aprovação.

    O documento traz uma série de reivindicações dos empregadores, dentre elas, medidas para ne- gociações e estímulo à regularização da infração, além do pedido de suspensão da norma até sua adequação.

    Apesar das tentativas de suspensão da norma, em 15 de abril de 2014, foi emitida Nota Técnica5, pelo Ministério Público do Trabalho e Procuradoria Geral do Trabalho, afirmando ser impossível o atendimento da solicitação, mesmo que temporariamente, pois isso infringiria o inciso XXII, do artigo 7º, da Constituição Federal - CF, que discorre sobre a melhoria contínua da gestão de riscos.

    Atualmente, o Ministério do Trabalho e Emprego - MTE analisa uma proposta de julho de 2014, com nova redação da NR-12, na qual há diversas alterações no texto, justamente para evitar inter- dições e autuações, mas nada foi aprovado até o momento.

    O impacto da adequação à NR-12 para a indústria
    A entrada em vigor da nova Norma Regulamentadora vem causando polêmicas como há muito tempo não se via na indústria em relação às questões legais.

    Empregadores de diversos setores e portes que contam com equipamentos antigos são os que mais sofrem com a aplicação da NR-12, pois é consenso que a indústria não está preparada para abastecer o mercado com equipamentos mais seguros e que os altos custos inviabilizam as ade- quações dos maquinários antigos.

    Empresas que já começaram a providenciar a análise dos riscos, não encontram fornecedores capazes de desenvolver as proteções necessárias.

    Deve-se considerar, ainda, que muitos equipamentos em uso têm vida útil acima de trinta anos e não permitem as adequações exigidas pela norma, nem tampouco possuem manuais técnicos (requisito da NR-12).

    A nova NR-12 terá um enorme impacto financeiro em diversos setores empresariais, apesar da prerrogativa de constituir um importante instrumento de prevenção de acidentes com máquinas e equipamentos.

    A adequação de uma máquina poderá representar um investimento equivalente a, no mínimo, 30% do valor de um similar novo, dependendo do segmento.

    Cronologia
    Acompanhe a cronologia, desde a criação da NR-12, em 1978, até a versão vigente, e a importân- cia de sua ênfase atual.
    5 NT- Nota Técnica do Ministério Público do Trabalho, emitida pela Procuradoria Geral do Trabalho.

    14
    AS NORMAS REGULAMENTADORAS E A NR-12


Matricule-se agora mesmo Preenchendo os campos abaixo
R$ 49,90
Pagamento único
Processando... Processando...aguarde...

Desejo receber novidades e promoções no meu e-mail:


  • NR-12
  • SUMÁRIO
  • PALAVRA DO PRESIDENTE
  • PALAVRA DO DIRETOR
  • APRESENTAÇÃO
  • INTRODUÇÃO
  • AS NORMAS REGULAMENTADORAS E A NR-12
  • NR-12 NOÇÕES GERAIS
  • No ambiente de trabalho, a necessidade de proteção do trabalhador e do uso de dispositivos de segurança caminham lado a lado.
  • GESTÃODOS RISCOS NO AMBIENTE DE TRABALHO
  • GESTÃODOS RISCOS EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
  • Antes de iniciar o processo de Gestão dos Riscos, é prudente que seja realizado um levantamento de todas as máquinas e equipamentos existentes. Com esta atividade, inicia-se parte do processo de inventário, requisito da NR-12.
  • CAPACITAÇÃO
  • REQUISITOS PARA AUXILIAR A AQUISIÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS ADEQUADOS À NR-12
  • FISCALIZAÇÃO
  • CONCLUSÃO
  • Diante das orientações deste manual, ao tempo em que foi retratado o cenário em diversos se- tores, foram apresentadas formas de atuação corretiva e preventiva, com medidas de baixa à alta complexidade.
  • ANEXOS
  • setoriais
  • INTRODUÇÃO
  • De modo a facilitar o entendimento sobre riscos e medidas de segurança para aplicação prática e atendimento dos requisitos normativos aqui mencionados, foram criados os anexos setoriais, que apresentam orientações específicas para cada segmento.
  • ANEXO 1 - VESTUÁRIO
  • ANEXO 2 - METALURGIA
  • ANEXO 3 - MADEIRA/MOBILIÁRIO
  • ANEXO 4 - CONSTRUÇÃO CIVIL
  • ANEXO 5 - ALIMENTAÇÃO/PANIFICAÇÃO
  • ANEXO 6 - GRÁFICO
  • ANEXO 7 - GRÃOS
  • ANEXO 8 - ELETROELETRÔNICO
  • ANEXO 9 TECNOLOGIA DA INFORMACÃO - TI
  • SESI BRASÍLIA
  • A unidade do SESI Brasília, localizada no SIA Trecho 02 Lote 1.125, é o Centro de Referência Indús- tria Saudável que tem como premissa o atendimento à empresa industrial, provendo soluções em segurança e saúde no trabalho e vida.
  • SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL SENAI DR- DF
  • GLOSSÁRIO
  • NORMAS CITADAS
  • REFERÊNCIAS
  • ABRAMEQ/SEBRAE RS. Cartilha de segurança em máquinas e equipamentos para calçados requisi- tos mínimos de segurança. Novo Hamburgo: SEBRAE, 2010.