Curso Online de International Financial Reporting Standart - PME

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Teorias do IFRS para a PME segundo o CPC

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Teorias do IFRS para a PME segundo o CPC

- Bacharel em Ciencias Contábeis - ICNPF - Pós-Graduada em Auditoria Externa pela UFMG - Mestranda em Desenho e Gestão de Projetos - Universidad de Léon



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  • IFRS – INTERNATIONAL FINANCIAL REPORTING STANDART

    IFRS – INTERNATIONAL FINANCIAL REPORTING STANDART

    Pequenas e Médias
    Empresas

  • O QUE É IFRS?

    O QUE É IFRS?

    A adequação das Normas Brasileiras de Contabilidade às Normas Internacionais de Contabilidade, por intermédio dos pronunciamentos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), está sendo considerada um avanço significativo para o crescimento econômico e um melhor posicionamento das empresas brasileiras no mercado internacional.

    No que tange as Micro e Pequenas Empresas, tais pronunciamentos chegam em momento oportuno, pois a inexistência de normas adequadas obrigavam a adotarem procedimentos que não refletiam tais mudanças.

  • CONTABILIDADE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS

    CONTABILIDADE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS

    O QUE MUDA COM O IFRS NO BRASIL

    As mudanças introduzidas pela IFRS aplica-se na alteração da Lei nº 6.404/76 pela Lei nº 11.638/07, permitindo a convergência das normas de contabilidade adotadas no Brasil de acordo com as normas internacionais. Embora as Normas Internacionais de Contabilidade sejam destinadas principalmente às sociedades de Grande Porte, ainda que não constituídas sob a forma de sociedades por ações. Vale ressaltar que tais regras são aplicáveis a todas as sociedades.

  • IFRS A VISÃO DO CFC

    IFRS A VISÃO DO CFC

    O Presidente do CFC (01-01-2010 a 31-12-2013) Juarez Carneiro afirmou que, o processo de adesão ao padrão internacional é de caráter global, por englobar várias outras nações, e que sendo a economia globalizada, faz-se necessário que todos falem a mesma língua no que se refere a negócios, ou seja, adotem normas contábeis compreensíveis e aplicáveis a todos. E, não apenas se tratando de grandes empresas; pois, por exemplo, no ano de 2.010, foi publicada uma NBC (Norma Brasileira de Contabilidade) que trata da Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas.

    FONTE: Revista Boletim CRCSP, São Paulo, Ano XL, nº 175, 17p, março 2010

  • IFRS COMO MODELO PADRÃO DA INFORMAÇÃO CONTÁBIL

    IFRS COMO MODELO PADRÃO DA INFORMAÇÃO CONTÁBIL

    A perspectiva é que, gradativamente a convergência ao padrão internacional seja ampliada e o novo sistema contábil utilizado no país torne-se padrão para todas as empresas brasileiras, das gigantes multinacionais até os empreendimentos de pequeno porte.

    Diante desse cenário, torna-se obrigatória a preparação e formação adequada em IFRS de todos os profissionais da área contábil.

  • MICRO E PEQUENAS EMPRESAS NO MERCADO BRASILEIRO

    MICRO E PEQUENAS EMPRESAS NO MERCADO BRASILEIRO

    IMPORTÂNCIA DAS MPES.

    O segmento empresarial composto pelas Micro e Pequenas Empresas representa 25% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro e geram 60% dos empregos formais do país, segundo dados do SEBRAE (2.008).

    A importância das Micro e Pequenas Empresas para o Brasil, podem ser medidas pelos seus relevantes números, na geração de empregos e impostos, e seu impacto no PIB Brasileiro. Segundo importantes fontes tais como DIESE, SEBRAE, SERASA e outras.

  • CLASSIFICAÇÃO SEGUNDO O CPC

    CPC

    CPC - PME

    CLASSIFICAÇÃO SEGUNDO O CPC

    Empresas com obrigação de prestação pública de conta.

    Exemplos:
    Sociedade por ações abertas-listada em bolsas, limitadas e demais Sociedades enquadrada como “Grande Porte” pela Lei nº 11.638/07
    Instituições Financeiras Seguradoras

    Empresas sem obrigação de prestação pública de contas e apresentam demonstrações contábeis para fins gerais para usuários externos.

