Curso Online de RÁDIO OPERADOR - GERAL - TEORIA E PREPARAÇÃO - MÓDULO 1
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Curso Online de RÁDIO OPERADOR - GERAL - TEORIA E PREPARAÇÃO - MÓDULO 1

INTRODUZIR, ORIENTAR, CAPACITAR E PREPARAR OS FUTUROS PROFISSIONAIS DA ÁREA DE TELECOMUNICAÇÕES DE RÁDIO OPERAÇÃO MARÍTIMA, AÉRIA E TERRE...

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INTRODUZIR, ORIENTAR, CAPACITAR E PREPARAR OS FUTUROS PROFISSIONAIS DA ÁREA DE TELECOMUNICAÇÕES DE RÁDIO OPERAÇÃO MARÍTIMA, AÉRIA E TERRESTRE, NACIONAL e INTERNACIONAL. ORGANIZANDO, FORTALECENDO E UNIFICANDO UMA CATEGORIA PROFISSIONAL DE ALTÍSSIMA QUALIDADE TÉCNICA E OPERACIONAL, COM LIVRE ACESSO DEMOCRÁTICO POR UM CUSTO ACESSÍVEL PARA OS ALUNOS ASPIRANTES A ESTE CAMPO DE TRABALHO. ATENDENDO A UMA DEMANDA CRESCENTE E CADA VEZ MAIS EXIGENTE DESSES SETORES DE TRABALHO.

Carlos Demétrius Rolim Figueiredo Bombeiro / Brigadista de Incêndios, Resgatista e Socorrista. Ex-Sub-oficial-Instrutor de BUSHCRAFT e Tecnicas de Sobrevivencia Humana do CFPMA-Comando de Formação Pré-Militar de Patrulheiros Ambientais do Rio de Janeiro - RJ, Lider e diretor do movimento Sobrevivencialista e Preparador de catastrofes e contigências: Quimicas, Biologicas, Atômicas , Naturais e Ameças Urbanas e Guerras. Técnico em Meio Ambiente e Qualificado em Segurança do Trabalho, Técnico em Administração de Empresas, Ex-Gerente de Negócios e Consultor do GRUPO BERIT - Treinamento & Consultoria Marítima ltda. RJ, Rádio Operador-Telefonista de Sistemas de Rastreamento via satélite de frotas de veículos na Brasil Track - RJ, atuou como Operador Executivo do Projeto da Academia do 1º Emprego no Grupo ABECE - Academia Brasileira de Ensino Cultura e Empregabilidade, projeto este de criação e implantação de uma escola de ensino profissionalizante com 8 cursos de formação profissional da HOLDING DE FACULDADES, ESCOLAS E CURSOS - ABECE - RJ. Em Brasília-DF, atuou também como Coordenador Pedagógico e Gerente de Recursos Humanos de Encaminhamento ao Mercado de Trabalho e Instrutor de Técnicas Administrativas da REDE MICROLINS e Instrutor da Unidade CECAPI - Planaltina - DF, ambas de ensino profissionalizante no Distrito Federal. Engenheiro, Especialista em Segurança Física e Patrimonial e Automação Predial formado pela CUFD-INTELSEI - SP em 2004. Responsável pela formação de mais de 2.000 alunos desde 2001. A maioria já está trabalhando e fazendo a diferença em seus locais de trabalho. Como Gerente de Recursos Humanos no seu último empenho encaminhou mais de 2.000 pessoas nos últimos 6 meses naquela instituição. Ex-Sócio-Gerente de Recursos Humanos da APEE - Agência de Preparação & Encaminhamento ao Emprego LTDA - DF. Professor em mais de 15 matérias profissionalizantes, Palestrante em 9 matérias de beneficiamento profissional e consultor de Recolocação de Profissionais Plenos e Iniciantes no mercado de trabalho ( Head Hunter ), Analista de Carreira Profissional para candidatos ao Mercado de Trabalho, Orientador Profissional ao Trabalho e Instrutor de suas relações. Coach - Treiner - formado pelo ICC-EUA em Brasília-DF em 2003. Criador e Mentor dos CURSOS EM CD OFFSHORE em sistema EAD - Educação Agenciada a Distância, onde hoje já supre uma demanda de mais de 1.500 alunos já atendidos em todo o Brasil e inclusive brasileiros com residência nos EUA, Portugal, Itália, Canadá, Irlanda, México, Panamá e outros paises do globo. Tecnólogo em Engenharia de Segurança Patrimonial e Pessoal, Especialista em Segurança eletrônica integrada local e remota para prédios, instalações industriais, embaixadas, oligarquias governamentais, VIPs e Dignatários.


