Curso Online de Gestão de Pessoas ( como foco na mudança do mercado de trabalho)

Curso Online de Gestão de Pessoas ( como foco na mudança do mercado de trabalho)

O curso é fruto de aulas apresentadas para os então futuros Auditores do Ministério do Trabalho. A abordagem é sociológica, focando as m...

Continue lendo

Autor(a):

Carga horária: 4 horas

Por: R$ 23,00
(Pagamento único)

Certificado digital Com certificado digital incluído

O curso é fruto de aulas apresentadas para os então futuros Auditores do Ministério do Trabalho.
A abordagem é sociológica, focando as mudanças verificadas no mercado de trabalho, e a necessidade de as entender, não somente com a finalidade pessoal, mas, num outro grau, como medida de mudanças, de modo a estar cada vez mais preparado para lidar com pessoas, no ambiente de trabalho, e, para lidar com o outro faz-se necessário um entendimento de si, por isso, ocasião de desenvolver-se emocionalmente.
Destarte, o curso é um ótimo panorama para entender quais são as mudanças, e , de maneira sintética, do que se trata a gestão de pessoas.

Johnny Dias Chaves é filósofo pela Universidade Federal de Ouro Preto, com pós-graduação em Gestão de Pessoas pela Fundação Getúlio Vargas. Foi monitor do curso de Metodologia Científica, da Universidade Federal de Ouro Preto. Por dois anos consecutivos desenvolveu pesquisas, segundo o amparo da FAPEMIG e a orientação da Doutora: Guiomar de Grammont. Tem outros cursos de pequena duração em seu curriculum. Já deu diversas palestras, entre o estado de Minas Gerais e São Paulo. Desenvolveu um projeto de humanização de empresas em Belo Horizonte. Professor de Sociologia do Trabalho - para o cursos Intersat - Belo Horizonte Palestrou para o grupo Coopvest. Deu diversas palestras para escolas públicas.´ Foi professor convidado da Faculdade Anhanguera. Atualmente é professor convidado da Faculdade Unicastelo/Semar Desenvolve projetos voltados para a educação. Orienta alunos no desenvolvimento de TCC- tese de conclusão de curso



  • Aqui você não precisa esperar o prazo de compensação do pagamento para começar a aprender. Inicie agora mesmo e pague depois.
  • O curso é todo feito pela Internet. Assim você pode acessar de qualquer lugar, 24 horas por dia, 7 dias por semana.
  • Se não gostar do curso você tem 7 dias para solicitar (através da pagina de contato) o cancelamento ou a devolução do valor investido.*
* Desde que tenha acessado a no máximo 50% do material.
  • Gestão de Pessoas ( com foco nas mudanças do mercado de trabalho)

    gestão de pessoas ( com foco nas mudanças do mercado de trabalho)

  • Tendências na área de Gestão de Pessoas

    12/09/2010

    autor: johnny dias chaves

    tendências na área de gestão de pessoas

    educação a distância

    gestão de competências

    educação continuada

    gestão de conhecimentos

  • Mudanças históricas

    12/09/2010

    autor: johnny dias chaves

    mudanças históricas

    quando se adentra a obra-prima de karl marx, “o capital”, lá encontramos a afirmativa que o tempo é o centro nevrálgico do preço da mercadoria.disso se infere, quanto maior o tempo para produzir uma mercadoria, maior será seu preço. bem, essa inferência é uma leitura correta da obra do filósofo, mas não mais da atual realidade.

  • Mudanças históricas

    12/09/2010

    autor: johnny dias chaves

    mudanças históricas

    hoje, como é dado o preço às mercadorias?
    para simplificar a compreensão da diferença histórica, pense no seguinte exemplo:
    você, com problemas em seu computador, ao invés de chamar um técnico, que cobraria um valor x, resolve por solicitar os conhecimentos de um profissional formado em engenharia da computação, com pós-graduação nos estados unidos e mestrado no prelo. o mesmo resolve o seu problema em um tempo 5 vezes menor que o técnico resolveria, contudo, cobra 8 x. logo, há uma incompatibilidade teórica, tendo em vista a explicação marxista, pois, sendo o técnico o profissional que desprendeu um trabalho com o maior número de horas, seguindo o pensamento pertinente ao autor, ele deveria ganhar mais. no entanto, é o engenheiro quem ganha. por quê?

  • Por quê?

    12/09/2010

    autor: johnny dias chaves

    por quê?

    é preciso entender, como nenhum outro, este é o século da especialização. dito isso, faz-se notar que uma mão-de-obra especializada, além de rara, é cada vez mais cara.
    pense, cerca de 8 anos atrás, quantas escolas que ofereciam cursos técnicos você conhecia? e agora, quantas você conhece?
    note, se há várias escolas, logo, há um mercado consumidor interessado em tal produto/ forma de aprendizagem.
    para além de uma necessidade de especialização deste século, acabou que profissionais com graduação e especialização tornou-se, além de complicado de se achar, como já foi afirmado, caro demais para as indústrias. por isso, a necessidade de uma mão-de-obra técnica é uma urgência, para atender a cada vez mais o emergente surgimento de vagas para tais profissionais e seu nível de capacitação.