    Exemplos:
    Limitadas e demais Sociedades não enquadradas como sociedades de “grande porte” pela Lei nº 11.638/07
    Estima-se que mais de milhões de empresas no Brasil serão elegíveis para CPC-PME

  • CONTABILIDADE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS

    CONTABILIDADE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS

    A REGULAMENTAÇÃO DA IFRS PARA PME

    Com a emissão, em 09 de julho de 2.009, pelo IASB, a IFRS para PME passa a vigorar, sendo emitida no Brasil pelo CFC, através da Resolução CFC nº 1.255/09, em 10 de dezembro de 2.009, A sua vigência efetiva foi a partir de 1º de janeiro de 2.010.

    IFRS PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS

    O Comitê de Pronunciamentos Contábeis, a partir da (IFRS SMEs) do IASB, aprovou o Pronunciamento Técnico PME Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas. Resolve:

    Art. 1º. Aprovar a NBC T 19.41 - Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas.
    Art. 2º. Esta Resolução entra em vigor nos exercícios iniciados a partir de 1º de janeiro de 2.010.

  • CONTABILIDADE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS

    CONTABILIDADE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS

    OS PRINCIPAIS BENEFÍCIOS

    Fazer levantamento de números nunca antes levantados, como:
    - os Ativos Circulantes e não Circulantes;
    - o quanto se espera vender, realizar ou consumir do ativo durante o ciclo operacional normal da empresa;
    - posição do fluxo de caixa pelo método direto e indireto, natureza , liquidez e rentabilidade dos ativos;
    - valores da natureza e prazo dos passivos.

  • Deloitte - posição

    Deloitte - posição

    As PMEs têm papel decisivo no mundo dos negócios. Em praticamente todos os países, não importa o tamanho de sua economia, mais de 99% das empresas têm menos de 50 colaboradores. Há 21 milhões de PMEs na União Europeia e 20 milhões de PMEs só nos Estados Unidos. Na maioria dos países, há uma lei exigindo que as PMEs elaborem e publiquem suas demonstrações financeiras e as submetam à auditoria. Na última década, a tendência dos países tem sido adotar diretamente as normas internacionais de contabilidade (IFRSs) ou fazer a convergência gradual dos princípios locais (GAAP) para o IFRS. As IFRSs foram desenvolvidas para atender às necessidades do mercado de capitais. Os órgãos reguladores apoiam expressamente essa tendência.
    Atualmente, mais de 110 países exigem que empresas listadas em bolsa adotem as IFRSs. Consequentemente, o escopo e a complexidade das questões cobertas nas IFRSs, o volume de orientações para sua implementação e o volume de divulgações cresceram.
    O IFRS para PMEs foi publicado pelo IASB em julho de 2009. Independente e adaptado às necessidades e características de empresas menores, o IFRS para PMEs é de fácil compreensão em qualquer país do mundo.
    O IFRS para PMEs foi redigido em linguagem clara e de fácil compreensão, em vários aspectos, é menos complexo que as IFRSs (e muitos GAAPs locais), o que significa limitar as políticas contábeis, omitir tópicos não relevantes para as PMEs, simplificar os princípios para reconhecimento e mensuração e reduzir as divulgações.

  • Deloitte - posição – continuação...

    Deloitte - posição – continuação...

    Muitos grupos globais de contabilidade receberam bem o IFRS para PMEs. Na opinião do Banco Mundial, o IFRS para PMEs “é um excelente modelo de prestação de contas para entidades menores, por ser mais adaptável ao porte das operações e à estrutura societária das PMEs, e isso deve facilitar o acesso das Pequenas e Médias Empresas a fontes de financiamento”. A Federação Internacional de Contadores afirmou que o padrão “contribuirá para melhorar a qualidade e a comparabilidade das demonstrações financeiras das PMEs em todo o mundo e ajudará as PMEs a obter acesso a fontes de financiamento. As PMEs não serão as únicas a se beneficiar com o novo modelo: seus clientes e os usuários de suas demonstrações financeiras também serão beneficiados”.
    São benefícios como esses que motivaram o IASB a desenvolver o modelo específico para PMEs. Um importante interesse público é atendido quando os provedores de capital podem contar com informações idôneas para basear suas decisões de financiamento, crédito e investimento.

