Curso Online de NEGÓCIOS INTERNACIONAIS: PETRÓLEO E GÁS 1
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Curso Online de NEGÓCIOS INTERNACIONAIS: PETRÓLEO E GÁS 1

Neste curso você vai aprender sobre: Introdução aos negócios internacionais; As razões para se exportar; Os tipos de exportações direta ...

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Neste curso você vai aprender sobre:

Introdução aos negócios internacionais;
As razões para se exportar;
Os tipos de exportações direta e indireta;
O acesso internacional;
A formação do preço no mercado internacional;
Informações básicas sobre negócios internacionais.

Consultor em TroubleShooting Strategy, Desenvolvimento Educacional, Incremento Profissional, Treinamentos Motivacionais, Recursos Humanos, Neurolinguística e Abordagem Holística, com sólida vivência como palestrante, elaborando e ministrando cursos diversos na formação de líderes, em busca constante pela excelência em resultados de curto, médio e longo prazos. Consultor em Pesquisa e Procuradoria Institucional (E-mec/Inep); Educador e Professor; Palestrante, Autor e Advogado, OAB/MG 94.245.


- Augusto Costa Dos Santos Jr

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  • NEGÓCIOS INTERNACIONAIS
    PETRÓLEO E GÁS NATURAL

    1

  • Neste curso você vai aprender sobre:

    Introdução aos negócios internacionais;
    As razões para se exportar;
    Os tipos de exportações direta e indireta;
    O acesso internacional;
    A formação do preço no mercado internacional;
    Informações básicas sobre negócios internacionais.

  • Introdução

    1. Introdução

    Século XX, o problema da ética constata-se como de aplicação, mais do que de mera definição. Nos países ocidentais, um certo consenso em relação aos valores que deveriam ser aplicados aos negócios. De um lado a ética protestante valoriza a iniciativa individual, o trabalho e a busca do lucro, enquanto países católicos ainda vivem indagações quanto o aceite da prática de usura. Um resultado comum: o respeito à propriedade privada, às leis e aos contratos, proporcionando evolução aos empreendimentos comerciais, solidifica-se a segurança e estabilidade aos negócios, impulsionando mesmo a Revolução Industrial. Grandes empresas preocupam-se em redigir seus manuais éticos, v.g., Jhonson & Johnson com seu Credo, um dos primeiros documentos a especificar padrões de conduta em relação aos negócios, consumidores e sociedade que se tem notícia.
     

  • Introdução

    Segunda Guerra Mundial, novas complexidades. Várias empresas passam a atuar em países de culturas diversas daquelas de origem, como uma companhia de petróleo americana em um país muçulmano ou uma multinacional européia que investe na China. Do impasse ético surgem alternativas: ou a empresa adota rigidamente o padrão do país de origem, ou então se adapta aos costumes locais.  

    Anos 80 e 90, o crescimento do ativismo político nos países mais desenvolvidos, grupos de defesa dos direitos humanos, do meio ambiente e críticos da ordem capitalista em geral passam a exigir um comportamento das empresas nos países subdesenvolvidos igual ao praticado no Primeiro Mundo, influenciam assim, a mídia. A Internet torna-se realidade e promove disseminação maciça da informação. Resultado: adoção de valores globais, multinacionais formulam código de responsabilidade social corporativa (ética no relacionamento com empregados, fornecedores, governos, consumidores e sociedade em geral), adaptado apenas às leis locais.

    Uma ética empresarial cada vez mais globalizada, cujas características culturais locais continuam fortes.

  • Razões para se Exportar

    2. Dentre as vantagens que a atividade exportadora oferece às empresas, podem ser assinaladas as seguintes:
    maior produtividade - exportar implica aumento da escala de produção, que pode ser obtida pela utilização da capacidade ociosa da empresa e/ou pelo aperfeiçoamento dos seus processos produtivos; a empresa poderá, assim, diminuir o custo de seus produtos, tornando-os mais competitivos, e aumentar sua margem de lucro;
    diminuição da carga tributária - a empresa pode compensar o recolhimento dos impostos internos, via exportação: - os produtos exportados não sofrem a incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI);

  • o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) tampouco incide sobre operações de exportação de produtos industrializados, produtos semi-elaborados, produtos primários ou prestação de serviço;
    na determinação da base de cálculo da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (COFINS), são excluídas as receitas decorrentes da exportação;
    as receitas decorrentes da exportação são também isentas da contribuição para o Programa de Integração Social (PIS) e para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP); e
    o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) aplicado às operações de câmbio vinculadas à exportação de bens e serviços tem alíquota zero.

    Razões para se Exportar

  • Observações:

    redução da dependência das vendas internas - a diversificação de mercados (interno e externo) proporciona à empresa maior segurança contra as oscilações dos níveis da demanda interna;
    aumento da capacidade inovadora - as empresas exportadoras tendem a ser mais inovadoras que as não-exportadoras; costumam utilizar número maior de novos processos de fabricação, adotam programas de qualidade e desenvolvem novos produtos com maior freqüência;

    Razões para se Exportar

  • Observações:
    aperfeiçoamento de recursos humanos - as empresas que exportam se destacam na área de recursos humanos: costumam oferecer melhores salários e oportunidades de treinamento a seus funcionários; aperfeiçoamento dos processos industriais (melhoria na qualidade e apresentação do produto, por exemplo) e comerciais (elaboração de contratos mais precisos, novos processos gerenciais, etc.) - a empresa adquire melhores condições de competição interna e externa;
    imagem da empresa - o caráter de "empresa exportadora" é uma referência importante, nos contatos da empresa no Brasil e no exterior; a imagem da empresa fica associada a mercados externos, em geral mais exigentes, com reflexos positivos para os seus clientes e fornecedores.

    Razões para se Exportar

  • Observações:

    5. Em resumo, a exportação assume grande relevância para a empresa, pois é o caminho mais eficaz para garantir o seu próprio futuro em um ambiente cada vez mais competitivo, que exige das empresas brasileiras plena capacitação para enfrentar a concorrência estrangeira, tanto no Brasil como no exterior.
    6. Para o Brasil, a atividade exportadora tem também importância estratégica, pois contribui para a geração de renda e emprego, para a entrada das divisas necessárias ao equilíbrio das contas externas e para a promoção do desenvolvimento econômico.

    Razões para se Exportar

  • 2.1. A internacionalização da empresa
    A internacionalização da empresa consiste em sua participação ativa nos mercados externos. Com a eliminação das barreiras que protegiam no passado a indústria nacional, a internacionalização é o caminho natural para que as empresas brasileiras se mantenham competitivas. Se as empresas brasileiras se dedicarem exclusivamente a produzir para o mercado interno, sofrerão a concorrência das empresas estrangeiras dentro do próprio País. Por conseguinte, para manter a sua participação no mercado interno, deverão modernizar-se e tornar-se competitivas em escala internacional. A atividade exportadora, contudo, não é isenta de dificuldades, inclusive porque o mercado externo é formado por países com idiomas, hábitos, culturas e leis muito diversos, dificuldades essas que devem ser consideradas pelas empresas que se preparam para exportar.

    Razões para se Exportar

  • 2.1. A internacionalização da empresa

    As empresas podem participar do mercado internacional de modo ativo e permanente, ou de maneira eventual. Em geral, o êxito e o bom desempenho na atividade exportadora são obtidos pelas empresas que se inseriram na atividade exportadora, como resultado de um planejamento estratégico, direcionado para os mercados externos.

    Razões para se Exportar


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