  • Entendendo as divisões do Trabalho

    12/09/2010

    autor: johnny dias chaves

    entendendo as divisões do trabalho

    dá-se o nome de divisão do trabalho à especialização do trabalho cooperativo em tarefas e papéis específicos e delimitados com o objetivo de aumentar a eficiência e produção.
     
    a primeira divisão efetiva é aquela que se dá entre homens e mulheres, que chamamos de divisão sexual do trabalho.
    a segunda, por sua vez, recebe o nome de divisão social do trabalho.

  • Divisão Sexual

    12/09/2010

    autor: johnny dias chaves

    divisão sexual

    segundo a visão de alguns economistas, as mulheres seriam aquelas que menos investem em suas capacitações, pois esperam trabalhar menos, e, por isso, o fato delas ganharem menos estaria explicado por tais mecanismos de pensamento.
    evidente que essa afirmativa se mostra completamente deslocada da realidade, e devemos pensá-la de uma maneira completamente oposta, mesmo porque são outras as questões que levam as mulheres a serem menos remuneradas, quer dizer, ganharem menores salários, quando ocupam um mesmo cargo de um homem.
    notaremos que mudanças aconteceram ao longo dos anos, e devemos, sem dúvida, comemorá-las, mas há muito que se conquistar, pois, cá entre nós, a desigualdade ainda é uma realidade.
    fato :no mercado de trabalho, os anos de estudos das mulheres se mostram mais duradouros.
     
    é

  • 12/09/2010

    autor: johnny dias chaves

  • 12/09/2010

    autor: johnny dias chaves

  • Interpretando a realidade

    12/09/2010

    autor: johnny dias chaves

    interpretando a realidade

    - a mulher tem mais anos de estudo, quando comparado com o dos homens;
    - o fato de ganharem menos, em sua maioria, deve-se a escolha de profissões cujo retorno financeiro não é tão rápido, e, cujo mercado de trabalho apresenta menos oportunidades de atuação, como também menor remuneração.
    exemplo: engenharia de minas x pedagogia.
    agora quanto à experiência, a mulher tem menos por causa das interrupções, qual aquela decorrente da maternidade.
    também existe o fato de que as empresas investem menos no treinamento das mulheres, além de os salários, significativamente baixos, serem também motivo de uma queda da força de trabalho feminina (falta de estímulo).
    um alerta, dito isso, é de que o investimento na capacitação não é fator que, só ele, explique a questão das diferenças no trabalho.
    o meio, quase sempre machista (patriarcal – como nos lembra engels), tem, efetivamente, sua dose de intervenção nas escolhas das mulheres, tanto no início, quanto ao final, quando elas, as mulheres, se retiram do mercado de trabalho.

  • Interpretando a realidade.

    12/09/2010

    autor: johnny dias chaves

    interpretando a realidade.

    nota-se a dificuldade de se chegar ao topo. constatemos, por exemplo, que mulheres, na maioria das vezes, coordenam outras mulheres e não homens.
    uma pintura grotesca da realidade: desta vez a culpa pela pintura grotesca não é do pintor, e sim porque o que ele vê é justamente a difusão disfarçada do machismo difundido.
    ainda é ilustre a visão do frankfurtiano de outrora, aquela dita por theodor adorno , justamente afirmando do poder dissimulado, oculto, fantasmagórico e administrado da nossa sociedade.
    para situa-los no argumento acima disposto, pense num exemplo lapidar.
    quando se comenta sobre programas de televisão, é sempre comum escutar a idéia de que eles só existem posto o consumo das pessoas.
    eis, mais uma vez, o melindroso jogo da sociedade, justamente o de transferir à população a culpa pelo pouco estilo, pelo fracasso no gosto, pela regressão auditiva.
    uma mente lúcida questionaria: há algum incentivo para que as coisas sejam de outra maneira? os mais otimistas (quase sempre massacrados), são aqueles que mostram programas interessantes, encontros educativos.
    destarte, pensemos que se há tais ou quais meios educativos e intelectualmente mais politizados, eles estão tão imersos e sem incentivos que acabam mesmo fadados a um grupo seleto, reservado, calado, principalmente calado, porque, como nota a literatura de clarice lispector, parece que o ‘’realmente importante’’, não pode ser dito.

     


Matricule-se agora mesmo Preenchendo os campos abaixo
R$ 23,00
Pagamento único
Processando... Processando...aguarde...

Desejo receber novidades e promoções no meu e-mail:


  • Gestão de Pessoas ( com foco nas mudanças do mercado de trabalho)
  • Tendências na área de Gestão de Pessoas
  • Mudanças históricas
  • Por quê?
  • Entendendo as divisões do Trabalho
  • Divisão Sexual
  • Interpretando a realidade
  • Interpretando a realidade.
  • Divisão Social do Trabalho & Distribuição de Tarefas
  • Esquema da divisão do trabalho:
  • Algumas falas comuns
  • Mudança Sociológica
  • Entendendo o conceito de Gestão de Pessoas
  • Faça suas equações!
  • Como se planejar?
  • Anotando seus gastos diários
  • Planejamento
  • O convívio interpessoal no mercado de trabalho