    Paul Pacter
    Diretor, IFRS Global Office


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  • COMITÊ DE PRONUNCIAMENTO CONTÁBIL
  • Abreviações
  • Histórico do IFRS para PMEs
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  • Versão integral dos IFRSs versus IFRS para PMEs
  • Seção 1: Escopo e aplicação
  • Seção 1: Escopo e aplicação – continuação...
  • Seção 2: Conceitos e princípios gerais
  • Seção 2: Conceitos e princípios gerais – continuação...
  • Seção 3: Apresentação das demonstrações financeiras
  • Seção 3: Apresentação das demonstrações financeiras – continuação...
  • Seção 4: Demonstração da posição financeira
  • Seção 5: Demonstração do resultado e demonstração do resultado abrangente
  • Seção 5: Demonstração do resultado e demonstração do resultado abrangente – continuação...
  • Seção 6: Demonstração das mutações do patrimônio líquido e demonstração dos lucros e prejuízos acumulados
  • Seção 6: Demonstração das mutações do patrimônio líquido e demonstração dos lucros e prejuízos acumulados – continuação...
  • Seção 7: Demonstração dos fluxos de caixa
  • Seção 7: Demonstração dos fluxos de caixa – continuação...
  • Seção 8: Notas explicativas às demonstrações financeiras
  • Seção 9: Demonstrações financeiras - consolidadas e separadas
  • Seção 9: Demonstrações financeiras - consolidadas e separadas – continuação...
  • Seção 9: Demonstrações financeiras e consolidadas e separadas – continuação...
  • Seção 10: Políticas contábeis, mudança de estimativas e correção de erros
  • Seção 10: Políticas contábeis, mudança de estimativas e correção de erros – continuação...
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  • Seção 11: Instrumentos financeiros básicos
  • Seção 11: Instrumentos financeiros básicos – continuação...
  • Seção 12: Outros tópicos sobre instrumentos financeiros
  • Seção 12: Outros tópicos sobre instrumentos financeiros – continuação...
  • Seção 13: Estoques
  • Seção 13: Estoques – continuação...
  • Seção 14: Investimentos em coligadas
  • Seção 14: Investimentos em coligadas – continuação...
  • Seção 15: Investimentos em empreendimentos controlados em conjunto (joint ventures)
  • Seção 15: Investimentos em empreendimentos controlados em conjunto (joint ventures) – continuação...
  • Seção 16: Propriedade para investimento
  • Seção 16: Propriedade para investimento – continuação...
  • Seção 17: Ativo imobilizado
  • Seção 17: Ativo imobilizado – continuação...
  • Seção 18: Ativos intangíveis, exceto ágio
  • Seção 18: Ativos intangíveis, exceto ágio – continuação...
  • Seção 19: Combinações de negócios e ágio
  • Seção 19: Combinações de negócios e ágio – continuação...
  • Seção 20: Arrendamentos
  • Seção 20: Arrendamentos – continuação...
  • Seção 21: Provisões, passivos contingentes e ativos contingentes
  • Seção 21: Provisões, passivos contingentes e ativos contingentes - continuação...
  • Seção 22: Passivo e patrimônio líquido
  • Seção 22: Passivo e patrimônio líquido – continuação...
  • Seção 23: Receita
  • Seção 23: Receita – continuação...
  • Seção 24: Subvenções governamentais
  • Seção 25: Custos de empréstimos
  • Seção 25: Custos de empréstimos – continuação...
  • Seção 26: Pagamento baseado em ações
  • Seção 26: Pagamento baseado em ações – continuação...
  • Seção 27: Redução ao valor recuperável de ativos (impairment)
  • Seção 27: Redução ao valor recuperável de ativos (impairment) – continuação...
  • Seção 28: Benefícios a empregados
  • Seção 28: Benefícios a empregados – continuação...
  • Seção 29: Tributos sobre o lucro
  • Seção 29: Tributos sobre o lucro – continuação...
  • Seção 30: Efeito das mudanças nas taxas de câmbio e conversão de demonstrações financeiras
  • Seção 30: Efeito das mudanças nas taxas de câmbio e conversão de demonstrações financeiras – continuação...
  • Seção 31: Hiperinflação
  • Seção 31: Hiperinflação – continuação...
  • Seção 32: Eventos subsequentes
  • Seção 32: Eventos subsequentes – continuação...
  • Seção 33: Divulgações sobre partes relacionadas
  • Seção 33: Divulgações sobre partes relacionadas – continuação...
  • Seção 34: Atividades especializadas
  • Seção 34: Atividades especializadas – continuação...
  • Seção 35: Adoção Inicial do IFRS para pequenas e médias empresas (PMEs)
  • Seção 35: Adoção Inicial do IFRS para pequenas e médias empresas (PMEs) – continuação...
  • BIBLIOGRAFIA