- Geovane Barbosa Pereira

- Fabio De Sousa Eugênio

- Kleber Tenorio Dos Santos

- Aurélio Marcos Tschá

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  • curso de rádio operador
    (on-shore) e ( off-shore )
    teoria – introdução e preparação
    edição – 2012
    conforme determinações normativas da
    anatel – brasil
    ministério da comunicações – brasil
    ministério da marinha - brasil
    uit - union international telecomunications
     autor
    prof. carlos demétrius r. figueiredo
    rádio operador geral e rádio telegrafista
    anatel-2008

  • o radiotelefonista
    radiotelefonista é o rádio-operador que trafega informações na forma de dados e fonia por meio de ondas rádio-elétricas ou rádio frequência (rf) ou por meio físico (cobre ou fibra ótica). pertence ao serviço móvel marítimo ou móvel aeronáutico. é uma profissão de grande importância à navegação e a salvaguarda da vida humana na terra, no mar ou ar durante emergências.

  • classes de radiotelefonistas
    (rfg) geral (operação internacional) homologado à bandeira de origem.
    atuação nos campos terrestre, marítimo ou aeronáutico no pais de origem de sua homologação ou atuação em outros paises uma vez homologado as bandeiras internacionais exemplos:

    fcc-eua barramas libéria vanuatú panamá brasil

  • (rfr) restrito (operação local).
    homologado à atuação em serviços de transporte,segurança e socorro terrestres.

  • a importância do rádio operador (radiotelefonista) em uma empresa

    ·     relação custo/benefício superior, comparado a utilização de tel. celular.
    ·     informação coletiva contribuindo de maneira mais efetiva para o desenrolar de situações delicadas e importantes, mantendo todos informados e sabedores dos seus afazeres.
    ·     filtragem e coordenação de informações.
    ·     agilidade em situações de emergência, orientando as equipes e mantendo a calma e o moral das equipes de contingência.
    ·     o rádio operador, como em plataformas de extração de petróleo, pode ainda fazer o uso de um fonoclama, a popular "boca de ferro", emitindo via megafones informações de segurança e solicitando funcionários para ações específicas.
    ·     o rádio operador atua também no atendimento dos telefones, no envio e recebimento de fax, emitindo as designações via rádio ou "boca de ferro".
    ·     o operador da central de comunicação pode ainda manter contato com a somar, o inpe, via internet ou fax estando atento à emissão de alertas meteorológicos.

  • contato com equipes de resgate de postos de saúde, hospitais, bombeiros etc, em caso de acidentes.

    ·     o operador de rádio trabalha integrado aos chefes de equipes de segurança e obras, coordenando o tráfego de informações, melhorando o desempenho das equipes de campo.
    ·     uma central de rádio ativa e integrada por profissionais competentes é fator fundamental para a estabilidade do trabalho.
    ·     em empresas de rádio táxi, é fundamental para desenvolver ações de segurança e coordenar a distribuição de corridas, evitando desgaste de motoristas e evitando atrito.uma central de rádio operada pelo próprio taxista no atendimento de telefones e distribuição de corridas é um erro grave, a chamada economia "suja".

  • manual de segurança de operação de rádio

    rf = (rádio freqüência) *a rf realmente pode causar malefícios a saúde. lembre-se da regra: quanto maior a freqüência, menor a potência necessária para danos. em vhf uso por muito tempo de potências superiores a 10 w de saída, já são prejudiciais. em uhf acima de 7 w .*jamais fique na frente de sistemas de microondas quando em transmissão !*jamais segure uma antena quando em transmissão !
    *toda a irradiação tem seus efeitos físicos e por analogia, biológicos, variando conforme seu comprimento de onda. assim como os raios x ou gama têm violentas e dramáticas conseqüências sobre os seres vivos, as ondas de rádio o têm de forma mais branda, mais tem nocividade a sua saúde !*em países mais adiantados neste campo, pesquisas feitas com operadores de rádio fonia ou cw, operando com alta potência durante longos períodos mostraram que nos operadores a rf tinha efeitos sobre o sangue, olhos, pele e glândulas, ocasionando: náuseas, insônia, tremores nas mãos, irritabilidade, dor de cabeça, olhos irritados, diminuição do interesse sexual, anemia e falta de apetite.*se você é radio operador e trabalha por longos períodos em salas de rádio com sistemas de vhf e ufh (principalmente) usando potências, em vhf acima de 10w, e uhf acima de 7 w e apresentar os sintomas descritos pode estar na rf a causa do problema.
    então: só use maior potência quando imprescindível; coloque a antena o mais afastado possível da sala de rádio; se for o caso use o aterramento como caminho de “fuga” para rf. insira no cordão espiralado do seu ptt(mic) uma barra de ferrite de cerca de 10cm para bloquear a rf que pode atingir seu corpo via microfone. *não se esqueça que o setor que envolve todos os seguimentos que utilizam a rf tem um faturamento de mais de 600 bilhões de dólares por ano!!! e que analises sobre efeitos da rádio freqüência vindas dessas fontes devem ser encaradas com reserva. confie no que a prática demonstra!
    fonte: trabalho do médico radiologista flávio d. assis.

  • equipamentos obrigatórios de radio comunicação
    os equipamentos de radio comunicações deverão possuir as características abaixo: a) transceptor fixo hf - com potência suficiente para operar a uma distância de, pelo menos, 75 milhas da costa. b) transceptor fixo vhf - com potência mínima de 25 w, para operar no limite da navegação em mar aberto, tipo costeira, e na navegação interior. c) transceptor portátil vhf - para uso em caso de abandono da embarcação ou falha de operação do equipamento orgânico. é recomendável que esse equipamento possua revestimento emborrachado, de modo a torná-lo à prova d’água. deverá ser alimentado por uma bateria, com capacidade para operá-lo por no mínimo quatro (4) horas , com um coeficiente de utilização de 1:9, ou seja 1 minuto de transmissão por 9 minutos de escuta. a bateria deverá ser mantida sempre a plena carga.
    muito importante! os equipamentos de comunicações devem ser registrados no órgão federal competente e satisfazer as prescrições pertinentes do regulamento de radiocomunicações, aplicáveis ao serviço móvel marítimo.
    freqüências obrigatórias 1) transceptor de vhf - freqüência 156,8 mhz, canais 16, chamada e socorro, 68 e 69 respectivamente. se o transceptor for do tipo dsc, a freqüência poderá ser 156,525 mhz, canal 70, para a chamada seletiva digital (dsc) ao invés do canal 16. enquanto a embarcação estiver navegando, o equipamento vhf deverá estar ligado e em escuta permanente no canal 16 ou 70 no caso de equipamento dsc 2) transceptor hf - freqüência internacional de socorro ou 4125 khz, chamada e escuta no atlântico sul. em função das condições locais de propagação, o equipamento poderá operar, ainda, nas seguintes freqüências: 6215 khz; 8255 khz; 12290 khz e 22060 khz., bem como utilizar-se das freqüências 4.431,8 e 8.291,1, utilizadas pelas estações costeiras dos iates clubes e marinas.

  • fontes de energia 1) quando a embarcação estiver navegando, deverá haver disponibilidade permanente de um suprimento de energia elétrica suficiente para operar as instalações rádio e carregar quaisquer baterias usadas como parte de uma fonte ou de fontes de energia de reserva para as instalações rádio.
    2) as embarcações de grande porte, ou iates, deverão ser dotadas de uma fonte ou de fontes de energia de reserva para alimentar os equipamentos rádio com o propósito de estabelecer radiocomunicações de socorro e segurança, na eventualidade de falhas das fontes principais e de emergência.
    3) epirb (emergency position-indicating radio beacon) o rádiobaliza indicadora de posição em emergência (epirb) deve ser instalado a bordo em local de fácil acesso. deve ter dimensões e peso tais que permita o seu transporte por uma única pessoa até a embarcação de sobrevivência e ter sua liberação, flutuação e ativação automáticas em caso de naufrágio da embarcação. os equipamentos deverão ser dotados de uma codificação única, constituída pelo dígito 710 (identificação do brasil), seguido por outros 6 dígitos que identificarão a estação do navio, de acordo com o apêndice 43 do regulamento rádio da união internacional de tele-comunicações (uit), utilizando a frequência de 406 mhz. o código, que é conhecido como mmsi (maritime mobile safety identity), é atribuído pela anatel e o procedimento para sua obtenção, incluindo o formulário para preenchimento, encontra-se na página

  • http://www.anatel.gov.br. após a codificação da epirb, o proprietário da embarcação ou seu representante legal deverá apresentar uma planilha, à capitania, delegacia ou agência de inscrição, para ser encaminhada ao comando do controle do tráfego marítimo (comcontram), de modo a possibilitar o cadastramento do equipamento no sistema “salvamar brasil” do comando de operações navais, órgão da marinha.
    homologação todos os equipamentos eletrônicos de comunicações deverão estar de acordo com as normas da agência nacional de telecomunicações - anatel ou, para o caso de equipamentos estrangeiros, serem homologados pela autoridade competente do país de origem. as embarcações que dotam equipamentos de rádio comunicação devem obter a licença de estação de navio nas sedes regionais da anatel. informações e o formulário para preenchimento podem ser obtidos na página http://www.anatel.gov.br.

  • equipamentos obrigatórios para embarcações de grande porte ou iate
     - quando em navegação costeira ou oceânica
    1.       equipamento transceptor em vhf
    2.       equipamento transceptor em hf.
    3.       receptor - transmissor radar (transponder) operando na faixa de 9 ghz.
    4.       rádio baliza indicadora de posição em emergência (epirb 406 mhz).
            quando em navegação interior, equipamento transceptor em vhf.
    - para embarcações e médio porte:
            quando em navegação costeira ou oceânica
    1.       equipamento transceptor em vhf.
    2.       equipamento transceptor em hf.
    3.       rádio baliza indicadora de posição em emergência (epirb 406 mhz).
           quando em navegação costeira, equipamento transceptor em vhf.        quando em navegação interior, recomendado o equipamento transceptor em vhf fixo ou portátil.
    -          as embarcações a vela que possuam antena de vhf no tope do mastro deverão possuir antena de emergência para uso em caso de quebra do mastro.


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